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Posted on 29-07-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-07-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Por que a confusão em torno da frase de Dilma Rousseff sobre a meta? Ela nunca foi tão clara: “E nós não vamos colocar uma meta, nós vamos deixar uma meta aberta. Quando a gente atingir a meta, nós vamos dobrar a meta”.

Ou seja, o governo de Dilma Rousseff não tem meta nenhuma, só a de dobrar o nada. E, convenhamos, tem sido muito eficaz nesse sentido.

(DOS JORNALISTAS MARIO SABINO E DIOGO MAINARDI)


Othon Pinheiro: apanhado pela PF na Operação Radioatividade

DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

A Polícia Federal (PF) prendeu nesta terça-feira o presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, na 16ª fase da Operação Lava Jato, por indícios de propina para diretores da empresa.

O mandatário, que se afastou do cargo desde começou a ser investigado, em abril, foi detido em uma operação de busca de provas de supostos desvios de recursos públicos nos contratos de construção da usina nuclear Angra 3, segundo informou a PF.

Os contratos para a construção da terceira usina nuclear brasileira ligavam a subsidiária da Eletrobras a várias das mesmas empresas acusadas de desviar recursos em contratos com a Petrobras.

Ao longo da operação foram inspecionadas 23 residências e escritórios no Rio de Janeiro, Brasília, Niterói, São Paulo e Barueri. Um dos escritórios inspecionados nesta terça-feira pela Polícia Federal, que mobilizou a 180 agentes na operação, foi a sede da Eletronuclear em Brasília.

As supostas irregularidades são investigadas pelo fato de Dalton Avancini, ex-presidente da Camargo Correa, ter confessado que as obras de Angra 3 tiveram licitações vencidas por empresas que ofereceram propinas a dirigentes da Eletrobras e do PMDB.

Segundo o empresário, o suborno era equivalente a 1% do valor de cada contrato da Eletrobras com as diferentes construtoras, entre as quais estava a Camargo Corrêa.

Dose Pra Leão

Composição:Cesar Costa Filho e Walter Queiroz

Interpretação: Antonio Carlos e Jocafi e Doris

Não lhe disse meu irmão Que essa vida é dose pra leão Mas esqueça essa amargura Que essa dor a gente cura É só sambar Foi-se embora, meu irmão Se conforme, ela não volta não Ela só queria ouro Mas você só tinha samba Pra ensinar Violão meu castigo é você Que tem seis cordas só pra me prender Vamos lá, deixa o pinho chorar Pois quem sofreu tem que desabafar.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

CRÔNICA/ RIO UNIVERSAL

O motorneiro que virou anjo e minha neta carioca

Gilson Nogueira

Seo Nelson era uma figura notável. De baixa estatura física, era grande na elegância e na simpatia. Impecável, no trajar calça social e camisa de mangas curtas ou compridas. Pisava feito um príncipe dono da festa no palácio do cotidiano. Sorria igual pra todo mundo. Educado e risonho, as crianças o adoravam. Para elas, beijos e acenos, entre os comandos do dia a dia de um excelente motorneiro. Minha primeira neta, da janela do apartamento, na Joaquim Murtinho, era sua fã. E ele dela.

Entendiam-se, na linguagem da pureza. Os baibais de ambos chamavam a
atenção dos passarinhos, que assobiavam mais quando os viam trocando acenos no caminho do bonde. Os passageiros sorriam. Era uma festa da magia carioca, sem igual no mundo.

Seo Nelson foi uma das seis pessoas mortas em conseqüência do acidente com um dos bondinhos de Santa Teresa, em agosto de 2012. Uma tragédia que, segundo a empresa responsável pela operação do tradicional sistema de bondes, na época, foi provocada por problemas no freio do veículo que o herói conduzia. Na certa, um freio assassino. Que ele não volte, com roupagem magnética.

Na página oito do Correio, um jornal que caiu no gosto da população de Salvador, está dito que após quase quatro anos de espera de fluminenses e não fluminenses começou hoje a pré-operação do sistema, entre 11h e 16 h, transportando passageiros unindo os largos da Carioca, no centro, próximo à sede da Petrobras, e o do Curvelo, no alto de Santa, perto da Chácara do Céu, em intervalos de 20 minutos entre as viagens.

Que os anjos digam amém aos que torcem para que nova tragédia não aconteça no vai e vem dos bondinhos amarelos de Santa Teresa, cartão de apresentação do Rio Antigo. Ali, nos trilhos históricos, desliza minha saudade daquele profissional adorado pela comunidade que privava do seu convívio, dentro e fora do bonde que ele conduzia como se fosse um carro alegórico campeão do desfile de carnaval da Sapucaí.

Volta o bonde e, com ele, o resgate de uma das digitais da histórica Cidade Maravilhosa! .Que Nossa Senhora da Manutenção abençoe toda a frota deles e que os homensresponsáveispelo sistema (argh!) façam sua parte, ou seja, imbuam-se de maior responsabilidade, levando em conta que com a vida dos outros não se brinca.Seo Nelson e minha neta Clara estão de olho!

Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do BP. Um craque da “ponte aérea das netas” Salvador-Carolina do Norte(USA)-Rio de Janeiro.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Uma Justiça de encabular

Foi de gente lá de dentro a frase que define a existência da três Justiças no Brasil: a boa, a ruim e a baiana.

Parece claro: a boa fará o bem, a ruim fará o mal e a baiana você não sabe o que irá fazer.

Como no caso da decisão-relâmpago, e já contestada, da juíza Marivalda Moutinho inocentando os nove PMs do massacre do Cabula, o que acrescenta mais uma página controversa a sua história como magistrada.

Mas ela poderá recorrer ao maior mestre do Direito pátrio, Ruy Barbosa, que definia a justiça tardia como injustiça. Célere, ela teria feito justiça.

Cada canção mais bela que a outra. E que fantásticsas interpretações!!!
Confira!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


Dilma durante a reunião com governadores do sudeste no dia 14 de julho.
/ R. S. Filho/PR

DO EL PAIS

Afonso Benites / María Martín

De Brasília / Manaus

A crise política está empurrando o Governo Dilma Rousseff (PT) para o diálogo com os governadores das 27 unidades federativas. Com baixíssima aprovação popular (menos de 8% de avaliação positiva), ameaças de impeachment e com um Congresso Nacional rebelde, a mandatária recorre a quem sofre como ela os efeitos da crise econômica e da redução da arrecadação.

A presidenta chamou uma reunião para esta quinta-feira com todos os chefes dos Executivos estaduais, dos quais 17 são aliados e 10 opositores, sob a justificativa de que o que está em jogo é a governabilidade do país. Rousseff quer mesmo é dividir a responsabilidade da crise econômica – e política – com os governadores. A batalha da presidenta é encontrar abrigo entre os aliados e opositores que comandam as unidades da federação. O Planalto acredita que os governadores podem influenciar as bancadas de seus Estados no Congresso e eles poderiam ajudá-la a convencer os parlamentares de sua base aliada a não trair sua gestão nas próximas votações no Legislativo.

Os governadores estão dispostos a conversar, mas o diálogo com o Governo Dilma passa pela garantia de maior protagonismo na construção das pautas nacionais. E o Executivo já contempla essa cobrança. “O Governo certamente terá pautas mais ditadas pelos governadores. É um diálogo”, explicou o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, um dos peemedebistas que, por ter uma longa experiência como congressista, tem ajudado o Governo na articulação política.

O recado dado após uma reunião com 11 ministros e o vice-presidente Michel Temer foi o seguinte: se a União arrecada menos, os Estados e municípios sofrerão da mesma maneira. Por isso, seria fundamental trabalhar por mudanças que ajudem a superar este momento. É o caso das alterações nos tributos, como o ICMS, que é estadual. A discussão sobre essa questão iniciou-se há mais de dois anos. No ano passado, o Governo e os Estados sinalizaram que chegaram a um acordo para uniformizar a porcentagem do tributo cobrado. Atualmente, cada Estado cobra imposto diferente do outro e isso acaba sendo usado para atrair novos investimentos, na chamada guerra fiscal. Agora, para tentar emplacar uma agenda positiva, Rousseff reativou esse debate.

A estratégia da presidenta foi comentada na última sexta-feira entre os governadores da Amazônia, reunidos para cobrar maior participação nas decisões sobre a política de ajuste fiscal e repasses de recursos federais.

No encontro, onde convivem o PSDB, PMDB, PT, PC do B, PROS e o PDT, os governantes discutiram a inclusão de uma declaração expressa de apoio à presidenta Dilma, mas não houve consenso. Ao contrário da carta de Teresina, assinada pelos nove representantes do Nordeste, a carta de Manaus limitou seu apoio ao Governo com uma declaração mais sutil: “os interesses nacionais devem se impor sobre quaisquer outros”. Não houve crítica aos pedidos de impeachment que acossam o mandato da presidenta, nem menção a respeito da governabilidade.

Os governantes da Amazônia discutiram a inclusão de uma declaração expressa de apoio à presidenta Dilma, mas não houve consenso

O governador do Amazonas, José Melo (PROS) foi do time dos conciliadores. “Da mesma maneira que nós não gostaríamos que um golpe viesse a tomar nosso mandato que foi conquistado junto ao povo, também não gostaríamos disso em relação à presidenta da República”, disse ele à reportagem. “Achamos que o momento de vida do Brasil é de apoio institucional a todos, não simplesmente apear a presidenta da República do poder seria um enorme desserviço. Nós propugnamos a união de todos nós em torno da presidência para juntos encontrarmos a solução dos problemas que o país vive”, completou.

Também Flávio Dino, governador do Maranhão pelo PC do B, tentou incentivar a unidade dos nove governadores em defesa da legitimidade da presidenta, mas não conseguiu. As divergências eram evidentes no grupo da Amazônia. Pedro Taques, governador pelo PDT no Mato Grosso, foi uma das vozes mais críticas. Cotado para se filiar ao PSDB, Taques defendeu o impeachment como “instrumento democrático”. “Todos temos que ser favoráveis à governabilidade, mas se o TCU [Tribunal de Contas da União] se manifestar [sobre a suposta maquiagem fiscal feita pelo Governo Dilma no mandato anterior] também é parte da democracia”, disse Taques ao EL PAÍS.

Dino, em entrevista a este jornal, afirmou que “no caso da Amazônia o pensamento médio é uma defesa das regras do jogo democrático, mas não houve consenso para uma referência explícita de apoio à presidenta. Foi discutida, eu defendi, mas não passou”, disse. Dino, que lamenta que “a crise nacional chegou com muita força nas finanças estaduais”, não só é partidário de mais diálogo com os Estados, como também defende que a solução da crise política passa por eles. “Dilma precisa se apoiar em agentes políticos que estejam fora do olho do furacão”, afirma.

jul
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Posted on 28-07-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-07-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online


Cunha em São Paulo:Discurso aplaudido dez vezes por empresário

DO EL PAIS

Eduardo Cunha assume discurso ponderado sobre impeachment

Assim que anunciou seu rompimento com o Governo Dilma, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), desengavetou 11 pedidos de impeachment conta a presidenta. Mas, uma semana depois, o deputado já se mostrava muito mais ponderado no que se refere ao tema. “Um pedido de impeachment não é simples. Não pode ser tratado como recurso eleitoral porque você não se satisfez com o político eleito”, afirmou, durante um almoço-debate com empresários nesta segunda-feira em São Paulo. “O impeachment é um processo grave, com consequências danosas para o país”, disse, após enumerar todos os vários passos necessários para que a destituição da presidência possa acontecer (leia abaixo).

Recepcionado por uma faixa amarela com os dizeres “fora Cunha” – erguida por cerca de dez jovens do movimento Juntos, ligado a partidos como o PSOL – o deputado era esperado por 500 empresários e mais de 70 jornalistas no hotel de luxo Grand Hyatt, em São Paulo. Com o tema “democracia participativa e relação com a sociedade civil”, o debate, foi, na realidade, uma pequena série de perguntas de empresários a Cunha. Nenhuma delas citou a denúncia de que o deputado teria recebido 5 milhões de reais de propina para facilitar um contrato da Petrobras. A maioria das questões eram críticas ao Governo.

Convidado de honra, Cunha chegou vestindo uma gravata verde bandeira de petit poa branco. “Não obstante todas as circunstâncias, [Eduardo Cunha] manteve seu compromisso [de participar do evento]”, afirmou o presidente do Lide – associação de empresários de todo o país, organizadora do evento – João Dória Jr., ao agradecer a presença do deputado. “Não haveria motivo para que eu não comparecesse. Eu não costumo reagir colocando a cabeça debaixo do buraco”, rebateu Cunha, recebendo o terceiro dos dez aplausos que ganharia ao longo do almoço dos empresários. Duas salvas de palmas foram a pedido de Dória. As outras sete, foram espontâneas.

As perguntas dirigidas ao deputado giraram em torno de temas como a reforma política, lei da terceirização, ajuste fiscal, reforma na previdência e impeachment. Com a fala firme, Cunha manteve sua postura de oposição ao Governo, mas com requintes de equilíbrio. “Se o parlamento está ruim, a sociedade é que está ruim. Se ela escolheu mal, tem que aprender a escolher direito”.

Se antes o deputado explorava a pauta pró-impeachment, agora ele tenta se reafirmar depois de se ver sozinho na ruptura com o Governo. “Não estou pedindo apoio [a nenhum político]”. E se mostrou ‘alegre’ com o pedido de afastamento da bancada governista. “O PT pedindo a minha restituição só me dá alegria”.

Não é só o PT, porém, que tem falado sobre a saída de Cunha. Neste domingo, o deputado Jarbas Vasconcellos (PMDB-PE) publicou um artigo na Folha de S. Paulo pedindo o afastamento do deputado da presidência da Câmara até que as investigações da Operação Lava Jato sejam encerradas. “Isso é ter direito à democracia”, rebateu Cunha, ao ser questionado sobre o teor da publicação. “Graças a deus a gente vive numa democracia”, afirmou, encerrando a conversa dizendo que não cogita a possibilidade de deixar a presidência da Casa.

Após o almoço, Cunha deu uma entrevista coletiva para a imprensa de 20 minutos e seguiu em um carro com João Dória Jr. Três carros pretos fizeram sua escolta e o ‘protegeram’ dos adolescentes que pediam pelo “fora Cunha” e o chamavam de “corrupto”, “ladrão” e “homofóbico”. Foi encontrar-se com o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Antes de sair, posou para fotógrafos a pedido de um jornalista segurando uma camiseta de campanha antidrogas com os dizeres: “Droga mata”.

Abaixo, os principais assuntos abordados por Eduardo Cunha no encontro:
Pauta-bomba

A expectativa do Governo é que, após o recesso parlamentar, a Câmara aprove uma uma série de medidas pautadas pelo presidente da Câmara que criem uma espécie de pauta-bomba para a gestão petista.

Uma delas, a CPI do BNDES, já foi, inclusive, criada. “As CPIs estão na fila e todas serão instaladas”, afirmou Cunha. “Inclusive, a CPI do BNDES já esta criada e a instalação está marcada par ao dia 6 de agosto”.

Entre os projetos polêmicos estariam também a continuidade da reforma política, mudanças no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e a redução da maioridade penal – que está tramitando no Senado.

O temor do Governo é que até mesmo os projetos elaborados por ele sofram com alterações inesperadas e não quistas, os chamados “jabutis”. “Na medida que tivemos no primeiro semestre o embarque desses jabutis, teremos que fazer com que a base se posicione. Vamos para o embate político, dentro do que é normal dentro do Congresso Nacional. A pauta-bomba não destrói o Governo, ela destrói a expectativa positiva de todos os brasileiros”, afirmou o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha.

Eduardo Cunha, por sua vez, afirma que “não vai ter pauta bomba. O país não vai incendiar, eu não tenho esse direito”.

Para tentar garantir o apoio, a gestão Rousseff está distribuindo os cargos comissionados que desde o início do ano tem sido cobrado por sua base. “Os parlamentares da base querem sentir-se base, querem governar. Nossa pretensão é liquidar esse assunto até o meio do mês de agosto”, concluiu Padilha.
Lava Jato

Cunha se recusou a falar sobre as investigações da Operação Lava Jato e a denúncia de ter recebido propina. “Não vou falar sobre a Lava Jato. Se quiserem saber qualquer coisa sobre isso, falem com o meu advogado”.
Impeachment

O presidente da Câmara reconhece que não é um processo simples. Para ilustrar sua fala, enumerou todos os passos que são necessários para que vire realidade.

“Deve ser protocolado e, posteriormente, aceito ou não pela Câmara. Se não for aceito, cabe recurso. Se for aceito, passa por uma Comissão Especial onde deve ser votado cinco vezes. Depois da Comissão, vai à votação no plenário, onde deve receber dois terços dos votos dos parlamentares. Após esse trâmite, vai para votação no Senado e, tendo fundamento jurídico, vai ao Supremo”.
Pedaladas fiscais

Passou a responsabilidade pela aprovação ou não das contas do Governo para o Senado: “O TCU é um órgão de assessoramento do Legislativo. Por tradição, nos anos ímpares [a aprovação das contas] começa pela Câmara, e nos pares, pelo Senado. Se o Senado rejeitar, rejeitado estará”.
Rompimento com o PT

Reconheceu que foi um dos que aprovou a aliança com o Partido dos Trabalhadores antes das eleições. “Na Convenção do PMDB, 41% do partido foi contra a chapa com o PT. Eu fui um dos que votou pela aliança”, disse. “Mas hoje, não voto mais”.

Afirmou que levaria a proposta de ruptura do PMDB com o Governo para a convenção do PMDB, em outubro. E disse não temer não ter o apoio do partido governista mais. “Eu nunca tive apoio do PT. Então eu não vou perder o que eu não tive”.
Manifestações

Sobre as manifestações pelo impeachment de Dilma, marcadas para o próximo dia 16, afirmou que “qualquer manifestação democrática e sem qualquer conteúdo de violência e pacífica tem meu apoio. Até contra mim. Acho perfeitamente legítimo. Quanto ao conteúdo da manifestação eu prefiro não me manifestar”
2018

Após o PMDB declara que terá candidato em 2018, Cunha não deu pistas sobre ser ou não o líder de chapa. “Não sou candidato a nada. Sequer posso ser reeleito. Graças a Deus a reeleição acabou para todos os níveis. A reeleição é um mal”

Com informações de Afonso Benites

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