DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Uma Justiça de encabular

Foi de gente lá de dentro a frase que define a existência da três Justiças no Brasil: a boa, a ruim e a baiana.

Parece claro: a boa fará o bem, a ruim fará o mal e a baiana você não sabe o que irá fazer.

Como no caso da decisão-relâmpago, e já contestada, da juíza Marivalda Moutinho inocentando os nove PMs do massacre do Cabula, o que acrescenta mais uma página controversa a sua história como magistrada.

Mas ela poderá recorrer ao maior mestre do Direito pátrio, Ruy Barbosa, que definia a justiça tardia como injustiça. Célere, ela teria feito justiça.

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Comentários

Taciano Lemos de Carvalho on 28 julho, 2015 at 8:12 #

Justiça boa contra os pobres? Esqueça!

Tem ainda aquela Justiça boazinha. A que pune levemente (finge que pune) os grandes ladrões deste país. E que depois libera o gatuno do dinheiro do povo para cumprir pena em liberdade e continuar a trabalhar como “consultor”, delinquindo a cada contrato público.

A Justiça boazinha é a que anula os “bois barricas” (Operação Boi Barrica, conhecida também como Faktor) da família Sarney; que anula a condenação a 21 anos do ex-banqueiro Edmar Cid Ferreira (amigo de Sarney); que anula processos de Daniel Dantas e demite o delegado que o investigou; Que “deixa” prescrever processos contra o ex-governador Joaquim Roriz, do Distrito Federal. A Justiça boazinha é feita na medida certa para quem não é povo.


rosane santana on 28 julho, 2015 at 12:21 #

Essa Justiça é nossa herança lusitana, coimbrana, Taciano!


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