Trem ficou completamente destruído/AP

DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

O número de mortos pelo descarrilamento de um trem na noite do terça-feira na Filadélfia, no nordeste dos EUA, subiu hoje para seis, enquanto mais de 140 pessoas estão internadas em hospitais, informaram as autoridades. Pelo menos cinco feridos no acidente com o trem que fazia a rota entre Washington e Nova York permanecem em estado crítico.

Em entrevista coletiva, o prefeito da Filadélfia – Michael Nutter – disse que as causas do acidente ainda são desconhecidas e explicou que alguns vagões estão “completamente virados”. Além disso, alertou que os agentes dos serviços de emergência continuam as buscas por possíveis vítimas no interior do trem, por isso fez questão de frisar que todos os números são “provisórios”.

O descarrilamento aconteceu por volta das 21h20 locais (22h20 de Brasília), e a Junta Nacional de Segurança do Transporte (NTSB, sigla em inglês) já deu início às investigações.

O trem levava 238 passageiros e cinco membros da tripulação quando entre oito e dez de seus vagões descarrilaram no trecho de Port Richmond, na Filadélfia, segundo as autoridades. O acidente aconteceu próximo de um trecho no qual as vias realizam uma curva, mas se desconhece se isto teve algum envolvimento ou não no ocorrido.

O acidente, do qual o FBI já descartou se tratar de um ato terrorista, mobilizou 120 agentes do corpo de bombeiros e 200 policiais. Por sua vez, a operadora ferroviária Amtrak cancelou toda circulação de trens entre Filadélfia e Nova York.

“Viajávamos tranquilamente e, de repente, estávamos batendo contra a parede”, disse à emissora NBC Don Kelleher, um dos passageiros.

Algumas pessoas conseguiram sair sozinhas dos vagões virados, enquanto os bombeiros tiveram que retirar o restante dos passageiros, muitos deles feridos. Tom Wolf, governador da Pensilvânia, garantiu que está em contato com as autoridades locais e que está “acompanhando” a situação de perto.

O acidente ferroviário desta terça-feira na Filadélfia é o segundo mais grave ocorrido nos Estados Unidos neste ano. Em fevereiro, sete pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas quando uma composição colidiu com um carro em uma passagem de nível em Valhalla, localidade que fica ao norte de Nova York.

Autumn Leaves,The Super Jazz Trio,Tommy Flanagan, para tocar o coração!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)


Ricardo Pessoa:bomba ambulantem em Brasília

DO UOL/FOLHA

Dono de empreiteira assina acordo de delação nesta quarta
Zanone Fraissat – 14.nov.2014/Folhapress
O empresário Ricardo Pessoa, presidente da UTC, quando foi preso, em novembro de 2014
O empresário Ricardo Pessoa, presidente da UTC, quando foi preso, em novembro de 2014

MARIO CESAR CARVALHO
FLÁVIO FERREIRA
DE SÃO PAULO

Após negociações que se arrastam desde janeiro, o empresário Ricardo Pessoa, dono da UTC e da Constran, viaja nesta quarta-feira (13) a Brasília para assinar o mais esperado acordo de delação da Operação Lava Jato.

Pessoa é o primeiro dono de empreiteira a assinar esse tipo de acordo para ter uma pena menor. Até agora, os delatores mais graduados da Lava Jato eram dois executivos da Camargo Corrêa, que ocupavam a presidência e a vice-presidência da empreiteira, mas foram afastados.

O grupo UTC-Constran tem 29 mil funcionários e faturou R$ 5 bilhões no ano passado.

Além de prometer revelar o que sabe, Pessoa vai pagar uma multa, cujo valor nas últimas conversas com procuradores era de R$ 55 milhões.

O empresário é acusado por delatores de chefiar um grupo de empreiteiras que se reuniam para discutir quem ficaria com obras da Petrobras, o que pode caracterizar cartel.

O acordo será assinado na Procuradoria-Geral da República porque Pessoa citou uma série de parlamentares, que só podem ser processados pelo STF, e porque as conversas com a força-tarefa do Ministério Público Federal em Curitiba fracassaram.

Como havia interesse para que Pessoa revelasse o que sabe, o procurador-geral Rodrigo Janot indicou homens de sua extrema confiança para prosseguir com as conversas. A tática deu certo.

Pessoa deve oficializar o que já narrou na fase de negociação. Ele contou, por exemplo, que doou R$ 7,5 milhões para a última campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) por temer retaliações do partido nos contratos que tinha com a Petrobras, conforme a Folha revelou no sábado (9).

Segundo Pessoa, a doação foi acertada com Edinho Silva, tesoureiro da campanha de Dilma e atual ministro da Secretaria de Comunicação Social –ele e o PT disseram que todas as doações ao partido seguiram a lei eleitoral.

O empresário também contou que pagou propina para conseguir o contrato da obra da usina nuclear de Angra 3.

DO EL PAIS

Gil Alessi

São Paulo

“Aqui vos fala um sobrevivente. Me orgulho de ter vendido laranjas na carroça do meu avô, de ter sido empacotador em uma loja de tecidos e de vender passagens em um terminal rodoviário”. Assim Luiz Edson Fachin, indicado por Dilma Rousseff para ocupar a vaga de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal, começou sua apresentação durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado nesta terça-feira. E o jurista precisou sobreviver a mais de doze horas de questionamentos por parte dos parlamentares – a última sabatina para o STF na CCJ, em 2013, durou sete horas, e referendou o nome de Luis Roberto Barroso para a corte. Ele foi aprovado por 20 votos contra sete. Agora o nome de Fachin precisa ser aprovado pelo plenário da Casa. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que tem feito críticas públicas a presidenta, pretende colocar a questão na pauta na terça-feira que vem, em outro round que promete provocar expectativas.

Ferraço abordou o assunto mais três vezes ao longo da sabatina. Em sua defesa, o jurista afirmou que prestou concurso público “antes da Constituição do Paraná ser promulgada”, e que sua nomeação saiu depois disso. “À época, conversei com o procurador-geral, que me afirmou que o que valia era a legislação vigente antes”. O professor também informou ter recebido o aval da Ordem dos Advogados do Brasil. “Como cidadão não vale a percepção de vossa senhoria nem a minha, vale o que está no texto constitucional”, rebateu o peemedebista.

Por outro lado, Fachin recebeu o apoio dos também paranaenses Álvaro Dias (PSDB-PR), relator da comissão, e do governador tucano Beto Richa, que compareceu à sabatina junto com outros líderes regionais do PSDB. Às 20h – dez horas após o início dos trabalhos -, senadores começaram a pedir o fim da sessão que havia sido iniciada às 10h, sugerindo retomar os questionamentos no dia seguinte. “Não acho humano uma pessoa passar 10h30 sentado. Nem na época da escola quando a gente ficava de castigo (sic)”, afirmou Omar Aziz (PSD-AM). O vice-presidente da sessão, José Pimentel (PT-CE) insistiu que a sabatina continuasse.

Outro tema que dominou a sabatina foi a relação de Fachin com o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra e seu alinhamento com o Governo de Dilma

Outro tema que dominou a sessão foi a relação de Fachin com o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra e seu alinhamento com o Governo de Dilma – em 2010 o advogado gravou um vídeo lendo manifesto de apoio à então candidata. Questionado por Humberto Costa (PT-PE) se hesitaria na hora de julgar alguma legenda, ele respondeu que “não teria nenhuma dificuldade de julgar qualquer partido”. Parlamentares da base governista alegaram que a história do Supremo é repleta de ministros que militaram politicamente, entre eles foram citados Ayres Britto e Sepúlveda Pertence.

Ronaldo Caiado (DEM-GO), da bancada ruralista, encabeçou os questionamentos quanto à questão agrária e ocupações de terra feitas pelo MST. O jurista afirmou que “as ações que são realizadas dentro da lei são ações legítimas (…) Algumas dessas ações, em determinados momentos, não obstante que carregue reivindicações legítimas, desbordam da lei”. Neste caso, de acordo com ele, “a lei é, evidentemente, o limite desse tipo de manifestação”. Fachin defendeu a orientação do STF de se opor a desapropriações de terras em áreas invadidas: “Acho que essa postura é correta”. Fachin também disse nunca ter feito “proselitismo em sala de aula”.

Um prefácio escrito pelo jurista para o livro de um colega também provocou questionamentos na sabatina, já que a obra defenderia, na opinião de alguns senadores, a poligamia. “Quanto a essa questão, conhecida como o direito da amante, isso foi dito a partir de um trabalho acadêmico”, disse Fachin. De acordo com ele, a ideia da tese foi “colocar em questão a distorção que pode levar alguns princípios da família”. Para finalizar, o jurista disse defender “a estrutura da família com seus princípios fundamentais”. Sua mulher o acompanhou durante sua peregrinação pelo Senado nas semanas anteriores, e tanto ela como suas filhas estiveram presentes na sabatina hoje.

Aborto

Considerado progressista para temas relacionados à distribuição de terra e direitos indígena, Fachin foi questionado pela senadora Ana Amélia (PP-RS) sobre ao aborto. “Defendo a vida em sua dignidade e sou contra qualquer forma de interrupção que venha ocasionar um atentado à vida, seja no início ou no fim dela”, afirmou o professor católico. O jurista disse entender que a questão envolve “discussões atinentes à saúde pública”, mas que essa era sua posição “pessoal de cidadão, cristão e humanista”. Quanto à criminalização da homofobia, ele afirmou que cabe “atribuir direitos civis [aos homossexuais], e não de promover condutas ou eleger modelos como (…) a serem seguidos pelos jovens”.


Raul Castro no Palácio de Ondina,
de passagem por Salvador. Arquivo


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Sessão homenageia Cuba em momento histórico

Quando propôs para o dia 14 de maio – próxima quinta-feira, às 9 horas –, na Câmara Municipal, uma sessão em homenagem a Cuba, a vereadora Aladilce Costa (PCdoB) não imaginava que a data chegaria num momento histórico tão expressivo quanto a reaproximação com os Estados Unidos, país que promoveu o boicote econômico à ilha, que já dura mais de 50 anos.

A implantação, no ano passado, em Salvador, do consulado de Cuba para o Nordeste, tendo como titular a diplomata Laura Pujol, inspirou a vereadora. A ideia era reforçar os laços entre Salvador e Havana, que desde 1993 são cidades-irmãs, por lei soteropolitana sancionada pela então prefeita Lídice da Mata.

“Há muita identidade entre Salvador e Cuba, especialmente culturais, e o povo baiano tem muita curiosidade sobre o país e sua população, além de um certo afeto, em razão da resistência dos cubanos a meio século de embargo, que trouxe privações e sofrimento”, explicou Aladilce.

Pauta ampliada valoriza setor econômico

Com a nova perspectiva aberta pelo encontro entre os presidentes norte-americano, Barack Obama, e cubano, Raul Castro, na última cúpula das Américas, a pauta de sessão de quinta-feira, que terá a presença da embaixadora no Brasil, Marielena Ruiz Capote, também se ampliou.

“Queremos juntar nessa discussão as Secretarias da Cultura, de Turismo e da Indústria e Comércio”, disse a vereadora, informando que foram convidados ainda os setores econômicos, como a Federação das Indústrias e Associação Comercial e a Fecomércio.

“A Bahia e Cuba podem se beneficiar reciprocamente na área da cultura e nós temos muito o que ganhar com a saúde e a educação, que são segmentos em que Cuba avançou muito”, afirmou Aladilce, desatacando ainda a participação das universidades públicas na sessão.

DEU NO COMUNIQUE-SE ( PORTAL DA WEB COM NOTÍCIAS DE BASTIDORES DA IMPRENSA)

Escrito por Redação Comunique-se

Repórter da sucursal da Folha de S. Paulo na capital federal, Rubens Valente se dedicou ao mercado editorial em janeiro de 2014, quando lançou Operação Banqueiro. No livro, o autor analisou a relação do empresário Daniel Dantas com setores da imprensa, da política e do judiciário. Citado, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, se sentiu ofendido e moveu ação contra o jornalista e a editora responsável pela comercialização da obra, a Geração Editorial. O juiz do STF, entretanto, acaba de ser derrotado.

Mendes processou o jornalista três meses depois que o livro começou a ser comercializado, abril do último ano. Na ação, o ministro solicitava indenização de R$ 200 mil por danos morais. O pedido não foi acatado pela Justiça do Distrito Federal. Em decisão divulgada na quinta-feira, 7, o juiz Valter André de Lima Bueno Araújo, da 15ª Vara Cível do judiciário da capital federal, considerou que Operação Banqueiro não apresenta conteúdo que justifique a punição financeira por parte do escritor e da empresa responsável pela edição e comercialização.

“Em síntese, não foi demonstrada a divulgação de informação falsa ou o intuito difamatório nos trechos relacionados na inicial [ação], não sendo o caso, portanto, de acolher a pretensão do autor [Gilmar Mendes]”, afirmou Bueno Araújo em sua argumentação, conforme registra matéria da Folha. Apesar da decisão judicial divulgada nesta semana, a defesa do ministro do STF já anunciou que seguirá em busca de indenização por causa de “danos causados à imagem”, disse o advogado Rodrigo Mudrovitsch em contato com o jornal.

Ofendido que não quis falar?

Depois de Gilmar Mendes ter recorrido à Justiça para pedir, além da indenização por danos morais, que a Geração Editorial inserisse o que viria a ser a decisão em futuras edições do Operação Banqueiro e em revista de grande circulação, Rubens Valente se posicionou publicamente. O jornalista afirmou que tentou diversos contatos com o ministro durante o tempo em que trabalhou na produção do livro. As tentativas para ter a versão do magistrado publicada, entretanto, não foram eficazes, ressaltou ao usar as redes sociais.

Para o jornalista, a atitude do ministro representou “clara tentativa de alteração do conteúdo de uma obra que foi publicada de acordo com as leis em vigor”. “Simplesmente exerci o meu ofício de jornalista e o meu direito de cidadão de fazer um retrato de determinada realidade, tendo por base inúmeros documentos e entrevistas, incluindo declarações públicas do próprio ministro”, comentou Valente em texto publicado em abril de 2014.

maio
13
Posted on 13-05-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-05-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online


Eu sou você amanhã

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA (DOS JORNALISTAS DIOGO MAINARDI E MARIO SABINO)

O equivalente argentino a um misto de Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal arquivou definitivamente a denúncia do suicidado promotor Alberto Nisman contra a presidente Cristina Kirchner. Ratificou-se, assim, a decisão de um juiz kirchnerista de suspender a investigação sobre a participação dela no acobertamento dos terroristas iranianos que explodiram um centro judaico em Buenos Aires.

A Argentina é o Brasil de amanhã.

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