Neto no ninho baiano dos tucanos:”em casa”

DEU NO PORTAL METRO1

Presente na convenção estadual do PSDB neste domingo (14), que elegeu o deputado federal João Gualberto como novo presidente na Bahia, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), elogiou os tucanos e aproveitou a oportunidade para criticar o PT.

“Me sinto muito em casa aqui nessa convenção porque vejo diversas lideranças da capital e do interior e comungamos da mesma esperança para Salvador, Bahia e o Brasil. João Gualberto tem o desafio de dar continuidade ao trabalho do PSDB no Estado e não tenho dúvida que com a força dos tucanos o partido crescerá na Bahia com eleição de vereadores e prefeitos”, destacou o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), que também criticou o PT lembrando que os petistas hoje têm que esconder a estrela e mudar a cor da camisa para sair na rua.

“Não satisfeitos com a corrupção do mensalão, eles saquearam a maior empresa do Brasil e da América Latina para sustentar um projeto político que só enxerga o poder. Tenho orgulho de ter feito campanha para o senador Aécio Neves e prefiro estar ao lado dos que perderam porque é o lado de fazer política de forma coerente e firme”, completou Neto

MAGNÍFICO BRANT!!!.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

jun
14
Posted on 14-06-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-06-2015

DEU NO TWITTER:TEXTO DE CAETANO VELOSO SOBRE A MORTE DE FERNANDO BRANT. REPRODUZIDO PELO JORNALISTA CLAUDIO LEAL EM SEU ENDEREÇO NA REDE SOCIAL (“Conversa ao mesmo tempo encantada e desmistificadora, em volta de copos de cerveja” – Brant por @caetanoveloso https://www.facebook.com). BAHIA EM PAUTA TAMBÉM REPRODUZ.VALE LEITURA E RELEITURA. CONFIRA NOS DETALHES. (Vitor Hugo Soares)
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Caetano escreve sobre ?#?FernandoBrant?, um dos maiores letristas do Brasil e fundador do ?#?ClubeDaEsquina?, que faleceu na última sexta-feira em Belo Horizonte:

“Quem melhor descreveu e avaliou os letristas parceiros de Milton Nascimento foi Chico Amaral. E quem mais profundamente representou o espírito captado por Chico foi Fernando Brant. Eu amava Brant nos detalhes: conversa ao mesmo tempo encantada e desmistificadora, nisso muito mineira, em volta de copos de cerveja; a graça da observação; o profundo anti-formalismo dos versos. Mais recentemente estivemos em lados opostos de disputa sobre coisas grandes. Procurei gerar uma área de diálogo. Ele topou. Mas a harmonia não podia se dar.

Para mim, que não entendo muito bem as questões que estavam em pauta, só um artigo contra Gil ministro (que conheci tardiamente) pareceu incômodo: exibia uma agressividade que eu desconhecia. Mas mesmo ali, lembrei que quando você se torna ministro as palavras que lhe serão dirigidas ganham direito de ser mais ásperas.

Soube hoje ao acordar que Fernando morreu. Fiquei triste. Não sabia que ele estava doente. E sinto necessidade de externar meu carinho e a admiração pela sua personalidade e pela sua obra.”

Caetano Veloso


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Jonas defende tese da oposição

Na emoção da homenagem póstuma ao ex-deputado Zezéu Ribeiro, quinta-feira, em sessão especial na Assembleia Legislativa, o ex-presidente do PT Jonas Paulo terminou admitindo algo de que muito falam os adversários: o pouco proveito que teve a Bahia nos oito anos do governo Wagner, apesar de dois presidentes petistas no Planalto, Lula e Dilma.

Jonas relatava sua presença, ao lado do governador Rui Costa, em defesa dos interesses baianos, em recentes audiências com os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. Após definir Rui como “aquela figura simples, franzina, jovem”, mandou:

“Muita coisa da Bahia, nós temos de bater o pé, senão não chega aqui. Não pode ser o que está acontecendo: os amigos depois, primeiro os adversários. Primeiro os amigos! E a Bahia não pode ser esquecida de maneira nenhuma pelo governo federal, e por isso eu estava lá com o governador Rui Costa”.

Maravilha!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

jun
14

DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

A ESQUIZOFRENIA DE UM PARTIDO

Antonio Jiménez Barca

De São Paulo

Pelos saguões do hotel da praia do Rio Vermelho, em Salvador, onde acontece o V Congresso Nacional do PT, legenda de Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Rousseff, há militantes que passeiam com uma mensagem explícita na camiseta: “Fora o plano de Levy”. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, é um liberal alheio ao partido, mas escolhido por Dilma, em janeiro, para conduzir o ajuste fiscal e a política econômica de corte de gastos que, na opinião dos dois, são necessários para que o país volte a crescer no próximo ano (no momento flerta com a recessão). As camisetas antiministro são um sintoma da peculiar esquizofrenia vivida pelo maior partido do Brasil, no poder há mais de 12 anos (oito com Lula e quatro com o primeiro mandato de Dilma).

Outro sintoma dessa contradição é a turbulenta redação do principal documento do congresso, a chamada Carta de Salvador, da qual foram retiradas, ao longo da semana, folha por folha, as críticas escritas em um primeiro momento contra a política econômica do Governo. A própria presidenta, há poucos dias, mandou um aviso de que não se pode criticar o ministro da Fazenda por tudo (“não se pode fazer isso, criar um Judas”) em um pronunciamento que, para especialistas, foi dirigido especialmente aos que estavam preparando o congresso.
mais informações

O terceiro sinal de esquizofrenia de que padece o partido apareceu quando o presidente Rui Falcão aludiu ao tesoureiro João Vaccari, acusado de pertencer à trama corrupta da Petrobras e ter angariado dinheiro para o partido proveniente dos subornos das empresas que alardeavam contratos. Ao ouvir o nome de Vaccari, os participantes do Congresso aplaudiram. Entusiasticamente. Essa aclamação, que durou três minutos e serviu para redimir o tesoureiro, pelo menos aos olhos do partido, pode se compatibilizar mal com a promessa da presidenta Dilma Rousseff de perseguir a corrupção seja lá onde ela estiver.

Poderíamos falar de outra contradição: o PT, formação esquerdista de inspiração popular, perdeu o controle das ruas. As últimas manifestações de massa pertenceram aos adversários de Lula e Dilma Rousseff, que lotaram a Avenida Paulista. As centenas de militantes e os quadros dirigentes buscam nesse Congresso recuperar a pulsação vital das pessoas comuns. Mas isso às vezes é difícil quando se detém o poder por tanto tempo e a questão é discutida no salão de um hotel.


Da esquerda a direita: Jack Dorsey, ‘Biz’ Stone, Evan Williams e ‘Dick’ Costolo em Wall Street em 7 de novembro de 2013. / EMMANUEL DUNAND (AFP)

DO EL PAIS

Rosa Jiménez Cano
Correspondente de EL PAÍS no Silicon Valley(CA-USA)

A saída de Dick Costolo do Twitter, prevista para 1o de julho e comentada há meses, trouxe à tona as grandes carências da rede social. Entre os méritos da diretoria que sai está a profissionalização da gestão da empresa, a abertura do capital e sua valorização atual. Quando começou, em 2010, seu preço era estimado em 3 bilhões de dólares e agora passa dos 23,5 bilhões. Entre as deficiências da gestão de Costolo, o grande problema é a dúvida quanto à rentabilidade da companhia.

Em um encontro com a equipe de comunicação, diante das dúvidas apresentadas, Costolo destacou em uma mensagem: “Mas vocês sabem que o plano é ser rentável em cinco anos, certo?”. Esse não é o único problema: o Twitter enfrenta vários desafios.

Em primeiro lugar, a definição. Não é simples dizer o que é o Twitter. Já não é só um serviço de mensagens em massa de 140 caracteres. É imediatismo, sim, mas não é um microblog pessoal. Para alguns, é um serviço no qual comentar a televisão, o rádio e os eventos ao vivo. Para outros, um difusor de fotos, vídeos e links. Os adolescentes, cada vez mais fisgados pelo Snapchat, ainda encontram interesse para seguir de perto o périplo das estrelas.

O crescimento é outro problema. Melhor dizendo, a paralisação dele. São mais de 302 milhões de usuários ativos mensais, tantos quanto os do Instagram, um aplicativo de propriedade do Facebook. Mas se compararmos com o último ano, cresceu apenas 18%. Os de Zuckerberg triplicam com mais de 1,4 bilhões de perfis ativos. Ásia e América Latina são seus grandes focos de interesse, e sua estratégia é acompanhar o índice de adoção de smartphones e conexão com a Internet.

No entanto, há dois anos decidiram não abrir mais escritórios, México e Espanha foram os últimos. Preferem chegar a acordos com sócios locais para a venda de publicidade. Todo o peso se concentra em San Francisco, Dublin e Tóquio, distribuição que visa a que as equipes de suporte possam atender 24 horas por dia. Este é outro dos pontos fracos do Twitter: é gratuito para o usuário e não há publicidade explícita. Só permitem patrocinar os discretos Trending Topics, com uma faixa laranja que indica que é pago. O mesmo acontece com algumas mensagens.

As marcas podem divulgar gratuitamente seus produtos por meio de seus perfis. Contar com um grande número de seguidores permite divulgar o negócio sem passar pelo caixa. Falta chegar a uma fórmula própria. As tentativas de entrar no comércio eletrônico foram intermitentes. A chegada do botão de comprar impulsionado pelo Pinterest deixou-os fora de um espaço que aparentemente lhes pertencia, o do comércio social.

Em março de 2014 fizeram uma contratação de peso no Silicon Valley: Baljeet Singh, vice-presidente do YouTube, e inventor de uma de suas ferramentas mais brilhantes, o Trueview, um software que verifica se o usuário viu o vídeo e cobra dos anunciantes conforme a audiência. Ou seja, garante que o investimento publicitário foi efetivo. Costolo queria tirar o protagonismo do texto para dar ao vídeo. O Vine, com apenas seis segundos em loop, monopolizou as piadas adolescentes, mas não chegou ao grande público. Há dois meses permitiram incluir até 30 segundos de vídeo em cada mensagem. Ao mesmo tempo, lançaram uma startup comprada em janeiro, quando estava em incubação: Periscope. Esta é sua arma principal para recuperar a atualidade, vídeos ao vivo postados com facilidade a partir de qualquer celular. O usuário é o vídeo-repórter potencial.

Em certos momentos, a sensação era a de que estava lutando contra sua própria natureza. No Twitter as mensagens são efêmeras. Demais. A sensação de perder algo faz com que os usuários o abandonem. Os highligths são sua maneira de minimizar isso, uma opção que alguns usuários do Android estão experimentando de forma experimental. Só é ativado se o usuário estiver mais de seis horas sem abrir o aplicativo; então começam a ser oferecidos os tuítes mais relevantes enquanto esteve fora. Este não é o único problema com o conteúdo. Outro é como eliminar insultos e ofensas. Um esforço nesse sentido foi o acordo com o Google para que seu conteúdo se destaque em lugar preferencial; para muitos, esse passo é uma primeira aproximação para uma hipotética compra.

É fácil abraçar a bandeira da liberdade de expressão, mas não é tanto quando uma rede social se transforma em foco de ameaças, cyberbullying e vários crimes. A diretoria que sai confessou que iam reforçar suas equipes de gestores de comunidades e jurídica para eliminar os insultos e tomar medidas trabalhando de perto com as autoridades.

jun
14
Posted on 14-06-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-06-2015


Aroeira, jornal O DIA (RJ)

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