DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

URGENTE: FATIAMENTO DA LAVA JATO VAI A PLENÁRIO

O Antagonista informa em primeira mão que a votação pelo fatiamento da Lava Jato teve apoio quase unânime na segunda turma. Dias Tóffoli, como era de se esperar, votou pelo desmembramento do caso de Gleisi Hoffmann (Pixuleco II) com envio dos autos para São Paulo.

Teori Zavascki e Carmen Lúcia se posicionaram a favor. Gilmar Mendes pediu vista, alegando que os crimes, embora distintos, foram cometidos pela mesma organização criminosa.

Diante do impasse, Carmen pediu que o caso vá a plenário. Agora o fatiamento da Lava Jato será discutido aos olhos da sociedade, mas a tendência dos ministros é perigosamente favorável à tese da redistribuição.

Será que o resto da imprensa vai cobrir o assunto?

DO G1/ O GLOBO

O Conselho de Estado da Itália, última instância da justiça administrativa do país europeu, decidiu nesta terça-feira (22) pela extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão. Os juízes tomaram a decisão após ouvirem as alegações dos advogados do governo brasileiro e de Pizzolato em uma audiência a portas fechadas.

Pizzolato fugiu em 2013 do Brasil para escapar da prisão. Ele foi preso no início de 2014 na Itália e desde então o governo brasileiro tenta a extradição.

A sessão do Conselho rejeitou uma decisão liminar (provisória) proferida em junho em favor de Pizzolato que suspendeu o processo de extradição. A Justiça italiana agora entendeu que ele deve cumprir a pena do mensalão no Brasil.

O ex-diretor do BB ainda poderá apresentar um recurso à Corte Europeia de Direitos Humanos, sediada em Estrasburgo, na França.

Em nota, o Ministério da Justiça do Brasil disse que “as autoridades brasileiras estão prontas para cumprir o processo de extradição do Sr. Henrique Pizzolato, tão logo receba as informações sobre o momento em que será feita a entrega pelo governo italiano”.

Para o secretário de cooperação internacional da Procuradoria Geral da República, Vladimir Aras, a decisão da Justiça italiana mostra que o Brasil tem cadeias que podem receber “qualquer pessoa para execução penal”. A defesa de Pizzolato alegava que os presídios do Brasil não respeitam direitos do preso.

“A decisão italiana é de suma importância porque mostra que o Brasil dispõe de estabelecimentos prisionais – como os do Distrito Federal e de Santa Catarina – que podem receber qualquer pessoa para execução penal, com respeito aos seus direitos fundamentais”, afirmou Aras.

Condições dos presídios
Nesta segunda (21), Aras havia dito que o Brasil entregou novos documentos e vídeos ao Conselho de Estado demonstrando condições de Pizzolato cumprir a pena de forma digna no Brasil, seja no presídio da Papuda, em Brasília, ou em outras duas prisões em Santa Catarina, caso queira ficar perto da família. Os documentos foram analisados na sessão desta terça do Conselho de Estado italiano.

“São três unidades que podem perfeitamente recebê-lo sem que ele sofra nenhuma violência, sem nenhuma lesão à sua integridade física ou à sua vida, e que cumpriria a pena do mesmo modo que os outros réus condenados na ação penal 470 cumpriram”, afirmou o procurador na ocasião.

Querida e leal amiga Socorro (a Help de todos nós):

Vai dedicado a você este bolero eterno e singular, neste 22 de setembro de seu aniversário. Para recordar anos dourados em Juazeiro e Petrolina e servir de trilha sonora da larga travessia no tempo de amizade leal e muito afeto (apesar dos desencontros pela vida de que fala o poeta Vinícius de Morais). Eventuais e salutares para temperar o sabor do viver.

Nada como um bolero para fazer vibrar e valorizar a existência. E recomeçar a cada momento. Parabéns e felicidades da nova idade para você e da chegada da Primavera para todos nós no Hemisfério Sul.

(Vitor Hugo e Margarida)

Em tempo: O clip de Los Panchos vem do precioso garimpo musical do jornalista Gilson Nogueira.


O juiz Moro durante evento da Abraji, em São Paulo.
/ Lalo de Almeida (Folhapress)

DO EL PAIS

Menos de uma semana após o Supremo Tribunal Federal proibir, por 8 votos a 3, as doações de empresas para campanhas eleitorais, a Operação Lava Jato, o maior escândalo recente da história do país, trouxe à tona novos elementos ao debate. O juiz federal Sérgio Moro, encarregado das ações da Lava Jato, aproveitou a sentença em que condenou o ex-tesoureiro do PT João Vaccari e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque a duras penas de prisão para expor o suposto esquema do pagamento de propinas travestido de doações oficiais ao PT. Se por um lado vários delatores já haviam afirmado que a prática é corrente e não se restringe apenas ao partido da presidenta Dilma Rousseff, no despacho desta segunda-feira (21) Moro enumera operações financeiras concretas que ele considera suspeitas.

Todos os casos citados pelo magistrado em seu despacho envolvem empresas controladas por Augusto Mendonça, executivo da empresa Toyo Setal que se tornou delator do esquema de corrupção da Petrobras. As doações foram feitas pelas seguintes companhias: PEM Engenharia, Projetec Projetos, Setec Tecnologia e SOG Óleo e Gás, e tiveram como destinatário o Diretório Nacional do PT. Em sete ocasiões, Moro apontou que doações foram feitas ao PT pelas empresas citadas logo após a liberação de pagamentos da Petrobras para o Consórcio Interpar – integrado por algumas companhias de Mendonça.

Segundo Moro, o Tribunal Superior Eleitoral confirmou doações registradas ao Diretório Nacional do PT no montante de 3,6 milhões de reais envolvendo as empresas ligadas a Mendonça entre 2008 e 2011. No dia 29 de abril de 2009, por exemplo, o consórcio recebeu pagamentos da Petrobras. Um dia depois, a SOG doou 120.000 reais ao Diretório Nacional do PT. Em um caso mais recente, a SOG doou, em 10 de fevereiro de 2011, 500.000 para os cofres do partido. Antes, no mesmo dia, o Consórcio recebeu parcelas do pagamento por obras da estatal. As sete operações suspeitas somam 2,2 milhões de reais em doações ao PT.

No despacho Moro afirma que “além da conexão circunstancial entre os pagamentos dos contratos e as doações”, o próprio Augusto Mendonça, “em colaboração premiada, declarou que teria feito as doações eleitorais em questão, ao Partido dos Trabalhadores, por solicitação de Renato Duque”, e que estes valores “comporiam o acerto de propina com a Diretoria de Serviços e Engenharia da Petrobras”.

Algumas das doações registradas chamaram a atenção do magistrado por aparentarem “ser alguma espécie de parcelamento de uma dívida, como as doações mensais de 60.000 reais entre 06/2009 a 01/2010 ou entre 04/2010 a 07/2010, do que propriamente a realização de doações eleitorais espontâneas”. Moro ainda afirma que “o que pode se concluir de fato é que as doações registradas iniciaram após a celebração do contrato do Consórcio Interpar com a Petrobras em 07/07/2008”, e que várias doações que ocorreram logo após a realização de pagamentos da estatal às empresas.

O que pode se concluir de fato é que as doações registradas iniciaram após a celebração do contrato do Consórcio Interpar com a Petrobrás em 07/07/2008”

Em seus depoimentos à Justiça, Mendonça afirma não ter alertado Vaccari de que as doações provinham da parte da propina acertada com a Diretoria de Serviços e Engenharia da Petrobras. Mas de acordo com Moro, o delator Pedro Barusco disse que o tesoureiro sabia da origem criminosa dos valores pagos.

“A corrupção com pagamento de propina de milhões de reais e tendo por consequência prejuízo equivalente aos cofres públicos e a afetação do processo político democrático merece reprovação especial”, segue Moro. Ainda que se trate de uma decisão de primeira instância, o juiz do Paraná indiretamente alimenta o ataque da oposição que questiona a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por suposto abuso do poder econômico nas eleições de 2014.

A sentença de Moro vai ao encontro das teses de especialistas que questionam a doação legal afirmando que “empresa não doa, investe”. O estudo ‘The Spoils of Victory’ (‘Despojos da Vitória’, em tradução livre), por exemplo, feito por pesquisadores de três universidades dos Estados Unidos, concluiu que as empresas que financiaram candidatos a deputado federal do PT nas eleições de 2006 receberam entre 14 e 39 vezes o valor doado por meio de contratos com o poder público nos anos subsequentes.

Com dois tesoureiros presos em escândalos de arrecadação na última década, o PT defende o fim do financiamento empresarial de campanhas. Após a prisão do ex-tesoureiro João Vaccari, em abril, o presidente nacional da legenda afirmou que o partido não vai mais receber doações de empresas privadas. “Ao mesmo tempo que lutamos pelo fim do financiamento empresarial decidimos que os Diretórios Nacional, estaduais e municipais não mais receberão doações de empresas privadas”, afirma o documento divulgado, que, no entanto, não se transformou em diretriz durante o encontro da sigla em junho. Os parlamentares do partido votaram contra o financiamento empresarial nas votações do tema no Congresso neste ano.
Veja as operações que Moro considerou suspeitas

– Doação pela Projetec ao Diretório da Bahia, de 100.000 reais em 23/10/2008, após recebimentos pelo Consórcio Interpar em 01 e 03/10/2008 (pagamento efetuados diretamente às empresas que integram o Consórcio);

– Doação pela SOG ao Diretório Nacional, de 120.000 reais em 30/04/2009, após recebimento pelo Consórcio Interpar em 29/04/2009;

– Doações pela SOG ao Diretório Nacional, de 60.000 reais em 18/01/2010 e de 350.000 reais após recebimento pelo Consórcio Interpar em 13 e 15/01/2010;

– Doação pela SOG ao Diretório Nacional, de 60.000 reais em 19/03/2010, após recebimento pelo Consórcio Interpar em 12 e 15/03/2010;

– Doação pela PEM Engenharia ao Diretório Nacional, de 150.000 reais em 07/04/2010, de 150.000 reais em 08/04/2010, de 150.000 reais em 09/04/2010 e de 50.000 reais em 10/04/2010, após recebimento pelo Consórcio Interpar em 01 e 05/04/2010;

– Doação pela SOG ao Diretório Nacional, de 60.000 reais em 12/07/2010, após recebimento pelo Consórcio Interpar em 08/07/2009; e

– Doação pela SOG ao Diretório Nacional, de 500.000 reais em 10/02/2011 e de 500.000 reais em 22/02/2011, após recebimento pelo Consórcio Interpar em 10/02/2011.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Dilma seria julgada fora do poder

A disposição de derrubar a presidente da República é tão determinada em setores da vida nacional que as articulações são feitas sob hipóteses, já que até o momento não foi explicitado por corte competente nenhum crime de responsabilidade ou eleitoral que Dilma Rousseff haja cometido.

Dá-se uma conspiração de polichinelo, a primeira que vaza pela imprensa, com movimentos coordenados que envolvem os dois maiores partidos interessados – PMDB e PSDB –, ministros de tribunais superiores, a exemplo de Gilmar Mendes, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e até o ex-petista Hélio Bicudo.

A precipitação dos fatos, ou pelo menos a iminência de que isso ocorra, é apontada como maior motivação da marcha brasiliense do ex-presidente Lula, tendo sido apenas de fachada as conversas sobre recuperação da economia, mero elemento burocrático para composição da agenda.

O que trava, em parte, o giro da engrenagem é a relutância do PMDB por uma saída que não seja o vice-presidente Michel Temer, enquanto a preocupação de setores do tucanato diz respeito ao “cívico” receio de assumir a bagunça e queimar-se para 2018. Contra tais argumentos, a sede pelo poder, mesmo compartilhado.

Portanto, o quadro é extremamente grave. A ponto de as forças dilmistas estarem considerando inevitável a aprovação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, o que as levaria agora concentrar-se no Senado, que é a Casa do julgamento propriamente dito, com a necessidade de 54 votos para a perda do mandato.

Essa postura tem dois aspectos: em primeiro lugar, se os aliados da presidente, que está no cargo, reunirem 172 votos na Câmara, barram o processo. Mas se for aberto e mandado ao Senado, Dilma terá de afastar-se por até 180 dias, tempo suficiente para que se vislumbre alguma solução sem ela.

Hyldon, “Na Sombra de Uma Árvore”, dele, para cantar em clima de Primavera!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)


Rosane Santana:Facebook e WhatsApp
nas eleições

DEU NO JORNAL O ESTADO DE MINAS

De um lado, o Facebook é usado para apresentar candidatos interativos e de outro, o WhatsApp serve principalmente para ataques entre adversários divulgados em grupos de apoiadores

Bertha Maakaroun

Enquanto o Facebook será usado nas campanhas municipais do ano que vem para promover a interação do candidato com os eleitores, debater, “convencer”, mobilizar e apresentar as plataformas políticas, o WhatsApp será muito empregado numa espécie de campanha “subterrânea”, para ataques aos adversários em vídeos, charges e textos. Essa plataforma também vai veicular mensagens “olho no olho” do candidato aos seus eleitores-participantes, que se encarregam de reproduzi-las em seus múltiplos grupos no WhatsApp, além de seu uso burocrático para a organização interna das campanhas, coordenação de apoiadores e de tarefas.

A avaliação é da pesquisadora Rosane Santana, doutoranda em comunicação e internet no Centro de Estudos Avançados em Democracia Digital da Universidade Federal da Bahia. Ela apresentou trabalho premiado sobre o uso do Facebook e do Whatsapp nas eleições presidenciais de 2014, durante o 4º Congresso Internacional de Comunicação Política e Estratégias de Campanha, em Belo Horizonte, que se encerrou nesse fim de semana. O congresso é organizado pelo Grupo de Pesquisa Opinião Pública, coordenado pela professora Helcimara Telles, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e pela Associação Latino-americana de Investigadores de Campanhas Eleitorais.

O crescente acesso da população brasileira à internet vem acompanhado para expressiva maioria do uso, ato contínuo, das redes sociais. Pesquisa para traçar o perfil de usuários das mídias sociais conduzida por Rosane Santana em janeiro deste ano, em Salvador, mostra que 65,3% da população está conectada à rede mundial. Destes, 87,9% são usuários de mídias sociais. “Esses resultados são uma boa aproximação para o que está ocorrendo nas capitais brasileiras.”

Em se tratando de mídias sociais, as vedetes são o Facebook, que, para 75% dos usuários, vem acompanhado do uso simultâneo ao WhatsApp. Dados da pesquisa mostram que entre aqueles que usam as redes sociais, 91% acessam o Facebook, 84% estão no WhatsApp e 75% utilizam as duas plataformas de forma sobreposta. A combinação das plataformas Facebook e YouTube é empregada por 22% dos usuários das redes sociais, e 11% sobrepõem o uso do Facebook ao Twitter.

O Facebook parece ser a plataforma na qual os usuários mantêm a principal base de acessos, interações e conversações. “Relatórios do Facebook, divulgados em agosto e em dezembro de 2014, ou seja, no período da campanha presidencial, mostraram que 66,2% dos 89 milhões de usuários no país acessavam-no diariamente”, sustenta a pesquisadora. A partir dessa plataforma, se sobrepõe o uso das demais, principalmente do WhatsApp. A diferença é que na mais popular o conteúdo é público. Na segunda mais acessada, o conteúdo é restrito.

Mensagens

“No Facebook, todos podem acompanhar o que está ocorrendo nas páginas dos candidatos e de seus apoiadores. Já o WhatsApp, que permite uma espécie de bate-papo em tempo real, por meio do qual estudiosos estimam sejam trocadas 30 milhões de mensagens por dia, só é visível aos integrantes dos grupos”, considera Rosane Santana. Ela lembra que estar ou não acessível ao público é crucial na definição dos respectivos usos nas campanhas.

Portanto, as duas plataformas de mídias sociais mais populares no país e no mundo – são 1,49 bilhão e 800 milhões de usuários respectivamente do Facebook e do WhatsApp – terão, no ano que vem, uso complementar nas campanhas políticas para prefeitos municipais. O primeiro exibe a cara limpa dos candidatos, o debate político de propostas.

Para além dos aspectos burocráticos e práticos de coordenação das campanhas, o segundo, que permite compartilhar imagens em .JPG e vídeos, com um limite de tamanho de 15 megas cada, potencializando a interação entre grupos de até 50 usuários, mostrará a face mais obscura das estratégias de comunicação: entre grupos de apoiadores dos candidatos serão veiculadas desde mensagens diretas dos candidatos aos ataques e informações distorcidas, com a intenção de atacar o adversário. Os grupos de apoiadores que as receberão terão a função de repassar o conteúdo aos seus contatos.

Acesso permanente

Setenta por cento dos eleitores que usam simultaneamente o Facebook e o WhatsApp acessaram as redes sociais todos os dias ao longo da campanha presidencial do ano passado. Um quarto desses eleitores usou as redes sociais para discutir política, postar, comentar, reproduzir e repassar conteúdos de apoio aos candidatos de sua preferência. São eleitores engajados não apenas no universo virtual, mas também são ativos off-line, na vida cotidiana.

“Os eleitores usuários do Facebook e também do WhatsApp que participam on-line são também ativos off-line e pertencem ao mesmo estrato socioeconômico”, sustenta a pesquisadora Rosane Santana, que conduziu em janeiro deste ano uma pesquisa em Salvador, na Bahia, para analisar o perfil sociodemográfico e a atitude política dos usuários dessas redes sociais.

Esses resultados mostram que os eleitores usuários do Facebook sobreposto ao WhatsApp são mais engajados politicamente – exibem níveis mais altos de participação online e off-line – do que os eleitores que usaram só o site de relacionamento ou a plataforma de mensagens instantâneas. São eles principalmente jovens entre18 e 34 anos e nível de escolaridade médio. Os eleitores usuários do WhatsApp situam-se nas faixas etárias acima de 35 anos, apresentaram a segunda maior frequência de acesso à internet. Os eleitores usuários do Facebook sobreposto ao WhatsApp e os do WhatsApp têm em comum o acesso maciço à internet e às redes sociais através dos telefones celulares.

Mulheres

Já os eleitores que acessam apenas o Facebook são majoritariamente mulheres, acima de 45 anos. Essa é uma tendência mundial, apontada pela Pesquisa do Pew Research Center, divulgada em janeiro passado, segundo a qual, embora desde 2013 o crescimento do Facebook tenha se tornado mais lento, ele se caracteriza pela adesão crescente de usuários, principalmente mulheres acima de 65 anos. Em relação a outros sites de relacionamento e compartilhamento, os adeptos do Facebook estão se engajando diariamente mais nessa plataforma.

Para Rosane Santana, exatamente por isso essa mídia social pode funcionar como uma plataforma alternativa para a participação dos eleitores de faixa etária mais alta, que foram aqueles que mais se expressaram politicamente durante as eleições presidenciais do ano passado.

set
22
Posted on 22-09-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-09-2015


Clayton, no jornal O Povo (CE)

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