The Pied Pipers,Dream,para ouvir e meditar até chegar o sono que levará aos sonhos e ao sábado!!

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)


Mariana Teles:crime imperdoável clama reação

Amor já!!!(e Salvador mobilizada)

Gilson Nogueira

O bandido mete uma bala no pescoço de uma jovem indefesa, em fuga, após tentativa de assaltá-la, provocando a morte imediata da estudante de medicina. No jornal Correio, o monstro aparece, preso, com a intenção de desculpar-se aos familiares da moça, por haver tirado-lhe a vida, ela, futura salvadora de vidas da cidade de Salvador de todos os absurdos.
“Ele pisou no pé da jovem ???!!!”
Indignado, como a Bahia inteira, ligo o computador, para deixar escorrer por suas teclas as lágrimas de um adeus permanente, um adeus eterno, que também é meu ( e, de quem me lê ) e que não irá embora, como tantos que, diariamente, acompanham os enterros das vítimas da violência descomunal da capital do berimbau. Chega! É hora de ação, mais ação, como a que resultou na prisão de parte do bando do cínico matador do Costa Azul.
Todos os bairros de Salvador e de sua Região Metropolitana (RMS) sofrem da doença do medo, provocado, principalmente, pelo desamparo, ante a escalada do crime. Urge o policiamento em alta escala, dia e noite, noite e dia, capaz de minimizar, pelo menos, o sofrimento dos pais de família que saem para o trabalho e não sabem se voltam para casa diante da presença do criminoso em sua própria rua.
É hora de uma grande passeata da sociedade pedindo aos poderes constituídos maior presença do Governo, através da suas forças policiais, em todos os bairros da cidade, com a utilização de equipamentos de ponta e de pessoal altamente qualificado, a fim de garantir, ainda que não venha a ser de forma definitiva, a paz que todos precisam para tocar a vida, cada vez mais difícil, principalmente, para os que vivem do salário mínimo. Estamos em um beco sem saída? Não. A justiça será feita. Deus Está ao Nosso Lado.
E mais, parte da torcida do Bahia, que agrediu os jogadores do Esquadrão de Aço, no último jogo do time, no Estádio Octávio Mangabeira, a Fonte Nova, precisa refletir sobre o que fez. Não há justificativa capaz de convencer o velho torcedor que a violência estimulada pelo ódio dos que vivem nos inferninhos da vida seja capaz de mudar as coisas para melhor. Só o amor edifica.

Gilson Nogueira é jornalista

DO EL PAIS

Antonio Jiménez Barca / Carla Jiménez

De São Paulo

Em meio a uma semana de fortes especulações sobre a falta de sintonia entre a equipe econômica do Governo Dilma Rousseff, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse ao EL PAÍS Brasil que não pretende sair do cargo. “Não tenho a intenção de deixar o Governo”, afirmou ele na noite desta quarta-feira, quando questionado sobre o tema que movimentou o mercado. A declaração faz parte de uma entrevista, já marcada com o jornal, que será publicada na íntegra neste domingo. Na segunda-feira, dia 7, Levy vai participar de um evento sobre infraestrutura, em Madri, promovido pelo EL PAÍS.

O ministro reiterou sua permanência à frente da Fazenda no mesmo dia em que a presidenta Dilma Rousseff utilizou uma entrevista coletiva para desmentir os rumores de que ele estivesse desgastado dentro do Governo. A possibilidade de que Levy deixe Brasília abalou a confiança do mercado financeiro, que vê nele um alicerce para a frágil economia neste momento. Nesta quinta, o dólar disparou porque os boatos sobre a sua saída se espalharam como pólvora entre os investidores, o que obrigou Levy a adiar sua viagem para a Turquia, onde participaria da reunião do G-20, para atender a um chamado de Rousseff a participar de uma reunião improvisada com ele, e seu colega do Planejamento, Nelson Barbosa, além do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

“É evidente que fica. Ele tem compromisso com o Brasil. Tem compromisso com o projeto. Sabe da importância do trabalho que ele tem com a sétima economia do mundo”, afirmou Mercadante depois do encontro. “Em um momento de estabilidade tem uma aliança entre os mal informados e os mal intencionados. Tem gente especulando e tentando ganhar dinheiro com turbulência, mas pode ter certeza que isso não está na pauta do Governo. Ele mesmo já disse eu estou reafirmando, ele está na equipe, ajuda muito e vai continuar ajudando o Brasil”.

Mercadante garantiu que há um clima de “convergência” – uma expressão bastante utilizada inclusive por Levy em sua conversa com o EL PAÍS – , entre a equipe do Governo.

A presidenta já havia qualificado como um “desserviço para o país” as informações que circularam ao longo desta semana, de que o titular da Fazenda está desgastado. Os boatos sobre a sua saída só cresceram depois que Levy apareceu, nesta segunda-feira, ao lado de Nelson Barbosa, para apresentar o Orçamento de 2016, reconhecendo um déficit de 30 bilhões de reais. Normalmente falante, Levy estava calado. Coube a Barbosa dar todas as explicações necessárias. Mas o desconforto do ministro era nítido entre os jornalistas que acompanharam a coletiva de imprensa.

Levy se sentiu contrariado com a apresentação final do Orçamento, pois ele desejava apresentar uma proposta com mais cortes e sem déficit. Foi voto vencido nas negociações com o ministro Barbosa. Apesar de não ter ficado 100% satisfeito, o ministro manteve, então, seus compromissos na agenda e suas viagens para a Turquia e para Madri confirmadas. Na conversa com o EL PAÍS, ele estava de bom humor e confiante na evolução do seu projeto para retomar a confiança. “Em 2016 já veremos trimestres de crescimento”, afirmou.

A bolsa de apostas sobre o tempo de permanência do ministro da Fazenda no Governo de Rousseff começou desde o primeiro dia em que ele assumiu o cargo no dia primeiro de janeiro. A impressão geral de seus colegas economistas é que ele não aguentaria trabalhar num ambiente em que a liderança não acata medidas impopulares. Mas Levy saiu-se vitorioso em uma série de medidas consideradas neoliberais para um Governo petista, e despertou a fúria de categorias que se sentiram atingidos pelas suas tesouras.

Para o mercado financeiro, Levy representa um bastião de estabilidade ao lado do vice-presidente, Michel Temer. Há quem atribua a manutenção do grau de investimento do país ao ministro, que trabalhou por três anos no Governo Lula, e antes de aceitar o convite de Rousseff esteve no Bradesco. Por isso, sua saída seria considerada desastrosa num momento delicado em que o Executivo e o Congresso tentam se pacificar. A opinião geral é que Levy é respeitado no Parlamento. Mas o momento de incertezas do país, com um imbróglio político que parece infindável, virou terreno fértil para as especulações sobre o quanto o ministro vai aguentar o clima de pressão política, ou se a presidenta pode ceder a setores do próprio PT que gostariam de ver o economista fora do cargo.

” Até o Fim”, de Carlos Lyra e Marcos Valle, na onda da Bossa!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (DE LISBOA)

A irmã de John F. Kennedy foi submetida a uma lobotomia que a deixou incapacitada. Morreu aos 86 anos, afastada da família mas a sua vida motivou a criação dos Jogos Paralímpicos.

Joseph, John, Kathleen, Eunice, Patricia, Robert, Jean, Ted. E Rosemary, a filha que Joseph e Rose Kennedy, patriarcas do clã, tentaram esconder do mundo. Dez anos após a morte da irmã quase desconhecida de John F. Kennedy, dois livros trazem à luz do dia aspectos da vida de Rosemary, afastada de tudo e todos.

A edição desta semana da revista People revela imagens inéditas e excertos das obras The Missing Kennedy, da autoria de Elizabeth Koehler-Pentacof e Rosemary: The Hidden Kennedy Daughter, de Kate Clifford Larson, que chegam às livrarias norte-americanas em outubro. Koehler-Pentacof conheceu Rosemary quando a sua tia, a irmã Paulina Taylor, se tornou cuidadora da irmã de John F. Kennedy em Saint Coletta, instituição religiosa no estado do Wisconsin.

Leia mais na edição impressa e no epaper do DN

Revolução socialista seria mais fácil

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

A deputada Luiza Maia (PT) é coerente com sua história ao propor a proibição, em peças de propaganda, de imagens sexuais ou pornográficas que explorem o corpo feminino, mas só conseguirá mesmo votos que sua posição propiciará.

A esta altura dos costumes destrambelhados que vivemos, tendo sempre como pano de fundo o interesse comercial, é um projeto de lei destinado à rejeição, pois sua vigência liquidaria a “criatividade” de muitos profissionais.

As agências participarão do debate, como ontem, na Assembleia Legislativa, dentro do clima politicamente correto que cinicamente se finge observar na sociedade brasileira, e no final o assunto morre, mesmo porque a publicidade é uma forma de livre expressão.

set
04
Posted on 04-09-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-09-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

DO BLOG O ANTAGONISTA

Quem apostava contra quem

Edinho Silva, o Conselheiro Acácio do PT, disse que “Levy fica, porque nunca saiu”. Ele afirmou também que “os que apostam no enfraquecimento de Levy e investem na fragilidade de Barbosa erram feio. São ministros importantes, valorizados e reconhecidos.”

Quem apostava no enfraquecimento de Levy e na fragilidade de Barbosa era Aloizio Mercadante.

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