Irmãos adolescentes foram encontrados
soterrados no Marotinho

DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação * (redacao@correio24horas.com.br)

Subiu para 11 o número de pessoas mortas por conta dos deslizamentos causados pelas fortes chuvas que atingiram Salvador nesta segunda-feira (27). Foram contabilizados sete mortes em um desabamento na avenida San Martin. No Bom Juá, foram quatro vítimas fatais, incluindo dois irmãos adolescentes que estavam desaparecidos.

Bom Juá

Duas casas desabaram e atingiram sete pessoas, na manhã desta segunda-feira (27), no Bom Juá, em Salvador. Segundo informações da polícia, uma mulher e um menino de 12 anos, além de dois irmãos, que estavam desaparecidos e foram localizados sem vida por volta das 14h – Joice Bispo Ribeiro Reis, 15 anos, e Jonathan Bispo Ribeiro Reis, 12 anos.

O acidente aconteceu por volta das 6h, na localidade do Marotinho, enquanto chovia forte em Salvador. Uma casa desabou e atingiu outra residência que estava no nível de baixo. Ao todo, sete pessoas ficaram soterradas.

Duas mulheres e duas crianças foram resgatas por volta das 10h30 pelos vizinhos, socorridas por ambulâncias da Salvar e encaminhadas para o Hospital Geral do Estado (HGE). Uma mulher de 42 anos e um garoto de 12 anos não resistiram aos ferimentos e morreram antes de dar entrada na emergência.

Os Bombeiros encerraram no final da tarde o trabalho de resgate e a Defesa Civil afirmou que não há risco de novos desabamentos na região.

Avenida San Martin

Na San Martin, sete pessoas morreram após o quatro casas serem atingidas por um deslizamento de terra. O caso aconteceu por volta das 6h30, na localidade do Barro Branco. Segundo informações do capitão da PM Bruno Ramos, a sétima vida foi encontrada já sem vida no final da tarde de hoje, pouco depois da sexta morte ser confirmada.

O major da Polícia Militar Edison Carregosa informou que cerca de 20 moradores foram soterrados. Durante a manhã, quatro pessoas foram resgatadas sem vida, entre elas um menino de 12 anos e uma mulher, que ainda não foi identificada.

Ao todo, a Defesa Civil de Salvador registrou nesta segunda-feira (27) até as 18h43 241 ocorrências. Foram um alagamento de área, 27 alagamentos de imóvel, 25 ameaças de desabamento de imóvel, uma ameaça de desabamento de muro, 10 ameaças de deslizamento de terra, uma ameaça de queda de árvore, uma árvore caída, oito desabamentos de imóvel, 12 desabamentos de muro, 12 desabamentos parciais, 137 deslizamentos de terra, duas infiltrações, uma orientação técnica e três pistas rompidas.

Os bairros com maior número de chamados foram São Marcos, Tancredo Neves, Fazenda Grande do retiro, São Caetano, Pirajá e Sussuarana.

* Com informações das repórteres Amanda Palma e Clarissa Pacheco

DEU NA VEJA ONLINE

A presidente Dilma Rousseff se reuniu na tarde desta segunda-feira com seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo. Os dois se encontraram no Hotel Grand Mercure Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista, por cerca de duas horas. O assunto da conversa não foi revelado. Desde o agravamento da crise política em que seu governo está imerso, a presidente tem tentado acertar os ponteiros com seu principal conselheiro – e reverter a imagem de que está isolada. Ambos deixaram o local sem falar com a imprensa. A passagem por São Paulo não estava prevista na agenda da presidente. A informação de que Dilma viajaria à cidade foi repassada pela própria petista durante coletiva de imprensa na cidade de Xanxerê (Santa Catarina), onde a presidente esteve antes de passar pela capital paulista. Depois da troca de destino, a viagem passou a constar na agenda de Dilma – mas o encontro com Lula, não. A presidente já embarcou para Brasília, onde terá uma reunião de coordenação política no fim da tarde. (Victor Fernandes, de São Paulo)

“DESESPERAR, JAMAIS, JÁ SOFREMOS MUITO NESSES ANOS “…

BOA TARDE, SALVADOR, SE POSSÍVEL FOR.

(Vitor Hugo Soares)

abr
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Posted on 27-04-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-04-2015


DO EL PAIS

O balanço de vítimas pelo terremoto de intensidade 7,8 que atingiu o Nepal no sábado chegou nesta segunda-feira a 3.726 mortos, segundo números oficiais citados pela Reuters. A chuva que caiu durante a noite, a falta de comunicação e de recursos e os tremores secundários complicam a busca de sobreviventes e o cuidado aos feridos. A Unicef alertou que um milhão de crianças afetadas pelo terremoto precisam urgentemente de ajuda.

As autoridades do país tentam desesperadamente resgatar os sobreviventes dos escombros e atender os milhares de feridos. Muitos deles esperavam atendimento nas ruas empoeiradas de Katmandu, por conta da insuficiência de recursos e a saturação dos hospitais. “Tanto os centros médicos públicos como os privados estão lotados e estão atendendo os pacientes na rua”, alerta o embaixador do Nepal na Índia.

O país declarou estado de emergência nacional e o primeiro-ministro, Sushil Koirala, que retornou apressadamente na noite de domingo de uma viagem oficial à Indonésia, solicitou a colaboração de todos e pediu para que não percam a calma apesar dos fortes tremores secundários que continuam sacudindo o terreno. No domingo, registrou-se novo movimento de 6,3 graus.

O abalo causou o colapso de muitos edifícios da capital, sobretudo na periferia, onde encontram-se os bairros mais pobres. Dos que continuam em pé, muitos têm graves problemas de estabilidade. Algumas pessoas tentam levantar os escombros com suas próprias mãos. Outros comparecem para doar o sangue desesperadamente necessitado por hospitais lotados e onde, segundo testemunhas, já não há espaço onde colocar os mortos. As comunicações foram gravemente afetadas e o funcionamento dos telefones e da Internet é, quando muito, esporádico. Os cortes no fornecimento de energia que o país já sofre de maneira crônica aumentaram.

Um dos grandes problemas potenciais em Katmandu é a falta de água potável. O fornecimento de água corrente deixou de funcionar e a água engarrafada já é escassa. Existe também o temor de que as doenças contagiosas aumentem.

Vários países se mobilizaram para apoiar as autoridades nepalesas enviando equipes de resgate e assistência assim como alimentos, mas o esforço humanitário avança com grandes dificuldades. A chuva intensa soma-se às estradas interrompidas e as deficiências estruturais.


Hospital de Irmã Dulce inundado e pacientes
transferidos na Cidade Baixa

DO CORREIO24HORAS

Um grave desabamento na avenida San Martin, em Salvador, deixou pelo menos três pessoas mortas e 20 soterradas na manhã desta segunda-feira (27). O caso aconteceu por volta das 6h30 na localidade do Barro Branco, quando quatro casas foram atingidas pela terra de um desabamento causados pelas fortes chuvas que caem desde a madrugada na capital baiana..

Os moradores foram soterrados – 20 no total. Segundo o major da Polícia Militar Edison Carregosa, três pessoas foram resgatadas sem vida, entre elas um menino de 12 anos (Samuel) e uma mulher que ainda não foi identificada. Dentro dos escombros ainda estão pelo menos mais três vítimas aguardando resgate.

Duas pessoas não teriam resistido aos ferimentos. A criança de 12 anos foi socorrida por vizinhos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da San Martin, mas já estava morta ao dar entrada na instituição às 7h15. Ainda segundo a PM, outras duas vítimas do soterramento foram levadas para o Hospital do Subúrbio. A unidade médica, no entanto, negou a informação.

A Polícia Militar, o Corpo dos Bombeiros e o Grupamento Aéreo (Graer) participam de diversas situações de resgates e intervenções na cidade, que também registra manifestações em diversos pontos de Salvador. A Defesa Civil de Salvador (Codesal) registrou até às 11h40 de hoje 71 ocorrências provocadas pela chuva.

Ao todo, foram 38 deslizamentos de terra, oito desabamentos parciais, oito desabamentos de muro, três desabamento de imóvel, uma árvore caída, duas ameaças de deslizamento de terra, três ameaças de desabamento de imóvel, sete alagamentos de imóvel e um alagamento de área.

A Codesal permanece com o plantão 24 horas atendendo às solicitações pelos telefones gratuitos 199 e 156. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o tempo deve permanecer nublado com pancadas de chuva. A temperatura deve variar entre 23ºC a 28ºC.

* Com informações da repórter Clarissa Pacheco


DEU NO DIÁRIO DO PODER

Citados nas delações premiadas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef como beneficiários do esquema de corrupção na estatal, o ex-ministro das Comunicações Paulo Bernardo e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) negaram em depoimento à Polícia Federal que tenham recebido propina ou que tenha havido irregularidades na arrecadação de campanha dela ao Senado, em 2010.

Gleisi Hoffmann, que foi ministra da Casa Civil do governo Dilma, confirmou que fez solicitações de doação para diversas empreiteiras, com o propósito de financiar sua campanha ao Senado. Recebeu recursos da Queiroz Galvão, Odebrecht, UTC, Camargo Corrêa e OAS.

Ao falar sobre a Odebrecht, Paulo Bernardo disse que o pedido foi feito diretamente ao empresário Marcelo Odebrecht. No caso da UTC, a solicitação também foi apresentada ao presidente da empreiteira, Ricardo Pessoa, que permanece preso pela PF, tido como um dos mentores do cartel das empreiteiras ligadas aos esquemas de corrupção na Petrobras.

Sobre as doações da OAS para a campanha de Gleisi, Paulo Bernardo mencionou que foram solicitados valores “possivelmente ao presidente da empresa Leo Pinheiro, já que a senadora “conhece” o empresário.

Eles prestaram depoimentos nos dias 2 e 14 deste mês à PF, quando disseram que nada foi solicitado ao empresário Ernesto Kugler, amigo do casal, para que intermediasse o repasse de dinheiro para financiar a campanha de Gleisi. Em delação, o doleiro Alberto Yousseff disse ter repassado recursos de propina em contratos da Petrobras a Paulo Bernardo, por intermédio de Kugler.

Paulo Bernardo declarou à polícia que, quando ocupava o cargo de secretário da Fazenda no Mato Grosso do Sul, em 1990, conheceu Paulo Roberto Costa, pivô das delações da Lava Jato, em 1990. À época, eles trataram da entrada em operação do gasoduto Brasil-Bolívia.

Bernardo disse que não fez qualquer pedido financeiro a Costa para a campanha de Gleisi em 2010. Sobre as anotações “PB” e “1,0”, feitas na agenda de Paulo Roberto apreendida pela PF, disse não ter conhecimento. Paulo Roberto Costa dissera à PF que as anotações aludiam ao valor de R$ 1 milhão repassados a Paulo Bernardo para a campanha de Gleisi ao Senado.

O ex-ministro reforçou que não pediu nenhum valor, nem ao diretor da Petrobras nem a Alberto Youssef. O doleiro, também em delação premiada, relatou que o pedido de R$ 1 milhão feito para bancar a campanha de Gleisi teria partido de Paulo Bernardo, com a orientação de que o repasse fosse feito por meio de um empresário de Curitiba, Ernesto Kugler.

Gleisi negou qualquer tipo de pedido ou de intermediação feita por Kugler. A senadora disse que não conhece Youssef nem Paulo Roberto. Em suas declarações, Paulo Bernardo e Gleisi disseram que Ernesto Kugler é amigo pessoal da família, simpatizante do PT e muito próximo do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), do qual é amigo de infância.

Kugler, segundo eles, chegou a atuar na mobilização do empresariado para participar de reuniões e jantares no período eleitoral quando da apresentação de projetos de candidata, bem como para fins de arrecadação à sua campanha. Gleisi e Paulo Bernardo garantiram, porém, que o empresário não teve participação direta na arrecadação da campanha eleitoral da senadora em 2010.

Bernardo destacou ainda que, em nenhum momento, solicitou a Kugler que entrasse em contato com empresários, ou quem quer que seja, para pedir recursos para a campanha. Em declaração à PF, Kugler disse que não teve nenhuma atuação relacionada à captação de recursos para a campanha de Gleisi em 2010

Ex-ministro do Planejamento do governo Lula e ex-ministro das Comunicações no governo Dilma, Paulo Bernardo disse que não teve participação na arrecadação de fundos para a campanha de Gleisi em 2010. Havia a orientação de que os ministros não se envolvessem nas campanhas.

abr
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Posted on 27-04-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-04-2015


Son Salvador, no jornal Estado de Minas

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (DE LISBOA)

O ex-ministro brasileiro Carlos Lupi afirmou neste domingo, 26, que uma das razões da crise política do Brasil é que o Partido dos Trabalhadores (PT) “roubou demais”, noticia a edição deste domingo do jornal O Estado de São Paulo.

Lupi é presidente do Partido Democrático dos Trabalhadores (PDT), que faz parte da coligação governamental, e foi ministro nos últimos anos da gestão de Lula da Silva (2003-2010).

A atual presidente do Brasil, Dilma Rousseff, nomeou-o em 2011 para o cargo de ministro do Trabalho, mas Lupi demitiu-se em dezembro desse ano, na sequência de suspeitas de corrupção, que acabaram por ser comprovadas.

O jornal brasileiro, a quem o ministro confirmou as afirmações, adianta que Carlos Lupi garantiu, numa ação privada do PDT, que o PT, liderado por Lula e Rousseff, “se acomodou” no poder.

“O PT acomodou-se. Eles não inventaram a corrupção, mas roubaram demais, exageraram e o seu projeto converteu-se num projeto de poder”, afirmou Lupi.

BOM DIA!!!


Manoel Tenório JR: desaparecido na área do desastre

DO PORTAL A TARDE

Gilson Jorge dos Santos

Manuel Ursino Tenório de Azevedo Junior, de 52 anos, que é analista do Tribunal de Justiça da Bahia em Itabuna, está entre os desaparecidos após os dois terremotos que deixaram pelo menos 2 mil mortos no Nepal. A confirmação de que ele está na região foi dada por parentes e amigos através das redes sociais. O Itamaraty ainda não se manifestou sobre Tenório, que é pernambucano e mora há mais de 20 anos no sul da Bahia.

Sérgio Spúlvuda que estava com Tenório no Nepal, chegou no Brasil no sábado, 25, e publicou neste domigo, 26, em sua página no Facebook um pedido de ajuda, em inglês, para ter informações do amigo. “Viajava com o meu amigo Juba Tenorio Jr. de Itabuna, na Bahia, Brasil. Saímos Delhi, e fomos para Virdavran, depois, Ritikesh, de onde fomos para Agra. Em Varanasi, me despedi, porque eu estava um pouco doente devido a uma infecção. Tive uma intuição triste e voltei ao Brasil, mas o meu amigo Juba Tenorio … continuou …. se alguém souber qualquer informação, por favor, avise-nos o mais rapidamente possível”, disse.

O número exato de brasileiros nas regiões atingidas é desconhecido. Desde o terremoto, as informações sobre os brasileiros no local chegam ao governo por meio dos contatos de parentes e amigos e pelas redes sociais. A embaixada brasileira busca informações em hotéis e agências de turismo.

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