ESSAS MENINAS DA BAHIA SÃO DEMAIS!!! BOM FIM DE TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Dilma tenta se reaproximar de Cunha

O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, se reuniu anteontem com Eduardo Cunha, num ensaio de reaproximação com o peemedebista.

Diz a Época:

“A avaliação do Palácio do Planalto é que a estratégia de empoderar o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani – e consequentemente isolar Cunha -, não deu certo”.

Um auxiliar de Dilma Rousseff disse:

“É impensável fazer qualquer movimento na Câmara sem o Eduardo Cunha

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DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Cunha não pode decidir processo contra Dilma

O impeachment da presidente Dilma Rousseff, tramado há muito tempo e que agora adquire ares dramáticos, exige pelo menos uma condição para ir adiante: a aceitação do processo na Câmara dos Deputados não poderá ocorrer com o deputado Eduardo Cunha na presidência da Casa.

Da contestação desabrida ao poder, que o levou ao cargo, e da declaração explícita de que se tornara adversário do governo, desprezando a magistratura da função, Cunha hoje não passa de um político sob graves acusações, a que não responde, assim como o presidente do Senado, Renan Calheiros, que só a leniência nacional pode aceitar.

Caso se concretize a cassação do mandato da presidente pelas irregularidades que o TCU, por unanimidade, detectou em sua gestão, um monte de outros mandatários deveriam ter avaliada a permanência nas cadeiras que ocupam, pois superam a casa de 200 os congressistas submetidos a algum tipo de ação judicial.

São denúncias diversas – crimes eleitorais, corrupção administrativa, tráfico de drogas, sequestro – que adormecem em processos em variados tribunais, no mínimo colocando a classe dirigente do país sob permanente suspeição. Para mudar de verdade, não será a presidente a única a ser trocada.

Passos de um processo de “impeachment”

No princípio, foi apenas um sinal, mas dos brabos: a Câmara dos Deputados, que não votava contas de presidentes da República desde o período de Itamar Franco (1992-94), de repente, dois meses atrás, desandou a aprová-las até o governo Lula, limpando a pauta para, quando fosse o caso, apreciar de imediato as contas do primeiro mandato de Dilma Rousseff.

A pressa comporta pelo menos uma hipótese: já havia convicção formada e falseta urdida sobre o crime de responsabilidade fiscal das “pedaladas” do governo – e outras irregularidades, envolvendo mais de R$ 100 bilhões, que o Tribunal de Contas da União condenou, ontem, por unanimidade.

O laço efetivamente se aperta no pescoço da presidente, que nos últimos dias sofreu sucessivas derrotas, com a falta de quórum contínua no Congresso para votação dos vetos da “pauta-bomba”, a ação no TSE, a posição do STF sobre o julgamento no TCU e, enfim, as próprias votações perdidas na corte de contas, incluída a manutenção do relator.

Mas o fator que mais deve estar preocupando a presidente e aliados é que a “reforma ministerial” não teve o menor efeito na recomposição da base de apoio, o que não dá segurança para o quadro na Câmara em caso de avaliação de pedido de impeachment. O governo precisaria de 172 dos 513 votos para frustrar a ação, meta que, a cada dia, fica mais distante.

Avizinha-se o caos cavalgando Incitatus

Os que atiçam a caldeira que em que se transformou o Brasil parecem não avaliar o impasse em que podem jogar o país, não institucionalmente, mas do ponto de vista real, pelas incertezas e indefinições na economia e na política, afetando a vida cotidiana do cidadão – o emprego, os preços, os serviços, o equilíbrio social.

Temos uma elite governante literalmente irresponsável, porque foge de suas obrigações, como no caso da recente reforma política, em que não se tomaram as medidas necessárias, mas apenas aquelas que atendiam aos interesses de grupos e pessoas, inclusive de natureza pecuniária.

Seria melhor, como pediu romanticamente Dilma em sua incursão baiana, embora ela não mereça, “que se pensasse mais no país” no lugar de “interesses de partidos”, coisa absolutamente inevitável, possivelmente, na política de qualquer país. Com jeito de destruição romana, aproxima-se o conflito.

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Ron Carter,em noite Jobim, no BP! Até chegar a manha da sexta-feira.

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

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Posted on 09-10-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-10-2015


Dilma e o ministro Jacques Wagner. / ADRIANO MACHADO (REUTERS)


DO EL PAIS

Afonso Benites

De Brasília

Um dia após ter as contas de seu Governo de 2014 rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União e sofrer a segunda derrota consecutiva no Congresso Nacional, a presidenta Dilma Rousseff convocou uma reunião com todos os seus 31 ministros, um gabinete renovado por uma reforma feita na semana passada, para cobrar maior empenho deles na relação com os parlamentares. É no Legislativo que Rousseff terá o desafio de aprovar indigestas medidas fiscais em meio a maior de todas as batalhas, a de impedir a instalação de um processo de impeachment.

Neste primeiro encontro ministerial após a extinção de oito pastas e 30 secretarias nacionais, a petista tratou a rejeição no TCU como “página virada” e as obstruções no Congresso – que pela terceira vez não votou os vetos presidenciais – foram caracterizadas como um problema de acomodação das equipes que acabaram de assumir os ministérios. “A presidenta é uma guerreira e opera muito bem com dificuldades. Ela encarou [a reprovação pelo TCU] com respeito e entende que esta é uma batalha superada. Agora, vamos lutar no Congresso Nacional”, afirmou o novo ministro da Casa Civil, Jaques Wagner.

É o Legislativo quem decide se as finanças do Executivo estão irregulares ou não. O TCU é apenas um órgão consultivo da Câmara e do Senado. Portanto, a decisão acaba sendo mais política do que técnica e a reforma ministerial foi feita exatamente para tentar blindar a presidenta deste risco.

Para obter esse suporte, na visão de Wagner, é necessário que o Governo consiga atender todos os pleitos de seus aliados. “Precisamos ter rapidez no atendimento do que foi pactuado com as bases”, relatou. Segundo ele, além dos ministérios distribuídos principalmente para o PMDB, vários acordos foram feitos com parlamentares para a ocupação de cargos menores, mas nem todos foram entregues até o momento.

Durante o encontro, os 31 ministros que representam nove partidos se comprometeram a dialogar melhor com suas bancadas para ajudar na aprovação de medidas de interesse do Governo no Congresso. Os peemedebistas, por exemplo, sugeriram fazer uma reunião semanal entre os sete representantes da legenda para monitorar a atuação de seus parlamentares.

Com a maior bancada entre os aliados na Câmara, 66 deputados, e com um ministério a mais desde a última sexta, o PMDB não entregou os votos que prometeu. Nas últimas duas sessões do Congresso, por exemplo, quase metade deles não compareceu e contribuiu para a falta de quórum e a realização da votação dos vetos presidenciais. A presidenta também sofre resistência em seu próprio partido.
Desafios e Cunha

Desde que a reforma ministerial foi concluída, na segunda-feira passada, a presidenta tem dado recados aos partidos aliados sobre a importância de ajudar sua gestão no Legislativo. A maior parte das ações do Governo depende muito mais dos parlamentares do que do próprio Executivo. Das 16 medidas elaboradas por ela para evitar um déficit orçamentário no ano que vem, por exemplo, 15 necessitam da aprovação de deputados e senadores. Enquanto isso, o Planalto observa a evolução das acusações contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Operação Lava Jato. Nesta quinta, a Procuradoria-geral da República confirmou que o deputado e seus familiares têm contas suspeitas na Suíça, o que ele tem negado. Rompido com o Governo, Cunha segue tendo influência sobre boa parte da bancada e o desfecho de seu caso poderia mudar mais uma vez as configurações na Casa.

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Posted on 09-10-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-10-2015


J. Bosco, no jornal O Liberal (AM)


Vargas celebra o primeiro gol do Chile. / IVAN ALVARADO (REUTERS)

A maré não está boa para a seleção brasileira. A equipe comandada por Dunga até que fez frente aos atuais campeões da América do Sul durante boa parte do jogo, mas o ataque chileno conseguiu romper a defesa do Brasil duas vezes e garantiu a vitória do time de Jorge Sampaoli em casa. Como se esperava, as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018 não devem ser fáceis para o Brasil. A presidente Michelle Bachelet compareceu para ver o jogo que terminou sob aplausos da torcida para a seleção de seu Pais, no Estádio Nacional de Santiago.

O jogo foi muito equilibrado no primeiro tempo, e o Brasil voltou para a segunda etapa atacando, com chances inclusive de abrir o placar. Mas um Oscar pouco inspirado matou pelo menos três jogadas seguidas, sem conseguir dar sequência aos velozes contra-ataques puxados por Douglas Costa e Willian.

Diante de um seleção brasileira com dificuldades para definir, o Chile abriu o placar em cobrança de falta escorada por Vargas. Minutos depois, perto do fim do jogo, Alexis Sanchez puxou um belo ataque e apareceu dentro da área para finalizar suas vezes até marcar. Na terça-feira, é a vez de o Brasil enfrentar a Venezuela, em Fortaleza.

(Com informações do El Pais)

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