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Posted on 28-09-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-09-2015


“No mais, poesia é axial”, escrevia o saudoso colunista Sílvio Lamenha em seu imbatível espaço no Diário de Notícias (dos Associados na Bahia). Está aí Elieser Cesar, com a sua poesia no Bahia em Pauta, para testemunhar essa verdade.Confira.
(Vitor Hugo Soares)

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PRIMAVERA

Elieser Cesar

Vamos ser simples,
como quem, nos campos verdes,
colhe flores.

Ou complexos, como um pintor
indeciso entre as cores.

Vamos ser simples.
(como a primavera com suas flores).
Vamos ser complexos
(como a estação de múltiplas cores).

Elieser Cesar é jornalista, escritor, professor universitário, boêmio, poeta…Tudo da melhor qualidade. Garantia do BP.


Maria Bethânia e Sergio Ricardo. Santo Amaro e Marília. Bahia e São Paulo. Misturas infalíveis, na música e na vida.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


DEU NO PORTAL G1/O GLOBO

Na abertura da Assembleia Geral da ONU, a presidente Dilma Rousseff admitiu nesta segunda-feira em Nova York, pela primeira vez no exterior, que o país tem problemas fiscais, mas voltou a culpar a “crise externa” pelos problemas econômicos do Brasil. “Estamos em um momento de transição”, disse Dilma sobre a atual crise nacional. A presidente reconheceu a alta do dólar, o aumento da inflação e do desemprego; e disse que o modelo econômico “chegou ao limite”, reconhecendo em seguida que o país tem sim problemas para resolver. Ela, no entanto, afirmou que o Brasil tem problemas conjunturais e não estruturais.

Sobre os casos de corrupção, Dilma afirmou que as investigações em curso no país representam um avanço e mostram que no Brasil há instituições que funcionam. Em uma possível menção aos alegados excessos da Operação Lava-Jato, a presidente afirmou que no Brasil, “o limite é a lei”, indicando que a investigação não deve se sobrepor às leis. Dilma também ressaltou em seu discurso que o Brasil está de portas abertas para receber refugiados. “Somos um país multiétnico e sabemos conviver bem com as diferenças”, disse.

A chefe de Estado brasileira discursou na abertura da 70ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e também aproveitou a oportunidade para enfatizar algumas pautas antigas da diplomacia brasileira: como o pedido de reforma do Conselho de Segurança da ONU e a defesa da sustentabilidade por meio do uso de energias limpas e cortes de emissão de gases de efeito estufa. No plano geopolítico, Dilma voltou a defender a criação de um Estado palestino e saudou tanto a reaproximação dos Estados Unidos com Cuba quanto o acordo com o Teerã para limitar o programa nuclear iraniano.

redação)


Depois do Eclipse de Lua na noite passada, um bolero pare receber o sol do começo da segunda semana da primavera.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Ambiente de Marta não muda muito com o PMDB

Há coisas inacreditáveis, como a tentativa da Volkswagen de burlar a legislação ambiental e o discurso da senadora Marta Suplicy no ato de filiação ao PMDB.

O crime da montadora alemã, uma iniciativa evidentemente temerária, prejudica diretamente os interesses da empresa no mundo e joga no lixo uma marca que constitui um importante patrimônio.

A senadora, por sua vez, abandonou muito apropriadamente o PT, mas, optando pelo PMDB, permanece muito próxima dos métodos de fazer política que levaram à grave crise que vivemos.

Poderia, pelos princípios e programas de toda a sua vida, evitar dizer, por exemplo, que quer “um Brasil livre da corrupção, livre das mentiras, livre daqueles que usam a política como meio de obter vantagens pessoais”.

E Marta ainda mostrou que é figadal sua questão com a presidente Dilma ao declarar que o vice Michel Temer é, sim, capaz de reunificar o país.

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DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

MAIS DOIS NA REDE

Randolfe Rodrigues e Heloísa Helena trocaram o PSOL pela Rede de Marina. Em sua nota de desfiliação, Rodrigues alegou que o “ambiente político exige uma maior capacidade de articulação política”.

A verdade é que o PSOL virou um apêndice do PT.

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Posted on 28-09-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-09-2015


Mariano, no portal de humor gráfico A Charge Online


DEU NO SITE NOTÍCIAS DO STF

Chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 362, ajuizada, com pedido de medida cautelar, pelo governador do Estado da Bahia (Rui Costa) e pela Mesa da Assembleia Legislativa contra o aumento de vencimentos dos servidores públicos vinculados ao Poder Legislativo estadual. O ministro Teori Zavascki é relator da ação.

O ato questionado na ADPF é o Ofício 265/91, por meio do qual o presidente da Assembleia Legislativa baiana (deputado Marcelo Nilo) majorou os vencimentos de categoria específica de servidores em até 102%. Na ação, os autores alegam que tal ato fere o princípio da legalidade, que exige lei específica sobre o tema. Argumentam que a admissibilidade da ADPF diante de atos administrativos que violam preceitos fundamentais tem respaldo na doutrina e na jurisprudência do Supremo.

O governador e a Mesa da Assembleia Legislativa sustentam que, com base no ofício, servidores que obtiveram aumentos percentuais inferiores postularam judicialmente a extensão do percentual máximo, de 102%, compensando-se os percentuais já concedidos, sob o fundamento de que se tratava do reajuste geral anual, que, na forma do artigo 37, inciso X, da Constituição Federal, não pode ter distinção de índices.

Conforme a ADPF, existem decisões judiciais que ordenaram a extensão com fundamento no ofício. Para os autores, o ato questionado ignorou determinação constitucional de lei formal para a matéria, causando “lesão grave ao imperativo da legalidade da remuneração, que consubstancia preceito fundamental, repercutindo num ônus insuportável e ilegítimo sobre o erário público” (artigos 5º, inciso II, e 37, caput e inciso X).

Dessa forma, o governador e a Mesa da Assembleia Legislativa baiana pedem para que sejam suspensos todos os processos que envolvem a extensão de 102% concedida pelo ato questionado, tanto aos servidores da Assembleia Legislativa, quanto às cortes de contas, incluindo a suspensão das decisões já proferidas ou em execução, até o final do julgamento da ADPF 362. No mérito, solicitam a declaração da nulidade do ato administrativo, a fim de determinar que a interpretação do artigo 37, inciso X, da Constituição seja no sentido de que qualquer aumento remuneratório, de proventos e de pensão, é válido apenas se ocorrer por meio de lei em sentido formal e desde que seja específica.

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