DEU NO CORREIO24HORAS/COLUNA SATÉLITE

Investigadores da Operação Lava Jato coletaram novos indícios que podem complicar a vida do ex-ministro e ex-deputado Mario Negromonte, atual conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). De acordo com fontes que integram a força-tarefa da Lava Jato, um dos operadores de propina presos por ligação com o esquema forneceu, recentemente, pistas sobre movimentações financeiras que teriam sido ocultadas pelo ex-parlamentar do PP durante a campanha de 2010. Delegados da PF e procuradores da República têm interesse especial em detalhes relacionados à delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa . Em um dos seus depoimentos, datado de 2 de setembro de 2014, Costa diz que repassou R$ 5 milhões a Negromonte no primeiro semestre daquele ano, antes do início oficial das eleições. Negromonte, alvo de inquérito no Supremo, sempre negou qualquer envolvimento no escândalo de corrupção.


Bahia 2015:Refém amarrado no capô do carro por
ladrões de banco em fuga na cidade do Conde

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Petista diz que insegurança é nacional

Na Assembleia Legislativa, à falta de uma pauta com que se preocupar, pois o atual governo tem sido parcimonioso no envio de matérias, a oposição investe na segurança pública como grande tema que pode gerar debate e sensibilizar a opinião pública.

Mas isso chega a produzir cenas esdrúxulas, como o deputado Bira Corôa (PT), sem considerar que seu partido está no poder federal há 12 anos, afirmar que a segurança pública é um problema de todo o Brasil e que “tentar transferir para a Bahia toda a condição de maior insegurança e instabilidade é negar o contexto nacional”.

Enigmático, Bira disse que vivemos “na mesma Bahia em que as igrejas eram assaltadas, as obras sacras do Estado eram levadas não sei para onde e depois apareciam em um tal apartamento, como se isso não fosse parte da violência, da criminalidade do contexto estadual”.

O deputado Luciano Ribeiro (DEM) provocou: “Vossa excelência precisa dizer em que casa estão os roubos, porque eu não conheço. Se ladrões roubam igrejas, precisam ir para cadeia, e se houve receptadores, estes também têm se ser presos, seja quem for”.

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BOM DIA!!!

jun
05


O casal Steffani e Jessica em frente a uma loja do Boticário. / G. A.

DO EL PAIS

Amanda Ornelas e o namorado, Luis Henrique, decidiram aproveitar o feriado de sol em São Paulo para acompanhar milhares —340.000, de acordo com a Polícia Militar—, na Marcha para Jesus 2015, uma tradicional passeata anual convocada por denominações evangélicas, o grupo religioso que mais cresce no Brasil. Na zona norte da cidade, Amanda, 18, e Luis Henrique, 21, vestidos com a camisa do evento em azul forte, comentaram o tema que deflagrou disputa nas redes sociais nesta semana: a propaganda do Boticário com casais gays. “Acho que é errado passar em um horário que crianças possam ver”, lançou Luis Henrique, que não gostou do comercial. “Mas a verdade é que tem coisa bem pior na TV.” “Mesmo se o meu pastor pedisse, eu não faria, não penso em deixar de usar os produtos deles”, disse ela, sobre a decisão do pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus, uma das mais fortes e influentes denominações evangélicas do Brasil, de gravar um vídeo conclamando os fiéis a boicotar a marca de cosméticos. “Se alguém quiser me dar um desodorante deles eu aceito, porque estou precisando”, brincou o pai de Amanda, Orlando.

O tom mais ameno da família, em comparação à agressiva disputa virtual em torno do tema, foi o que prevaleceu. A pedagoga Renata Ferreira Dauta, 43, que frequenta a igreja Renascer em Cristo, disse apoiar a presença de gays em comerciais. “Achei [a propaganda de O Boticário] atual. Hoje em dia tem que abordar de tudo, não dá para deixar a questão do homossexualismo de fora”. Quanto ao boicote, Renata diz que “por mais que o Malafaia peça, os fiéis não vão deixar de comprar. Até porque, se for para boicotar empresas que apoiam gays, teria que deixar de lado muitas marcas”.

“O pastor Silas é muito rígido. É óbvio que não gostei da propaganda, mas deixar de comprar uma marca por isso também não é o caso”, concordou Ideli Maria de Souza, 50, também na marcha. Ela conta que uma sobrinha de seis anos viu a propaganda e lhe perguntou o porque de dois homens trocando presentes: “Eu não soube responder. Pedi para que ela fosse perguntar para os pais dela”.

A rejeição ao boicote, apesar do incômodo provocado pelo reclame, pode ser lido como um sinal de alento para o Boticário, que resolveu testar, em propagandas na TV aberta, o risco de tomar posição num tema que desagrada as lideranças dos evangélicos. Segundo o levantamento do Censo 2010, os dados mais recentes disponíveis, a população evangélica no Brasil passou de 15,4% em para 22,2% em dez anos. São 42,3 milhões de pessoas, um eleitorado considerável, menor apenas que os católicos, que movimentam um mercado que se segmenta para agradá-los, de roupa à música e até experimentos em redes sociais.

Na loja de O Boticário da rodoviária do Tietê, não muito longe da Marcha de Jesus, os funcionários não estavam interessados —ou autorizados— a comentar a polêmica. Durante a visita do EL PAÍS, o casal Steffani Ortiz e Jessica Thawani, as duas de 17 anos, mostraram a outra ponta da história. “Comprei um presentinho de Dia dos Namorados para ela”, afirma Jessica, que é evangélica. Ela e Steffani gostaram da propaganda, mas com ressalvas. “Eu por exemplo, que tenho uma identidade de gênero e um jeito de me vestir mais masculino, não me sinto muito representada”, seguiu Jéssica.

“Não vou mentir: me desagrada ver gays se beijando, a bíblia fala que é errado. Mas também é errado agredi-los”, diz, distraída com a vitrine, Josida Maria da Silva, 57, frequentadora da igreja Assembleia de Deus, a de Malafaia. Sobre o pastor, ela diz: “Como eu disse para você, eu gosto da marca”.

Luciano Siqueira, gay de 29 anos, deixa a loja, satisfeito, de sacola na mão _um presente para a prima. Para ele, a propaganda com casais gays da marca tem efeito pedagógico na população: “As pessoas precisam ver casais homossexuais na TV e nas ruas até se acostumar. Essa história de boicote é coisa de quem não tem mais o que fazer. Com tanto problema sério por aí as pessoas vão querer se preocupar com a vida dos outros?”

jun
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Posted on 05-06-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-06-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online


O comprimido cor de rosa da libido das mulheres

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

Uma comissão de especialistas dos Estados Unidos aprovou o chamado Viagra para as mulheres.

As recomendações deste painel de especialistas são normalmente aceitas pela autoridade de Washington responsável pela aprovação dos medicamentos.

Esta foi a terceira vez que o regulador dos Estados Unidos avaliou o FLIBANSERIN, mais conhecido como Viagra feminino. As anteriores tinham sido em 2010 e 2013 e fracassaram devido aos efeitos secundários e às poucas provas de que seria eficaz.

A reunião desta quinta-feira contou com vários testemunhos de técnicos, mas também de pacientes que já tomaram o comprimido e garantiram que deu resultado.

Ao contrário do Viagra masculino, que afeta o sangue na zona genital dos homens, este trabalha sobre o cérebro das mulheres.

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