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A Assembleia Legislativa aprovou, na noite desta quarta-feira (6), os projetos de Lei do Executivo que propuseram o reajuste fracionado para os servidores do Estado, mesmo com os protestos de representantes de trabalhadores e críticas dos deputados de oposição. O acréscimo de 6,41% será divido em duas parcelas, de 3,5% retroativo a março e 2,91% em novembro. A proposta de reajuste foi aprovada por meio de dois projetos, cada qual com a respectiva parcela do reajuste. Representantes do servidores da saúde e da educação, Sindisaúde e APLB, estiveram presentes e protestaram, na galeria, com gritos e aplausos aos discursos dos parlamentares oposicionistas. Em alguns momentos, o presidente da Casa, Marcelo Nilo (PDT), se irritou com manifestantes e deputados. Ele chegou a pedir para os seguranças do Legislativo retirarem um dos servidores, mas a polícia recuou após intervenção dos membros da minoria. Mesmo sem consenso, o primeiro projeto recebeu 41 votos favoráveis e 17 contrários. Na segunda votação, com o plenário mais esvaziado, foram 39 a favor e 15, não. Os projetos chegaram a ser colocados em pauta nesta terça-feira (5), mas as votações foram adiadas por conta dos protestos de deputados e servidores.

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