set
13
Posted on 13-09-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-09-2015

DEU NO PORTAL G1/ O GLOBO

A atriz e ex-modelo Betty Lago morreu aos 60 anos neste domingo (13), no Rio de Janeiro, de câncer. Betty lutava contra a doença desde março de 2012, quando foi diagnosticada com câncer na vesícula, após sentir fortes dores abdominais. Depois de uma cirurgia, começou o tratamento com quimioterapia mas, em abril deste ano, a doença voltou. Betty morreu em casa, à 1h30.

Ela começou a carreira trabalhando como modelo e fez carreira internacional por mais de 15 anos. Seu primeiro papel na TV foi na minissérie “Anos Rebeldes”, de Gilberto Braga, em 1992. Na emissora, Betty também foi protagonista da novela “Quatro por Quatro”.

Na TV fechada, Betty estreou como apresentadora no programa GNT Fashion em 2005, no canal de mesmo nome. No GNT, ela também participou como debatedora dos programas “Saia Justa” e “Pirei – Com Betty Lago”.

Atualmente, Betty estava participando da quarta temporada do programa “Desafio na Beleza”, no canal GNT, ao lado da modelo Mari Weickert e do maquiador Daniel Hernandez.

O trabalho mais recente da atriz em dramaturgia foi na novela “Pecado Mortal”, da TV Record.

“E o dia amanheceu assim, triste e lindo ao mesmo tempo”, postou Patty Lago, filha da atriz e ex-modelo no Instagram, na manhã deste domingo (13).

Já a apresentadora Lilian Pacce, do “GNT Fashion”, escreveu: “Betty Lago querida, encontros, desencontros e reencontros. Fica em paz!”.

Mariana Weickert lamentou a morte da companheira de programa e amiga: “Com o coração despedaçado pela despedida da minha amiga, minha parceira… A tua história, tua garra, teu astral e força de viver foram e sempre serão inspiradores. Descanse em paz, minha amiga!!!! Tudo muito triste, muito frágil, que loucura, né?! Lembrando aqui da tua risada fácil, das tuas brincadeiras e do teu coração doce. Feliz de mim que terei um pedacinho teu pra sempre aqui comigo.. Ao amigos e familiares, todo meu amor!”.

“Foi um baque. Meu coração ainda está aos pulos. Betty o tempo todo tinha uma personalidade tão forte, tão transparente que impregnava o ambiente. A presença dela era um sol. Um calor e um desconforto. Era forte no humor, nas opiniões, na presença física. Foi uma experiência riquíssima no ‘Saia Justa'”, disse em entrevista à Globonews, a jornalista Monica Waldvogel, que trabalhou ao lado de Betty.

Mariana Weickert faz homenagem a Betty Lago (Foto: Reprodução/Instagram)

set
13


No mais, poesia é axial, como dizia o grande e saudoso colunista Silvio Lamenha, no desaparecido Diário de Notícias (que pena!). Por exemplo, este poema recolhido ao acaso (feliz acaso!) na estante do Blogbar do Fontana.
BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares, com agradecimentos do BP ao autor).

Familiaridades

(luiz alfredo motta fontana)

Caminho
lento, lerdo,
como sempre caminhei.

Não há pressa,
não há tensão,
apenas caminho.

Os quarteirões desfilam,
qual alegorias de um carnaval esquecido,
janelas, recantos, descuidos.

Sorrio,
reconheço o caminho.

Ele,
como eu,
muda lentamente.

set
13
Posted on 13-09-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-09-2015

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

O ultimato da Folha de S. Paulo

A Folha de S. Paulo está perfeitamente alinhada com o cartel de empresários que ainda impede o impeachment de Dilma Rousseff.

Hoje, em seu editorial, o jornal também deu seu ultimato:

“Às voltas com uma gravíssima crise político-econômica, que ajudou a criar e a que tem respondido de forma errática e descoordenada; vivendo a corrosão vertiginosa de seu apoio popular e parlamentar, a que se soma o desmantelamento ético do PT e dos partidos que lhe prestaram apoio, a administração Dilma Rousseff está por um fio.

A presidente abusou do direito de errar. Em menos de dez meses de segundo mandato, perdeu a credibilidade e esgotou as reservas de paciência que a sociedade lhe tinha a conferir. Precisa, agora, demonstrar que ainda tem capacidade política de apresentar rumos para o país no tempo que lhe resta de governo.

É imprescindível conter o aumento da dívida pública e a degradação econômica. Cortes nos gastos terão de ser feitos com radicalidade sem precedentes, sob pena de que se tornem realidade pesadelos ainda piores, como o fantasma da inflação descontrolada.

A contenção de despesas deve se concentrar em benefícios perdulários da Previdência, cujas regras estão em descompasso não só com a conjuntura mas também com a evolução demográfica nacional. Deve mirar ainda subsídios a setores específicos da economia e desembolsos para parte dos programas sociais.

Embora drásticas, tais medidas serão insuficientes para tapar o rombo orçamentário cavado pela inépcia presidencial. Uma vez implementadas, porém, darão ao governo crédito para demandar outro sacrífico –a saber, alguma elevação da já obscena carga tributária, um fardo a ser repartido do modo mais justo possível entre as diversas camadas da população.

Não há, infelizmente, como fugir de um aumento de impostos, recorrendo-se a novas alíquotas sobre a renda dos mais privilegiados e à ampliação emergencial de taxas sobre combustíveis, por exemplo.

Serão imensas, escusado dizer, as resistências da sociedade a iniciativas desse tipo. O país, contudo, não tem escolha. A presidente Dilma Rousseff tampouco: não lhe restará, caso se dobre sob o peso da crise, senão abandonar suas responsabilidades presidenciais e, eventualmente, o cargo que ocupa”.

Tudo muito sensato.

Exceto por um detalhe: como é que uma presidente “inepta”, sem “apoio popular e parlamentar”, e diretamente envolvida no “desmantelamento ético do PT” pode realizar esse programa?

A editorial da Folha de S. Paulo é intitulado “Última chance”. De fato, esta é a última chance para a Folha de S. Paulo reconhecer que, para Dilma Rousseff, não há mais última chance.

Bom dia D, de domingo. E um salve ao poeta Torquato e à musicalidade de Gil.

(Vitor Hugo Soares)

set
13

DEU NO G1/ O GLOBO

Após passar o dia reunida com os ministros da equipe econômica, a presidente Dilma Rousseff convocou dez ministros para uma reunião na tarde deste sábado (12) no Palácio da Alvorada para tratar de cortes de gastos na máquina pública federal.

Participaram do encontro, que teve início por volta das 17h e durou cerca de duas horas e meia, os ministros Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia), Antônio Carlos Rodrigues (Transportes), Carlos Gabas (Previdência), Gilberto Kassab (Cidades), Ricardo Berzoini (Comunicações), José Eduardo Cardozo (Justiça), George Hilton (Esporte), Aloizio Mercadante (Casa Civil), Kátia Abreu (Agricultura) e Gilberto Occhi (Integração Social), além do chefe de gabinete da petista, Giles Azevedo.

Mercadante já havia acompanhado a reunião mais cedo com os ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento).

Nenhum dos compromissos contava da agenda oficial da presidente. Ao deixarem o Alvorada, os ministros não deram declarações, mas, segundo informações do ministro Edinho Silva (Comunicação Social), que não estava na reunião, Dilma deu diretrizes para os cortes de gastos que cada ministério terá de fazer no esforço para tentar equilibrar as contas públicas.

O objetivo é reverter o déficit de R$ 30,5 bilhões previsto no Orçamento do ano que vem. As medidas deverão ser anunciadas na semana que vem.

De acordo com o Blog da Cristiana Lôbo, o governo deverá promover cortes nas empresas e cargos, além de renegociação de contratos com prestadores de serviços. Só depois de concluída essa etapa de cortes é que o governo vai apresentar propostas para aumento de receita.

As conversas se intensificaram depois que a agência Standard and Poor’s rebaixou a nota de crédito do Brasil e de dezenas de empresas e bancos brasileiros.

Pressionado, o governo também planeja reduzir o número de ministérios. Segundo o Blog do Camarotti, apesar da determinação de cortar dez pastas, o governo tem encontrado dificuldade para atingir esse número. O Palácio do Planalto quer fazer esse anúncio até o final da próxima semana.

11 de Setembro e uma canção de tolerância

Maria Aparecida Torneros

Quem nunca sonhou com a Paz mundial? Um planeta onde a tolerância deixasse de ser um sonho e se tornasse uma realidade possivel.
Milhares de séculos entre guerras e discriminações que os humanos repetem nas raias do absurdo.

Há 14 anos (no 11 de setembro) aconteciam os atentados em New York. Tragédia não menos pior do que as bombas atômicas ou as muitas guerras que seguem acontecendo por motivos vários .

Intolerância religiosa e sede de conquista. O poder como força motriz no caminho dos seres humanos. Migrantes fugindo das misérias e ao atravessarem mares, se afogarem e serem maltratados, quem somos nós na história ?

Chegamos ao século XXl e ainda não apreendemos o básico : amor pelos nossos semelhantes a começar pelos vizinhos.

Se as Torres gêmeas foram derrubadas , pessoas de 64 nacionalidades diferentes sucumbiram naquela fatídica manhã na sede do poder capitalista. Também eram migrantes em busca do Ouro. Mas não tinham culpa de estarem atrelados e aculturados a um sistema perverso e selvagem onde o Deus Dinheiro parece superar a Deusa Natureza.

Nos quintais dos vizinhos podem florir tolerância ou solidariedade. Perdão e desapego. Talvez possa surgir um novo Planeta. Ou uma espécie que se auto reavalie.

De qualquer modo há que execrar atentados e radicalismos.
Sorrir para o vizinho é o primeiro passo.

Daí lembrar esta canção do Rei.
Ela segue sendo atual e traz mensagem linda!

Cida Torneros é jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Mulher Necessária.

set
13
Posted on 13-09-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-09-2015


Sinfrônio, no Diário do Nordeste (CE)

set
13
Posted on 13-09-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-09-2015

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Combate à corrupção dispensa privilégios

Naturalmente que considerando todas as etapas gradativas do processo histórico, o mundo evoluiu da monarquia absolutista à república presidencialista.

Na primeira, o mando do soberano era total, até sobre a vida dos súditos, e se transmitia por herança aos descendentes. Ou seja, em tese, uma só família reinava por todo o sempre.

A república veio instituir a cidadania, a igualdade de todos perante a lei, a transitoriedade do poder e a transparência, moralidade e impessoalidade da administração pública.

É sob essa forma de governo que vivemos, e por isso é providência que já demorava a solicitação da Polícia Federal para ouvir o ex-presidente Lula sobre seu papel nos fatos descritos na Operação Lava-Jato.

A corrupção, praticada secularmente nos desvãos e labirintos do poder, foi um fator da condenação do Brasil ao atraso. Levada a cabo, agora, como “política de Estado”, mostra que pode até quebrar o país. Não é pouca responsabilidade.

Portanto, se há mesmo uma consciência da nação de que é preciso mudar radicalmente esse quadro, como sugere o avanço das investigações sobre ex-ministros e ministros atuais, não há por que deixar de fora aquele que estava no topo da pirâmide.

A PF entende que “atos do governo” podem ter contribuído para que “o esquema fosse instituído” e apenas quer saber se Lula, seu governo ou o PT tiveram “vantagens” com isso.

Como convém num país republicano, ex-presidentes não gozam de foro privilegiado, o que pode vir a ser uma decepção para Lula, pois se para ele “Sarney não é uma pessoa comum”, imagine-se que conceito fará de si próprio.

  • Arquivos

  • setembro 2015
    S T Q Q S S D
    « ago   out »
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    282930