DEU NO BLOG O ANTAGONISTA (DOS JORNALISTAS MARIO SABINO E DIOGO MAINARDI)

Dilma é uma bonequinha de luxo

Custou 11 000 dólares por noite a suíte em que Dilma Rousseff se hospedou em Nova York, no Hotel St Regis, na esquina da Quinta Avenida com a Rua 55.

Lauro Jardim informa que “Dilma ocupou por duas noites a suíte Tiffany, decorada pelo diretor de design da grife cobiçada por Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo…


Eterna Maysa! Demais!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira. direto da Carolina do Norte (USA) para o BP)

jul
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DEU NO JORNAL ZERO HORA, DE PORTO ALEGRE

Apenas 9% dos brasileiros consideram o governo da presidente Dilma Rousseff ótimo ou bom de acordo com a pesquisa Ibope divulgada na manhã desta quarta-feira. No dia 20 de junho, a pesquisa Datafolha apontou que a aprovação da presidente era de 10%.

A maioria (68%) consideram a gestão ruím ou péssima, 21% acredita ser regular e 1% não soube avaliar. Ainda de acordo com a pesquisa, 20% dos entrevistados disseram ter confiança na presidente, 78% afirmaram não confiar e 3% não souberam opinar. Apenas 15% aprovam a maneira de governar da presidente, 83% desaprovam e 2% não souberam opinar.

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 18 e 21 de junho e ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

jul
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Posted on 01-07-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-07-2015

DO G1/O GLOBO

A Câmara dos Deputados rejeitou nesta terça-feira (30) o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes graves. Para ser aprovada, a PEC precisava de ao menos 308 votos favoráveis – equivalente a 3/5 do número total de deputados –, mas somente 303 deputados foram a favor. Outros 184 votos foram contra e houve 3 abstenções.

Apesar da derrubada da matéria, a Casa ainda precisará votar o texto original, que reduz a idade penal para 16 anos em qualquer crime. De acordo com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a votação deverá ser retomada na próxima semana ou depois do recesso parlamentar de julho. Se a matéria for rejeitada outra vez, a proposta será arquivada.

Pela PEC, poderiam ser penalizados criminalmente os jovens com 16 anos ou mais que cometessem crimes hediondos (como latrocínio e estupro), homicídio doloso (intencional), lesão corporal grave, seguida ou não de morte, e roubo qualificado. Eles deveriam cumprir a pena em estabelecimento separado dos maiores de 18 anos e dos menores de 16 anos.

A rejeição da PEC foi comemorada por cerca de 200 manifestantes ligados à União Nacional dos Estudantes (UNE) e à União Nacional dos Estudantes Secundaristas (UNES) que acompanharam a sessão das galerias do plenário. Eles gritaram palavras de ordem e repetiram o grito “não, não, não à redução”.


Uma enfermeira do Exército de Salvação em Johanesburgo
segura a uma criança infectada/ El Pais

DO EL PAIS

Todo ano, cerca de 1,4 milhão de mulheres com HIV engravidam. Se não recebem tratamento, as chances de que transmitam o vírus ao bebê durante a gestação, o parto ou a amamentação variam entre 15% e 45%. Portanto, é um grande desafio conseguir romper esse círculo vicioso que favorece a perpetuação de um vírus combatido há décadas sem uma cura efetiva. E é justamente isso o que Cuba fez, tal como reconheceu oficialmente a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira.
mais informações

Em cerimônia na sede da Organização Panamericana da Saúde (OPS, o escritório regional da OMS) em Washington, a OMS entregou a Cuba a primeira certificação do mundo que estabelece que um país cumpriu o duplo desafio de eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, bem como da sífilis congênita.

“Foi vencida uma grande batalha na luta contra a aids”, afirmou a diretora da OPS, Carissa Etienne. Eliminar a transmissão vertical do HIV “representa um grande passo para Cuba rumo a uma geração livre de aids”, completou.

“A eliminação da transmissão do vírus é uma das maiores conquistas possíveis no campo da saúde”, disse a diretora geral da OMS, Margaret Chan, em comunicado.

A possibilidade de 15-45% de transmissão do HIV de mãe para filho cai para apenas 1% se tanto a mãe como o filho recebem retrovirais durante todas as fases em que pode ocorrer a transmissão. Segundo a OMS, o número de crianças que nascem a cada ano com HIV foi reduzido quase pela metade desde 2009, passando de 400.000 a 240.000 em 2013.

Mas a cifra ainda está muito longe da meta prevista para 2015: uma redução para menos de 40.000.

A batalha contra a transmissão materno-infantil da sífilis também tem ainda muitos desafios pela frente: todo ano, quase 1 milhão de mulheres grávidas são contagiadas com esse vírus, que pode provocar de morte fetal ou perinatal a infecções neonatais graves. Tudo isso, diz a OMS, quando existem “opções simples e relativamente acessíveis de detecção e tratamento durante a gravidez”, como a penicilina, que podem eliminar a maior parte dessas complicações.

Em Washington, numa cerimônia junto ao ministro cubado da Saúde, Roberto Morales Ojeda, a diretora da OPS destacou o ponto essencial da façanha cubana: “O sucesso de Cuba demonstra que é possível um acesso universal à saúde e que, de fato, ele é fundamental para o êxito da luta contra desafios tão preocupantes como o HIV”, afirmou Etienne.

O sucesso de Cuba demonstra que é possível um acesso universal à saúde”, afirmou a diretora da Organização Panamericana da Saúde

Cuba conta com um serviço público de saúde “gratuito, acessível, regionalizado, integral e sem discriminação, baseado nos cuidados primários de saúde”, segundo o ministro Ojeda, que também atribuiu essa conquista a uma “vontade política” fundamental e à participação das comunidades nos programas de atendimento e prevenção.

No continente americano, a OMS-OPS tem trabalhado desde 2010 numa iniciativa regional para eliminar a transmissão materno-infantil do HIV e da sífilis.

Cuba é o primeiro país a receber o certificado oficial, mas há outros seis países e territórios que também poderiam ter eliminado a transmissão do HIV de mãe para filho: as ilhas britânicas caribenhas de Anguila e Montserrat, Barbados, Canadá, Estados Unidos e Porto Rico. Outros 14 conseguiram, supostamente, eliminar a sífilis congênita.

A OMS considera que um país eliminou a transmissão materno-infantil do HIV quando registra menos de dois bebês infectados para cada 100 nascidos de mães portadores do vírus. No caso da sífilis, é menos de um caso para cada 2.000 nascimentos vivos.

No âmbito da iniciativa da OPS, Cuba implementou nos últimos anos medidas como a assistência pré-natal precoce e exames de HIV e sífilis tanto para as mulheres grávidas como para os pais. Também oferece tratamento às mulheres cujo teste dá positivo e a seus bebês, além de fomentar medidas de prevenção, como o uso de preservativos.

Como resultado, refletido agora na certificação oficial da OMS, Cuba registrou em 2014 apenas os casos de dois bebês que nasceram com HIV e outros cinco com sífilis congênita, números inferiores aos mínimos para que se considere realizado o objetivo de eliminar a transmissão materno-infantil dessas doenças.

VIVA O FADO! BOM DIA!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Empresas são a cara dos donos

Temos ouvido muito, no fragor da Operação Lava-Jato, que é preciso distinguir empresas de pessoas na contemplação da roubalheira geral que se implantou na Petrobras.

Dizem-no muitos políticos ligados ao governo e ao PT, sendo um grande sustentador desse argumento, desde o início, por exemplo, o ex-governador Jaques Wagner, que foi seguido por numerosos correligionários.

Mas agora surge um jornalista, Mino Carta, que não se pode dizer suspeito, porque todo mundo sabe bem quem é ele, para defender a mesma tese, no artigo intitulado “À imitação de Jim Jones”, na Carta Capital.

Carta afirma que “a mídia permanece em campanha maciça contra o governo”, visando ao “impeachment da presidenta” e ao “envolvimento de Lula na Lava-Jato”, o que, como o citado fanático, nos levará ao “suicídio coletivo”.

O texto, como apontado no início, termina com o longo bordão: “Provadas as acusações, punam-se os culpados, está claro, e sem concessões ou resguardos. Salvem-se, porém, as empresas, que garantem trabalho e progresso”.

Dos políticos se entende o apelo ao discurso disponível, mas, quando feito por um técnico da qualidade do criador de Veja, nele se deve procurar o conteúdo de justiça e verdade, pelo que lamentamos Mino Carta não ter se estendido.

A nação precisa saber, primeiro, que consequências haverá para grandes empresas cujos donos foram flagrados roubando descaradamente dinheiro público, em conluio com agentes governamentais e políticos – e por isso estão presos, passíveis de condenação.

E depois, uma vez comprovado que ruirão, arrastando para o buraco dezenas de milhares de empregos, índices de crescimento econômico e divisas que o país receberia, se, em nome da estabilidade, deveria ter sido feita vista grossa à corrupção.

É óbvio que as empresas atuam segundo diretrizes traçadas pelos diretores e, necessariamente, deles refletirão o caráter. Não há empresas idôneas de donos ladrões nem empresários honestos de empresas que ferem a lei e manipulam o mercado.

Empresas são corporações orgânicas que suprem demandas em sociedades de livre concorrência e têm limites a respeitar. Não desabarão, com os donos, por osmose, mas a depender do que eles fizeram na sua administração, comprometendo-as.

Quanto ao papo do significado social, é intrinsecamente furado, já que os recursos desviados eram do povo brasileiro. Por outro lado, sobre o patriótico progresso, para quem mesmo essas empresas estavam “produzindo riquezas”?

jul
01
Posted on 01-07-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-07-2015


Amarildo, na Gazeta Online (ES)

jul
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Posted on 01-07-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-07-2015

DO EL PAIS

Silvia Ayuso

De Washington

A visita a Washington que a presidenta Dilma Rousseff iniciou nesta segunda-feira está bastante atrasada. Especificamente desde outubro de 2013, quando o presidente Barack Obama esperava recebê-la na Casa Branca com as mais altas honrarias previstas no protocolo norte-americano.

Mas a revelação de que a Agência de Segurança Nacional (NSA) dos EUA havia espionado o celular de Rousseff levou ao cancelamento daquela visita de Estado e, durante meses, turvou gravemente as relações bilaterais.

Quase dois anos e vários gestos diplomáticos depois — e apesar de Obama nunca ter se desculpado pelo escândalo—, chegou a hora de virar página e encerrar definitivamente esse capítulo. Uma ação que, na atual conjuntura, interessa mais a Rousseff do que a Obama, como concordaram os analistas reunidos em um debate realizado na segunda-feira na sede do think tank Centro de Estudos Estratégicos e Institucionais (CSIS, na sigla em inglês), em Washington.

“A visita é muito mais importante para Rousseff do que para Obama, porque Dilma está numa encruzilhada política muito complicada, com o país numa espécie de recessão e com um escândalo de corrupção”, resumiu Antonio Jiménez Barca, correspondente do EL PAÍS no Brasil.

Tanto para melhorar sua imagem no exterior como para tentar fechar algum acordo comercial, Rousseff “tem muito a ganhar com a visita”, salientou Jiménez Barca durante uma mesa-redonda organizada conjuntamente pelo EL PAÍS e pelo programa Club de Prensa, do canal NTN24.

“O Governo brasileiro percebeu que este é o momento oportuno de relançar esta relação, tanto política como comercialmente”, concordou Hussein Kalout, do Centro Weatherland de Assuntos Internacionais, da Universidade Harvard.

O objetivo primordial da visita é “recuperar a confiança”, mas os dois presidentes também têm na pauta a necessidade de “promover uma nova relação estratégica” que interessa a ambos, observou o analista.

Neste sentido, os acordos comerciais e os preparativos para a reunião climática deste ano em Paris são temas que aparecem com destaque na pauta de Washington. Depois de um jantar protocolar na segunda-feira, os representantes dos dois países manterão reuniões ao longo de toda a terça-feira.

Mas não se trata, segundo Carl Meacham, diretor do Programa de Américas do CSIS, de alcançar um grande número de acordos concretos, e sim de aproveitar o encontro “como o começo do que deve vir” nessa relação bilateral ora retomada.

Uma incógnita marca a química pessoal entre os dois mandatários. Nem Rousseff nem Obama são os mesmos de 2013, recordou Muni Jensen, analista política do Club de Prensa. A presidenta brasileira se permitiu dar as costas a Obama num momento em que gozava de popularidade elevada e o mundo ainda olhava com admiração para o crescimento do Brasil, que além do mais se preparava para organizar a Copa do Mundo de futebol.

A Dilma Rousseff que chega agora à Casa Branca está acossada por escândalos de corrupção que chegaram ao seu círculo mais próximo, e a situação econômica brasileira motiva inúmeras dúvidas. Obama, por outro lado, já está na última etapa do seu segundo mandato e acaba de obter importantes vitórias —como a validação pela Suprema Corte da reforma da saúde, principal iniciativa da sua presidência—, além de presidir uma economia em forte recuperação.

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