Bispo Luiz Cappio, no marco zero da transposição:
promessas traídas e luta que segue

A jornalista Maria Olívia Soares lembra neste 03 de Junho, Dia Nacional em Defesa do Rio São Francisco

Situação é crítica no Rio São Francisco. Vale a pena ler e acompanhar a série de reportagem publicada pelo Estado de Minas, a partir do dia 31 de maio.

“Passados 10 anos, mais uma vez, a história de frei Luiz Cappio (bispo da diocese da Barra, oeste da Bahia) se confunde com a do rio: as promessas feitas a ambos não foram cumpridas, o São Francisco definha a uma velocidade que surpreende os mais pessimistas e a transposição, apresentada como panaceia para matar a sede no Nordeste, não apenas avança a passos trôpegos, como zomba de sertanejos, ao lhes negar acesso até à pouca água que tinham antes do início da obra. Foi o que descobriu o Estado de Minas, ao percorrer 3.500 quilômetros de seca, assoreamento, poluição e descaso, entre Minas, Bahia e Pernambuco, para a série de reportagens apresentada a partir de hoje 31 de maio)”, diz trecho da reportagem do jornal Estado de Minas.

BAHIA EM PAUTA TEM RAÍZES PROFUNDAS FINCADAS NAS BARRANCAS DO RIO SÃO FRANCISCO: PESSOAIS E CULTURAIS.BP ESTÁ 100% AO LADO DA CAUSA DOS QUE VERDADEIRAMENTE DEFENDEM O RESPEITO ÀS SUAS ÁGUAS, À SUA HISTÓRIA, CULTURA E PRESERVAÇÃO.AQUI RESISTIREMOS AOS ATENTADOS DE MORTE E ÀS TRAIÇÕES DE TODO TIPO AO VELHO CHICO.
(Vitor Hugo e Maria Olívia)

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Comentários

Taciano Lemos de Carvalho on 4 junho, 2015 at 0:21 #

Vitor,
Não nasci nas barrancas do Rio São Francisco, mas “Eu viro carranca pra defender o Velho Chico”.


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