DO CORREIO DA BAHIA/COLUNA SATÉLITE

Jairo Costa Junior

As investigações sobre o esquema de fraudes com verbas federais destinadas à educação básica, desbaratado ontem pela Operação Águia de Haia, revelaram a existência de um tipo de “tabela” nas negociações de empresários presos pela PF com prefeitos e secretários de cidades do interior baiano. Segundo um dos integrantes da operação, R$ 2 milhões era o valor aproximado para fechar contratos superfaturados com empresas do paraibano Kells Belarmino Mendes – a KBM Informática e a KTech -, em troca de 10% de propina sobre o montante. Grande parte das licitações sob a mira da PF e do Ministério Público Federal está nessa faixa. Caso das prefeituras de Ruy Barbosa (R$ 2,6 milhões ) e de Mairi, Uauá, Camamu e Mirangaba, todas em torno de R$ 2,2 milhões.

Be Sociable, Share!

Comentários

Taciano Lemos de Carvalho on 15 julho, 2015 at 12:22 #

Troquemos, então, o nome de Fundeb para Fundelb: Fundo Nacional para o Desenvolvimento de Ladrões Baianos. Melhor, brasileiros.


Taciano Lemos de Carvalho on 15 julho, 2015 at 23:32 #

E não só a Educação é saqueada. Veja notícia publicada hoje (15/7) no site do Ministério Público Federal:

MPF/BA aciona prefeito de Itaberaba por dispensas irregulares de licitação no valor de R$ 1,2 milhões

http://noticias.pgr.mpf.mp.br/noticias/noticias-do-site/fiscalizacao-de-atos-administrativos/mpf-aciona-prefeito-de-itaberaba-ba-por-dispensas-irregulares-de-licitacao-no-valor-de-r-1-2-milhao


Taciano Lemos de Carvalho on 15 julho, 2015 at 23:33 #

Correção: “R$1,2 milhão”


Deixe um comentário
Name:
Email:
Website:
Comments:

  • Arquivos