Wilson Simonal, inigualável, como o Bahia, atualmente, em campo! Saudade de você, Simona.

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)


Hugo: o turista assassinado em Itapuã
==============================================


O assassino diante do delegado/Foto:Correio

==================================================

DEU NO CORREIO 24HORAS

O adolescente F.M.S., 16 anos, confessou ter sido o autor dos disparos que mataram o turista espanhol Hugo Calavia Blanco, 36, e feriu outro espanhol, o engenheiro Alberto Aroz Calvo, que vive na Bahia, durante um assalto na segunda-feira (13), no bairro de Itapuã.

O suspeito foi apreendido na madrugada do sábado (18) na cidade de Serrinha, no Centro-Norte do estado, e afirmou que recebeu ameaças por telefone, após o crime, e por isso fugiu, na quinta-feira, para a casa de uma colega.

“Me ligaram e disseram que Lequinho e o outrooutro (Sardinha) não iam pagar. Que era pra eu me entregar, senão eu ia morrer”, disse ele, que ainda afirmou só ter lucrado R$ 35 com o crime – dinheiro usado para pagar a passagem para o interior.

Segundo o delegado Antônio Carlos Santos, da 12ª Delegacia (Itapuã), José Alexandre dos Santos Souza, conhecido como Wesley, apontado pelo menor como seu comparsa no crime, se entregou no início da noite de ontem, ao lado da mãe e do pai.

Ele prestou depoimento na 12ª Delegacia, responsável pelo caso. Na quarta, a polícia divulgou imagens que mostram os suspeitos abordando Hugo e Alberto.

Os espanhóis haviam saído de um restaurante e foram surpreendidos pelos bandidos ao irem buscar o carro, na Praça Calazans Neto.

Atingido no tórax e no pé, Alberto segue internado no Hospital Português, onde se recupera dos ferimentos.

Já Hugo morreu na hora, após ser baleado no rosto. O corpo dele foi levado para a Espanha na manhã de ontem.

Após o crime, o carro no qual os estrangeiros estavam, um EcoSport preto, foi levado pela dupla. A princípio, a polícia apontou Ivo Pereira Barreto, o Lequinho, e João Paulo de Jesus da Silva, o Sardinha, 19, como os homens que aparecem nas filmagens.

O delegado justificou o equívoco na divulgação dos nomes dos suspeitos pela semelhança física das duplas, e por, segundo ele, Lequinho ter sido visto dirigindo o veículo. “Há informações de que os quatro fazem parte de uma quadrilha de roubo de carro, que conta com muito mais gente”, concluiu.
publicidade

Os espanhóis haviam saído de um restaurante e foram surpreendidos pelos bandidos ao irem buscar o carro, na Praça Calazans Neto.

Atingido no tórax e no pé, Alberto segue internado no Hospital Português, onde se recupera dos ferimentos.

Já Hugo morreu na hora, após ser baleado no rosto. O corpo dele foi levado para a Espanha na manhã de ontem.

Após o crime, o carro no qual os estrangeiros estavam, um EcoSport preto, foi levado pela dupla. A princípio, a polícia apontou Ivo Pereira Barreto, o Lequinho, e João Paulo de Jesus da Silva, o Sardinha, 19, como os homens que aparecem nas filmagens.

O delegado justificou o equívoco na divulgação dos nomes dos suspeitos pela semelhança física das duplas, e por, segundo ele, Lequinho ter sido visto dirigindo o veículo. “Há informações de que os quatro fazem parte de uma quadrilha de roubo de carro, que conta com muito mais gente”, concluiu.

abr
19

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

O ex-ministro Gilberto Carvalho defende o ex-tesoureiro João Vaccari Neto com um triplo mortal – de costas.

Acha que o tráfico do dinheiro está sendo tratado com “moralismo” e descarta a “individualização de responsabilidade” como solução, ou seja, a culpa é do sistema.

Para espanto geral, lamenta que oito atrás, quando o PT tinha o poder, não houvesse implantado o financiamento público de campanha nem “trabalhado de maneira diferenciada toda a questão ética dentro do partido”.

Mas, pensando bem, para quem já se reconheceu como membro de uma “quadrilha”, é um avanço.

abr
19
Posted on 19-04-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-04-2015


Cícero, no Correio Braziliense (DF)

abr
19


Chilenos da empresa Alpargatas, que fabrica as Havaianas.


DEU NO EL PAIS

Raquel Seco

De São Paulo

Pergunte a qualquer brasileiro na casa dos 40 anos sobre os chinelos que usava na infância. Com certeza vai responder que se lembra das Havaianas de sola branca e tiras azuis. Eram baratas e resistentes, e tão populares que o Governo chegou a fixar seu preço, assim como fazia com outros produtos básicos, como o arroz e os legumes.

O calçado que alguns batizaram de forma classista como Havaianas de pedreiro conquistou primeiro as favelas, o campo, a praia e as cidades. Hoje são vendidas mais de 210 milhões de peças por ano, se tornando a grande marca internacional do Brasil e o carro-chefe da empresa Alpargatas, fabricante das Havaianas e maior produtora de sapatos da América Latina. A divisão Havaianas representa dois terços das vendas globais da empresa, que também produz roupas e acessórios.

As sandálias Havaianas tiveram uma origem distinta e seguiram caminho oposto ao de outras marcas. Após começar como produto bom e barato, queria chegar às classes mais altas. Desde os anos 1990, o catálogo cresceu tanto que hoje inclui chinelos de 9,90 reais e outros, com pedras Swarovski incrustadas, por 500 reais. São vendidos nas galerias Lafayette de Paris, El Corte Inglés na Espanha, supermercados e lojas de povoados do interior do Brasil.

O desenho de 1962 que serviu para patentear o chinelo (inspirado no zori, um calçado tradicional do Japão) está preso no enorme escritório de paredes brancas do presidente da Alpargatas, Márcio Utsch. No 14º andar do edifício sede da companhia, o empresário, que chegou à Alpargatas em 1997, observa o emaranhado de ruas e arranha-céus de São Paulo. Está na casa dos 50 anos e tem cabelo branco, mas é atlético, com porte de corredor. Conta que começou a trabalhar aos 12 anos vendendo passagens de ônibus “por absoluta necessidade”. Nos pés calça alpargatas azuis de sua marca mais famosa.

  • Arquivos