DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Leonardo Boff na Terra Santa petista

Leonardo Boff lidera a cruzada contra os infiéis da Lava Jato. Segundo O Globo, ele disse que o juiz Sergio Moro “mais parece um mouro”.

Finalmente surgiu um Brancaleone para salvar os petistas que roubaram a Petrobras. Branca, Branca, Branca… Leon, Leon, Leon…

(Dos jornalistas Diogo Mainardi e Mario Sabino)


Cau premiado:um mineiro genial que a Bahia adotou
Foto:Letícia Belem

Do jornal A Tarde

Luan Santos e redação

O mineiro Cau Gomez, cartunista de A TARDE , venceu, no sábado, 11, o prêmio World Press Cartoon 2015 na categoria de “Caricatura”, em cerimônia realizada na cidade de Cascais, em Portugal.

Ele foi premiado por um desenho feito durante a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. O cartum foi uma sátira que reúne o Papa Francisco, argentino, e o jogador Lionel Messi, craque e capitão da seleção alviceleste, na qual o Papa faz pedido a ‘São Messi’ para vencer a Mundial.

O desenho vencedor foi fruto de um trabalho de equipe desenvolvido pelas editorias de Esportes e de Arte do A TARDE. O cartum de Cau Gomez foi um dos dez finalistas entre mais de mil obras enviadas por artistas do mundo inteiro.

O segundo colocado desta categoria também foi para um brasileiro. Dalcio, pelo jornal paulista Correio Popular, participou com um desenho que retratou o músico David Bowie. Cau Gomez concorreu com cartunistas de oito países.

“O futebol tem esse humor próprio, espontâneo, que nasce mesmo durante as partidas, nas arquibancadas”, disse Gomez, sobre o trabalho vencedor, antes da premiação.

O ganhador do prêmio principal foi o português André Carrilho, com uma imagem publicada no jornal local Diário de Notícias sobre o vírus ebola. Além da grande premiação, o português venceu também na categoria ‘Cartum Editorial’.

Histórico

Esta foi a segunda conquista de um profissional do Grupo A TARDE neste prêmio. Em 2009, o cartunista Simanca venceu na categoria desenho de humor, com o trabalho ‘Peixe Punk’.

Gomez já havia sido finalista deste prêmio internacional em duas oportunidades. Já na primeira edição do World Press Cartoon, em 2005, ele terminou em segundo com um desenho de Ronaldinho Gaúcho.

Em 2010, com um cartum publicado na página de Opinião, ficou em terceiro. Cau Gomez já recebeu mais de 50 premiações em diversos festivais e salões de humor, no Brasil e no exterior.

O prêmio completa em 2015 dez anos de criação e reúne o melhor da produção internacional publicada em 2014. São três categorias: cartum editorial, caricatura e desenho de humor

14 de Julho, dia nacional da França, grande data da história universal. À altura para festejar o aniversário de uma grande, inteligente e revolucionária (na melhor definição do papa Francisco) amiga. Parabéns, Rosane. Saúde e felicidades.

Bahia em Pauta, de pé, bate palmas no seu dia de nascimento e festeja a sua colaboração preciosa : em inteligência, cultura, lealdade e coragem para polemizar . Viva!!!

Grande abraço de seus amigos.

(Vitor Hugo e Margarida)


Peixes grandes da política nas malhas da Politeia

Do G1, com informações da TV Globo

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (14) a Operação Politeia, um desdobramento da Lava Jato, com a execução de mandados de busca e apreensão na residência de políticos suspeitos de envolvimento com o esquema de corrupção. Os agentes da PF foram às casas do senador Fernando Collor (PTB-AL), em Brasília e em Maceió, nas do senador Ciro Nogueira (PP-PI) e do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), em Brasília, na do ex-ministro e ex-deputado Mário Negromonte (PP-BA), na Bahia, e na do ex-ministro e senador Fernando Bezerra Coêlho (PSB-PE).

OPERAÇÃO LAVA JATO
PF investiga lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, esta nova fase da Lava Jato foi batizada de Politeia porque no livro “A República” o filósofo grego Platão descreve uma cidade perfeita, onde a ética prevalece sobre a corrupção.

Ao todo, a PF tem 53 mandados para cumprir, autorizados pelos ministros Teori Zavascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os mandados fazem parte de seis inquéritos do Supremo que investigam políticos dentro da Operação Lava Jato.

Segundo a Polícia Federal, o objetivo é evitar que provas importantes sejam destruídas pelos investigados. As buscas ocorrem na residência de investigados, em seus endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos públicos.

Responsável pela defesa do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, classificou de “abusiva” a busca e apreensão de documentos na casa do cliente dele.

“O senador já falou, colocou à disposição da polícia o sigilo telefônico, bancário e fiscal. Vivemos uma época em que medidas invasivas se tornaram regra, não exceção. Ele já prestou depoimento”, ressaltou Kakay.

Na capital alagoana, agentes da polícia também cumpriram mandado no prédio da TV Gazeta, afiliada da TV Globo. A Gazeta tem Collor como um dos principais acionistas. Agentes também realizaram buscas na Organização Arnon de Mello (OAM), pertencente à família.

No Rio de Janeiro, a PF realizou buscas no prédio da BR Distribuidora. Também foram alvo das buscas as casas de dois diretores da BR Distribuidora, José Zonis e Luiz Cláudio Caseira Sanches.

Além de Alagoas, Distrito Federal e Rio de Janeiro, também há mandados para os estados da Bahia (11), Pernambuco (8), Alagoas (7), Santa Catarina (5) e São Paulo (5). Cerca de 250 policiais federais participam da ação em todo o país.

jul
14
Posted on 14-07-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-07-2015

Letra e música de Paulo César Pinheiro
Voz : Nana Caymmi

Dor da Bahia
Chega a machucar meu peito
Na garganta dá nó
Conviver com preconceito
Dá revolta e dá dó
Quem no coração
Não faz distinção
Compreende a minha dor

Cor da Bahia
É a paixão da minha vida
Quando olho em redor
A cidade construída
Misturando suor
Quanta história então
De sangue e paixão
Sobre o chão de Salvador

Na Bahia
Grão de amor é forte medra
E eu sou flor da Bahia
Semeada em chão de pedra
Flor da Bahia
Que oferece a primavera
Desse grão
Dessa flor
Desse chão
Desse amor

Flor da Bahia
É flor que ninguém arranca
Quando o amor é maior
Pele escura, pele branca
Flor da pele é uma só
Corpos que se dão
Mais sementes são
Sobre o chão de Salvador

BOM DIA

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Portas fechadas

Matheus Leitão, do G1, informa que o depoimento de Ricardo Pessoa ao TSE, hoje, terça-feira (14), será a portas fechadas. Ele será ouvido pelo juiz auxiliar da corregedoria do TSE, Nicolau Lupianhes Neto, a partir das 9h.

A audiência acontecerá no TRE de São Paulo, que empresta suas dependências ao foro superior, uma vez que o empreiteiro cumpre prisão domiciliar em São Paulo.

(Dos jornalistas Mario Sabino e Diogo Mainardi)


DO EL PAIS

Rodolfo Borges

De São Paulo

O banqueiro Daniel Dantas foi preso no dia 8 de julho de 2008. No dia seguinte, pouco mais de 24 horas depois, Dantas era solto graças à concessão de um habeas corpus relâmpago. Era o início da conturbada e estridente Operação Satiagraha, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes financeiros e lavagem de dinheiro, e anulada quatro anos depois, sob a alegação de que contou com a participação não autorizada de agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O mesmo destino coube a operações de tamanho e impacto semelhantes, como Castelo de Areia, Chacal, Banestado e Boi Barrica, todas relacionadas a crimes de colarinho branco e todas anuladas após anos de investigação, num histórico que assombra a Operação Lava Jato.

Não há garantias de que a Lava Jato venha a ter um destino diferente dessas outras operações, mas o grande trunfo da investigação que levou os maiores empreiteiros do país para a cadeia pode estar exatamente no seu tamanho monumental. Com pouco mais de um ano de existência, a Lava Jato já recuperou 570 milhões de reais, abriu 20 ações criminais contra 103 pessoas e baseou tanto a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a Petrobras quanto a de uma apuração sobre os recursos da campanha de reeleição da presidenta Dilma Rousseff no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pela amplitude, a operação teria se tornado “too big to fail”, ou grande demais para ser anulada. Como voltar atrás após tantos executivos assumirem culpa no cartório? Mas não falta vontade aos advogados de defesa que atuam no caso de tentar derrubar toda a Lava Jato. Criminalistas como Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende três senadores no caso, enxergam abusos nas prisões preventivas decretadas pelo juiz Sergio Moro e na forma como foram negociadas as delações premiadas de 19 dos acusados até agora.

Doutora em Direito Penal pela Universidade de São Paulo (USP), Marina Coelho Araújo explica que, por ser tão grande, a Lava Jato disseminou vários processos, que podem tomar rumos diferentes, mas acredita que “alguma coisa vai ser anulada”. A advogada criminalista, que atuou em casos como o da Operação Satiagraha, lembra que, na época da investigação sobre o dono do grupo Opportunity, também se imaginava que o caso era grande demais para ser anulado. Sobre a Lava Jato, ela acredita que “os procuradores não tomaram todos os cuidados para evitar a anulação” e que o futuro da operação vai depender da interpretação das cortes superiores sobre a forma como o dispositivo da delação foi utilizado. “Entendo que existem algumas questões graves, mesmo de procedimentos menores. E o caso do Banco Santos, por exemplo, foi anulado por causa da audiência de interrogatório. Uma coisa pequena. A anulação não vem só de coisas muito grandes. Não seguiu a lei, tem de anular”, comenta. Em maio deste ano, a Justiça anulou a condenação a 21 anos de prisão imposta em 2006 ao ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira, do Banco Santos, pelos crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira e lavagem de dinheiro, entre outros.

O maior escândalo de corrupção da história sangra os cofres da maior empresa estatal do país e põe à prova novamente a eficácia de um sistema processual penal de uma duvidosa eficácia e crônica benevolência com crimes econômicos que envergonham o país

Trecho da dissertação de mestrado de Diogo Castor de Mattos, procurador da Lava Jato

O ministro Marco Aurélio Mello é um dos juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) que mais tem comentado o caso, e nem sempre de maneira abonadora. Em uma de suas últimas declarações sobre a Lava Jato, dada ao jornal Valor Econômico, Mello descartou a anulação da operação como um todo, mas criticou a colocação de escutas clandestinas na cela do doleiro Alberto Youssef na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. O ministro lamentou a ” discrepância” que “coloca em xeque” um “trabalho que vem sendo feito com tanta seriedade”, acrescentando que “é possível separar a parte comprometida, se houver”.
Política

Membro da força-tarefa da Operação Lava Jato, o procurador Diogo Castor de Mattos evita comentar diretamente a investigação, mas lança até o final do ano um livro que joga luz sobre os caminhos que a Justiça brasileira tem percorrido para levar à anulação todas as grandes operações contra crimes de colarinho branco. Para ele, as decisões que levam à nulidade são essencialmente políticas. Assegurando que os investigadores da Lava Jato procuram “trabalhar sempre na legalidade”, Mattos disse ao EL PAÍS que não acredita que os responsáveis por operações como Satiagraha ou Castelo de Areia foram menos cuidadosos.

Em sua dissertação A seletividade penal na utilização abusiva do habeas corpus dos crimes de colarinho branco, defendida em fevereiro na Universidade Estadual do Norte do Paraná, o procurador constata que “pela via do habeas corpus, há decretação da nulidade de provas de diversas ações penais envolvendo pessoas abastadas economicamente, autores de crimes do colarinho branco”. Segundo Mattos, “o objetivo nodal da pesquisa é demonstrar que essa utilização abusiva do habeas corpus vem reforçando o caráter seletivo do direito penal nos crimes cometidos pela elite econômica”.

Em seu trabalho, o procurador lembra que “até o início do julgamento da AP [Ação Penal] n°470, também conhecido como ‘Mensalão’, a Corte Suprema do país registrava apenas quatro condenações criminais, nenhuma com trânsito em julgado, e onze absolvições”, e analisa: “Certamente, o notório assoberbamento do STF, como também a benevolência dos julgadores com as teses da defesa, admitindo a análise de inúmeros recursos manifestamente protelatórios de uma decisão que deveria ser irrecorrível, demonstra um sistema pouco eficiente”.

Para embasar sua análise, Mattos destaca que, no caso da Satiagraha, crimes financeiros e lavagem de dinheiro, foram anuladas “todas as provas da operação, independentemente daquelas em que não houve a ‘suposta’ participação dos agentes de inteligência [ABIN]”. Já a Operação Castelo de Areia, que investigava subornos a agentes públicos para fraudar licitações, foi anulada por seu inquérito se basear em denúncia anônima. O procurador aponta uma incoerência, pois “existem aparatos estatais bem sucedidos e institucionalizados como ‘disk denúncia’ que visavam justamente contar com a contribuição da população para elucidação de crimes e preservam a identidade do delator”.

O procurador conclui sua pesquisa dizendo que “no atual momento histórico, a pressão e o controle social exercem papéis fundamentais para a efetiva fiscalização do cumprimento efetivo do papel das instituições”, destacando que “acontecimentos recentes como o próprio julgamento do Mensalão têm demonstrado como a pressão popular ainda é uma das formas mais efetivas de controle da democracia”. Sem citar a Lava Jato diretamente, Mattos diz no trabalho que “o Brasil vive atualmente um momento histórico único”, pois “o maior escândalo de corrupção da história sangra os cofres da maior empresa estatal do país e põe à prova novamente a eficácia de um sistema processual penal de uma duvidosa eficácia e crônica benevolência com crimes econômicos que envergonham o país”. E finaliza: “É nos tempos de crise e dificuldade que surge a coragem para a mudança e inovação, tendo o país uma chance única de renovação na confiança das instituições públicas”. A dissertação do procurador terá sua prova de fogo nas cortes superiores do país

jul
14
Posted on 14-07-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-07-2015


Samuca, no Diário de Pernambuco

jul
14
Posted on 14-07-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-07-2015

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

A consciência tranquila de Luiz Leal

Reproduzimos abaixo comentário feito no site Bahia em Pauta sobre a notícia da morte, semana passada, do ex-deputado Luiz Leal:

“Admirador do homem e do político Luiz Leal, só vim a conhecê-lo pessoalmente na convivência que tivemos no PDT (o original) na década de 90.

“Muitos anos depois, tivemos novo encontro, numa solenidade, justamente alguns dias depois de um médico chamado Luiz Leal ter sido envolvido na prática de fraude contra a Previdência aqui na Bahia.

“Aproveitando a coincidência, perguntei-lhe: ‘Dr. Luiz, por que o senhor não fez uma declaração de que se tratava de um homônimo?’

“E ele: ‘Luís, em algum momento você pensou que fosse eu?’” Ante a resposta veementemente negativa, ele completou: ‘Pois é, foi por isso’”. (LAG)

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