O depoimento é alerta e informação preciosa para muita gente.

Coragem, dignidade e emoção à flor da pele. Grande Boechat! Escute os médicos e sua sábia e doce Veruska. O resto é com o tempo, senhor da razão. Um abraço, a solidariedade e votos do BP de pleno restabelecimento.

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Rumo à derrota

Aécio Neves venceria Lula por 50% a 31%, segundo pesquisa Ibope divulgada pelo Estadão.

Geraldo Alckmin também derrotaria Lula por 41% a 37%.

Lula não deve se preocupar muito: se os tucanos continuarem assim, vão tomar mais uma surra em 2018.

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Posted on 27-08-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-08-2015

DO BLOG DA MARINA

O susto de Dilma é o nosso pesadelo

Nesta semana ficamos sabendo que a presidente Dilma Rousseff, logo após a sua reeleição, tomou um “susto” ao tomar conhecimento do quadro de degradação da economia brasileira.

Vamos partir do pressuposto de que, ao fazer esse comentário, a presidente tenha decidido abrir seu coração aos jornalistas. É estranho que alguém – que se credenciou ao principal posto da República como uma gestora competente, com domínio pleno da complexidade do Estado e de seus negócios, a quem seu antecessor apontou como a “mãe” de tudo e mais um pouco no país – revele ter sido surpreendida pela pauta que já era amplamente tratada com prioridade por empresários, acadêmicos, políticos, eleitores e por toda, toda a imprensa.

De fato, no segundo semestre do ano passado, temos de reconhecer que Dilma dedicou mais tempo à campanha para se reeleger do que para cuidar do país. Nos estúdios solertes de seu marqueteiro, é muito provável mesmo que ela não conseguisse identificar os sinais cada vez mais evidentes dos riscos que estavam sendo criados para as fantásticas conquistas econômicas e sociais dos últimos 20 anos.

Na janela dos cenários em que a então candidata posava como garota-propaganda de um Brasil que via o tsunami como marolinha, o tempo passou, e só ela não viu.

O susto de Dilma tornou-se nosso pesadelo. De 2014 para cá, já são 8,4 milhões de desempregados. O Fies minguou, a inflação passou de 6,5% para 9,56% e a dívida bruta do governo federal chegou a incríveis R$ 3,5 trilhões em junho.

Mas nem tudo na entrevista da presidente é contestado pela realidade. Ela afirma, por exemplo, que o “futuro é imprevisível”. Infelizmente, diante da dificuldade que Dilma tem em reconhecer que seus terríveis equívocos nos colocaram diante de uma das maiores crises político-econômicas de nossa história, temos de reconhecer que este é um vaticínio que vale do Planalto à planície.

DO EL PAIS

Afonso Benites

De Brasília

Em uma das vias que dá acesso ao Congresso Nacional uma faixa tentava chamar a atenção do procurador-geral da Justiça, Rodrigo Janot: “Janot, e os outros membros da quadrilha?” Ao lado da frase, uma foto do procurador com uma venda nos olhos e quatro imagens de senadores investigados pela Operação Lava Jato.

O protesto, no dia em que Janot foi sabatinado e aprovado pelo plenário do Senado para permanecer mais dois anos no cargo, deu a tônica não só da maratona de mais de dez horas para sua recondução ao posto máximo Ministério Público como também será a prova de fogo do seu próximo mandato, até setembro de 2017. A faixa é uma referência à onda de rumores nos bastidores políticos de que, para continuar como chefe da Procuradoria, Janot teria feito um acordo com o Governo Dilma Rousseff (PT) e com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ele próprio um investigado na Lava Jato, para amenizar as investigações contra alguns dos suspeitos de envolvimento no esquema de desvio de recursos da Petrobras.

“Nego veementemente a possibilidade de qualquer acordo que possa interferir nas investigações (…) A essa altura da minha vida eu não deixaria os trilhos da minha atuação técnica no Ministério Público para entrar em um processo que eu não domino, não conheço, que é o caminho da política”, disse o mineiro Janot, 58 anos de vida, 31 como procurador federal, quando indagado na sabatina sobre esse “acordão”, que ele o chamou de “factóide”.

Desde que os nomes dos 49 políticos investigados pela Lava Jato surgiram em março, na “Lista do Janot”, apenas dois foram denunciados, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o senador Fernando Collor (PTB-AL), ambos na semana passada.

Provocado várias vezes pelo investigado Collor, durante sua sabatina, Janot respondeu que as investigações contra os políticos na Lava Jato significam que a Constituição está sendo seguida e recorreu a um ditado popular para se explicar. “O que tem sido chamado de espetacularização da Lava Jato nada mais é do que a aplicação de princípio fundamental de uma República: todos são iguais perante a lei. Pau que dá em Chico dá em Francisco”.

Em um outro momento, quando indagado pelo senador Lasier Martins (PDT-RS) sobre a razão de ter denunciado, até agora, apenas Cunha e Collor, Janot respondeu que as investigações contra eles estavam mais maduras do que as demais: “Não houve seletividade para apresentar essas denúncias. Os critérios foram técnicos”.

Nas quase dez horas e meia de sabatina, Janot viu também a defesa da igreja Assembleia de Deus, suspeita de lavar parte da propina recebida pelo investigado Eduardo Cunha, e uma disputa política entre dilmistas e os oposicionistas. Membros da bancada evangélica, Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Magno Malta (PR-ES), reclamaram da citação dessa igreja como suspeita de ter sido usada por parte do esquema criminoso.

Já tucanos como Aécio Neves (MG) e Aloysio Nunes (SP) tentaram pressionar Janot para que ele dissesse se “os chefes da quadrilha” que pilhou a Petrobras estavam sendo investigados. A tentativa era arrancar do procurador declarações que implicassem a presidenta Dilma ou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no esquema, o que ele não disse.

No outro lado do embate, petistas como Lindbergh Farias (RJ), que também um dos 49 investigados no escândalo, e Vanessa Graziotin (PCdoB-AM) diziam que o Governo Dilma respeitava as instituições e, ao contrário dos Governos de tucanos, havia indicado o procurador mais votado entre os seus pares para chefiar o Ministério Público.

A todo momento, para tentar se mostrar imparcial, Janot dizia que suas apurações deveriam ser técnicas. Até citou não ver problemas em pedir o arquivamento de investigações em que não há provas robustas. “A caneta que assina uma denúncia é a mesmíssima que assina um arquivamento. Durante dois anos foram pedidos 269 arquivamentos de inquéritos democraticamente distribuídos de todos os partidos”, explicou.
Instituições fortes

A recondução de Janot para a Procuradoria-Geral, após meses de especulações sobre possíveis manobras dos investigados na Lava Jato para evitá-la, foi comemorada por especialistas como mais um índice do fortalecimento das instituições brasileiras. “O Janot é hoje um agente perturbador dos poderosos do Brasil. Esse poder dominante sempre cometeu seus crimes e não eram perturbados pelo Ministério Público. Agora são”, ponderou o jurista e ex-magistrado Luiz Flávio Gomes.

Para esse ex-juiz, um fator-chave para a recondução do procurador foi a existência de uma certa pressão popular. “Se a sociedade estivesse acomodada, tranquila, a presidente poderia não tê-lo indicado e o Senado não o aprovaria. Vivemos um momento de transição para um país com instituições fortes. Para mim, o velho país já morreu e o novo ainda não nasceu. Mas é algo que ainda não está consolidado”, ponderou.

O presidente do Instituto Giovanni Falcone, contitucionalista Wálter Maierovitch, elogiou a escolha por Janot. “Retirar o Janot da Procuradoria era o mesmo que tirar o Messi do time, em um jogo indefinido em que ele está brilhando. Estamos em um momento em que a sociedade brasileira está com outra cara, uma cara anticorrupção”, disse.

Maierovitch diz, no entanto, que o procurador precisará agora demonstrar, com suas ações, o ditado sobre Chico e Francisco para afastar de vez o fantasma de que foi privilegiado por um acordo político. “O Janot negou que houvesse um acordão. Mas tem de provar isso denunciando todos contra quem houver provas”, concluiu.


BOM DIA!!!

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTYO GOMES)

Bobô é contra taxa para esporte em áreas públicas

O deputado Bobô (PCdoB) mandou em recado ao prefeito ACM Neto para que “não caia na armadilha” de sancionar o projeto de lei da vereadora Kátia Alves (DEM) que institui a cobrança de taxa para a realização de atividades físicas em áreas públicas em Salvador.

Chamando a atenção para a promoção da saúde que essa prática propicia, Bobô disse que é comum verem-se grupos de 20 a 30 pessoas fazendo exercícios em praias, parques e outros locais sob a orientação de professores de educação física que, individualmente, não teriam condições de contratar.

O projeto, segundo o deputado, obriga esses profissionais a trocarem sua condição de pessoas físicas para jurídicas, “criando, na realidade, dificuldades para que mais pessoas possam fazer atividades esportivas, o que é fundamental para uma boa saúde”.

DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

No momento mais tenso da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) sussurrou xingamentos ao chefe do Ministério Público Federal. Segundo relatos de dois senadores e integrantes da equipe de Janot à reportagem, o ex-presidente chamou o procurador-geral de “filho da p…” e “calhorda”.

O áudio dos xingamentos de Collor – denunciado por Janot na Operação Lava Jato – não chegaram a ser captados pelo sistema de som, uma vez que foram feitos fora do microfone. Também não foram presenciados pela imprensa, pois o ex-presidente está na primeira fila da comissão, de frente para a cadeira do procurador-geral na bancada.

Mesmo diante das provocações, nas respostas a Collor, o chefe do Ministério Público se manteve firme e deu respostas técnicas à bateria de questionamentos sobre a sua gestão e comportamentos. Ele, entretanto, aproveitou para dar uma indireta ao ex-presidente, que saiu do cargo após processo de impeachment: “Não há futuro viável se condescendermos com a corrupção”. E finalizou dizendo que todos são iguais perante a lei.

Não é primeira vez que o ex-presidente xinga o procurador-geral. No início do mês, em discurso da tribuna, Collor chamou-o de “filho da p…”. Na ocasião, a fala chegou a ser captada pela TV Senado.

Após o embate com Janot, o senador do PTB deixou a sala da CCJ e, sorrindo, não falou com a imprensa.

Lista

O procurador-geral da República negou que haja “seletividade” nas investigações da Lava Jato. Janot afirmou que todos os nomes citados nas investigações chegaram ao Ministério Público após menção feita pelos delatores do esquema de corrupção na Petrobras.

“Falam em ‘lista do Janot’. O Janot não fez lista nenhuma. Esses fatos e essas pessoas vieram pelos colaboradores. Nós tivemos a preocupação, nas duas primeiras colaborações e estamos fazendo isso em todas, assim é possível fazer levantamento do sigilo. Abrimos todo o complexo da delação premiada para que não sejamos acusados de seletividade”, afirmou ele

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Posted on 27-08-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-08-2015


Claudius, no jornal Le Monde Diplomatique (edição do Brasil)

DO EL PAIS

Eram cerca de 6h45 (7h45 pelo horário de Brasília) desta quarta-feira na cidade de Moneta, no Estado da Virgínia, nos Estados Unidos. A repórter de TV Alison Parker entrevistava uma mulher ao vivo num local ao ar livre de um shopping center. A entrevistada falava sobre a importância de unir a comunidade para promover o desenvolvimento econômico quando, de repente, ouviram-se vários disparos. É o que revela a gravação do canal de TV local WDBJ-TV, associado à rede norte-americana CBS.

Parker começa a gritar. Em seguida, as imagens são confusas e mostram o chão do lugar em meio a novos disparos e gritos desesperados. Instantes depois, uma apresentadora atônita retoma a transmissão no estúdio do canal. Parker, de 24 anos, e Adam Ward, o cinegrafista de 27 que gravou a cena perturbadora, morreram na hora, informou a rede local da Costa Leste dos Estados Unidos.

O atirador foi identificado posteriormente como Vester Lee Flanagan, um ex-funcionário da emissora. Ele foi localizado posteriormente pela polícia em uma estrada da região e, segundo a polícia estatal de Virginia, ele se suicidou com um tiro.

O diretor do canal, Jeffrey A. Marks, afirmou que Flanagan deixou de trabalhar há dois anos na rede, mas disse desconhecer a existência de ameaças contra os colegas.

O atirador foi identificado como Vester Lee Flanagan, um ex-funcionário da emissora, que se suicidou após os crimes

Pouco depois dos assassinatos, Flanagan – que nas redes sociais usou o nome Bryce Williams -, publicou um vídeo no Facebook do momento em que ele atira contra as vítimas. No Twitter, ele disse ainda ter apresentado uma queixa contra a emissora e acusou a repórter Alison Parker de ter feito “comentários racistas”, o que pode ter motivado o ataque aos colegas.

A mulher que era entrevistada ficou ferida. Trata-se de Vicki Gardner, diretora executiva da Câmara de Comércio da região de Smith Mountain Lake. O motivo da entrevista eram os 50 anos da instituição.

Em 2013, último ano com dados disponíveis, 11.208 pessoas morreram em homicídios provocados por disparos nos EUA, segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC). Isso equivale a uma média de 30 homicídios por dia e 3,5 mortos para cada 100.000 habitantes.

O caso causou comoção entre outros jornalistas. O produtor Shawn Reynolds, da RTV6, lembrou os colegas em sua conta de Twitter, publicando uma foto dos dois jornalistas sorrindo.

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