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Posted on 14-04-2015
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ANDREIA SADI
DE BRASÍLIA
MARINA DIAS
ENVIADA ESPECIAL A BRASÍLIA

A presidente Dilma Rousseff indicará o professor Luiz Edson Fachin, 57, como novo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). A indicação será oficializada ainda nesta terça-feira (14), em Brasília.

Antes de ser oficializado no cargo, no entanto, Fachin precisa passar por sabatina no Senado, comandado por Renan Calheiros (PMDB-AL), e ser aprovado pelos parlamentares.

A vaga em aberto é a que era do ex-ministro Joaquim Barbosa, que se aposentou no final de julho do ano passado, dez anos antes do limite previsto em lei. Aos 60 anos, Barbosa poderia continuar na Corte até os 70, idade na qual servidores públicos são aposentados compulsoriamente.

Nas últimas semanas, a presidente ensaiou nomear o novo ministro do STF por mais de uma vez, mas precisou medir a temperatura do PMDB diante do cotado.

Em sua batalha política contra o PT e o governo da presidente Dilma, o peemedebista Renan Calheiros chegou a dizer a interlocutores que nenhuma indicação com “a digital do PT” será aprovada pelo Senado.

O presidente do Senado chegou a ser consultado sobre Fachin.

Especialista renomado em Direito Civil e da Família, ele já esteve cotado para o STF anteriormente, quando sua indicação contou com a simpatia dos ex-ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Paulo Bernardo (Comunicações), ambos petistas do Paraná, mesmo onde Fachin fez carreira.

A primeira vez seu nome foi cogitado ocorreu em 2011, na vaga de Eros Grau, que acabou ocupada por Luiz Fux. Em 2013, para a cadeira deixada por Carlos Ayres Britto, era dada com certa sua nomeação. Acabou perdendo para Luis Roberto Barroso.

No atual processo de escolha, Dilma se reuniu com ele no Palácio do Planalto. Em artigo publicado na Folha no ano passado, Fachin defendeu o processo de escolha para ministros do STF.

PERFIL

Fachin tem um vasto currículo. Sócio-fundador da banca Fachin Advogados Associados, é graduado em direito pela Universidade Federal do Paraná, com mestrado e doutorado em direito pela PUC de São Paulo. Fez pós-doutorado no Canadá, foi pesquisador convidado do Instituto Max Planck, na Alemanha, e professor visitante do King´s College, na Inglaterra. Atualmente, é professor titular de Direito Civil da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná.

A escolha dele é apontada como um aceno do governo aos movimentos sociais. Ele tem apoio do prefeito de São Bernardo do Campo (grande SP), Luiz Marinho (PT), e ligações históricas com a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e o PT.

Por indicação da central sindical, integra a Comissão da Verdade do governo Beto Richa, da qual deve se afastar se assumir a cadeira do STF.

Em 2010, assinou um manifesto, juntamente com outros juristas, em defesa do direito do então presidente Lula de opinar sobre as eleições. Fachin integrou a Comissão Estadual da Verdade do Paraná indicado pela CUT.

LAVA JATO

O Palácio do Planalto levou quase nove meses para escolher o novo ministro –por isso, Fachin não participará da 2ª Turma do STF, responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras.

Barbosa fazia parte da 2ª Turma junto com os ministros Teori Zavascki, Celso de Mello, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia. Com a demora para a nomeação, o ministro Dias Toffoli foi deslocado para a Turma.

Caso fosse nomeado até fevereiro, antes de o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviar ao STF a lista com o pedido de abertura de 28 inquéritos para investigar 54 nomes mencionados na Lava Jato, Fachin participaria do julgamento.

Colaborou CÁTIA SEABRA, de São Paulo. Com reportagem do Rio

Vai dedicada a Taciano de Carvalho (irmão dileto do nosso saudoso Ivan ), blogueiro do Gama Livre, de Brasília, amigo do peito do BP, de passagem pela terrinha. Que é dele também, sim senhor!

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Branqueamento de corais.
Foto Divulgação:Projeto Coral Vivi


Os pesquisadores do Projeto Coral Vivo estão atentos aos dados distribuídos pelo NOAA (serviço oceanográfico e atmosférico do governo americano) sobre a possibilidade de branqueamento de corais na costa brasileira até maio deste ano. Os mapas gerados atualmente apontam Alerta Nível 2 para o Sul da Bahia e Búzios, e Alerta Nível 3 se aproximando de Búzios.

“Todos os dias, os satélites adquirem informações sobre a temperatura da superfície do mar. A confiança da previsão é de 90%, e estamos observando continuamente”, explica o geólogo José Carlos Seoane, professor do Instituto de Geociências da UFRJ e membro da Rede de Pesquisas Coral Vivo, a qual conta com o patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

Em 2011, Seoane conseguiu que o NOAA instalasse no Brasil “bóias virtuais”, que guardam as informações adquiridas pelos satélites, para monitorar o efeito das mudanças climáticas nas seis áreas mais significativas com recifes de coral e comunidades coralíneas: Maracajaú (RN), Fernando de Noronha e Atol das Rocas (PE), Costa dos Corais (PE e AL), Recife de Fora (BA), Abrolhos (BA) e Búzios (RJ). A iniciativa gera dados contínuos da temperatura da superfície do mar nesses pontos-chave. Desde então foram também criadas “bóias virtuais” na Bahia de Todos os Santos (BA) e na Ilha da Trindade (ES).

“A previsão de branqueamento, que gera o alerta, é feita a partir da temperatura da superfície da água do mar, comparada a média da temperatura esperada para cada dia do ano, chamada de “climatologia”, e leva também em conta quantos dias a temperatura está acima do normal, e se a água está circulando ou parada (pela medição dos ventos)”, informa Seoane.

Branqueamento de corais

O branqueamento acontece quando as microalgas simbiontes – chamadas de zooxantelas e que dão cor ao tecido quase transparente do coral – são expulsas por conta de estresses como aquecimento, acidificação da água ou poluição. Assim, o esqueleto calcário fica visível atrás do tecido quase transparente. “Quanto mais intenso e duradouro for o evento estressante, maior é a chance da colônia de coral adoecer e morrer”, explica o coordenador geral do Projeto Coral Vivo e professor do Museu Nacional/UFRJ, o biólogo marinho Clovis Castro.

O doutorando Gustavo Duarte chama a atenção para o fato dos corais que ocorrem no litoral brasileiro muitas vezes conseguirem sobreviver a estresses crônicos. “Enquanto os do exterior têm alta taxa de mortalidade, os daqui conseguem se recuperar em seis meses, com o retorno das algas zooxantelas à colônia”, diz.

Mesocosmo marinho

Com o intuito de estudar o comportamento dos corais que ocorrem no Brasil diante das mudanças climáticas, o Projeto Coral Vivo desenvolveu um mesocosmo marinho. “É um sistema com dezesseis tanques alimentado constantemente pela água do mar, que funciona como uma máquina do tempo simulando as previsões do IPCC da ONU para os próximos 100 anos, por exemplo”, descreve o biólogo marinho Emiliano Calderon, coordenador de pesquisas do Coral Vivo. Nele, são realizados experimentos com a participação de diferentes universidades e institutos de pesquisa públicos na base de pesquisas localizada no Arraial d’Ajuda Eco Parque, em Porto Seguro (BA). A região tem uma das maiores biodiversidades marinhas do Atlântico Sul. “Esses dados gerados pelo mesocosmo marinho do Coral Vivo contribuirão para tomadas de decisão de políticas públicas, principalmente”, completa Duarte.

Projeto Coral Vivo

O Coral Vivo faz parte da Rede BIOMAR (Rede de Projetos de Biodiversidade Marinha), que reúne também os projetos Tamar, Baleia Jubarte, Golfinho Rotador e Albatroz. Todos patrocinados pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, eles atuam de forma complementar na conservação da biodiversidade marinha do Brasil, e trabalham nas áreas de proteção e pesquisa das espécies e dos habitats relacionados. As ações do Coral Vivo são viabilizadas também pelo copatrocínio do Arraial d’Ajuda Eco Parque, e realizadas pela Associação Amigos do Museu Nacional (SAMN) e pelo Instituto Coral Vivo (ICV). Em parceria com o ICMBio, o Coral Vivo é coordenador executivo do Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos (PAN Corais).

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DEU NA COLUNA POLÍTICA RAIO LASER, DA TRIBUNA DA BAHIA

Metrô

Apesar da atmosfera amigável que o governador Rui Costa (PT) e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), pareciam protagonizar desde que o primeiro chamou o gestor municipal para uma conversa em meados de março, parece que está fazendo água o bom clima entre os dois.

Tudo porque a Prefeitura continua demorando na concessão do alvará para a construção do metrô na Paralela, um projeto ao qual Rui Costa quer dar gás total.

Ontem, Rui chegou a mencionar que a Avenida Paralela, por onde o metrô vai passar, ficará ainda mais arborizada para receber o equipamento.

“Tanto para quem estiver dentro do metrô, como para quem passar de carro ou de ônibus, terá o prazer de ver mais árvores dos dois lados. Posso assegurar que o projeto das estações está muito bonito. Fiquei absolutamente satisfeito com o que me apresentaram”.

Mais um sinal de que, pelo visto, este metrô ainda não está resolvido na conta dos principais políticos do Estado.

Cobrança

E por falar na liberação do alvará do metrô da Paralela ontem, o vereador Gilmar Santiago (PT) voltou a cobrar do prefeito ACM Neto a concessão do alvará para a construção da linha 2 do Metrô.

“A obra da linha 2, de Salvador a Lauro de Freitas, vai gerar cerca de 5 mil empregos para a cidade nesse momento de crise e, ao mesmo tempo, a população ganhará um transporte de massa moderno, rápido e confortável”, disse Gilmar, enumerando as vantagens de se ter rapidez na liberação dos alvarás.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Rui de não sei quantos dias

Entre os ataques vigorosos da oposição e defesas enfáticas de governistas, a questão hoje na sessão da Assembleia Legislativa foi definir quanto tempo tem o governo Rui Costa.

Para o líder do DEM, Luciano Ribeiro, são cem dias, transcorridos sexta-feira, mas nesse período ele diz não ter visto a gestão cumprir nenhumas das prioridades que anunciara.

Depois de abordar diversas áreas da gestão, concentrou-se na segurança pública, citando o assalto, ontem, ao prefeito de Livaramento de Nossa Senhora, Paulo Azevedo (PRP), que foi amarrado pelos bandidos numa estrada de vicinal de Tanhaçu e ficou sem seu veículo Hylux.

“Não se pode mais transitar com a família nas rodovias do Sudoeste”, afirmou o deputado, citando outro assalto com sequestro, ocorrido há pouco mais de 20 dias, contra o empresário Laércio Oliveira, atacado na rodovia BR-430, entre Caetité e Igaporã.

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Não esqueçam os 29 de fevereiro

Data: 13/04/2015
20:51:02

A primeira discordância veio de outro oposicionista, Herzem Gusmão (PMDB), para quem, na condição de chefe da Casa Civil do governo Jaques Wagner, Rui Costa foi, nos últimos quatro anos, o encarregado da administração estadual, respondendo, portanto, por 1.560 dias.

Pensava-se que isso encerrava a discordância quando apareceu o deputado Hildécio Meireles para corrigir: se Rui havia sido secretário também no primeiro governo Wagner, atuando como “um gerentão”, na verdade são 3.020 dias de poder, o que agravaria mais ainda seu desempenho.

Entretanto, todos os parlamentares se esqueceram de um detalhe: já que fizeram questão de ser precisos nas referências numéricas, deveriam ter considerado que os anos de 2008 e 2012 foram bissextos, o que leva o suposto mando e controle de Rui Costa sobre a Bahia para 3.022 dias.

A Bossa é Bahia na Fonte Nova! Arena é o cacete.

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)


Obra de Di Cavalcanti, que faz parte da exposição
. / MON (Divulgação)

DEU NO EL PAIS

No último dia 19 de março, 139 obras de arte chegaram ao museu Oscar Niemeyer (MON) em Curitiba (PR), sob uma forte escolta. Dentre os quadros que vieram do Rio de Janeiro em um caminhão seguido de carros da Polícia Federal havia obras de Miró, Djanira, Heitor dos Prazeres e Guignard. Essa foi a terceira vez, em um ano, que o museu recebeu obras dessa magnitude. Todas apreendidas na Operação Lava Jato, que investiga casos de corrupção na Petrobras. A Polícia Federal investiga indícios de que as obras, pagas em geral em dinheiro vivo, são parte da estratégia para lavar dinheiro.

A primeira leva de obras apreendidas nessa operação chegaram ao MON em maio do ano passado. Eram 16 quadros apreendidos da doleira Nelma Kodama. Dentre eles, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Cícero Dias e um Renoir, que, aparentemente é falso. “Estamos aguardando o laudo técnico”, diz Juliana Vosnika, diretora-presidenta do MON. “Tudo indica que ele não seja autêntico”. Como é de praxe, todas as obras que chegam ao museu passam por uma quarentena, para avaliar se estão contaminadas por fungos ou bactérias e passarem por um processo de higienização. Depois, são liberadas para a exposição.

A primeira mostra realizada pelo MON com as obras apreendidas foi inaugurada em janeiro deste ano. Mas, como em fevereiro chegou o segundo lote de obras, o museu decidiu lançar uma nova exposição, que será inaugurada nesta terça-feira 14, juntando quadros dos dois lotes. A exposição, chamada ‘Obras sob guarda do MON’, ficará aberta até o dia 12 de julho e contará com obras de Salvador Dalí, Orlando Teruz, Claudio Tozzi, Heitor dos Prazeres, Vik Muniz, Nelson Leirner, Sergio Ferro, Daniel Senise, Carlos Vergara, Miguel Rio Branco, Amilcar de Castro, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Aldemir Martins e Cícero Dias.

Essa segunda leva que chegou ao museu, de 48 obras, foi apreendida de Zwi Skornicki, dono do estaleiro Keppel Fels. Segundo Vosnika, todas as obras de Skornicki eram autênticas. Para ela, a curiosidade do público pelo assunto pode estimular o interesse pela arte.
mais informações

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Bancos coniventes e propina da Petrobras para a eleição de Dilma
“A corrupção está no Governo, não está no Parlamento”

Terceira leva

A mais recente leva de obras que desembarcou no prédio da capital curitibana projetado por Oscar Niemeyer foram resultado da 10ª fase da Operação Lava Jato. Dessa vez, o lote é composto de 131 telas, todas pertencentes ao ex-diretor da Petrobras, Renato Duque.

Como elas ainda estão sob estudo e quarentena, o MON ainda não sabe quando essas obras de Duque serão expostas. O museu também não divulga o valor dos quadros. “A importância das obras é de valor cultural”, diz Vosnika. “É um lote de valor inestimável”.

O objetivo do museu, que hoje é o responsável pela guarda das 203 obras apreendidas até agora, é que todos os quadros apreendidos se tornem parte do acervo permanente de lá. “Mas essa é uma decisão da Polícia Federal”, explica Vosnika.

O Museu Oscar Niemeyer foi inaugurado em 2002, e marca a descentralização do circuito Rio-São Paulo de arte. O prédio de 35.000 metros quadrados de área foi projeto pelo arquiteto homônimo em 1967 e, até 2001, abrigava secretarias de estado. No início deste ano, o museu registrou recorde de visitação, como mais de 33.000 visitantes em janeiro, 40% a mais que no mesmo período do ano passado.

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Posted on 14-04-2015
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Miguel, no jornal do Comércio (PE)

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DEU NO BLOG O ANTAGONISTA (DOS JORNALISTAS MANOEL BONFIM E DIOGO MAINARDI)

O Porto de Mariel e a matemática da Odebrecht

Se é para banalizar o adjetivo, como fizeram em relação ao encontro entre Obama e o tiranete cubano, histórico será o dia em que tivermos todas as informações sobre o financiamento do BNDES, no valor de 682 milhões de dólares, para a construção do Porto de Mariel, em Cuba — de onde os cubanos poderão importar e exportar para o seu futuro maior e praticamente exclusivo parceiro comercial, os Estados Unidos, deixando os brasileiros literalmente a ver navios.

Desde o ano passado, o Ministério Público Federal investiga o caso, e o BNDES recorre aos tribunais para esconder o jogo, assim como faz com a JBS/Friboi. Hoje, os procuradores tomaram um outro caminho: recomendaram formalmente ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, instância pela qual passou a aprovação do empréstimo ao projeto em Cuba, que abra os dados sobre a transação. Se o ministério não o fizer, o MPF irá acioná-lo na Justiça.

Quem recebeu a grana do BNDES foi a Odebrecht, que construiu o tal porto e não empresta, mas dá a Lula. Em fevereiro do ano passado, quando foi aberta a investigação do Ministério Público, Marcelo Odebrecht assinou um artigo na Folha de S. Paulo, para dizer que não havia nada de escuso no fato de o BNDES manter sigilo sobre as condições do empréstimo.

A última frase do artigo foi: “Esse episódio me lembra aqueles que criticam a boa nota que o filho tirou em matemática, porque o garoto está indo mal em português. Pensando como brasileiro, proponho a identificação e o debate de nossos reais desafios e a escolha das batalhas certas para colocar nossas energias.”

O Antagonista sabe que, na matemática de Marcelo Odebrecht, o Tesouro Nacional fica sempre no vermelho para que a sua empreiteira fique no azul. Em bom português, isso é roubo. Também propomos a identificação — digital e fotográfica –– dos nossos reais desafios. Sem debate, só processo.

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