Dá-lhe, Nara!!!. Viva o eterno Zé Keti. Mais atual impossível.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO SITE BAHIA NEGÓCIOS

Acompanhado pelos comandantes da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira Bacelar, do Exército, general Eduardo Dias Villas-Bôas e da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, está em Porto Príncipe, onde o Brasil comanda, há 11 anos, a missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU).

Foi recebido pelo Force Commander, general José Luiz Jaborandy Júnior, que fez uma palestra detalhando como se dá a atuação das tropas brasileiras integrantes da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) e esteve reunido com a Secretária-geral das Nações Unidas, Sandra Honoré.

Na última segunda feira Wagner participou de uma longa reunião no palácio do Planalto, do núcleo político do Governo, atendendo convocação da presidente Dilma Rousseff. E só.

Garimpada e postada no Facebook pelo ouvinte e leitor do BP que assina Vangelis. Viva!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


Carlinhos Müller

DO EL PAIS

Marina Rossi

De São Paulo

Carlinhos Müller

Depois de um dos finais de semana mais tensos do segundo mandato da presidenta Dilma, o vice-presidente Michel Temer trouxe sua habitual calma para tratar a crise atual, turbinada pelo seu colega de legenda, Eduardo Cunha. “Esta é uma crisezinha política, não se trata de instabilidade institucional”, afirmou Temer, em um evento para acadêmicos e empresários em Nova York. Estava apresentando o país como um celeiro de oportunidades para aquele público.

Não era somente uma frase de efeito para vender o Brasil. A mesma posição apaziguadora havia sido tomada na sexta-feira passada, quando o presidente da Câmara anunciou seu rompimento com o Governo. Segundos depois de Cunha reunir os jornalistas para dar a notícia, o telefone de Temer não parava de tocar. Em sua casa, no bairro de Alto de Pinheiros, em São Paulo, o vice-presidente procurava acalmar seus interlocutores dizendo que a atitude de seu colega de partido não se tratava de uma posição partidária, mas de uma opção individual do presidente da Câmara. Ele não saiu de casa durante o dia todo. Tampouco fez alguma declaração oficial, deixando para o partido formalizar sua posição por meio de uma nota à imprensa. Apenas validou o conteúdo antes de partir para os Estados Unidos com a mulher, Marcela, e o filho, Michelzinho, onde deve permanecer até o final da semana.

A discrição e a extrema ponderação sempre foram um traço que se destacou na identidade do vice-presidente. Muitas vezes essas características foram interpretadas como fraqueza ou falta de ambição pela sua pouca afeição aos holofotes. Mas, na política o mistério vale ouro. E num momento em que sobra crise e falta liderança, o equilíbrio de Temer para lidar com o caos tem sido uma virtude que se sobressai. Transformou-se no fiador da estabilidade do Governo Dilma e do Brasil.

Estão todos atentos aos movimentos do líder do PMDB que precisa aplacar a ira de Cunha, defender o papel de Dilma, e ao mesmo tempo pavimentar o caminho do seu partido para as eleições presidenciais de 2018. “Veremos se ele tem estofo para ser um novo Ulysses Guimarães”, disse o cientista político Rudá Ricci, citando o ex-presidente do PMDB, que teve papel fundamental na transição do governo militar para a democracia nos anos 80.

Temer tem demonstrado lealdade à presidenta num momento em que até mesmo Lula, assim como o PT, se distanciam dela. “Eu não vou cair”, disse Dilma no início deste mês, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Dois dias depois, Temer reiterou: “Ninguém precisa segurar [a presidenta no poder], porque a presidenta Dilma vai continuar até o final [de seu mandato] com muita tranquilidade”, afirmou para jornalistas. “Ela tem uma capacidade extraordinária de trabalho, conhece o Brasil como poucos. O PMDB é um partido aliado e, naturalmente, está colaborando com a presidenta Dilma e com o país”.

Aos 75 anos, formado em Direito pela USP, o presidente nacional do PMDB sabe como ninguém o valor da paciência. Pela primeira vez, desde 1994, o PMDB deve ter um candidato a presidente nas próximas eleições. Filiado desde 1981, ele é um dos nomes cotados para assumir esse desafio dentro do partido. Por isso, ser o homem sensato do Governo em um momento como este pode ser crucial. Para as ambições dele e para o próprio PMDB.

Enquanto Cunha faz o papel de incendiário, Temer é o homem que abafa as labaredas. “Eduardo Cunha quer tirar o foco de si mesmo, botando o foco no rompimento do PMDB com o Governo”, afirmou uma fonte de dentro do partido, próxima a Temer. De fato, a separação entre PT e PMDB é irreversível. Mas o vice-presidente opta por trabalhar um pouso suave para o divórcio. O oposto do que o presidente da Câmara propõe.

Duas passagens ajudam a ilustrar sua maneira de ver a vida. Uma delas foi contada em uma entrevista à revista Rolling Stones em julho de 2009, quando ele narrou uma conversa que teve com seus alunos quando dava aulas de direito constitucional, sua maior especialidade. “Quando eu dava aula dizia: ‘Sou pago pra dar aulas e vocês pagam para que eu dê aulas, então quem tem que exigir minha presença são vocês. Se vocês não vierem à aula, eu saio mais cedo e vou para o meu escritório trabalhar. Não passo lista de frequência e vocês estão todos aprovados desde já. Quem vai reprovar é a vida”, contou.

A outra oferece uma pista do que Temer valoriza. No final do ano passado, ele recomendou em sua conta no Instagram a leitura do livro O Leão de Toscana, que conta a história do campeão de ciclismo Gino Bartali, que durante a Segunda Guerra se envolveu em um movimento secreto para ajudar famílias judias quando a Itália foi ocupada por tropas alemãs. Ele usava sua bicicleta para levar documentos falsos aos refugiados. Desde abril, quando o vice-presidente recebeu de Dilma o ofício de ser o articulador político do Governo, ele não para de pedalar para manter um pouco de equilíbrio na segunda gestão da petista e no Brasil como um todo. (colaborou Carla Jiménez)

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Adarico Negromonte: preso sem culpa


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Adarico é inocente

As investigações policiais, que levam as pessoas à Justiça, podem falhar, e certamente falham com frequência maior do que imaginamos.

Como no caso de Adarico Negromonte Filho, que acaba de ser inocentado pelo juiz Sérgio Moro das imputações de lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.

Na época, quando chegou a ser preso, seu irmão Mário Negromonte, ex-deputado, ex-ministro e hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, atribuiu a prisão ao sobrenome.

A imprensa, inclusive este blog, divulgou o assunto com visão preconceituosa, que ora reparamos, lamentando que o nome de Adarico tenha sido enxovalhado enquanto durou essa indefinição.

jul
22
Posted on 22-07-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-07-2015


Genildo, no portal de humor gráfico A Charge Online

jul
22

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

É preciso impedir que o país chegue ao caos

É imperioso que a presidente Dilma não tenha cometido pecado mortal, porque essa seria a única alternativa para que, com a efervescência do momento político, não viesse a ser colocado em jogo seu mandato.

A política costuma ser uma luta em campo aberto pelo poder. No caso presente do Brasil, tende a ser uma guerra suja, cruel, desumana, desonesta, canalha e quantos mais adjetivos possam ser incorporados a esta coleção.

Mas dos pragmáticos, hoje, se exige um pragmatismo maior ainda. O PT, francamente, não “preocupa” mais. Com a ressalva de idealistas e inocentes que compõem grande parte de seus quadros, é, pela ação das cúpulas, uma organização criminosa flagrada em múltiplos delitos.

Não terá futuro eleitoral nos próximos anos. Resta preservar, como única âncora visível neste tormentoso oceano de crises, se for possível, a honra do cargo presidencial, porque, mesmo a opção de nova eleição direta em três, quatro meses, seria carregada incerteza e constante instabilidade.

Ao lado da falta de credibilidade quase completa do segmento político, temos a perigosa combinação de retração econômica com inflação ascendente e um desemprego que se alastra. Um quadro cujo combate requer equilíbrio mental, sob pena de chegarmos, em pouco tempo, a extremos dramáticos.

Um pacto terá de emergir, com um programa mínimo elementar de ajuste econômico, concretização de uma reforma política de verdade, rejeitada a farsa atual e, sobretudo, justiça com quem tenha sido flagrado com a mão na massa – políticos, funcionários, empresários e cupinchas em geral.

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