DEU NO BLOG O ANTAGONISTA ( DOS JORNALISTAS MARIO SABINO E DIOGO MAINARDI)

Barbosa: Dilma cometeu crime de responsabilidade ao atacar a delação premiada

Joaquim Barbosa ( ex-presdente do Supremo Trbunal Federal e relator do processo do Mensalão) manifestou-se no Twitter sobre as declarações infelizes de Dilma Pixuleco. Disse ele, numa série de tweets:

Há algo profundamente errado na nossa vida pública. Nunca vi um Chefe de Estado tão mal assessorado como a nossa atual Presidente. A assessoria da Presidente deveria ter lhe informado o significado da expressão ‘law enforcement’: cumprimento e aplicação rigorosa das leis. Zelar pelo respeito e cumprimento das leis do país: esta é uma das mais importantes missões constitucionais de um presidente da República!

Nossa Constituição outorga ao presidente a prerrogativa de vetar um projeto ou de impugnar uma lei perante o STF por inconstitucionalidade. Porém a Constituição não autoriza o presidente a “investir politicamente” contra as leis vigentes, minando-lhe as bases. Caberia à assessoria informar a Presidente que atentar contra o bom funcionamento do Poder Judiciário é crime de responsabilidade!

“Colaboração” ou “delação” premiada é um instituto penal-processual previsto em lei no Brasil! Lei!!

Vamos sintetizar: ao dizer que “não respeita delatores”, Dilma Pixuleco atacou a lei e, em consequência, o Poder Judiciário, responsável pela sua aplicação. Isso é crime de responsabilidade. Mais um.

MAYSA!!! E BASTA!!!

BOA TARDE!

(Gilson Nogueira, direto da Carolina do Norte (USA) para o BP)


Cadê o monumento a Glauber…


…que estava aqui no Dois Leões (Baixa de Quintas)?

DEU NA TRIBUNA DA BAHIA, EDIÇÃO DESTA SEGUNDA-FEIRA (30/06). REPRODUZIDO PELA JORNALISTA MARIA OLÍVIA SOARES, NO FACEBOOK.

O busto de bronze e granito do grande cineasta baiano Glauber Rocha sumiu, escafedeu-se.
A escultura localizava-se na Baixa de Quintas, em Salvador, e foi inaugurada em 2003. O que era para ser local de homenagens, hoje é ocupado pelo vazio. A placa e o busto do artista foram roubados. Além disso, o cercado que deveria proteger a obra esta quebrado e todo o local, entregue ao mato.

De acordo com a Fundação Gregório de Matos (FGM) – sob o comando do autor, produtor e diretos teatral Fernando Guerreiro – , responsável pela manutenção dos bustos da cidade, o crime aconteceu no inicio desse ano. “O busto de Glauber Rocha foi roubado no início de 2015. É complicado por que esse tipo de material em que são construídos, é bastante visado pelos criminosos. Só nessa gestão, foram recuperados 21 monumentos.

No momento estão sendo recuperados outros cinco, são eles: Estátua do Barão do Rio Branco – Praça de São Pedro, Centro (previsão: julho /2015); Relógio de São Pedro – Praça de São Pedro, Centro (previsão: julho /2015); Estátua de Dom Pedro II – Praça Almeida Couto, Nazaré (previsão: agosto /2015); Sereia de Itapuã – Itapuã; Busto de Dorival Caymmi – Itapuã,” informou a FGM.

Segundo a fundação, não será agora que os baianos vão receber de volta os monumentos roubados. Primeiro será realizada uma licitação em 2016, a partir dai , serão iniciadas as reposições.

Glauber Rocha (1939-1981) nasceu em Vitória da Conquista, Bahia, no dia 14 de março de 1939.

Ô, Bahia!!!

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

O MBB na campanha de 1989

Saudamos o lançamento do livro “Brizola”, dos jornalistas Clóvis Brigagão e Trajano Ribeiro, mas somos obrigados a fazer um reparo à nota do jornalista Levi Vasconcelos, sexta-feira, na coluna Tempo Presente, de A Tarde, que aponta Trajano como “um dos fundadores nacionais do MBB”.

A sigla é do Movimento Brasil-Brizola, ideia concebida pelo falecido jornalista Wellington Fonseca Ribeiro, em 1988, com o fim de congregar colegas de profissão para apoiar Leonel Brizola na primeira eleição presidencial de que aquela geração, nascida 40 anos antes, participaria.

Foi uma iniciativa cívica que alcançou, em Salvador e no Estado, uma dimensão bem maior do que seus articuladores imaginavam, tendo a sede do Rio Vermelho sido um referencial da campanha mais efetivo que a do próprio PDT, já que o então presidente, Mário Kertész, atuou como uma espécie de quinta-coluna.

O MBB ocupou espaço na imprensa e nas ruas, fez debates nas principais cidades, promoveu carreatas e distribuição de material na capital. Num ato de grande repercussão, trouxe a Salvador o histórico líder esquerdista Luís Carlos Prestes, aqui representado, na época, pelo grupo Ação Socialista.

Alguns participantes

Com a certeza de estarmos omitindo os nomes de muitos, podemos citar, entre os participantes mais ativos do Movimento Brasil-Brizola, os jornalistas Jorge Ramos, Alberto Sobral, Vítor Hugo Soares, Nona Fernandes e Ipojucã Cabral, os engenheiros Alex Novaes Vieira e Cláudio Mascarenhas, o empresário Raul Menezes e os médicos Lain Carvalho, Marluce Oliveira e Luiz Rechtman.

Atuação local

O MBB não existiu nacionalmente, restringido-se sua atuação ao Estado da Bahia.

BOM DIA!!!


Dilma:tensão à flor da pele nos Estados Unidos

DEU NO PORTAL G1/ O GLOBO

Do G1, em Brasília

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (29), em entrevista coletiva nos Estados Unidos, que não respeita delatores. Indagada sobre as supostas declarações do dono da UTC Ricardo Pessoa em depoimento de delação premiada, a petista ressaltou que recebeu doação de R$ 7,5 milhões da empresa investigada na Operação Lava Jato, porém, disse que o dinheiro foi repassado legalmente à sua campanha eleitoral no ano passado.

A petista argumentou nesta segunda-feira que não respeita delatores porque foi presa política durante o regime militar (1964-1985).

“Eu não respeito um delator, até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é. Tentaram me transformar em delatora, a ditadura fazia isso com as pessoas. Eu garanto para vocês: eu resisti bravamente e até em alguns momentos fui mal interpretada quando disse que, em tortura, a gente tem de resistir porque, senão, você entrega. Não respeito nenhum, nenhuma fala”, disse a presidente a repórteres em Nova York, onde se reuniu nesta segunda com investidores norte-americanos.

Durante a entrevista, Dilma garantiu que “nunca” se encontrou com Ricardo Pessoa e que não o recebeu desde que assumiu a Presidência. Ao explicar que as doações da UTC foram legais, a presidente ressaltou que não aceita e “jamais” aceitará que “insinuem” qualquer irregularidade sobre ela ou sobre sua campanha. “Se insinuam, têm interesses políticos”, enfatizou.

A petista destacou que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), seu adversário no segundo turno da corrida presidencial de 2014, também recebeu contribuições da construtora UTC. Segundo ela, a diferença de valores entre as doações feitas pela empreiteira às campanha do PT e do PSDB foi “muito pequena”.

“A minha campanha recebeu dinheiro legal, registrado, de R$ 7,5 milhões [da UTC]. Na mesma época que eu recebi os recursos, pelo menos uma das vezes, o candidato que concorreu comigo recebeu também, com uma diferença muito pequena de valores. Eu estou falando do Aécio Neves – até porque só teve um candidato que concorreu comigo, estou falando do segundo turno”, observou.

Após as declarações da presidente, o senador Aécio Neves divulgou nota na qual a criticou por comparar o processo de delação premiada ao que ele chamou de “pressão” sofrida por ela na ditadura militar. Ele disse também que é preciso alguém informá-la “rapidamente” de que o objetivo da Operação Lava Jato é investigar o esquema que atuou na Petrobras.

Dilma também foi questionada sobre se pretende tomar providências em relação às denúncias de Ricardo Pessoa. Segundo ela, se ele a citar nominalmente, ela cogita processá-lo.

‘Vazamento seletivo’

No último sábado, antes de embarcar para os Estados Unidos, a presidente convocou os ministros Edinho Silva (Comunicação Social), Aloizio Mercadante (Casa Civil) e José Eduardo Cardozo (Justiça) para reunião no Palácio da Alvorada.

Tesoureiro da campanha de Dilma à reeleição, Edinho Silva confirmou, em entrevista após a reunião, que a UTC doou R$ 7,5 milhões à petista na eleição do ano passado. O ministro, no entanto, criticou o que chamou de “vazamento seletivo” da delação do empresário e disse que pediria ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ter acesso aos depoimentos do empresário.

“Então, me causa indignação que meu nome tenha sido envolvido em uma delação premiada. Me causa indignação o vazamento seletivo desta delação e me causa indignação a tese de criminalização das doações à nossa campanha”, reclamou Edinho Silva na entrevista do último sábado.

jun
30
Posted on 30-06-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-06-2015


Pater, no jornal A Tribuna (ES)

CRÔNICA

O combustível de cada dia

Maria Aparecida Torneros

Sempre pensei, isso desde menina, que a cada pessoa corresponde um tipo de “combustível”. Para uns ou muitos, saco vazio não fica em pé, como dizia a minha avó, e a comida é ritual e necessidade saneadora para preencher vazios físicos e emocionais.

Porém, o que move a máquina humana pode ser o poder, a ideologia, o desafio em geral, o dinheiro, o bendito amor, a religião, os radicalismos, as paixões, os sonhos, as ilusões, tantas buscas.

Um dia, ouvi uma amiga que viaja muito me dizer que faz isso para fugir do cotidiano. Quase entendi.

Mas lembrei dos que têm vida agitada, viajam muito a trabalho e se aposentam, param, como eu parei, e descobrem outros combustíveis para queimarem enquanto a vida passa.

Definitivamente, o meu, é a palavra. Por exemplo, agora, nem sai da cama. Domingo, vou levantar, tomar café e passar o dia em casa da mamãe.

Faz friozinho pego o tablet na cabeceira. E não resisto a algumas fotos. E palavrinhas.

Numa, o ministro Levy acomodado, no avião, aguarda a decolagem para acompanhar a comitiva de Dilma no encontro com Obama. Seu combustível deve ser número ou números em geral. Poder e mídia também fascinam, sei disso, mas lidar com cifras para quem gosta, deve ser prazer inenarrável.

Então, olho as fotos que tirei ontem da mesa do almoço que preparei para mim e minha secretária doméstica que só vem aos sábados. Comemos pouco. Bebemos quase nada. Mas registrei.

E neste momento, aciono o meu combustível doido, escrever, descrever, contar com prazer alguma história.

Bem, é domingo. Melhor sair da cama e olhar lá fora se o sol brilha e esquenta as vidas. Vou viver a minha movida pelo encanto das sílabas.

É o que gosto porque me abasteço delas. Afinal, bom dia e bom domingo para todos nós, loucos e dependentes de combustiveis mais doidos ainda.

Cida Torneros é jornalista e escritora. Mora no Rio de Janeiro, edita o Blog da Cida, onde o texto foi publicado originalmente (no domingo(28)


Levy em NY: sem autorização médica

DEU NO G1/O GLOBO

Débora Cruz
Do G1, em Brasília

O médico que atendeu o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante sua internação na noite de sexta-feira (26), afirmou ao G1 nesta segunda-feira (29) que não autorizou sua viagem aos Estados Unidos, para acompanhar a visita oficial que a presidente Dilma Rousseff faz ao país. Levy embarcou na noite de sábado em um voo comercial, por volta das 22h.

“Com diagnóstico de embolia pulmonar, ele não poderia ter viajado. O ministro Levy é um bom cumpridor de ordens econômicas, administrativas, mas médicas não”, afirmou o pneumologista Arhur Vianna.

Ao chegar a Nova York, no domingo (28), Levy havia afirmado a jornalistas que não descumpriu ordem médica para viajar. “Não. Não descumpro ordem de ninguém. Sou muito obediente”, declarou.

De acordo com o médico, a viagem aumenta o risco de desencadear um novo episódio de embolia pulmonar. Segundo ele, esse risco foi assumido pelo ministro. Vianna disse ainda que não acompanharia Levy na viagem “em hipótese alguma”, por ser contrário à decisão do ministro.

Como a embolia pulmonar ocorre quando um coágulo entope uma veia e obstrui a chegada do sangue ao pulmão, viagens longas, em que o paciente se movimenta pouco, podem prejudicar a circulação e agravar o quadro, de acordo com o médico. Ainda conforme o pneumologista, por estar medicado, os riscos à saúde de Levy no retorno ao Brasil são “muito pequenos”.

Procurado pelo G1, o ministério da Fazenda afirmou que não vai se pronunciar sobre o assunto.

Diagnóstico

Levy recebeu o diagnóstico de embolia pulmonar na noite de sexta-feira (26) e chegou a ser internado, em Brasília, no Hospital do Coração do Brasil, sendo liberado à 1h24 de sábado (27). Ele viajaria no sábado pela manhã com a comitiva da presidente, mas acabou adiando a partida para a noite, em um voo comercial. Ao chegar a Nova York, no domingo, disse a jornalistas estar bem e seguiu compromissos oficiais.
Joaquim Levy em Nova York (Foto: GloboNews)

Na quarta-feira (24) o ministro já havia dado entrada no mesmo hospital com suspeita de infarto. Ele passou por exames de tomografia e de sangue e foi liberado, já que a suspeita não se confirmou. No dia seguinte, durante o procedimento de revisão dos exames, foi constatada a embolia pulmonar.

Na sexta (26) ele voltou ao Hospital do Coração, desta vez acompanhado pelo médico Arthur Vianna, que se deslocou do Rio de Janeiro especialmente para atender o ministro.

Meta central de inflação

Na chegada ao hotel, em Nova York, o ministro também foi questionado sobre a redução no teto da meta central de inflação para 2017. “Acho que é bom, é mais uma etapa, né, de a gente estar fortalecendo o sistema de metas de inflação. Eu acho que ele aumenta a previsibilidade da economia brasileira e com isso ajuda o trabalho que a gente tá fazendo”, declarou.

A meta central de inflação foi fixada na quinta-feira (25) pelo Conselho Monetário Nacional em 4,5% para o ano de 2017. Trata-se da mesma meta central adotada pelo governo federal desde 2005.

O intervalo de tolerância em relação à meta central, porém, caiu de dois pontos percentuais (para cima e para baixo em relação ao objetivo central) para 1,5 ponto percentual. Na prática, isso significa que o piso será de 3% e que o teto será mais baixo: de 6% em 2017 sem que a meta seja formalmente descumprida.

Se o intervalo de tolerância anterior de dois pontos percentuais fosse mantido – o que não aconteceu – o teto, em 2017, seria de 6,5% (patamar que vigorou entre 2006 e 2016).

Agenda oficial
A viagem da presidente Dilma Rousseff aos EUA conta com 11 ministros e inclui um encontro com o presidente Barack Obama. O objetivo é retomar as relações diplomáticas, atrair investimentos para concessões na área de infraestrutura (aeroportos, portos, rodovias e ferrovias) e impulsionar a economia.

A comitiva presidencial é formada pelos ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Jaques Wagner (Defesa), Joaquim Levy(Fazenda), Renato Janine Ribeiro (Educação), Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Nelson Barbosa (Planejamento), Ricardo Berzoini (Comunicações), Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia), Kátia Abreu (Agricultura) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente), além do assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia.

FELIZ TOM, BRASIL!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)

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