DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) morreu neste domingo (10) à tarde em Joinville (SC). De acordo com assessores, o parlamentar, de 75 anos, teve um infarto fulminante depois do almoço. Ele chegou a ser levado para o hospital, onde teve a morte confirmada às 15h15.

Prefeito de Joinville por três mandatos, Silveira era senador desde 2011. No início do ano, ele disputou a presidência do Senado, mas perdeu para o também peemedebista Renan Calheiros (AL).

Antes de chegar ao Senado, Silveira tinha sido governador de Santa Catarina por dois mandatos, de 2003 a 2010. Ele começou a carreira política em 1973, como deputado estadual pelo Estado, e exerceu cinco mandatos como deputado federal, tendo participado da Constituinte de 1988.

De acordo com a assessoria, o corpo será velado amanhã em Joinville. O enterro também será na cidade, mas os horários ainda não estão definidos


Baixa do Fiscal: cenário de novo desastre em Salvador

DEU NO CORREIO24HORAS

Da Redação

Nove pessoas foram encontradas após o deslizamento de terras que aconteceu na tarde deste domingo (10), nas proximidades da rua Nilo Peçanha, na Baixa do Fiscal. O aposentado Deucico Barreto Venas, 64 anos, a lavadeira Sandra Silva Santana, 37 anos, e Sival Silva Santana, 28 anos, irmão de Sandra, foram encontrados mortos.

As equipes de resgate informaram que esperam encontrar uma outra vítima fatal: Lucas Silva Santana, 14 anos, filho da lavadeira.

Segundo informações da Central de Polícia, outras duas vítimas foram retiradas com vida. Não há maiores informações sobre o estado de saúde delas. De acordo com a Central de Polícia, pelo menos cinco casas desabaram após a queda do morro, que aconteceu por volta das 13h.

Após o ocorrido, vizinhos conseguiram retirar quatro pessoas que estavam soterradas. Maria Aparecida Almeida Gama, 45 anos, Everson Gama Gomes, 22, e sua esposa Patrícia Gama Gomes, que não teve a idade revelada, foram socorridos e levados para o Hospital Ernesto Simões.

As vítimas continuam internadas, mas passam bem. Uma criança de três anos, filho de Everson e Patrícia, também foi socorrida mas não precisou ser levada ao hospital.

Não há maiores informações sobre o número total de vítimas. Equipes do Corpo de Bombeiros, da Coelba e da prefeitura estão no local para avaliar os danos e prestar assistência às vítimas.

Chuvas

As fortes chuvas que atingem Salvador desde a madrugada deste domingo (8) continuam causando transtornos e mais de 100 deslizamentos de terra já aconteceram. Segundo boletim da Defesa Civil de Salvador (Codesal), divulgado por volta das 17h, 161 ocorrências foram registradas até o horário.

Na região do Imbuí, um ponto de ônibus localizado na Avenida Paralela foi interditado na manhã deste domingo (10), por conta de um deslizamento de terra. A encosta que fica atrás do ponto cedeu e o local teve de ser interditado por volta das 7h. O ponto fica em frente ao prédio da Advocacia Geral da União (AGU).

A Codesal permanece com o plantão 24 horas atendendo às solicitações pelo telefone gratuito 199. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o tempo deve permanecer nublado com chuva e períodos de melhoria. A temperatura deve variar entre 22ºC a 39ºC.?????

BOM DIA !!!

maio
10

DEU NO CORREIO24HORAS

Redação

Na vésperas do Dias das Mães, Jô Soares concedeu uma entrevista emocionante ao jornalista Marcelo Bonfá, que tem o programa ‘Pingue-Pongue com Bonfá’ no YouTube e no Facebook.

No bate papo, o apresentador revelou que perdeu a mãe depois que ela foi atropelada quando ele tinha 30 anos. Anos depois ele reencontrou o taxista que estava envolvido no acidente e revelou que perdoou o profissional. Na época, a mãe de Jô tinha 70 anos.

“Mamãe morreu atropelada, num dia de chuva terrível. O motorista do táxi não teve a menor culpa. Ela tinha 70 anos. O motorista socorreu minha mãe e levou para o hospital. Ele fez tudo certo. Só que ela teve uma fratura de base de crânio e não resistiu. Dez anos depois, eu peguei um táxi no Santos Dumont e, quando cheguei em casa, o motorista falou: ‘Eu preciso dizer uma coisa para o senhor. Fui eu que atropelei sua mãe. E, desde esse dia, isso já faz dez anos, eu não consigo mais dormir. Só vou conseguir dormir no dia que o senhor me disser que me perdoa.’ Respondi para ele: ‘Mas, meu filho, você está perdoado desde o dia que pegou a minha mãe, socorreu e ficou ao lado do meu pai até a minha mãe morrer. Você não teve culpa nenhuma. Eu te perdoo, você está mais que perdoado. Vai em paz.’ Ele chorava e eu chorei muito também. O perdão para mim é a coisa mais importante no cristianismo”, revelou Jô.


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA ( DOS JORNALISTAS DIOGO MAINARDI E MARIO SABINO)

Quando você mais precisa

O PSDB vai dar o troco no PT pela propaganda eleitoral que dizia que os tucanos, se eleitos, exterminariam com os direitos dos trabalhadores…

“Economia parando, preços subindo, desemprego aumentando e, justo agora, quando você mais precisa, o governo aumenta os impostos, a luz, os juros, a gasolina e quer cortar o seguro-desemprego”, narra o locutor do vídeo, que vai ao ar no rádio e na TV neste domingo.

Só falta acrescentar uma frase: “E, justo agora, quando você mais precisa, o PSDB desiste de pedir o impeachment de Dilma Rousseff.”

maio
10


Deputados votam a PEC da Bengala. / G. Lima
(Ag. Câmara)

O Governo de Dilma Rousseff perderá a oportunidade de nomear cinco ministros para o Supremo Tribunal Federal, segundo decisão tomada no Congresso nesta semana. A aprovação da PEC da Bengala na Câmara dos Deputados foi vista como uma derrota para a petista, mas também é considerada negativa para quem faz carreira no Judiciário e pode ser prejudicial para toda a sociedade, defendem especialistas. A medida, que começou a tramitar no Senado e não precisa passar pela sanção presidencial, amplia de 70 para 75 anos a idade limite para a aposentadoria compulsória dos magistrados de tribunais superiores e do Su

Desta forma, cinco ministros do STF que vão completar 70 anos até 2018, último ano do mandato de Dilma, deverão ficar mais cinco anos no cargo. Assim, a presidenta não poderá mais indicar alguém para substituí-los com a nova regra vigente. São eles Celso de Mello, Teori Zavascki, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Rosa Weber. Agora, além de Luiz Fachin, apontado para substituir Joaquim Barbosa, a presidenta só indicará novos ministros caso algum deles morra, seja afastado ou deixe voluntariamente a corte antes da data limite.

A decisão da Câmara foi vista como uma forma de impedir que o Governo pudesse nomear mais da metade da corte, que tem 11 integrantes – o ministro Gilmar Mendes chegou a falar que o Supremo não pode se tornar uma “corte bolivariana”, fazendo uma analogia entre a situação do Brasil e da Venezuela. O presidente da casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), articulou oposição e partidos da base para garantir a aprovação da PEC. No entanto, a indicação de ministros não garante um parecer favorável no STF: Joaquim Barbosa, indicado por Lula, e Luiz Fux, nomeado por Dilma, ficaram conhecidos pela dureza na aplicação das penas aos condenados do mensalão.
Nova sabatina para nomes já no STF provoca controvérsia

A interpretação do peemedebista provocou polêmica entre os magistrados e , depois, Calheiros lançou nota dizendo não ter antecipado “nenhum juízo de valor sobre o assunto”. As três principais entidades de juízes do Brasil se disseram contra a regra de nova sabatina porque ela feriria “o princípio de independência entre os poderes”.

“Foi uma decisão sábia da Câmara dos Deputados porque ela aproveita a experiência de magistrados e servidores”, disse o ministro Celso de Melo ao jornal Valor Econômico. Os colegas de corte Mendes e Marco Aurélio Mello também elogiaram a aprovação da medida. O ministro aposentado do Supremo Ayres Britto afirma que a proposta aprovada tem ao menos dois inconvenientes. “Ela compacta e dificulta a mobilidade dos juízes em direção aos tribunais superiores”, diz. E por outro lado, “aqui e ali, ela assegura uma sobrevida de cinco anos a magistrados que não são vocacionados”. O ex-magistrado acredita que parte da “modernidade republicana” reside na renovação dos quadros dirigentes: “Eu não prorrogaria o tempo de investidura de nenhum ministro”. Britto ficou na corte por nove anos e meio, e diz ter achado esse tempo “suficiente”.

A PEC tem nome e motivo, não é pensada para daqui a 20 ou 30 anos, é pensada para agora, para evitar que o PT indique mais ministros”

O coordenador do projeto Supremo em Números e professor de Direito da Faculdade Getúlio Vargas do Rio, Ivar Hartmann, acredita que a PEC é “ruim para a sociedade como um todo porque é essencialmente uma mudança nas regras do jogo com finalidades escusas e mesquinhas”. Segundo o professor, muitas vezes um ministro do Supremo impacta mais a vida dos brasileiros do que um senador. “Basta um Joaquim Barbosa na condução do julgamento do mensalão, ou basta um Gilmar Mendes para barrar a proibição da doação privada de campanha”, afirma. Ele acredita que “o brasileiro passou a prestar mais atenção ao Supremo depois do mensalão”, e que ao contrário do que acontecia antes, hoje muitos sabem inclusive “o nome de alguns ministros da corte”.

Para Hartmann a aprovação da PEC explicitou o quão suscetível é o poder político às vontades individuais do presidente da Câmara, que conduziu a votação e trabalhou nos bastidores para que a medida fosse aprovada. “A PEC tem nome e motivo, não é pensada para daqui a 20 ou 30 anos, é pensada para agora, para evitar que o PT indique mais ministros”, diz. De acordo com ele, a PEC mascara o fato de que o sistema atual não é bom e precisa ser repensado. “O sistema de mandato, no qual cada ministro fica determinado tempo no cargo precisa ser avaliado”, afirma. Portugal e Alemanha estão entre os países nos quais os ministros de cortes supremas ocupam a função por mandato, enquanto nos Estados Unidos o mandato é vitalício.

“O ministro Marco Aurélio ilustra muito bem isso [falta de oxigenação da corte]”, explica Hartmann. “Ele é extremamente avesso a mudanças. Quando ele é comparado com o Luís Barroso, do ponto de vista da discussão do papel do tribunal, fica clara a importância de renovar o Supremo”. O engessamento da composição do STF, para ele, “breca a solução de problemas”. Mello está no STF por indicação do ex-presidente José Sarney desde 1989. Com a nova PEC, ele, que hoje tem 69 anos, poderá ficar na corte até 2020, completando mais de três décadas no Supremo. Marco Aurélio é o segundo mais antigo do tribunal: indicado por Fernando Collor de Melo em 1990, poderá ficar no cargo até 2021.

A PEC impede a modernização e a oxigenação do Judiciário”

Para o presidente da Associação dos Magistrados do Brasil, João Ricardo Costa, a PEC “é péssima”. Segundo ele, a medida “impede a modernização e a oxigenação do Judiciário, que se renova pelo tempo de serviço, pela idade, já que não tem eleições”, em contraposição ao que apoiam a medida que dizem que, com ou sem aposentadoria maior, os ministros não são alheios à pressão da sociedade e acabam reagindo a ela. De acordo com ele, a instituição precisa ser renovada e acompanhar a vontade da sociedade: “A tendência é de que as pessoas vão envelhecendo no cargo e se tornando desatualizadas com relação aos fenômenos sociais. Não queremos aceitar que um ministro fique 30, 35 no Supremo. A corte precisa ser oxigenada”.

André Tobias Granja, vice-presidente da Associação de Juízes Federais da 5a região concorda com Costa: “A ideia de mudança na composição das cortes superiores é voltada a uma abertura para novos juristas com novas ideias, gente que convive na base do poder Judiciário, que conhece as necessidades da população”. Para ele, é importante que ministros que ocupam o cargo por mais de cinco anos “tenham consciência da importância de ouvir outros setores da sociedade, para que novas ideias cheguem ao Supremo”.
Por quanto tempo juízes de suprema corte trabalham em outros países?

– Afeganistão: mandato de 10 anos não renovável.

– África do Sul: mandato de 12 anos não renovável com aposentadoria compulsória aos 70 anos.

– Alemanha: mandato de 12 anos com aposentadoria compulsória aos 68
anos.

– Dinamarca: aposentadoria compulsória aos 70.

– Estados Unidos: indicação vitalícia.

– França: mandato de 9 anos, não renovável.

– Índia: aposentadoria compulsória aos 65 anos.

– Uruguai: mandato de 10 anos.

– Venezuela: mandato de 12 anos.

(Fonte: CIA World Factbook)

maio
10
Posted on 10-05-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-05-2015


Fausto, no jornal Olho Vivo


Bater de panelas no casamento do cardiologista

DO UOL/FOLHA

GUSTAVO URIBE
DE SÃO PAULO

A presidente Dilma Rousseff foi recebida com vaias e um panelaço em sua chegada ao casamento do cardiologista Roberto Kalil Filho com a endocrinologista Claudia Cozer, na noite deste sábado (9), em São Paulo.

Com panelas e apitos, um grupo de cerca de 30 manifestantes gritou palavras de ordem contra a presidente e seu partido. Foram ouvidos cantos como “Fora, PT” e “Dilma Ladra”.

Com o panelaço, moradores de prédios vizinhos e frequentadores de bares da região próxima ao bufê aderiram ao protesto –que começou com pouco mais de dez pessoas e chegou a reunir 30 manifestantes. O Leopolldo, onde se realizou o casamento, fica no Itaim, bairro de classe alta na zona oeste da capital paulista.

A presidente, que chegou atrasada, era uma das madrinhas do casamento –o cardiologista é médico de Dilma e de outros políticos, como o ex-presidente Lula.

Segundo relatos de presentes, o protesto pôde ser ouvido pelos convidados durante a cerimônia, mas não durante o jantar –realizado em outro espaço do bufê.

Dilma deixou o local por volta de 22h45. No jantar, sentou-se à mesma mesa que os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), além do ex-presidente Lula e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

“Eu acho um despropósito, nesse momento de crise, a presidente participar de uma festa como essa”, disse o administrador Luiz Alberto, 51, que carregava uma panela e uma colher de pau.

Outro manifestante, o empresário Eduan Pinheiro, 34, que se identificou como membro do movimento Acorda Brasil, disse que mais integrantes do grupo participavam da manifestação.

Com um cartaz na mão, com frases contra o apoio do governo brasileiro ao venezuelano Nicolás Maduro, a hoteleira Celene Salomão, 49, criticou a postura da presidente em não recriminar a prisão de líderes oposicionistas do país vizinho.

“Isso é um absurdo, o Brasil não merece esse governo federal”, dizia ela, que se disse membro do Movimento Brasil Livre.

Políticos da oposição também foram alvo dos manifestantes. O senador José Serra (PSDB-SP) foi cobrado a ingressar com um pedido de impeachment contra Dilma. “Eu votei no senhor e o senhor está nos decepcionando”, gritou Adriano Cantelli, 33, funcionário de cartório.
Fabio Braga/Folhapress
Celene Salomão protesta contra a presidente Dilma Rousseff na frente do casamento do cardiologista Roberto Kalil, em SP
Celene Salomão protesta contra a presidente Dilma Rousseff na frente do casamento do cardiologista Roberto Kalil, em SP

O presidente do Senado, Renan Calheiros, foi outro que ouviu, em sua chegada, gritos a favor do impeachment da presidente. Por volta de 22h, já com a cerimônia em andamento, manifestantes levaram faixas pedindo a “‘desPTização’ do Estado brasileiro”, a “investigação de Lula e Dilma” a “Pela abertura da caixa-preta do BNDES”.

Entre os manifestantes, havia também integrantes dos movimentos Avança Brasil e Brasil Melhor.

Além da presidente, de Lula e de Serra, nomes como o secretário da Saúde de São Paulo, David Uip, foram padrinhos de Kalil e Claudia.

Também estiveram na cerimônia o prefeito Fernando Haddad (PT), o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, o secretário municipal de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo –como a presidente, os três últimos ouviram vaias; Padilha foi chamado de ladrão.

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