Bahia em Pauta deseja felicidades e longa vida a João ( no mínimo até os 100). É festa em Juazeiro da Bahia, no Brasil e no Mundo.

Vai dedicado também ao jornalista Gilson Nogueira, amigo do peito e colaborador da primeira hora deste site blog, que festeja 70 na mesma data dos 84 de João. Na Carolina do Norte (USA) cercado de todo carinho familiar e afeto humano que ele merece. Nada menos de um século para ele, com toda felicidade do mundo em seu entorno iluminado, são os votos deste editor em nome do Bahia em Pauta.

BOM DIA DE JOÃO E DE GILSON!!!

(Vitor Hugo Soares)

Viva Portugal! Viva Camões! Viva Zeca Afonso!

BOA TARDE!!!


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA (DOS JORNALISTAS MARIO SABINO E DIOGO MAINARDI)

Pegaram Lula

Leiam o que o Estadão acaba (9/6) de publicar:

“A Camargo Corrêa pagou R$ 3 milhões para o Instituto Lula e mais R$ 1,5 milhão para a LILS Palestras Eventos e Publicidade, de Luiz Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2011 e 2013. É a primeira vez que os negócios do ex-presidente aparecem nas investigações da Operação Lava Jato, que apura um esquema de cartel e corrupção na Petrobrás com prejuízo de R$ 6 bilhões já reconhecidos pela estatal.

“São três pagamentos de R$ 1 milhão cada registrados como “Contribuições e Doações” e “Bônus Eleitoral” para o Instituto, aberto por Lula após ele deixar a Presidência da República, em 2011. A revelação sobre o elo da empreiteira – uma das líderes do cartel alvo da Lava Jato – com Lula consta do laudo 1047/2015, da Polícia Federal, anexado nesta terça-feira, 9, nos autos da investigação.”

Finalmente.

jun
10
Posted on 10-06-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-06-2015

DEU NO BLOG DO CAMAROTTI / O GLOBO

Recentemente, o Blog revelou que o Palácio do Planalto teve acesso a uma pesquisa que apontava que, pela primeira vez, a aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff está abaixo dos 10%. Sabe-se agora que numa das simulações, o índice ótimo e bom do governo foi de apenas 8%.

Desde a redemocratização, só ex-presidente Fernando Collor havia atingido – em seu pior momento – um patamar semelhante. Nas palavras de um auxiliar direto da presidente Dilma, essa queda acentuada da popularidade tem reflexo direto no ânimo dos petistas.

“O clima de hostilidade na rua aos integrantes do PT é enorme”, observou esse auxiliar. “Há uma mistura explosiva de dois fatores que ajudam a entender esse momento do governo: uma situação econômica muito difícil e a visibilidade que ganhou a investigação do esquema de corrupção na Petrobras”, reconheceu um ministro.

“Pra te lembrar”, Luiza Possi. Da trilha musical da novela Sete Vidas.
Beleza de novela das seis. Beleza de canção.
Confira as duas. BP recomenda.

BOM DIA

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Deputado é o maior responsável pelo que diz

Uma prática tem ocorrido com certa frequência na Assembleia Legislativa: a censura, por determinação da presidência da sessão, de discursos que contenham termos considerados impróprios à linguagem parlamentar.

Na última semana, mais uma vez isso aconteceu, quando o deputado Sargento Isidório (PSC), entre outras expressões, afirmou que “ninguém quer, em sua família, achar normal e aplaudir um homem garrando com outro, chupando língua de outro homem”.

No entanto, a Constituição do Estado, em seu artigo 84, diz que “o deputado é inviolável por suas opiniões, palavras e votos…” – e não poderia ser diferente, porque o parlamentar detém uma delegação popular e, para representá-la como ache melhor, terá de exercer livremente o mandato.

Usando o presente caso como exemplo, mais razoável seria a Casa, por sua instância ética, enquadrar Isidório no inciso III do artigo 9º do Regimento Interno, segundo o qual poderá sofrer pena de cassação o deputado “cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar”.

Seria gerado um processo que, a depender do desfecho, poderia terminar na análise do Poder Judiciário para dizer da sua procedência ou não. Inadmissível é tolher a soberania parlamentar – e inútil, porque as sessões são públicas e transmitidas ainda por TV aberta e pela internet.

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Fabíola vê “fixação” e sugere tratamento

A propósito, a investida de Isidório na sua cruzada contra o homossexualismo e outras opçõeds sexuais não convencionais teve – como deve ser no debate dos temas que permeiam a convivência na sociedade – vigoroso repúdio da deputada Fabíola Mansur (PSB).

A deputada se disse “chocada” com as reiteradas manifestações de Isidório, que “incomodam” e são vazadas num “palavreado de baixo calão”, embora ressalvasse que “pênis e vagina”, pelos quais o colega tem “fixação”, são “termos médicos” se pronunciados no seu contexto.

“Talvez o deputado Pastor Sargento Isidório possa precisar de uma terapia, mas sei que faz isso do ponto de vista eleitoral”, acrescentou Fabíola, que se mostrou indecisa quanto a um julgamento ético, pois, se o considera possível, leva em conta também sua posição de “defensora das liberdades individuais”.

A nova ofensiva de Isidório nesse terreno foi causada por uma rede de perfumaria, que incluiu os casais homossexuais em seu comercial de TV alusivo ao Dia dos Namorados. Fabíola não aceita que ele “se arvore a fiscal do amor ou de propagandas”.

jun
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Posted on 10-06-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-06-2015


Mariano, no portal de humor gráfico A Charge Online

DO EL PAIS

O banco HSBC cortará 25.000 postos de trabalho, aproximadamente 10% de seu quadro mundial. Os despedidos fazem parte de uma reestruturação dentro do maior banco da Europa, multado pela manipulação dos mercados de divisas e envolvido em um grande escândalo de evasão fiscal em sua unidade suíça, que tem como objetivo reduzir 5 bilhões de dólares (15,5 bilhões de reais) em custos anuais. A estratégia inclui a venda das operações na Turquia e no Brasil, ainda que o banco manterá uma unidade no país sul-americano “para servir aos grandes clientes corporativos com respeito às suas necessidades internacionais”. A retirada desses dois mercados implicará um corte adicional de outros 25.000 empregos, totalizando 50.000 demitidos em todo o mundo.

O principal objetivo do banco é economizar até 15 bilhões de reais em custos em 2017

As operações norte-americanas e mexicanas permanecerão, apesar de seu rendimento, de acordo com o banco, estar abaixo das metas. “O HSBC está realizando uma revisão significativa de sua carteira de negócios”, disse a entidade em um comunicado na terça-feira. “Os recursos serão redistribuídos para aproveitar melhor as oportunidades de crescimento e para nos adaptarmos às mudanças”.

Em uma apresentação aos acionistas, Stuart Gulliver, executivo chefe do HSBC, de 56 anos, mostrou os critérios que o banco utilizará para decidir, antes do final do ano, se manterá seu quartel-general no Reino Unido. A entidade está nesse país desde 1992 quando saiu de Hong Kong, após a compra do banco britânico Midland. Mas em abril a entidade anunciou que estuda uma nova mudança de sua sede, provavelmente de volta a Hong Kong.
mais informações

Banco anuncia “transformação radical” para evitar novas fraudes
Suíça investiga HSBC por corrupção e inspeciona sua sede em Genebra
Governo da Venezuela depositou 12 bilhões de dólares no HSBC
Multa milionária a seis bancos por manipular as taxas de câmbio

A política fiscal do Governo britânico com as entidades financeiras é um dos fatores estudados pelo HSBC para tomar uma decisão sobre se permanece ou não em Londres. O imposto aos bancos, aplicado em seus resultados globais e que custa 700 milhões de libras (3,34 bilhões de reais) por ano ao HSBC, será um fator importante na decisão. O anúncio coloca certa pressão no discurso que George Osborne, ministro das Finanças, prevê fazer na quarta-feira.

Os planos apresentados na terça-feira pelo HSBC dão sinais sobre onde encontram-se agora suas prioridades geográficas. A redução global de ativos é de 25%, e a porcentagem da Ásia na entidade sobe de 33% a 40%. Até 8.000 dos despedidos virão do fechamento de sucursais no Reino Unido e da redução do quadro de funcionários na sede londrina de Canary Wharf. O custo salarial será reduzido ainda mais com a mudança de pessoal a lugares com custos mais baixos. “Reconhecemos que o mundo mudou e precisamos mudar com ele”, disse Gulliver.

Será a segunda grande rodada de cortes no HSBC. Após Gulliver assumir o comando da entidade de crédito há quatro anos, 30.000 empregos foram eliminados. A metade dos despedidos dessa segunda leva vem de iniciativas como o banco digital e a automatização, segundo o plano do banco.

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