DEU NO BLOG O ANTAGONISTA ( DOS JORNALISTAS DIOGO MAINARDI E MARIO SABINO)

O GLOBO

“O ministro Teori Zavascki, do STF, deve decidir ainda esta semana se homologa ou não o acordo de delação premiada firmada entre o Ministério Publico e o empresário Ricardo Pessoa, dono da UTC e Constran. Segundo um fonte ligada ao caso, a proposta de acordo já está ‘na mesa’ do ministro e cabe a ele, agora, dar a palavra final sobre o assunto. As revelações do empresário podem dar um novo impulso às investigação da Lava Jato”.

Pigmaleão 70, a trilha para embalar a semana!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira


CRÔNICA

Norminha e a paixão do marido que perdoava Tudinho

Maria Aparecida Torneros

O sucesso do grupo Calcinha Preta, aconteceu durante a apresentação de um personagem de novela tempos atrás. Ela era a Norminha que protagonizou a paixão de um marido que perdoava Tudinho. Mesmo. Que se há de fazer? Ela foi atração , atraiu o gosto do público mesmo traindo o bom consorte.

Hoje vi uma alusão à tal canção no site Bahia em Pauta em comentário de artigo primoroso de Vitor Soares no site blog www.bahiaempauta.com.br.

A lembrança da melodia me fez refletir sobre as marolas ou ondas que enfrentamos nos mares da vida e da política nacional ou internacional.
Também recordei o grande e insubstituível Leonel Brizola mestre em trocadilhos inteligentes para qualificar seus adversários e os altos e baixos encrencados da conquista do poder brasileiro. O povo parece mesmo ser um pouco aquele maridão apaixonado e muitas vezes apesar de protestar, dá seu voto de confiança e aposta na figurinha repetida. O álbum tem figurinhas cansativas e figuração especial de caciques que comandam suas tribos.
Verdade é que nossos rumos andam ondulantes o que nos causa um sentimento de busca paterna por confirmação de DNA, por nossas origens verdadeiras ou por ideais que atravessam gerações sonhadoras.
Sonhar com um Brasil organizado e bem gerido, claro, não nos basta. Queremos mais.
E lá vem a música com sua mensagem sem vergonha. Você não vale nada mas eu gosto de você. E seguimos dando crédito de confiança mesmo protestando, evidentemente.
Parabéns ao Fontana por nos devolver o sucesso novelesco em tempo de nos auto doagnosticarmos em nossa brasilidade e tantos anos de esperança na justiça e nas reformas ou mudanças tão aguardadas.
Como costuma repetir o Vitor, a conferir, com a proteção do santo do Dia 13, Antonio, olhai por nós!
Cida Torneros, jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro. É editora do Blog da Mulhar Necessária

Deu no jornal O Globo

Um dos maiores nomes do futebol brasileiro, morreu na noite deste domingo José Ely de Miranda, o Zito.

Bicampeão mundial pelo Santos e integrante da seleção na conquista dos títulos de 1958 e 1962, o ex-jogador tinha 82 anos e tinha Mal de Alzheimer.

A morte de Zito foi confirmada pelo Santos. O corpo será velado nesta segunda-feira, em Santos, e o enterro será na cidade de Roseira, no interior paulista, onde ele nasceu. A causa da morte não foi revelada pelo clube.

“Lembra de mim”: de Ivan Lins e Vitor Martins.

BOM DIA!!!

jun
15


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA (DOS JORNALISTAS MARIO SABINO E DIOGO MAINARDI)

“Oposição a favor do Brasil”

O novo slogan do PSDB é revelador da sua velha alma: “Oposição a favor do Brasil”.

Ou seja, pode ser a favor do governo quando o partido julgar que isso é ser a favor do Brasil, entendeu? Quando, por exemplo, se posiciona contra o impeachment de Dilma Rousseff. Ou quando insiste na ideia estapafúrdia de Dilma Rousseff deixar o PT e formar uma “coalizão nacional”.

Tucano é “responsável”, sabe como é?

Estamos fritos.

jun
15
Posted on 15-06-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-06-2015


Aroeira, no jornal O DIA (RJ)

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DE LUIS AUGUSTO GOMES)

Brasil já tem intolerâncias demais

Embora não tenha chegado ao estado bruto do fundamentalismo, a intolerância religiosa no Brasil é uma realidade reconhecida, com casos de mortes e perseguições relatados na imprensa e até estatísticas apontando a regularidade de sua incidência.

A intolerância racial é outro fato, densamente espalhado sob um oceano que o discurso dominante quer caracterizar como sereno, mas que nós sabemos que existe e aparece com constância aos nossos olhos, em irrupções carregadas de crime e injustiça.

Que dizer, então, da intolerância sexual, manifesta em atos de violência física, até a extrema, contra os que ousam divergir dos padrões e das convenções, sem, com isso, macular os direitos de quem quer que seja?

Tudo isso para uma constatação: o país não precisa acrescentar à extensa lista também a intolerância política, exibida por entidades personalistas no recente congresso do PT em Salvador.

Provocadores: categoria vem do nazi-fascismo

O evento foi precedido de expectativa de confronto, até que pronunciamentos de políticos de mais responsabilidade, dos dois lados, reduziram as previsões malignas a meras escaramuças de rua, logo controladas.

Essas movimentações democráticas não se comparam, contudo, com a atitude de pessoas que se acham no direito, por estarem hospedadas num hotel, de fazer provocações vulgares a militantes de um partido político que ali promovem seu encontro nacional.

Não cabe nem saber “quem começou”, como no episódio de que tomou parte o chefe de uma entidade virtual de traços francamente fascistas. Foi uma ação envolvendo um único indivíduo e uma multidão fustigada, num espaço exíguo, onde esperava estar debatendo civilizadamente temas de seu interesse.

Tudo poderia ter acontecido no Hotel Pestana, desdobramentos de alta gravidade que nos conduziriam a um quadro de tragédia monumental. Pelo menos na política, instrumento básico da construção do futuro, deixemos de fora a violência e a incapacidade de convivência.

CPMF: contradição para além dos termos

Por outro lado, de tanto conceber e praticar políticas sub-reptícias, em hotéis e gabinetes do poder, o PT perdeu o senso e passa a lançá-las abertamente.

Enquanto delegados do partido, premidos pela óbvia má repercussão da recriação da CPMF, a retiram do texto final do congresso, o presidente nacional, Ruy Falcão, demonstra que isso não significa nada.

Afinal, se o congresso petista não a proibiu, o debate da proposta “vai prosseguir”, anunciou, sem esclarecer se no âmbito partidário, no governo ou nos dois – vale lembrar que, ao apresentá-la, o ministro da Saúde disse ter o “aval” da presidente Dilma.

Somente não convenceu, sendo mesmo capaz de causar risos, o argumento de Falcão de que a arrecadação “propiciaria grandes recursos para financiar a saúde”.

O mesmo utilizado em 1993 por Fernando Henrique Cardoso, ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, para criar a CPMF, nascida sob o nome de “imposto provisório”, sem que a saúde no país tenha deixado de ser um suplício.

  • Arquivos