DEU NA COLUNA POLÍTICA RAIO LASER DA TRIBUNA DA BAHIA, EDIÇÃO IMPRESSA DESTA SEGUNDA-FEIRA, 20. NAS BANCAS.

Calado

Não se sabe por que motivo o ministro da Defesa, Jaques Wagner, ficou calado em relação à substituição do baiano Elmo Vaz no comando da Codevasf por um indicado do PP do Piauí. Coube, no entanto, ao senador Otto Alencar (PSD) destacar a perda para a Bahia da mudança promovida pela presidente Dilma Rousseff (PT), que, desta forma, termina desconsiderando a grande votação que a Bahia deu à sua reeleição, reduzindo cada vez mais a participação de baianos no governo federal, sem contar que em cargos de primeiro escalão só existe mesmo Wagner. O PMDB baiano também tentou emplacar o substituto de Elmo, o que faria o cargo ficar com o Estado, mas foi derrotado pelos aliados de Dilma.

BOA TARDE!!!


Mais de seis mil trabalhadores
já demitidos no estaleiro.

Os últimos Golias

Maria Olívia informa e recomenda no BP

‘Órfãos do estaleiro’ é o título da série de matérias que o Correio publica desde ontem, 19, e continua na edição de hoje. O repórter Alexandre Lyrio esteve na região e viu de perto o sofrimento das pessoas que tinham no empreendimento a esperança de uma vida melhor. Como de costume, ele soube usar muito bem as palavras para traduzir a dura realidade.

É gratificante acompanhar o trabalho realizado por profissionais como Lyrio, o nosso jornalismo carece de boas apurações, do olhar mais atento do repórter e de chegar mais fundo na pauta.

Correto e bom repórter, Alexandre Lyrio conversou com famílias que dependem do Estaleiro Paraguaçu para sobreviver. Essas pessoas estão passando todas as dificuldades, é tudo muito triste, elas estão vivendo hoje sem emprego, e sem perspectivas. Resta a velha esperança de um futuro melhor e que as atividades do estaleiro sejam retomadas. Recomendo fortemente a leitura desse grande trabalho.

A Faculdade de Direito da UFBA comunica que foi adiado para segunda-feira (25) o lançamento do Livro em Homenagem aos seus 124 anos de existência, em virtude do falecimento do servidor Jovino Ferreira. O livro seria lançado hoje (20) em evento que acontecerá na segunda da semana que vem, às 19:45h, na Sala da Congregação da Faculdade de Direito, campi do Canela.

“Faculdade de Direito da Bahia: processo histórico e agentes de criação da Faculdade Livre no final do século XIX” é o livro que o advogado e professor de Direito da Universidade Federal da Bahia, Júlio Rocha, vai lançar.

A obra aborda o processo e sujeitos históricos que foram determinantes para a criação da Faculdade de Direito da Bahia, analisa as condições políticas do início da República, a Reforma Benjamim Constant e o processo de criação das Faculdades Livres. Faz ainda reflexão sobre as condições históricas que possibilitaram o surgimento da Faculdade da Bahia em 1891, no final do século XIX, suas primeiras turmas, direção, congregação, revista da Faculdade de Direito e fatos marcantes, como o Manifesto dos Estudantes da Faculdade de Direito contra o massacre das forças armadas aos conselheiristas na Guerra de Canudos (1897).

“Este é um trabalho sobre nossa faculdade e sobre vários protagonistas que fizeram dela a primeira Faculdade da República em 1891. É também um tributo a uma construção coletiva nos 124 anos da Faculdade de Direito da UFBA”, sintetiza o autor.

Julio Cesar de Sá da Rocha é professor adjunto da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, vice-diretor eleito da FDUFBA (2013-2017), possui Mestrado (PUC São Paulo, 1998) e Doutorado em Direito (PUC São Paulo, 2001), pós-doutorado em Antropologia (UFBA, 2012), professor concursado de História do Direito e Sociologia Jurídica da FDUFBA e do Programa de pós-graduação em Direito da UFBA (Mestrado e Doutorado). Também é Vice-coordenador do Mestrado Profissional em Segurança Pública, Justiça e Cidadania da UFBA (MPSPJC), da Law and Society Association (LSA, EUA) e coordenador da Comissão de Memória e Verdade Eduardo Collier Filho e do Laboratório de História do Direito da FDUFBA.

(Com informações da UFBA e do jornalista Paulo Amâncio)

Uma mulher morreu soterrada na manhã desta quarta-feira (20) nos escombros de uma casa que desabou no bairro do Comércio (Cidade Baixa), em Salvador. Segundo informações da 16ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Comércio), o acidente aconteceu por volta das 6h30, na Praça Municipal, ao lado do Elevador Lacerda.

Este é o 21º caso de morte em consequência de deslizamentos de encostas e desabamentos causados pelas chuvas na capital baiana nas últimas tres semanas.Na última madrugada um forte e prolongado temporal voltou a causar fortes estragos na cidade em emergência.

Ainda de acordo com a polícia, equipes do Corpo de Bombeiros foram para o local para resgatar a vítima. Por volta das 9h os Bombeiros localizaram Claudenice dos Santos Gonçalves, 51 anos, mas ela já estava morta. Ela deixa cinco filhos.

A mãe dela, de prenome Antonieta, conseguiu sair durante o desabamento e foi socorrida por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A Salvar também foi para o local para prestar socorro.

Segundo a Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador), o trânsito de veículos pesados na Ladeira da Montanha foi bloqueado para facilitar o trabalho das equipes de resgate. Os ônibus estão desviando pela Avenida Contorno.

Outro desabamento foi registrado na madrugada de hoje em Campinas Brotas. O acidente aconteceu na Rua Engenheiro José Anasoh, por volta das 2h, próximo ao Colégio Estadual Deputado Henrique Brito. Segundo a polícia, parte do imóvel caiu, mas não deixou feridos.

(Com informações do Correio24Horas. Redação)

Cadê o prefeito ACM Neto? Onde anda e o que faz o governador Rui Costa enquanto a Cidade da Bahia se afoga e a sua gente geme e se desespera nas encostas em mais esta terrível madrugada de temporal?

E a presidente de tantos votos “da capital mais dilmista do Brasil” e tantas alegres temporadas de verão na Praia de Inema, Base Naval de Aratu? Dá as costas para Salvador nesta hora de chuvas, desabamentos, mortes, desabrigo e abandono? Responda quem souber.

(Vitor Hugo Soares)

maio
20
Posted on 20-05-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-05-2015

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

A gradação do roubo segundo Wagner

Tem razão o ministro da Defesa, Jaques Wagner, quando diz que “não vamos encontrar um partido que seja detentor de toda a pureza imaginada”.

A questão é que o PT institucionalizou a corrupção. Fez do assalto aos cofres públicos uma concepção de exercício do poder e de disputa pelo poder.

Fora o fato de ter chegado à presidência da República, Lula à frente, como depositário de toda a esperança ética da sociedade brasileira.

Para concordar com Wagner, no entanto, não é preciso esse apelo retórico. Basta reconhecer que o ex-ministro Carlos Lupi também tem razão: o PT exagerou.

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Mantenha distância

Na entrevista concedida à revista Época e transcrita pela Tribuna da Bahia, Wagner só não foi feliz ao dizer que conhece as ruas.

Pelo menos enquanto foi governador da Bahia, por elas não transitou.

maio
20
Posted on 20-05-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-05-2015

maio
20

DO EL PAIS

Afonso Benites

De São Paulo

Funcionou a pressão que o Governo Dilma Rousseff fez em sua base aliada no Senado. Por 52 votos a 27, os senadores aprovaram a indicação do advogado Luiz Edson Fachin para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Para ser aprovado, o advogado precisava conseguir 41 votos dos 81 senadores. A votação foi sigilosa. Mais cedo, a oposição havia derrotado o Governo ao rejeitar a indicação de um diplomata alinhado com a presidenta para ocupar o cargo de embaixador na Organização de Estados Americanos (OEA).

Alvo da mais longa sabatina promovida pelo Legislativo brasileiro, Fachin foi o primeiro candidato ao posto que corria o sério risco de não ser aprovado pelos senadores desde o Governo Floriano Peixoto (1891-1894), quando o Senado rejeitou cinco indicações presidenciais.

A preocupação com a recusa estava clara na fala dos líderes do Governo na Casa, Delcídio do Amaral (PT-MS), e o do PT, José Pimentel (PT-CE). Assim que os trabalhos legislativos começaram, ambos pediram que todos os senadores votassem a favor da indicação de Fachin. Amaral reforçava mais de uma vez no microfone do Senado: “Precisamos de 41 votos a favor”.

Três eram os articuladores contra o nome de Fachin, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) e o partido oposicionista PSDB. O primeiro está em uma intensa disputa de poder com a presidenta depois que seu nome foi incluído pelo Ministério Público na lista de investigados pela Operação Lava Jato. Durante a votação, porém, este peemedebista disse que conduziu todo o processo com total isenção. O segundo, aliado de Calheiros, queria defender a tese de que Fachin não preenchia os requisitos constitucionais para o cargo, já que por 16 anos atuou como advogado e procurador de Justiça no Paraná, algo que seria ilegal. Já o terceiro, tinha como objetivo, óbvio, desgastar o Governo Rousseff.

Apesar dos contratempos políticos, vários juristas defendiam a nomeação de Fachin para o STF. Entre eles estão os juristas Dalmo Dallari e Ives Gandra Martins e parte dos ministros do Supremo, como Ricardo Lewandovski e Marco Aurélio Mello.

Considerado mais progressista que Joaquim Barbosa, de quem ocupará a cadeira, Fachin já advogou para movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) e fez campanha para Rousseff no ano de 2010. Na sabatina do último dia 12, o advogado afirmou que não teria problema em julgar qualquer partido, mesmo já tendo defendido entidades alinhadas com o PT e outras legendas de esquerda, e posicionou contra o aborto. Se por um lado Fachin não participará da etapa inicial da Lava Jato no STF – ele ocupará uma vaga na primeira turma, e o caso está com a segunda -, caso o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado (PMDB-AL), se tornem réus no processo, caberá ao plenário completo julgá-los.

A escolha de ministro para o STF é de livre iniciativa da Presidência entre cidadãos com idade entre 35 e 65 anos, notável saber jurídico e reputação ilibada, conforme o artigo 101 da Constituição Federal. A nomeação de Fachin pode ser considerada uma vitória do desgastado Governo Rousseff. Com essa indicação, a presidenta já nomeou 5 dos 11 ministros que hoje atuam na mais alta Corte brasileira. Os outros são Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki e Luis Roberto Barroso. Com recente aprovação da “PEC da Bengala”, que adia a aposentadoria compulsória dos ministros da corte, pode ser o último a ser indicado por Rousseff no poder.

Advogado e professor de Direito Civil, o gaúcho Fachin tem 57 anos _pode ficar pelos próximos 18 na mais alto tribunal brasileiro. Fez carreira profissional no Paraná e atualmente leciona na Universidade Federal daquele Estado. Desde 2011 seu nome circula como uma possível indicação ao STF. Naquele ano, foi preterido por Fux. Em 2013, quando outra vaga foi aberta, Roussef escolheu Barroso.

maio
20
Posted on 20-05-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-05-2015


Gilson, no portal de humor gráfico A Charge Online

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