De Victor Herbert e Al Dubin. Versão brasileira por Haroldo Barbosa. Com Odeon Orchestra e “As Três Marias”.
Maravilha! Confira

abr
15
Posted on 15-04-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-04-2015

DEU NO G1

O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi preso nesta quarta-feira (15) na 12ª etapa da Operação Lava Jato, de acordo com informações da Polícia Federal, que realizou a prisão. Ele é investigado por suspeita de receber propina em esquema de corrupção na Petrobras. O mandado contra Vaccari é de prisão preventiva e ele foi detido em casa, em São Paulo.

A polícia prendeu também a cunhada de Vaccari, Marice Correa. O mandado dela é de prisão temporária. Marice também aparece em investigações sobre o pagamento de propina no esquema da Petrobras.

Além da prisão de Vaccari e da cunhada, a PF executa mandado de condução coercitiva contra a mulher dele, Gisela Lima, que foi ouvida pelos policias em casa. Na condução coercitiva, a pessoa presta depoimento e é liberada.

Desde que surgiram as denúncias, no ano passado, Vaccari tem negado a participação dele e da cunhada no esquema.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do PT, que informou que o partido ainda não tem um posicionamento sobre a prisão do tesoureiro.

A atual fase da Lava Jato, além dos dois mandados de prisão e do de condução coercitiva, executa um de busca e apreensão, também na cidade de São Paulo.

Todos os presos serão levados para a superintendência da PF em Curitiba.

Denúncias

Vaccari já é réu em processo na Justiça Federal do Paraná que investiga as denúncias da Lava Jato. Ele é suspeito de ter recebido propina em esquema de corrupção que atuou dentro da Petrobras.

O ex-gerente de Serviços da estatal Pedro Barusco, que também é investigado pela Justiça, afirmou em delação premiada que Vaccari recebeu cerca de R$ 200 milhões em nome do PT no esquema investigado pela Lava Jato. As apurações da PF apontam que as propinas eram pagas por empreiteiras que firmavam contratos com a petroleira.
saiba mais

O tesoureiro também aparece em depoimentos de outro delator da Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef, apontado como um dos operadores da propina. Ele disse que chegou a enviar um funcionário para a frente da sede do PT em São Paulo com R$ 400 mil para serem entregues a Vaccari.

CPI
Na semana passada, Vaccari deu depoimento à CPI da Petrobras, na Câmara. Em uma sessão longa, negou que tivesse participação no esquema.

Indagado sobre as acusações feitas por Barusco e Youssef, o tesoureiro do PT repetiu reiteradas vezes que os termos dos depoimentos de delação premiada dos dois delatores “não são verdadeiros”.

A insistência nessa resposta gerou irritação em alguns integrantes da comissão.

O depoimento de Vaccari na CPI também ficou marcado por um protesto em que um funcionário da Câmara soltou roedores na sala, causando tumulto.

Quando questionado sobre se sua cunhada Marice Correa Lima recebeu R$ 110 mil de Youssef, como o doleiro declarou à Polícia Federal, Vaccari continuou insistindo que os termos das delações não são verdadeiros e que a relação com a cunhada é estreitamente “familiar

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA (DOS JORNALISTAS DIOGO MAINARDI E MANOEL BONFIM)

Veja o vídeo em que Luiz Edson Fachin, o indicado para o STF, faz um discurso de apoio a Dilma Rousseff, na campanha de 2010, em nome de juristas que “têm lado”.

Isso pode, Arnaldo?

abr
15

BOM DIA!!!

DEU NO CORREIO24HORAS

Da Redação

Os rodoviários de Salvador decidiram em assembleia realizada nesta terça-feira (14) paralisar as atividades nas primeiras horas desta quarta-feira,15, até às 8h da manhã, em ato coordenado com a greve geral convocada pelos movimentos trabalhistas em protesto contra o projeto de lei da terceirização.

Segundo o sindicato, os ônibus ficarão parados na garagem a partir das 4h e voltam a circular normalmente a partir das 8h, retornando à normalidade de maneira gradual.

O secretário de Transporte, Fábio Mota, disse que acompanhou de perto a decisão dos rodoviários e que negociou para que a paralisação acontecesse pela manhã, e não no meio da tarde, como planejado inicialmente. Diz ainda que negocia para que não seja toda a categoria a paralisar as atividades no início desta quarta. “Nossa expectativa é que não chegue a 100% (de adesão)”, afirma.

Também vão parar nesta quarta os professores das redes estadual e municipal, segundo o presidente da APLB, Rui Oliveira. Outra categoria que vai parar, em nível estadual, são os médicos ligados ao Sindimed e ao Sindsaúde. Eles só irão atender casos de emergência e de urgência. A categoria está em negociação para reajuste e decidiu aderir à manifestação de 24h. Eles fazem concentração na Assembleia Legislativa e caminhada até a Governadoria a partir das 9h.

Já o Sindicato dos Trabalhadores de Limpeza também divulgou nota informando que vai participar das manifestações. O Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Bahia (APLB) também decidiu em assembleia participar da paralisação nacional amanhã. Às 8h, eles farão ato em frente à reitoria da Ufba e às 15h se unem à manifestação geral dos trabalhadores.

Os bancários decidiram em assembleia na noite desta terça aderir ao protesto. Segundo o sindicato, as agências da avenida Sete e do Comércio permanecerão fechadas nesta quarta. As demais terão abertura atrasada. A partir das 15h, os bancários seguem para o Campo Grande para o grande protesto de trabalhadores.

Segundo Augusto Nunes, vice-presidente do Sindicato dos Bancários, não há uma definição precisa de quanto tempo cada agência irá demorar para abrir. “Depende da região, mas vai haver um retardo da abertura da agência de uma a duas horas. A nossa orientação é exatamente essa, que a partir das 15h, os trabalhadores sigam para o Campo Grande”, informou. Segundo ele, atos vão acontecer em grandes cidades baianas como Jequié, Vitória da Conquista, Itabuna, Ilhéus, Feira de Santana, Itaberaba, Juazeiro, Barreiras, Jacobina, Irecê entre outras.

A grande caminhada deve reunir vários trabalhadores de diversas categorias saindo do Campo Grande e seguindo até a Praça Municipal de Salvador.

Os trabalhadores protestam contra o Projeto de Lei 4330/2004, aprovado na quarta pela Câmara dos Deputados.

abr
15
Posted on 15-04-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-04-2015


Caó, no portal de humor gráfico A Charge Online

abr
15
Posted on 15-04-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-04-2015


DEU NO EL PAIS
Silvia Ayuso
De Washington Recomendar no Facebook 1.577

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, notificou nesta terça-feira ao Congresso sua decisão de tirar Cuba da lista de Estados patrocinadores do terrorismo, um passo essencial –e amplamente esperado— no processo de normalização das relações com a ilha iniciado em 17 de dezembro.

A decisão acontece três dias depois da histórica reunião de Obama com o presidente cubano, Raúl Castro, no Panamá, durante a Cúpula das Américas. A reunião, primeiro encontro formal entre um presidente norte-americano e um cubano em mais de meio século, foi marco da mudança radical de política bilateral, com o apoio agora da decisão de Obama.

Cuba entrou na lista negra elaborada pelo Departamento de Estado em 1982. Desde o início, considerou “injustificável” sua presença num relatório que implica na imposição de sanções econômicas e políticas aos listados.

Segundo a notificação de Obama ao Congresso, o presidente norte-americano “certifica” agora que o Governo cubano, nos últimos seis meses, “não deu nenhum apoio ao terrorismo internacional e que, além disso, “forneceu garantias de que não apoiará atos de terrorismo internacional no futuro”.

Esses eram os dois requisitos exigidos por lei para tirar Cuba da malfadada lista, um processo que entrará em vigor 45 dias depois da notificação feita nesta terça-feira. Mas o Congresso pode tentar reverter a decisão, para o que precisaria de ampla maioria, mais do que difícil de conseguir nesse caso, porque muitos legisladores, tanto democratas quanto republicanos, apoiam a normalização das relações com Cuba, um pedido de toda a América Latina.

Só faltava a aprovação presidencial. O secretário de Estado, John Kerry, que tinha ficado encarregado de revisar o caso cubano no mesmo dia em que Obama e Castro anunciaram a normalização das relações, em dezembro, já tinha passado ao presidente na semana passada sua recomendação de tirar Cuba da lista negra do terrorismo. Era esperado que Obama anunciasse sua decisão em algum momento no Panamá, aproveitando o impulso representado pela primeira reunião bilateral, que atraiu toda a atenção da primeira Cúpula das Américas para a qual foi convidado o Governo da ilha.

A saída de Cuba da lista negra, onde também estão Irã, Sudão e Síria, era dada como praticamente certa, visto que o Departamento de Estado há muito tempo já tinha reconhecido, entre outras coisas, a cooperação de Havana com Madri e Bogotá. Cuba abriga as negociações de paz entre o Governo da Colômbia e os guerrilheiros das FARC.

“Continuaremos a ter divergências com o Governo cubano, mas nossas inquietações a respeito de um amplo espectro de políticas e ações cubanas não fazem parte dos critérios relevantes para manter Cuba na lista negra”, disse o porta-voz de Obama, Josh Earnest, em comunicado.

“As circunstâncias mudaram desde 1982, quando Cuba foi incluída por seus esforços em promover uma revolução armada por forças na América Latina”, lembrou Kerry. “Nosso hemisfério —e o mundo— é muito diferente do que era há 33 anos”, acrescentou numa declaração.

O próximo passo no processo de normalização deveria ser a reabertura de representações diplomáticas tanto em Washington quanto em Havana, outro dos processos que parece haver certa resistência, sem que nenhuma das partes explique o motivo da demora. Os dois governos declararam anteriormente que a retirada de Cuba da lista negra, agora anunciada, e a reabertura das embaixadas são a parte relativamente mais fácil de um processo de normalização de relações que será longo e difícil.

  • Arquivos