BOA TARDE – BOA NOITE!!!


Fogo no ministério da Defesa

DEU NO JORNAL DO COMÉRCIO

Começa na manhã desta segunda-feira (4) uma perícia no sétimo andar do Ministério da Defesa pra identificar as causas de um incêndio de pequenas proporções ocorrido ontem. O andar está isolado.

O incêndio ocorreu no início da noite de domingo (3) no prédio do ministério, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. No momento do incêndio, o local estava vazio. Segundo nota divulgada pela pasta, não há feridos.

O alarme foi acionado às 18h30, quando o fogo começou na sala ao lado da chefia de gabinete do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. De acordo com o ministério, o Corpo de Bombeiros foi acionado de imediato e, em poucos minutos, conseguiu controlar o incêndio.

BOM DIA!!!

maio
04

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA ( DOS JORNALISTAS MARIO SABINO E DIOGO MAINARDI)

O samba do sociólogo doido de FHC

Fernando Henrique Cardoso está dançando o samba do sociólogo doido em relação ao impeachment de Dilma Rousseff. Hoje, O Globo traz um artigo em que o ex-presidente expõe a sua confusão. Confusão, porém com cálculo.

Leiam o seguinte trecho:

Não quero ser pessimista. Mas o que mais falta faz neste momento é liderança. Gente em quem a gente creia, que não só aponte os caminhos de saída, mas comece a percorrê-los. Não estou insinuando que sem impeachment não há solução. Nem dizendo o contrário, que impeachment é golpe. Estou apenas alertando que as lideranças brasileiras (e escrevo assim no plural) precisam se dar conta de que desta vez os desarranjos (não só no plano econômico, mas no político também) foram longe demais.

Reerguer o país requer primeiro passar a limpo os erros. Não haverá milagre econômico sem transformação política. Esta começa pelo aprofundamento da operação Lava-Jato, para deixar claro por que o país chegou onde chegou. Não dispensa, contudo, profundas reformas políticas.

Não foram os funcionários da Petrobras os responsáveis pela roubalheira (embora alguns nela estivessem implicados). Nenhuma diretoria se mantém sem o beneplácito dos governos, nem muito menos o dinheirão todo que escapou pelo ralo foi apropriado apenas por indivíduos. Houve mais do que apadrinhamento político, construiu-se uma rede de corrupção para sustentar o poder e seus agentes (pessoas e partidos).

Não adianta a presidente dizer que tudo agora está no lugar certo na Petrobras. É preciso avançar nas investigações, mostrar a trama política corrupta e incompetente. Não foi só a Petrobras que foi roubada, o país foi iludido com sonhos de grandeza nacional enquanto a roubalheira corria solta na principal companhia estatal do país.

Quase tudo o que foi feito nos últimos quatro mandatos foi anunciado como o “nunca antes feito neste país”. É verdade, nunca mesmo se errou tanto em nome do desenvolvimento nacional nem jamais se roubou tanto sob a proteção desse manto encantado. Embora os diretores da Petrobras diretamente envolvidos na roubalheira devam ser penalizados, não foram eles os responsáveis maiores.

Quem enganou o Brasil foi o lulopetismo. Lula mesmo encharcou as mãos de petróleo como arauto da falsa autossuficiência. E agora, José? Não há culpabilidade política? Vai-se apelar aos “exércitos do MST” para encobrir a verdade?

É por isso que tenho dito que impeachment é uma medida prevista pela Constituição, pela qual não há que torcer, nem distorcer: havendo culpabilidade, que se puna. Mas a raiz dos desmandos foi plantada antes da eleição da atual presidente. Vem do governo de seu antecessor e padrinho político. O que já se sabe sobre o petrolão é suficientemente grave para que a sociedade repudie as forças e lideranças políticas que teceram a trama da qual o escândalo faz parte. Mas é preciso que a Justiça não se detenha antes que tudo seja posto às claras. Só assim será possível resgatar os nossos mais genuínos sentimentos de confiança no Brasil e no seu futuro.

Em resumo, FHC não acha que o impeachment seja a solução, mas também não acha que é golpe, porque está na Constituição (obrigado pela informação, presidente). Ele acha que falta liderança, mas que as lideranças foram longe demais. Acredita que a Operação Lava Jato precisa ir fundo, apesar de os diretores corruptos da Petrobras não serem os responsáveis maiores, mas a mão da Justiça não dispensa profundas reformas políticas. Afirma que quem enganou o Brasil foi o lulopetismo, e que a raiz dos desmandos foi plantada antes da eleição da atual presidente. Que não se deve torcer pelo impeachment, nem distorcer.

Se você não entendeu aonde FHC queria chegar, nós explicamos: ele quer preservar Dilma Rousseff e queimar apenas Lula. Como se fosse possível separar criatura e criador. Como se Dilma Rousseff não tivesse culpa pelos desmandos na Petrobras, da qual foi presidente do Conselho de Administração enquanto a lambança corria solta. Como se não houvesse, para além do petrolão, o flagrante crime de responsabilidade de Dilma Rousseff no caso das pedaladas fiscais. Como se, na última campanha da petista, não houvesse ocorrido o crime de lavagem de dinheiro.

FHC ainda sonha em cooptar uma parte do PT para formar, com o PSDB, um partido social-democrata — e, por que não, aproveitar que as lideranças foram longe demais, para ir ainda mais longe e instaurar o parlamentarismo, sob o comando de PSDB e PT juntinhos para sempre.

A sua alma de esquerda, enfim, não aprendeu nada com o mensalão, quando achou que poderia domesticar Lula e os seus acólitos infernais.

FHC, com todo o respeito, feche o bico. E, para não dar margem a suposições, não se sente mais ao lado de Marcelo Odebrecht.

DEU NO POR ESCRITO (BLOG DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Um velho conhecido

“Não podemos continuar nesta situação. O povo está exigindo uma saída. Mas o povo olha para um dos poderes da República, que é o Congresso Nacional, e ele diz “não”, porque é um poder controlado por uma maioria de latifundiários, reacionários e privilegiados. É um Congresso que não dará nada mais ao povo brasileiro”.

Não, não são palavras do dia de hoje. É um trecho do discurso do então deputado federal Leonel Brizola no célebre comício da Central do Brasil, no Rio, em 13 de março de 1964, quando foram anunciadas as reformas de base pelo presidente João Goulart, em movimento apontado como estopim direto do golpe militar do dia 31.

maio
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Posted on 04-05-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-05-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

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