De Mariana para Regina, na área de comentários do BP:

Abraços, beijos e todo meu carinho para você!
A música que não paro de escutar nos últimos tempos e que a você dedico neste dia de festa, com letra e melodia atuais e eternas, na minha opinião, é do sensacional Lenine…”Simples Assim”…, como deve ser a vida…



Queda Prohibido (Fica Proibido)- Ricardo Darin lê um poema de Alfredo Cuervo Barredo

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


DEU NO PÚBLICO, DE LISBOA

Courtney Love Cobain, cantora e viúva de Kurt, o falecido músico dos Nirvana, foi apanhada esta quinta-feira de manhã pelos protestos dos taxistas parisienses contra os serviços de partilha e aluguel de carros, Uber. O carro onde seguia desde o aeroporto para o centro da capital francesa foi atacado por taxistas, que depois mantinham retido o motorista de Courtney.

A cantora – numa sucessão de tweets publicados na sua conta desta rede social – mostra uma foto do vidro sujo, onde avisa outro cantor, Kanye West, que terá de regressar ao aeroporto e “esconder-se” dos piquetes de greve. Mas a situação complicou-se. “Eles emboscaram o nosso carro”, acrescentando que o motorista tinha sido feito “refém”. “Eles estão batendo nos carros com barras de metal. É isto a França? Estava mais segura em Bagdad.”

Num segundo texto interpela o Presidente francês, François Hollande. “Onde está a m*** da polícia? É legal para o seu povo atacar visitantes?”

Num terceiro tweet, Courtney escreveu: “Paguei a uns tipos em motos para nos tirar dali” e foram “perseguidos por uma multidão de motoristas de táxi, que atirou pedras, passamos por dois polícias e eles não fizeram nada”.

jun
25
Posted on 25-06-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-06-2015


DEU NO “PÚBLICO”, DE LISBOA

No momento, a possibilidade só está acessível no Canadá, Estados Unidos, Peru e Venezuela, mas vai ser possível acessar ao Messenger, a aplicativo móvel para troca de mensagens, sem ser necessário ter uma conta no Facebook. Para isso só é necessário indicar um número de celular, nome do usuário e uma fotografia para iniciar conversações sem ser através da rede social.

Louis Boval, engenheiro de software no Facebook, explica num post que, com esta opção, “mais pessoas podem desfrutar de todas as funcionalidades que estão disponíveis no Messenger — incluindo fotos, vídeos, conversações em grupo, chamadas por voz e vídeo”.

Ao entrar no Messenger, o usuárior vai ser recebido com a opção “Not on Facebook?” (“Não estás no Facebook?”, em português). Antes, este botão levava os usuários para uma página onde deveriam criar uma conta na rede social. Agora, ao clicar no botão surge um campo de entrada onde deve ser colocado o nome do usuário, o número de telefone celular e uma fotografia.

Para os que entram no Messenger através do Facebook, Louis Boval sublinha que continuam a existir várias vantagens em iniciar uma troca de mensagens através de uma conta na rede social. “As pessoas podem facilmente iniciar mensagens com os amigos e contatos do Facebook, acssar às suas mensagens no Facebook e tirar proveito das mensagens através de dispositivos móveis, web e tablets”, escreve o responsável.

O Facebook não indicou ainda quanto será esta possibilidade alargada a outros países.

Regina, QUERIDA MANA:

Um poema e uma canção, duas escolhas para fazer a longa travessia geográfica que vai da atlântica Cidade da Bahia até a deliciosa Santa Rosa, dos parreirais dos vales de Napa e Sonoma, à beira do Pacífico, neste 25 de junho de seu aniversário.

Os versos do poeta e o canto da santamarense que emociona o mundo, seguramente ajudarão a encurtar as distâncias e a levar com mais doçura até você. estas mensagens de afeto, votos de parabéns e desejos de felicidades. Bola pra frente, mana , vivendo e aprendendo a jogar.

BOM DIA!!! FELIZ ANIVERSÁRIO!!!
(Hugo e Margarida)


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Dilma-Obama: muito tempo para pouco assunto

De Nova York, a jornalista Sônia Coutinho, da Globonews, especula: a conversa da presidente Dilma Rousseff com o presidente Barack Obama “não deverá ser muito longa, duas horas, no máximo três”, o que seria uma surpresa, pois não se imagina uma agenda tão extensa para um encontro dos dois.

Será, de parte a parte, um evento político: Obama, externamente, quer “reconstruir a confiança” com o Brasil, abalada desde a revelação, há um ano e meio, do grampo no telefone pessoal de Dilma – não fora o azar que deu justamente agora, com a descoberta de que espionaram também os presidentes franceses Chirac, Sarkozy e Hollande.

Dilma tem alguns ganhos. Pode, por exemplo, melhorar um pouquinho a imagem pelo “prestígio” de ser recebida na Casa Branca para jantar com a família do presidente, mas o melhor mesmo são os quatro dias de descanso para a cabeça dos problemas que enfrenta por aqui.

Pacote inclui roteiro de costa a costa

Sim, serão quatro dias de viagem aos Estados Unidos, embora não se identifique uma planilha de negociações objetivas, em que constem posições dos dois países sobre os temas em foco, preferindo-se a referência genérica a um programa formal de cultivo das boas relações, mais assemelhado a um turismo de Estado.

A presidente chega por Nova York no próximo domingo, janta com empresários e no dia seguinte tem encontro com executivos do mercado financeiro e possíveis investidores em infraestrutura. À noite, segue para Washington, para o jantar com Obama.

Só na terça de manhã é que terá a reunião de trabalho com o presidente, sem nenhuma decisão importante à vista, apenas conversas sobre mudanças climáticas, defesa e ciência e tecnologia, tudo reunido nos usuais “temas de interesse regional e global”.

Após almoço no Departamento de Estado, Dilma comparece à Câmara de Comércio Americana e no dia 1º estará do outro lado do país, na Califórnia – para visita à Google, à Universidade de Stanford e até a um centro espacial da Nasa –, de onde decolará de volta ao Brasil.

jun
25
Posted on 25-06-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-06-2015


Ronaldo, no Jornal do Comércio (BA)

DO EL PAIS

O presidente da França, François Hollande, encontra-se “muito irritado”, de acordo com fontes do Palácio do Eliseu, após a divulgação de informações do Wikileaks segundo as quais os serviços secretos dos Estados Unidos espionaram sistematicamente pelo menos os últimos três chefes de Estado da França. Hollande qualificou essas práticas de “inaceitáveis” em um comunicado divulgado na terça-feira depois de uma reunião de emergência com seu Conselho de Defesa. Enquanto isso, o ministro de Relações Exteriores Laurent Fabius convocou a embaixadora norte-americana em Paris, Jane D. Hartley, para pedir explicações.

O Eliseu recorda em sua nota que, depois das primeiras informações similares publicadas em 2013, Hollande já analisou esse tipo de atuações da Agência Nacional de Segurança (NSA) em Washington durante uma visita oficial em fevereiro de 2014. “As autoridades norte-americanas assumiram compromissos que devem ser recordados e rigorosamente respeitados”, diz o comunicado. Durante aquela visita, Hollande declarou superados os problemas criados após a divulgação dos primeiros dados de espionagem de franceses por norte-americanos.

O palácio presidencial acrescenta que a França já reforçou “seu dispositivo de controle e proteção” e que “jamais tolerará qualquer manobra que ponha em dúvida sua segurança e a proteção de seus interesses”. O coordenador do serviço secreto francês, Didier Le Bret, viajará em breve a Washington para analisar o ocorrido, conforme informou o porta-voz do Governo francês e ministro da Agricultura, Stéphan Le Foll.

Hollande tinha convocado para esta quarta-feira o Conselho de Segurança logo após saber, na noite de terça-feira, dos novos detalhes sobre a espionagem de seus presidentes, colaboradores, ministros e embaixadores pelos EUA. Compareceram ao Conselho o primeiro-ministro, os ministros de Defesa, Economia, Finanças, Relações Exteriores e Interior, altos chefes militares e responsáveis pelos serviços de informação.

O Wikileaks forneceu listas dos dirigentes franceses espionados ao jornal digital Mediapart e ao jornal Liberation, assim como conteúdos de suas conversas. São pelo menos cinco boletins da NSA sob a epígrafe “Global SIGINT Highlights” e classificados como “Top Secret”. As notas dos espiões revelam, por exemplo, como o presidente Jacques Chirac manobrava para colocar alguém como subsecretário geral adjunto na ONU em 2006. E que o então ministro de Relações Exteriores, Philippe Douste-Blazy, costumava fazer declarações “inexatas e inoportunas”.

Entre os telefones espionados figuram celulares do chefe do Estado e números do centro de comunicações do Executivo

Em 2008, diz outro relatório, o presidente Nicolas Sarkozy sentia-se “o único homem capaz de resolver a crise financeira” mundial e, dois anos mais tarde, queixava-se das dificuldades para Paris e Washington pactuarem uma melhor colaboração na espionagem. Seu embaixador nos Estados Unidos, Pierre Vimont, e seu conselheiro diplomático Jean-David Levitte atribuíam isso “ao desejo dos Estados Unidos de continuar espionando a França”.

O relatório divulgado com data mais recente é de maio de 2012, logo depois da posse de Hollande. A NSA conta que o presidente francês está muito preocupado com a Grécia e sua possível saída do euro, e que organiza reuniões “secretas” com os sociais-democratas alemães. Nem ele, nem seu primeiro-ministro na época, Jean-Marc Ayrault, desejavam que isso fosse conhecido para não irritar a chanceler Angela Merkel e agravar ainda mais a crise com Atenas.

Mais preocupante que o conteúdo das notas é a lista de telefones grampeados pela NSA. Estão incluídos celulares do chefe do Eliseu, de seus assessores e do secretário-geral da presidência. Também figuram os números dos secretários de Estado de Comércio e de Assuntos Europeus, do porta-voz de Relações Exteriores e até da antena no Eliseu no Centro de Transmissões do Governo. Esse organismo, subordinado à Secretaria Geral de Defesa e Segurança, é encarregado de proteger as comunicações entre os membros do Governo, de assegurar os contatos pelo telefone vermelho.

As novas revelações geraram uma onda de protestos vindos de todos os círculos políticos. Também para a terça-feira, Hollande convocou uma representação dos grupos parlamentares.

O Partido Socialista francês se mostrou “consternado” com a espionagem “sistemática” da França e de outros aliados pelos EUA. “Como um país que se coloca acima de todas as liberdades pode continuar a pisoteá-las?” Para o partido do governo, as escutas demonstram “uma assombrosa paranoia de Estado”. Para a líder da ultradireitista Frente Nacional, Marine le Pen, a espionagem indica que os Estados Unidos “não são um país amigo”.

O parlamento protestou contra a espionagem no mesmo dia que votou a polêmica lei de serviços secretos

As reações de protesto também surgiram entre os dirigentes espionados. Pierre Lellouche, ex-secretário de Estado de Comércio que figura na lista disse que o comportamento dos Estados Unidos é “indigno e lamentável entre nações democráticas”.

Precisamente nesta quarta-feira a Assembleia Nacional francesa debate e vota em segunda leitura a polêmica lei sobre os serviços secretos, que autoriza a coleta maciça de dados de cidadãos sem controle judicial. Por uma emenda de última hora, os agentes franceses poderão espionar estrangeiros em visita à França só com permissão do primeiro-ministro. O Governo anunciou que prevê eliminar essa cláusula porque a considera inconstitucional.

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