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DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

André Vargas perde mais do que você

Os brasileiros estão perdendo dinheiro hoje. Mas é um consolo saber que André Vargas perdeu muito mais.

Depois de condená-lo a 14 anos e 4 meses de prisão, o juiz Sérgio Moro condenou-o também a devolver 1,1 milhão de reais aos cofres públicos, já confiscados pelo tribunal:

“Fixo em R$ 1.103.950,12 o valor mínimo necessário para indenização dos danos decorrentes dos crimes, a serem revertidos à Caixa Econômica Federal e ao Ministério da Saúde. O valor deverá ser corrigido monetariamente até o pagamento. Do valor, deverão ser descontados o montante arrecadado com o confisco criminal”.

Na Hora do Farol, os Anos Setenta, para recordar e beijar muito na chegada da Primavera 2015, com o apoio do BP!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)


Ponte Salvador-Itaparica:sonho, miragem
ou embuste de marketing político?


DEU NO PORTAL DA METRÓPOLE E NO FACEBOOK(BIAGGIO TALENTO)

Durante entrega de mais uma obra de contenção de encosta, desta vez na localidade de Palestina, em Salvador, o governador Rui Costa (PT) falou sobre viagens que vai fazer ao exterior e possíveis investimentos para o estado. “Agora no início de outubro viajo, devo passar uns 14 dias, entre a ida e a volta. Vou em alguns países para ter encontro com empresário, vou na Itália, Espanha, Alemanha, Portugal e em todos vamos fazer encontros com empresários que nós já tivemos os primeiros contatos aqui no Brasil e pretendo voltar já com termos de compromisso assinados ou apalavrados de investimento aqui”, disse em entrevista ao Metro1 na segunda-feira (21).

Questionado sobre os projetos, Rui falou que entre tantos, o melhor exemplo é a energia solar. “A Bahia ficou identificada como melhor estado para produzir energia solar, entre todos os estados do Brasil. Nós queremos aproveitar esse potencial. No extremo Sul nós temos uma mina, na cidade de Belmonte, de silício que é ótima para fabricar placas solares. Então temos o sol, temos a mina, e vamos buscar os produtores de placas, os investidores para montar fazendas de energia solar e com isso melhorar empregos e melhorar também a oferta de energia no nosso estado e o desenvolvimento no interior”.

Além dessa pauta, o governador comentou sobre projetos de infraestrutura e mobilidade urbana. “Também quero atrair investimentos nessas áreas. Em novembrou vou à China levar outros projetos, entre eles o da ponte Salvador-Itaparica. Com a crise fiscal, o projeto está totalmente ligado a investimento estrangeiro e os chineses se mostraram interessados”.

(*Com informações de Matheus Morais)

Grande Trenet e seu canto formidável!!!
Apesar dos pesares e das cinzentas expectativas, salve a chegada da Primavera e toda a romântica simbologia positiva que a estação representa.

BOM DIA!

(Vitor Hugo Soares)

A justiça sendo feita

Acostumados às longas demandas, que por vezes atravessam gerações, e mesmo à demora de julgamentos pelo júri popular, os brasileiros se surpreendem com a rapidez das investigações e sentenças decorrentes da Operação Lava-Jato.

Não é brincadeira: mais um tesoureiro do PT foi condenado, desta vez a 15 anos, pena cuja extensão se agravará com possíveis novas condenações, já que Vaccari Neto responde a processos por outros crimes.

De certa forma, a nação não está acreditando muito no que está acontecendo, algo como aquela expressão “a ficha não caiu”. O que, porém, ocorrerá inevitavelmente dentro de pouco tempo se o empresário Marcelo Odebrecht puxar uma cana das brabas.

Canção da Primavera – Mario Quintana
(Para Érico Veríssimo)

Primavera cruza o rio
Cruza o sonho que tu sonhas.
Na cidade adormecida
Primavera vem chegando.

Catavento enloqueceu,
Ficou girando, girando.
Em torno do catavento
Dancemos todos em bando.

Dancemos todos, dancemos,
Amadas, Mortos, Amigos,
Dancemos todos até
Não mais saber-se o motivo…

Até que as paineiras tenham
Por sobre os muros florido!

Mario Quintana – Canções (1946)

DO PORTAL DE NOTÍCIAS TERRA BRASIL

O avião levando o papa Francisco aterrissou na tarde desta terça-feira na base de Andrews, no estado norte-americano de Maryland, onde o Pontífice começa sua viagem de cinco dias pelos Estados Unidos. Jorge Bergoglio foi recebido pelo presidente Barack Obama, pela primeira-dama Michelle e pelas filhas do casal, Malia e Sasha. O vice-mandatário Joe Biden e sua família também estavam presentes.

O avião papal foi acolhido pelos cantos de algumas centenas de pessoas, incluindo muitos estudantes, que entoavam “Hey hey, pope Francis is on the way” (“Hey hey, o papa Francisco está a caminho”) ou “We love pope Francis every day” (“Amamos o papa Francisco todos os dias”). Outros gritos ouvidos foram “Francisco, Francisco” e “Se nota, se sente, o papa está presente”, em espanhol. Entre os presentes, muitas crianças de colégios católicos de Washington, dos quais quatro selecionados entregaram flores ao pontífice em sua chegada.

Como estava previsto, o papa não fez nenhuma declaração após aterrissar nem depois do breve encontro com Obama em uma sala da base, antes de partir para a Nunciatura, em Washington. Fiel a seu estilo simples, o papa escolheu para deslocar-se da base até Washington um pequeno automóvel preto, um Fiat Cinquecento.

A visita acontece após o reatamento das relações diplomáticas entre Cuba e Estados Unidos, processo que contou com a mediação da diplomacia vaticana, e a reabertura das respectivas embaixadas em ambos países. O Pontífice ficará nos Estados Unidos até 27 de setembro e visitará as cidades de Washington, Nova York e Filadélfia. Durante sua viagem, ele será recebido por Obama na Casa Branca, discursará no Congresso, participará de um evento com sem-teto, fará um pronunciamento na Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU) e encerrará o VIII Encontro Mundial das Famílias, entre outros compromissos e missas.

Durante o voo entre Cuba e EUA, Francisco disse que não pretende mencionar o embargo econômico imposto ao país caribenho em seu discurso no Parlamento. “O problema do bloqueio é parte das negociações entre as duas nações. Isso é público: que seja uma coisa que vá no sentido das boas relações que estão começando”, afirmou em uma coletiva aos jornalistas que estavam no avião.

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23
Posted on 23-09-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-09-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

DO EL PAIS

O Governo Dilma Rousseff (PT) tem três grandes batalhas no Legislativo nas próximas semanas, em especial na Câmara dos Deputados, onde seu grupo de apoio está aos frangalhos. A primeira delas, que está se desenrolando nesta terça e que terá efeito sobre as demais, será tentar garantir a manutenção dos vetos presidenciais que evitarão mais 23,5 bilhões de reais em gastos públicos em meio à crise fiscal. Será apenas o primeiro round para o passo mais esperado: aprovar, depois, novos impostos que renderiam 32 bilhões de reais, como a CPMF, e os cortes de despesas, que atingiriam os 26 bilhões de reais. Tudo isso em meio ao grande esforço, talvez o mais difícil no momento, de evitar a instalação de um processo de impeachment na Câmara.

Para evitar a derrubada dos vetos de Rousseff nesta terça-feira, o Governo traçou duas estratégias. Se avaliar que tem votos suficientes de deputados e senadores para manter os vetos, convocará os parlamentares para a sessão. Caso contrário, repetiria o que fez há duas semanas, e manobraria para evitar que a sessão se realize. A segunda opção ganhava força com declarações de Renan Calheiros, presidente do Senado, e de Eduardo Cunha, da Câmara, apoiando o adiamento da sessão. A presidenta vetou projetos aprovados que aumentam salários de servidores e mudam regras da Previdência. “Do ponto de vista do Congresso, o mais recomendado, cedendo ao apelo de não permitir a desordem fiscal, é adiar a sessão”, disse Renan, presidente do Congresso, citado pela Agência Brasil.

O apelo de Calheiros não vingou. As lideranças partidárias no Congresso concordaram em votar os vetos nesta terça-feira. No fim da tarde o Governo fez uma jogada de risco e entendeu que teria os votos necessários para vencer no plenário. A análise dos parlamentares governistas é que o quanto antes encerrar essa questão, melhor é o recado que passará ao turbulento mercado financeiro. Nos últimos dias, a Bolsa de Valores tem registrado oscilações negativas e o dólar ronda a casa dos quatro reais. Porém, a estratégia de esvaziamento da votação ainda é uma possibilidade. “Vamos manter os vetos. Derrubar seria um desastre para o país”, avisou o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani.

Para uma sessão ser válida, é preciso contar com a presença de 257 dos 513 deputados e de 41 dos 81 senadores. Uma maioria simples. E para a derrubada dos vetos, também é preciso ter mais da metade dos votos das duas casas. Na teoria, o Governo não teria o que temer, já que sua base na Câmara é maior do que isso, giraria em torno de 300 parlamentares, e no Senado, supera os 50 congressistas. Ocorre que a gestão Rousseff sabe que não pode contar com esse apoio nominal. Foram seguidas derrotas e traições neste ano que forçaram a presidenta a assinar 32 vetos. Parte deles devem ser analisados nesta sessão.

Com o alto risco de derrotas, o fim de semana e a segunda-feira foram marcados por intensas reuniões. A presidenta fez seu semanal encontro de coordenação política, encontrou-se reservadamente com o vice, Michel Temer (PMDB), reuniu-se com líderes da base aliada e pediu para que ministros fizessem o mesmo na tentativa de convencer a todos. Na semana anterior o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve em Brasília para tentar ajudá-la nesta articulação política. Ele conversou até com o ex-aliado dos petistas e presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Aliados de Rousseff relataram ao EL PAÍS que a presidenta segurou o anúncio da reforma administrativa para esperar o resultado da votação do Congresso. “Ela quis adoçar a boca dos parlamentares com algumas promessas primeiro para depois ver se pode entregar o doce”, afirmou um deputado.
Impeachment

Em caso de sucesso no primeiro embate, o Planalto tem ainda dois percalços imediatos para resolver. O Governo está buscando um nome indicado pelos deputados do PMDB para compor seu primeiro escalão em troca de apoio mais consistente na Câmara. A presidenta planeja anunciar nesta semana a reforma administrativa com o corte de dez ministérios e, conforme auxiliares da presidenta, esse peemedebistas devem emplacar apenas um nome.

A gestão Rousseff confia nesse embarque de fato para diminuir o afã oposicionista pela destituição presidencial. Enquanto os opositores pressionam, Cunha promete entregar nesta quarta e ler na quinta, em plenário, a resposta ao questionamento formal da oposição sobre a tramitação de um eventual pedido de impeachment de Rousseff. Se se concretizar, será um novo fato político desestabilizador para o Governo. Todas essas operações ocorrem contra o relógio, já que a presidenta viaja para participar de uma cúpula de desenvolvimento sustentável em Nova York, na sexta.

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