DEU NO BLOG O ANTAGONISTA ( DOS JORNALISTAS DIOGO MAINARDI E MARIO SABINO)

O GLOBO

“O ministro Teori Zavascki, do STF, deve decidir ainda esta semana se homologa ou não o acordo de delação premiada firmada entre o Ministério Publico e o empresário Ricardo Pessoa, dono da UTC e Constran. Segundo um fonte ligada ao caso, a proposta de acordo já está ‘na mesa’ do ministro e cabe a ele, agora, dar a palavra final sobre o assunto. As revelações do empresário podem dar um novo impulso às investigação da Lava Jato”.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 15 junho, 2015 at 17:22 #

No Paraná

As delações caminham

As sentenças já ocorrem

As prisões se sucedem

Já no STF, na doce Brasília,sob as bençãos de Janot, o esforçado candidato à recondução do cargo

Os tais inquéritos padecem de luz

Nenhuma denúncia à vista

Mas muito de marketing do afortunado PGR

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Aqui, Josias de Souza, revela o jeito manso de ser de Janot

“Cunha e Renan viram ‘cabos eleitorais’ de Janot
Josias de Souza 15/06/2015 16:38

Os investigados Eduardo Cunha e Renan Calheiros tornaram-se ‘cabos eleitorais’ involuntários de Rodrigo Janot, candidato a mais dois anos de mandato à frente da Procuradoria-Geral da República. Incluídos por Janot no rol de políticos que respondem a inquéritos no STF por suspeita de receber petropropinas, os presidentes da Câmara e do Senado pegam em lanças contra a recondução do desafeto ao cargo máximo do Ministério Público Federal. A oposição de ambos rende muitos votos a Janot junto à categoria dos procuradores.

O atual mandato de Janot expira em 17 de setembro. Nesta segunda-feira, ele formalizou sua inscrição para a eleição dos nomes que integrarão a lista tríplice de postulantes à poltrona de procurador-geral. Inscreveram-se também dois subprocuradores-gerais da República: Carlos Frederico Santos e Mario Bonsaglia. O prazo para as inscrições encerra-se às 18h.

Nos próximos 50 dias, os postulantes disputarão a preferência da corporação. Em 5 de agosto, os procuradores indicarão seus preferidos em votação secreta. No dia seguinte, a lista dos três mais votados escalará a mesa de Dilma Rousseff. Ela pode selecionar qualquer um. Mas tende a submeter ao crivo do Senado a indicação do mais votado dos três, como de praxe. Hoje, boa parte da categoria avalia que o voto em Janot é a melhor resposta ao nariz torcido de Cunha e Renan.

Além da ajuda indireta dos dois desafetos, Janot leva para a disputa um diferencial que seus contendores não têm como igualar. No seu primeiro mandato como chefe do Ministério Público Federal, o atual procurador-geral tem sido pródigo na concessão de benefícios à corporação —inclui desde viagens e diárias até o auxílio-moradia.

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Faria melhor se cumprisse com seus deveres e apresenta-se as trais denúncias.

Mas, muito de engenharia, sabe que este proceder poderia complicar a sabatina no senado.

Omisso esperará setembro.

Os envolvidos agradecem


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