DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Menos 38,5 bilhões

Os saques na poupança superaram os depósitos em 38,5 bilhões de reais no primeiro semestre. Havia 20 anos que não se via tamanha sangria.

Os brasileiros afundam nas contas a pagar em 2015, enquanto PMDB e PSDB fazem contas de chegada para 2018.

jul
06

Boa Tarde, com Joyce Cooling!

(Gilson Nogueira)


Francisco ao lado do presidente Rafael Correa.
/ CIRO FUSCO (EFE)

DO EL PAIS

Soraya Constante

De Quito

O Equador que recepciona o papa Francisco neste 6 de julho não é apenas o país que tem 81% de católicos —segundo o Instituto Nacional de Estatística e Recenseamento. O país andino vive acentuada polarização em razão das recentes mobilizações contra o presidente Rafael Correa, que se prolongaram por quase um mês. As tentativas de taxar as heranças e a valorização extraordinária de bens imóveis incitaram a população, e embora o mandatário tenha provisoriamente retirado os projetos de lei, a indisposição dos cidadãos permaneceu nas ruas. Cerca de 45% da população —de acordo com dados de junho da empresa de pesquisas de opinião Cedatos— desaprova a administração presidencial, e estão no ar novamente demandas que foram ignoradas pelo regime, como a abolição das leis da Justiça Trabalhista e das Águas, a rejeição às emendas constitucionais que preveem reeleições indefinidamente, o livre acesso à universidade, a não criminalização dos protestos, entre outras.

O acirramento de parte da população pôs em risco a imagem do Equador que o presidente Correa queria vender ao mundo durante a visita do papa Francisco. Tão seguro estava de seu sucesso como anfitrião que no dia 2 de junho convidou seus pares da Comunidade dos Estados da América Latina e do Caribe (Celac) para a missa campal em Quito. O perfil dos convites baixou, e segundo o Ministério das Relações Exteriores apenas os presidentes de Honduras e do Haiti comparecerão.

O discurso atual do Governo é que há paz social. Um dos jingles do regime, que em seu coro dizia “somos mais, somos todos”, agora diz “somos paz, somos todos”. A mensagem para os opositores, que pediram nas redes sociais vaias para o presidente nos atos de massa, é que não façam o país parecer mal. “Se tentarem prejudicar o presidente, prejudicarão a pátria”, disse Correa na semana passada durante a entrega de habitações sociais em Quito. “Creio que a imensa maioria do país, o povo católico, rejeitará qualquer tentativa de politização da vinda do papa Francisco.”

Mas a politização da visita do Sumo Pontífice foi um fato consumado antes pela Secretaria de Comunicação da Presidência do Equador e por seu titular, Fernando Alvarado. Primeiro pôs de lado o logo de apresentação da Conferência Episcopal, com o lema “Evangelizando com alegria” e passou a promover um logo em que o rosto do Papa se funde com o logo multicolorido da Revolução Cidadã. Além disso, a secretaria criou o site oficial da visita e começou a atualizá-lo isoladamente.

jul
06

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA (DOS JORNALISTAS DIOGO MAINARDI E MARIO SABINO)

Chega-pra-lá

A Veja deu um chega-pra-lá em Reinaldo Azevedo.

O site da revista, ontem, defendeu as prisões preventivas da Lava Jato.

Depois de lembrar que dos “315 pedidos de habeas corpus registrados, apenas três foram acatados pelo ministro Teori Zavascki”, a reportagem citou a opinião de algumas das maiores autoridades no assunto.

Carlos Velloso:

“A prisão cautelar tem base na lei e sempre cabem recursos, que devem ser utilizados a tempo e modo. Esses recursos têm sido utilizados e as prisões têm sido mantidas pelos tribunais, inclusive pelo STF”.

Miguel Reale Junior:

“As prisões têm sido decretadas motivadamente com base em outros argumentos, passíveis ou não de críticas, mas não como instrumento de pressão para forçar delações. É preciso lembrar que a maioria das delações foram feitas com réus soltos, a começar a de Ricardo Pessoa”.

Fabio Medina Osório:

“Não interpreto arbitrariedade alguma nas decisões e muito menos pressão ou suposta coação para que alguém celebre acordos de colaboração premiada. A colaboração premiada é uma estratégia dos advogados, que chancelam essa postura e cooperam com as autoridades, buscando obter legítimos benefícios aos seus clientes. Estamos falando de corrupção, lavagem de capitais, fraudes licitatórias, evasão de divisas e outros crimes em larga escala, com tentáculos institucionais, incluindo o financiamento ilícito de campanhas eleitorais. A resposta do Judiciário tem de ser contundente”.


É Dois de Julho?

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Os poderes de Grayskull

Indicação feita há um ano pelo deputado Zé Raimundo (PT) emperrou na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa e impede a tramitação do projeto que devolve ao aeroporto de Salvador a denominação “Dois de Julho”.

O projeto foi apresentado na Câmara dos Deputados há 13 anos pelo ex-deputado Luiz Alberto (PT), mas a Comissão de Cultura da Casa, na qual se encontra, exige uma manifestação favorável do Legislativo baiano, que está difícil de sair.

Na verdade, é um tema em que ninguém quer mexer, porque vale muito mais, no tipo de política que se pratica na Bahia, jogar no lixo a história da luta da Independência do que desagradar à família do falecido deputado Luís Eduardo Magalhães.

Os Cariocas, um Brasil de talento!

BOM DIA

(Gilson Nogueira)


Aécio Neves na convenção do PSDB em Brasília. / Igo Estrela

DO EL PAIS

O senador Aécio Neves foi reeleito neste domingo (5) para um novo mandato de dois anos à frente do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), pelo qual disputou a Presidência da República em 2014. Ele tem como meta se firmar como líder da oposição ao enfraquecido governo Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), mas terá de vencer uma disputa interna para voltar a concorrer pelo cargo mais alto do Brasil.

A recondução de Aécio ao comando do PSDB ocorreu em convenção realizada em Brasília, onde líderes de oposição fizeram discursos inflamados contra Dilma Rousseff e o PT.

Ao final do encontro, o PSDB não apresentou uma proposta unida para a crise política vivida no Brasil, desde que denúncias de corrupção na Petrobras enfraqueceram Dilma. Entre os tucanos houve os que defendessem a convocação de novas eleições, a partir da impugnação da vitória obtida por Dilma em 2014. Houve também sugestão para que o país adote o Parlamentarismo como modelo político.

A divisão do PSDB acontece no momento no qual Dilma se mostra mais combalida por denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras e as maiores construtoras do país para irrigar o caixa de campanha do PT. Ela enfrenta ainda processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que apura se houve recebimento de dinheiro ilegal na campanha de 2014.
mais informações

Outra ofensiva contra a presidente Dilma está no Tribunal de Contas da União (TCU), responsável por julgar as despesas do governo. O descontrole fiscal pode levar a uma condenação. Isso pode acabar na abertura de um processo de impeachment de Dilma como consequência das chamadas “pedaladas fiscais”, como é chamado o uso dos bancos públicos para cobrir despesas do Governo.

O PSDB afirma que estuda o cenário para decidir qual será a posição final do partido. “Hoje grande parte do Brasil espera a nossa posição. Por isso, ela será responsável”, afirmou Aécio em seu discurso.

Nos bastidores, contudo, a avaliação é de que a rota de colisão do PSDB com o Governo Dilma envolve o principal desafio de Aécio: conciliar a disputa interna de seu partido para as eleições de 2018.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, se apresenta como pré-candidato à Presidência e deverá disputar a indicação do PSDB ao Palácio do Planalto. O senador José Serra (PSDB-SP), que já perdeu duas disputas presidenciais, corre por fora como terceiro postulante. Ele defendeu a adoção do Parlamentarismo “a partir das eleições de 2018”, o que significa que não apoiaria a derrubada de Dilma e a convocação de novas eleições ainda em 2015. “Eu quero fazer uma proposta ao partido para que discutamos o Parlamentarismo”, disse.

Já Aécio, que perdeu a eleição para Dilma no ano passado por uma apertada margem de votos, ao receber 51 milhões de confirmações nas urnas, confia nesse recall para se manter na dianteira da preferência do partido. O primeiro passo para isso foi costurar um acordo com Alckmin e Serra para que todos se afinassem o discurso de “unidade” entre os tucanos. O acordo vale até as eleições municiais de 2016. Depois disso, a concorrência interna deve ganhar corpo.
Reestruturação tucana

Apesar do acordo, Aécio já fez uma manobra para vencer seus colegas de partido ao mudar o estatuto do PSDB. Em um anúncio tumultuado, feito por um locutor que animava os militantes reunidos no local da convenção em Brasília, a mudança estatutária foi apresentada sem detalhes.

Entre as mudanças está uma que permite mais integrantes com poder de voto na direção do partido, o que é importante para Aécio angariar os apoios necessários à sua indicação no caso de o PSDB realizar uma convenção para escolher o nome que disputará 2018.

Para isso, a Executiva Nacional do partido foi aberta a segmentos com os quais Aécio dialoga melhor que Alckmin e Serra: jovens, mulheres, afrodescendentes e sindicalistas.

Esses setores tinham até agora uma participação marginal na estrutura do PSDB, limitados a discussões em grupos de trabalho sem poder de decisão e, a partir da alteração no estatuto, passarão a votar na Executiva.

O deputado federal Antônio Imbassahy, primeiro secretário da Executiva Nacional, minimizou as alterações do estatuto, afirmando que “a estrutura permanece a mesma”. Ele também informou ao EL PAÍS que há a intenção de mudar alguns delegados partidários, que são responsáveis por eleger o presidente do PSDB.

Delegados do PSDB ouvidos pela reportagem apontam que o presidenciável tucano será decido apenas em 2018, mas não descartam a indicação de Alckmin. Desde 2002, após oito anos de governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, marcado pelo controle da inflação e a estabilidade econômica, o PSDB faz um rodízio de postulantes ao Planalto. O próprio Alckmin já concorreu, em 2006, quando o ex-presidente Lula foi reeleito.

Uma nova composição de delegados pode ser essencial para Aécio. O mandato para o qual foi conduzido hoje termina em 2017, antes da definição da chapa que disputará o Planalto. Ele pode consolidar um sucessor no comando do PSDB com mais delegados próximos ao seu projeto de poder.

Apesar da movimentação de Aécio por mais controle do partido, os tucanos se esforçaram para dizer que há “unidade” diante da divisão entre os que defendem Alckmin, Serra ou Aécio. “Temos a semente da mudança que o Brasil precisa e temos de pregar unidade, unidade, unidade”, disse o deputado Marcos Pestana (PSDB-MG), integrante do grupo aecista.

O senador Cyro Miranda (PSDB-GO), um dos vice-presidentes do partido, reconhece a disputa entre Alckmin e Aécio, mas nega que haja um “racha” na sigla. “O Alckmin coloca o nome dele, mas sem nenhum tipo de pressão. Vai ter divisão, mas nada de ficar rachado. Vamos trabalhar pela unidade”, afirmou ao EL PAÍS.

A militância também se divide sobre quem deve ser o postulante tucano à Presidência. A dona de casa Lúcia Vieira, de 51 anos, viajou por 12 horas de ônibus de Divinópolis, no interior do Estado de Minas Gerais, até Brasília. Ela chegou à capital brasileira para dizer que “é hora do Aécio e não do Alckmin” e que “não tem outro candidato” mais preparado que o senador.
Impeachment

Fora do campo interno do PSDB, Aécio terá pela frente também a missão de liderar a oposição diante do avanço do PMDB. Embora integre a base de apoio do Governo, ocupando inclusive a vice-presidência do Brasil com Michel Temer, o PMDB se rebelou contra o Planalto.

Ocupante da maior bancada na Câmara e no Senado, nas quais ocupa a presidência dos trabalhos do Legislativo, o PMDB realiza uma série de ações contrárias à orientação dada por uma enfraquecida Dilma Rousseff.

Nos últimos dias circulou o boato de que integrantes do alto comissariado do PMDB procuraram Aécio para costurar uma aliança para derrubar Dilma. Os rebeldes pretende colocar o vice, Michel Temer, na chefia do país.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), negou ontem pelo Twitter que esteja costurando a derrubada de Dilma e chamou os boatos de “fofoca”. “Nunca conversei com Aécio sobre cenários futuros de crise”, disse.

Cunha ocupa a terceira posição na escala de sucessão presidencial. Ou seja, caso a chapa de Dilma seja impugnada pela Justiça Eleitoral, ela e Temer deixam o governo, com o presidente da Câmara podendo assumir por 90 dias até que sejam realizadas novas eleições.

Aécio também negou conversas com Cunha, afirmando que o PSDB “não é um partido golpista” e que um possível afastamento da presidente será por decisão do TSE ou do TCU. “É preciso que a presidente tome as rédeas [do país], se é que ela tem poder para isso, senão será antecipada a campanha de 2018”, disse, referindo-se à convocação de eleições em caso de vacância de poder.

Já o senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado, defendeu a impugnação da chapa de Dilma pela Justiça Eleitoral para que ela e Temer deixem o governo. “Defendo que o PSDB apoie abertamente a convocação de novas eleições”, sugeriu.

Paulo Miguez:”Ele não queria ninguém no enterro, mas por
pirraça a pirracento estamos aqui”, disse o vice-reitor da UFBA
no Campo Santo.

De Maria Olívia Soares

No Facebook

Uma palavrinha sobre o sepultamento do Professor Albergaria:
Amigos, alunos, colegas, reitor, acadêmicos, anônimos que ‘conheciam’ Alberga pelas ondas da Rádio Metrópole … muitos compareceram para o adeus ao mestre na manhã ensolarada do domingo (5) em Salvador. Palavras bonitas foram ditas pelo professor Joviniano Neto, como sempre tão querido e solidário, por Paulo Miguez, por Luiz Mott… Mas a emoção bateu fortíssima quando duas jovens vizinhas do professor e a filha de Ubiratan Castro (Bira) deram seu depoimento, momento de delicadeza, único. E para sempre. Sua vizinha do lado, fez a leitura, carregada de emoção, do lindo texto que Pablo Reis publicou no twitter e no facebook.
Roberto Albergaria de Oliveira foi um dos maiores nomes da história da Universidade Federal da Bahia (Ufba), muito além do ambiente acadêmico, ele conquistou espaço na sociedade e a credibilidade na imprensa baiana por sua capacidade de falar com propriedade dos mais variados temas, não conheço nenhum jornalista baiano que não tenha bebido na fonte de Albergaria. Quem não conhece a expressão ‘Não tem especialista? Ouve Albergaria’.
Saudades.

(Maria Olivia Soares é jornalista)

jul
06
Posted on 06-07-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-07-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online


Preparação no Paraguai para a visita do Papa.
/ N. DUARTE (AFP)

DO EL PAIS

Francisco já é o Papa da América. Não só por ser o primeiro pontífice nascido no continente, ter recebido todos os presidentes latino-americanos em seus dois anos à frente da Igreja ou por estar contribuindo de forma ativa para a aproximação entre Cuba e Estados Unidos. Jorge Mario Bergoglio se tornou um líder da América porque seus discursos, tão próximos do sofrimento das pessoas e da região, ressuscitam também a esperança da “grande pátria”. A viagem que começa hoje no Equador, Bolívia e Paraguai é a melhor prova disso.

O papa Francisco não entrou na Itália por Milão nem na Europa por Paris ou Berlim. Na hora de planejar suas primeiras viagens —o encontro com a juventude do Rio de Janeiro já tinha sido organizado por Bento XVI—, Bergoglio se decidiu por Lampedusa ou Albânia da mesma forma que, agora, preferiu voltar à América Latina por três dos países mais desfavorecidos e não pelo México, Brasil ou Argentina. “A geografia de Francisco”, explica o uruguaio Fermín Carriquiry, vice-presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina, “é a de uma Igreja solidária com o sofrimento dos povos, sejam ou não católicos. Como se viu em suas duas encíclicas, Francisco propõe um encontro que derrube muros e construa pontes”.

Da mesma forma que João Paulo II baseou boa parte de sua liderança na luta contra os regimes comunistas, o papa Francisco já se tornou um verdadeiro contrapoder, como demonstra a repercussão de sua recente encíclica dedicada ao aquecimento global. Também em sua primeira visita à América hispânica, Jorge Mario Bergoglio levará seu foco midiático para o que ele mesmo definiu como “o continente da esperança” em uma homilia pronunciada no Vaticano em dezembro: “O futuro da América Latina tem de ser forjado pelos pobres e pelos que sofrem, pelos humildes, pelos que têm fome e sede de justiça (…). Por isso, a América é o continente da esperança. Porque dela se esperam novos modelos de desenvolvimento que conjuguem tradição cristã e progresso civil, justiça e equidade com reconciliação, desenvolvimento científico e tecnológico com sabedoria humana, sofrimento fecundo com alegria esperançosa”.

Bergoglio, que costuma falar da “grande pátria latino-americana”, aproveitará sua visita ao Equador, Bolívia e Paraguai para se dirigir a todo o continente nos 22 discursos que prevê pronunciar durante a viagem. Até o secretário do Estado do Vaticano, Pietro Parolin, admitiu que a excursão terá inegáveis “conotações políticas”, uma vez que a América Latina se transformou em um “verdadeiro laboratório” onde se está experimentando “novos modelos de participação e formas de Governo mais representativas que dão voz também às faixas de população que até agora não eram suficientemente ouvidas”.
Protestos no Equador

Ao interesse em si da viagem papal se acrescenta a circunstância de que o Equador, onde Jorge Mario Bergoglio chegará esta tarde, encontra-se há semanas imerso em uma onda de protestos contra as políticas do presidente, Rafael Correa, que atravessa um de seus piores momentos. O presidente dispôs um contingente de 18.000 policiais —cerca de 40% do total de efetivos.

Depois de se reunir com o presidente Correa, o papa Francisco viajará amanhã para Guayaquil, onde celebrará uma missa e almoçará com velhos amigos jesuítas do colégio Javier. Na segunda-feira e na quarta-feira, em Quito, o Papa manterá diversos encontros com o mundo universitário e a sociedade civil. Na quarta-feira partirá para a Bolívia. Em La Paz, realizará uma visita de cortesia ao presidente Evo Morales e se reunirá depois na Catedral com as autoridades civis, mas para evitar os efeitos da altitude só permanecerá quatro horas, seguindo depois para Santa Cruz de la Sierra.

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