DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Especulação injusta


Desde os primórdios da formação da equipe do segundo governo de Dilma Rousseff que se levantava a hipótese de o ex-governador Jaques Wagner ser sacrificado pela possibilidade de seu nome estar incluído na Operação Lava-Jato, o que jamais aconteceu.

Wagner teria perdido espaço para nomes mais “confiáveis” à presidente, e não eram poucos: Ricardo Berzoini, Pepe Vargas, Aloizio Mercadante, José Eduardo Cardozo e Miguel Rosseto. Até Edinho Silva, posteriormente, teve precedência.

O ex-governador foi para o Ministério da Defesa, de onde assiste a membros do “núcleo duro” do Planalto caírem na rede da Polícia Federal, mas ainda assim é injustiçado, como na especulação da Folha de S. Paulo de que estaria em nova lista do delator premiado Ricardo Pessoa.

Há indícios mais claros e citações objetivas nos inquéritos policias e nos despachos do juiz Sérgio Moro, mas a impressão que dá é que, nos bastidores, estão à caça de mais e mais vítimas.

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