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Fachin é só mais um negócio

A Folha informa que Dilma Rousseff convidou Renan Calheiros para acompanhá-la hoje, no avião presidencial, ao velório do senador Luiz Henrique, em Joinville. A presidente quer falar pessoalmente com Calheiros sobre Luiz Edson Fachin e garantir a sua aprovação à vaga do STF. Lula e Calheiros também teriam marcado de se encontrar nesta semana, segundo O Globo.

O presidente do Senado já disse que a nota técnica da consultoria jurídica do Senado, que atesta a ilegalidade de Fachin quando advogou enquanto era procurador do Paraná, não representa a opinião da Casa. Ou seja, ele também não está nem aí com a denúncia de O Antagonista das barbaridades cometidas pela OAB/Paraná, com a anuência de Fachin (veja a série de posts “Fachin, a anatomia de uma fraude”, publicada no domingo).

O negócio de Renan Calheiros é fazer negócios.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 11 Maio, 2015 at 18:19 #

Fachin até pode ser aprovado, senadores costumam ignorar suas responsabilidades, comparecem à sabatina como meninos em festa. Disputam entre si, a melhor mesura o salamaleque mais gracioso.

Assim Fachin até poderá ser ungido, mas restará um cheiro forte de engano, de menoscabo à instituição STF.

Dilma, Renan, o tucano de voz empostada, Alvaro Dias, compõem a torcida, falta apenas confirmarem a presença de Stedile e seus companheiros de bonés na platéia, para o “namorado” da Rose exultar e “bebemorar”.

Perdão Montesquieu, eles sabem o que fazem.


luis augusto on 11 Maio, 2015 at 22:10 #

Vamos liberar. Com a PEC da bengala, será a última indicação de Dilma.


luiz alfredo motta fontana on 12 Maio, 2015 at 4:25 #

Tradução, deixe o Fachin entrar, e reze por um sucessor com mais juízo?

O STF é tapete de Dilma, varre-se o que quiser?

Então “tá”, locupletemos-nos todos!


luiz alfredo motta fontana on 12 Maio, 2015 at 4:50 #

Somos todos inocentes!


luiz alfredo motta fontana on 12 Maio, 2015 at 7:20 #

Dilma indica, nada além disto, o Senado Federal, por sua vez, aprova, em plenário, voto secreto, após submeter o candidato à sabatina na CCJ.

Simples assim, cartesiano o raciocínio e ululante a conclusão: É o senado, e mais ninguém, o responsável pela unção do candidato às benesses vitalícias do cargo.


luís augusto on 12 Maio, 2015 at 8:07 #

Caro Fontana, você tocou no ponto certo: só citando Stanislaw Ponte Preta. O jeito é relaxar e aproveitar.


luis augusto on 12 Maio, 2015 at 9:48 #

Caro Fontana, há luz no fim do túnel: o senador Otto Alencar disse que acha “difícil” a aprovação da Fachin no Senado. Para um cara esperto como ele falar isso, é porque há algo concreto.


jader on 12 Maio, 2015 at 12:29 #

Gosto de ver os comentários “isentos” , éticos e moralista . Enquanto isto, o #devolve Gilmar, todos se calam perante o troglodita mor!!!!!!!!
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2015/05/12/liberdade-de-expressao-fachin-pode-ser-o-anti-gilmar/


Carlos Volney on 12 Maio, 2015 at 22:33 #

Vou me permitir uma interferência.
Se a legislação determina que o ou a titular da presidência da República indique um nome para o Senado aprovar, para o cargo de ministro do STF, sob meu ponto de vista o papel daquela autoridade deveria se limitar à indicação. A aprovação ou desaprovação é prerrogativa absoluta daquele Poder Legislativo.
No caso sob análise dos articulistas, creio constatar-se uma atitude escandalosa da presidente da República. Por que tantos mimos ao presidente do Senado para que seu indicado seja aprovado? Qual a verdadeira razão desse interesse? Não configura despudor uma atitude dessa ordem? Eta Pindorama!!!
Para finalizar, tenho de novamente fazer coro com Jáder. Por que nunca se vê uma nota sequer, em praticamente todos os órgãos de imprensa, sobre Gilmar Mendes?
A ousadia, despudor e atuação tendenciosa desse senhor é dessas coisas de indignar qualquer cidadão honesto.
É a minha opinião.


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