VALEU, ARANHA!!! GRANDE E HONROSA VIDA!!!

SAUDADES!

(Vitor Hugo Soares)

Luto em Alagoinhas e na Bahia

Morreu na tarde dessa segunda-feira, 25, devido a complicações de uma diabetes mellitus, o subsecretário de Governo e ex-vereador do município de Alagoinhas, Antônio Fernando Xavier dos Santos, conhecido como Fernando Aranha.

O velório está sendo realizado na Câmara de Vereadores de Alagoinhas e o sepultamento será às 15h de hoje (26), no Cemitério Praça da Saudade, na cidade do Recôncavo baiano.

Aranha era e presidente regional do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Há 21 anos ele estava ligado à legenda criada pelo ex-governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, na volta depois de longo exílio imposto pela ditadura de 64. Foi também destacado membro do Movimento Brasil Brizola (MBB) em Salvador, na campanha do líder gaúcho à presidência da República.

Ao lado do saudoso ex-deputado cassado e ex-prefeito de Feira de Santana, Chico Pinto, participou de importantes lutas baiana e nacionais pela redemocratização e pelos direitos humanos no Brasil.

A prefeitura de Alagoinhas decretou Luto Oficial de três dias.

Nascido em Alagoinhas em 18 de maio de 1951, ele era casado com Cleide Lobo dos Santos e pai de três filhos Juliana, Pedro e Bruno. Prestou vestibular e iniciou faculdade no curso de História (incompleto), foi vereador da cidade de Alagoinhas entre 1982 a 1988. Também foi diretor do extinto Centro de Educação Profissional (CEPA) de Alagoinhas.

Em Salvador, foi diretor de Serviços Públicos na administração da prefeita Lídice da Mata.

GRANDE ARANHA!!! SAUDADES E O TRIBUTO COMOVIDO DO BAHIA EM PAUTA.

(Maria Olívia Soares e Vitor Hugo Soares)


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Uma vizinhança dolorosa demais

A recente tragédia da Conceição da Praia teve especial repercussão em todo o Brasil por ter ocorrido no centro histórico de Salvador, região em geral focalizada com interesses promocionais e turísticos, de fato atraindo muito visitantes.

O noticiário nacional destacou o aspecto que pareceu mais importante: a proximidade do deslizamento de terra com o Elevador Lacerda, talvez o maior ícone arquitetônico desta vetusta capital.

Coube ao jornalista Vítor Hugo Soares, no artigo “Verões do poder em Aratu e outono triste em Salvador”, publicado no site Bahia em Pauta, chamar a atenção para o que ninguém lembrou: “Poucos metros acima, na Praça Tomé de Souza, fica o prédio da Prefeitura”.

Para aproveitar a própria condição do sítio, pode-se dizer que a administração municipal sucumbiu a um problema “histórico”, porque a verdade é que esta cidade é uma bomba-relógio no que diz respeito a ocupação irregular e destruição pelas chuvas. É como um destino, até hoje pouco contestado seriamente.

A sociedade é desigual, as oportunidades continuarão rareando para a massa, e a formação de novos focos de conflito – de variada natureza – é somente questão de tempo. A Prefeitura não consegue prevenir a desgraça bem pertinho de sua sede, e isso é apenas o símbolo da incapacidade sistêmica.

Do caos nasce a publicidade

Contraposta ao clima de desgosto com as mortes e destruição decorrentes das chuvas, torna-se mais reprovável ainda a torrente de propaganda que a Prefeitura despeja nos órgãos de comunicação.

Além do caráter perdulário que transmite numa situação de crise, a prática traz intrínseca a imoralidade, salvo as campanhas de natureza institucional, de ser o uso de dinheiro público na construção de uma imagem política.

Uma peça, particularmente, é digna de registro: a que anuncia o cartão “primeiro passo”, que distribui, sob certas condições, R$ 50 mensais a crianças de até cinco anos, no limite de três por família, para suprir necessidades básicas.

O programa é restrito a crianças carentes que não tenham conseguido vaga em creches e escolas da rede municipal. Seu custo mensal é estimado em R$ 900 mil, despertando a curiosidade de ver tal quantia comparada ao dispêndio do anúncio.

No caso do atual prefeito, a moderação é mais recomendável por ser ele um dos proprietários de meios de comunicação que, até pela vanguarda de audiência que ostentam, são, pelo critério da “mídia técnica”, dos que mais se beneficiam com a dinheirama


Foto Luis Tito . Ag A Tarde

DEU NO PORTAL DO JORNAL A TARDE

Teófilo Henrique, com informações de Alean Rodrigues

O detento Deoclécio Aurélio Viana do Santos que estava internado no Hospital Cleriston Andrade, em Feira de Santana (109 km de Salvador) morreu na tarde desta segunda-feira, 25. A informação foi confirmada pelo diretor do hospital, João Carlos Pitangueira. Também nesta tarde os corpos dos outros oito mortos foram retirados do presídio e encaminhados para o Institulo Médico Legal (IML) da cidade.

De acordo com o diretor, Deoclécio ia ser operado, mas não resistiu aos ferimentos. “Ele não resistiu, tinha muitas lesões pelo corpo”, disse Pitangueira. Outros quatro presos receberam alta do hospital.

O motim foi encerrado na manhã desta segunda-feira, 25, com a liberação das pessoas, que passaram a madrugada dentro do conjunto penal.

Com o fim da rebelião, após mais de 18 horas de negociação, uma perícia e vistorias foram realizadas pelas polícias nas dependências da unidade prisional.

A polícia apreendeu dois revólveres e uma pistola, além de diversas armas brancas, informou o coronel da PM. Ainda segundo o comandante, o grupo que iniciou a rebelião tentou invadir outro pavilhão do presídio, mas foi impedido por cerca de 250 agentes penitenciários.

Durante as negociações o grupo pediu a presença da imprensa, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Feira de Santana no local. Segundo o coronel da PM Adelmário Xavier, comandante da Regional Leste, todas as exigências foram atendidas.

O presídio tem capacidade para 608 pessoas, mas atualmente está com 1.500 presos.

VIVA MADRI! VIVA BARCELONA!!! VIVA ESPANHA!!

BOM DIA!!!

( Vitor Hugo Soares)


Manuela, a magistrada:triunfo em Madri

DO EL PAIS

Manuela Carmena, uma juíza aposentada com prestígio que usa o metrô e que escapou de uma matança fascista em 1977, e Ada Colau, uma ativista especializada em paralisar despejos hipotecários de pessoas que ficariam sem casa, serão, previsivelmente, as novas prefeitas de Madri e Barcelona. São os principais símbolos da tempestade política que atingiu a Espanha nas eleições municipais e regionais deste domingo.

No caso de Madri, Carmena necessitará do apoio do Partido Socialista (PSOE) para governar. Tudo aponta que será assim. Os resultados oficiais, com 99% dos votos apurados, refletem uma situação de quase empate na capital Madri entre o conservador Partido Popular (PP), o partido do presidente Mariano Rajoy (34,4% e 21 vereadores de 57) e Ahora Madrid, uma coalizão de movimentos cidadãos comandados por Carmena (31,9% e 20 vereadores), assim como uma importante queda do PSOE de Antonio Miguel Carmona (15,34% e 9 vereadores) e um resultado mais pobre do que o esperado para Ciudadanos (11% e 7 vereadores), um novo partido de centro-direita. Carmena fez um discurso no domingo à noite e afirmou “grandes mudanças ocorreriam na capital”.

Desta maneira, a capital da Espanha, cidade onde há quatro anos nasceu o movimento dos indignados (15-M) e Barcelona serão os paradigmas do giro à esquerda que vem experimentando o país.

Não só isso. Carmena e Colau não pertencem a nenhum partido político. Formam parte de plataformas e grupos heterogêneos, como Podemos, herdeiros desses movimentos sociais que renegaram os partidos políticos tradicionais, principalmente os indignados. As duas, além disso, basearam boa parte da campanha eleitoral nas redes sociais. Serão mudanças histórias: em Madri, o PP de Mariano Rajoy governa há 24 anos.

A longo prazo, Ahora Madrid promete auditar a dívida pública, revisar contratos municipais para devolver à Prefeitura vários serviços públicos, como o de limpeza urbana; paralisar as principais intervenções urbanistas da cidade; subir os impostos às grandes empresas; abaixar as tarifas de transporte público, entre outras medidas.

No entanto, no mesmo dia que Carmena foi escolhida como candidata, Ahora Madrid apresentou as cinco medidas mais urgentes, votadas em processo aberto a toda a população, que deverão ser implementadas nos primeiros 100 dias de Governo.

Colocar todos os meios e recursos municipais para a paralisação de ações de despejos e para garantir uma alternativa habitacional.
Paralisar a privatização dos serviços públicos, a concessão de serviços municipais a grandes empresas e a venda do patrimônio público.
Garantir os serviços básicos (luz e água) a todos os lares que não podem pagar por eles.
Garantir o acesso a saúde pública e a todas as ações de prevenção e de promoção da saúde a todas as pessoas, independente de sua situação administrativa.
Desenvolver um plano urgente para a inclusão no mercado de trabalho de jovens e desempregados de longa duração.


Ada, a ativista:vitória em Barcelona

O grupo de Ada Colau, Barcelona en Comú, também apresentou um plano de choque para os primeiros meses de mandato, definido “ambicioso”, porém “factível”. Asseguram que muitas dessas medidas não possuem nenhum custo: “Exigem valentia política, bom senso e podem ser aplicadas de forma imediata”.

Criar 2.500 empregos com um investimento de 50 milhões de euros.
No campo social, pretendem multar os bancos que executem um desalojo hipotecário, taxar as empresas elétricas, revisar o cartão do transporte público e ampliar a gratuidade, e implementar uma renda municipal para famílias pobres.
Reverter as privatizações e concessões de serviços públicos e revisar projetos urbanísticos.
Reduzir salários dos representantes para até um máximo de 2.200 euros mensais, eliminar os carros oficiais e fazer uma auditoria em algumas entidades.

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA ( DOS JORNALISTAS MARIO SABINO E DIOGO MAINARDI)

Janot despreocupado

Rodrigo Janot disse o seguinte sobre a hipótese de não ser reconduzido ao cargo de procurador-geral da República:

“Caso um não possa fazer, não se iludam, outro com muito mais razão e mais força o fará. Assim nos ordena a Constituição, a República, a democracia, e nós todos membros do Ministério Público a esses ditames nos rendemos, para que possamos prosseguir no combate à corrupção.”

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