Os sindicalistas querem que o governo corrija o limite de isenção do imposto sobre salários, que atualmente está em 15 mil pesos (R$ 5,5 mil, pelo câmbio oficial). Mas o ministro dAxel Kicillof, disse que o teto foi reajustado há dois anos e que está “muito bem do jeito que está”.

Esta é a quarta greve-geral convocada durante o governo da presidente Cristina Kirchner, que está no fim do segundo mandato. Em agosto, ocorrerão as prévias das eleições presidenciais de outubro e, pela lei, Cristina não pode se candidatar a um terceiro mandato consecutivo.

A partir de meia-noite desta segunda-feira (30), e durante 24 horas, bancos, ônibus, trens e caminhões deixarão de funcionar, mas outros serviços, como o transporte aéreo, já estão sendo afetados.

A TAM Linhas Aéreas já avisou, por meio de comunicado, que os voos com destino e vindos de Córdoba, Rosário e Buenos Aires – todos na Argentina – serão cancelados devido à paralisação.

Segundo a companhia aérea, os clientes cujos voos listados foram impactados poderão remarcar a data da viagem para os próximos 15 dias sem qualquer custo.

Há também a possibilidade de o passageiro realizar a mudança do destino, sem multas, sujeito às diferenças tarifárias correspondentes.

O ministro do Trabalho, Carlos Tomada, criticou os sindicalistas responsáveis pela greve, alegando que representam apenas uma parte do setor de transportes e que estão fazendo reivindicações em nome da minoria (10%) dos trabalhadores que paga Imposto de Renda.

O líder da CTA, Pablo de Micheli, rebateu as críticas do ministro dizendo que os argentinos têm pelo menos “20 razões” para protestar (entre eles o alto índice de inflação) e ameaçou estender a greve para 36 horas, se não conseguir chegar a um acordo com o governo.

Em 2014, a Argentina registrou um índice inflação de 24%, segundo dados oficiais, e de 39%, de acordo com medições de institutos privados.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES

Simbiose

“Rui lança projeto que eleva qualidade de vida de 70 mil baianos”, diz a imprensa, atestando a nossa modernidade na comunicação: a propaganda já vem junto com a notícia.


Padre Carlos . Foto Divulgação

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DEU NO CORREIO 24HORAS

Um padre de 37 anos morreu na frente dos fiéis durante a celebração de uma missa de Ramos, na noite deste domingo (29) em Vitória, no Espírito Santo. Segundo o portal G1, antes da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Carlos de Assis Viana, foi socorrido pelas pessoas que estavam no local, mas não resistiu e morreu. A suspeita é de que Carlos tenha sofrido um ataque cardíaco.

Segundo o padre Kelder Brandão, amigo do sacerdote, Carlos nunca apresentou problemas de saúde. “Recebi um telefonema de um seminarista dando a notícia, e fiquei atônito. Ele não tinha nenhum indicativo de doença. Foi um susto para todos, um infarto fulminante”, disse.

O corpo do padre foi levado para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO) do Hospital Estadual São Lucas, na capital do Espírito Santo. O velório será realizado na paróquia São Francisco de Assis, mas o local do enterro ainda não foi definido. Em nota, a Arquidiocese de Vitória disse que “sofre junto com os familiares, amigos e paroquianos e une-se a todos com orações alimentadas pela certeza da Ressurreição em Cristo”.

DO UOL/FOLHA

Com 256 passageiros a bordo, um avião da Turkish Airlines que partiu de Istambul com destino a São Paulo desviou sua rota e aterrissou em Casablanca, no Marrocos, depois de declarar emergência por conta de uma ameaça de bomba, disse uma porta-voz da companhia.

Os investigadores concluíram que a ameaça não era verdadeira após os passageiros do voo TK15 terem sido retirados para permitir que a aeronave fosse vasculhada por um esquadrão antibombas.

O Boeing 777 pousou no aeroporto Mohammed V, em Casablanca, por volta das 9h30 (horário de Brasília).

A bordo, havia sido encontrada um bilhete em que estava escrita a palavra “bomba”, informou a agência turca Anatolia, segundo a AFP. Não há informações sobre a língua em que foi escrita a nota.

Em nota, a Turkish Airlines afirmou que os passageiros estão sendo reconduzidos ao embarque. O voo continuará a rota para São Paulo assim que os serviços de limpeza e reabastecimento da aeronave forem concluídos.

Segundo o Flightradar24, o novo horário previsto para a chegada do voo ao Brasil é 19h49.

Segundo a Anatolia, no domingo (29) o voo TK52 de Istambul para Tóquio retornou para o aeroporto internacional Ataturk após uma mensagem contendo “C-4 Cargo” —nome de um explosivo— ter sido encontrada a bordo.

As autoridades não encontraram nenhum equipamento explosivo na aeronave.

Em janeiro de 2014, um voo que também fazia a rota Istambul-São Paulo fez um pouso de emergência em Casablanca após um computador sem dono ser encontrado a bordo.

Bethânia com a Banda Didá, Farol da Barra, no show dos 466 anos de Salvador, sábado, 29.! Encontrei este registro, um tanto precário, no YouTube.

o que é, o que é @ farol da barra (Com a participação de Margareth Menezes e Mariene de Castro)

(Claudio Leal)

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Precário sim, Claudio, mas precioso como registro de memória de uma bela noite da Cidade da Bahia. Valeu!, BP agradece.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares )


Luis Leal na Comissão da Verdade

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DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Relatório traz verdade sobre o golpe na Bahia

O relatório da Comissão da Verdade na Bahia será apresentado às 9 horas de terça-feira, na Assembleia Legislativa, trazendo tudo que conseguiu apurar sobre a cassação dos mandatos de 13 deputados estaduais pelo golpe militar de 1964.

Entre as revelações, o cerco imposto a Luís Leal e Wilton Valença, o primeiro, perseguido no exercício da profissão de médico, o segundo, demitido da Petrobras sem inquérito administrativo e tendo de fazer biscates para sobreviver.

O presidente da comissão, deputado Marcelino Galo (PT), disse que a cerimônia, no mesmo dia do golpe, “será uma bela oportunidade de conhecer verdades do passado para refletir sobre os dias de hoje e sobre o futuro da nossa jovem democracia”.

mar
30
Posted on 30-03-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-03-2015

DEU NO EL PAIS

“É política de boa vizinhança. Evidentemente quando você apoia um partido ou um candidato, no futuro eles vão procurar ajudá-lo”, afirmou o empresário Cristiano Kok, da empreiteira Engevix, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. A empresa está envolvida no esquema de corrupção investigado pela Lava Jato, e um dos sócios está preso há mais de três meses. Os números parecem concordar com o argumento de Kok: o estudo ‘The Spoils of Victory’ (‘Despejos da Vitória’, em tradução livre), feito por pesquisadores de três universidades dos Estados Unidos, concluiu que as empresas que financiaram candidatos a deputado federal do PT nas eleições de 2006 receberam entre 14 e 39 vezes o valor doado por meio de contratos com o poder público nos anos subsequentes.

A pesquisa, publicada em 2014, cruza os dados oficiais de doações para as campanhas e os contratos obtidos pelas empresas nos anos seguintes – sem levar em conta eventuais pagamentos ilegais. Segundo os autores, não foi possível estender o estudo para Governos anteriores por falta de dados públicos confiáveis, e não foi encontrada correlação entre doações e contratos envolvendo outros partidos. “Este modelo de financiamento de campanha que favorece doadores é comum em todas as nações em desenvolvimento”, afirma Taylor Boas, professor de ciência política na Universidade de Boston e um dos autores do estudo. Para ele, isso ocorre porque nestes países o Estado de Direito tende a ser mais fraco, e o processo de orçamento público mais facilmente manipulável, assim como as licitações, ainda que nenhuma grande democracia, quer a França ou os EUA, estejam a salvo das polêmicas e escândalos envolvendo doações de campanha e influência desproporcional no processo político.

Nos países em desenvolvimento os problemas se agravam, de acordo com Boas, porque eles têm poucas leis que regulamentem as doações de campanha. “No Brasil o limite para a doação corporativa é de 2% de seu faturamento bruto anual. Isso é um valor muito alto já que estamos falando de grandes empresas”, diz. A influência das grandes empresas brasileiras, com atuação internacional em especial na América Latina e na África, não se restringe às eleições brasileiras. Segundo o cientista político, “a Odebrecht foi uma das maiores doadoras para a campanha do candidato à presidência do Panamá Ricardo Martinelli em 2011”. Após a vitória do candidato a empresa obteve “o maior contrato de obra do país até então: o metrô da Cidade do Panamá”.

Quatro investigadas pela Lava Jato estão entre as maiores doadoras das bilionárias eleições brasileiras de 2014: Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS e Queiroz Galvão. Juntas, elas injetaram 353 milhões de reais nas campanhas de dezenas de candidatos e comitês partidários de várias legendas. O ‘retorno’ do investimento não tardou: apenas nos três primeiros meses deste ano estas empresas já receberam em pagamentos diretos do Governo Federal a quantia de 142 milhões de reais.
Comportamento diferente

“No Brasil o limite para a doação corporativa é de 2% de seu faturamento bruto anual. Isso é um valor muito alto já que estamos falando de grandes empresas”

“As grandes empresas têm um comportamento diferente nas eleições proporcionais e nas majoritárias”, afirma o cientista político Wagner Pralon Mancuso, da Universidade de São Paulo. Segundo ele, nas majoritárias a tendência é que elas doem para todos os candidatos que têm chance de serem eleitos. “As empresas da Lava Jato, por exemplo, doaram quantias muito parecidas para o Aécio e para a Dilma”, diz. Reportagem do jornal O Estado de São Paulo deste domingo revela que o conjunto de 21 empresas investigadas pela Lava Jato foi responsável pela doação de 40% dos recursos privados destinados aos cofres do PT, PMDB e PSDB entre os anos de 2007 e 2013. Foram 321 milhões de reais para os diretório nacional do PT, 137,9 milhões de reais para o PSDB e 97,6 milhões de reais para o PMDB. Esses valores não levam em conta nem as doações feitas diretamente a candidatos, nem os recursos doados para as eleições no ano passado.

Quando se tratam de eleições para deputados federais e senadores, as empresas doam principalmente para candidatos com “capital político testado, que disputam a reeleição. Assim elas aumentam as chances de acerto”, afirma Mancuso. Esse comportamento dificulta a renovação do Congresso, já que os parlamentares que estão eleitos possuem uma base de financiadores já definida: 60% dos candidatos foram reeleitos em 2014.

Os parlamentares contam ainda com outro instrumento para beneficiar as empresas doadoras: as emendas orçamentárias, que segundo o site do Senado são uma possibilidade para que os congressistas possam “influir na alocação de recursos públicos em função de compromissos políticos que assumiram durante seu mandato”. Na prática, segundo Luciano Caparroz Santos, advogado especialista em Direito Eleitoral e um dos fundadores do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral (MCCE), que esteve à frente do projeto da Ficha Limpa, as emendas são uma maneira de “favorecer doadores de campanha, oferecendo obras nos redutos eleitorais com a finalidade de agradar as empresas”. Cada parlamentar pode apresentar até 25 emendas totalizando 10 milhões de reais.

Um exemplo dessa prática irregular é o caso do ex-deputado federal João Caldas da Silva (PEN-AL), que foi condenado em 2014 pelo escândalo conhecido como a ‘máfia das ambulâncias’. O Ministério Público Federal alegou que Silva direcionava emendas orçamentárias para determinados municípios com o objetivo de favorecer empresários e companhias que doaram para sua campanha. Os preços eram superfaturados em até 120% com relação a valores de mercado, com prejuízos estimados em 110 milhões de reais para os cofres públicos.

Quatro investigadas pela Lava Jato estão entre as maiores doadoras das bilionárias eleições brasileiras de 2014

Para o cientista político Mancuso, nem sempre o parlamentar precisa beneficiar explicitamente um doador. “Muitas vezes basta que ele peça vista [tempo para examinar] para atrasar um projeto de lei que prejudica os interesses de um doador”, afirma. Outra maneira apontada pelo professor é a apresentação de emendas a um determinado projeto de lei para beneficiar a empresa: “Muitas vezes o texto não foi nem escrito por ele. É comum vários deputados apresentarem a mesma emenda, igualzinha, enviada pela companhia interessada”. Tudo isso dentro da legalidade.

“Existem dois tipos de relação financeira entre doadores e políticos: um são os contratos oferecidos para uma empresa de obras públicas, e os outros são o financiamento”, afirma Mancuso. As companhias que não fazem obras “recebem [como moeda de troca] financiamento de bancos públicos”, segundo ele. A JBS, empresa do ramo de frigoríficos, foi a maior doadora das eleições no ano passado. A empresa já recebeu, desde 2005, ao menos oito bilhões de reais em empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Social, o BNDES. A empresa alimentícia nega qualquer ligação entre as doações a políticos e os financiamentos.

Um dos resultados deste modelo corporativo de financiamento e um dos pontos centrais na discussão da reforma política, é a formação de bancadas no Congresso (grupos de parlamentares que atuam no Senado e na Câmara) para favorecer os interesses de um determinado setor do mercado. Para Santos, este é outro efeito problemático das doações: “Quando alguém vota em um determinado candidato não sabe que o cara recebeu dinheiro de determinada empresa e que vai defender os interesses da companhia”. Estes dados só estarão disponíveis semanas depois do pleito, impossibilitando que o eleitor saiba exatamente quem está financiando seu deputado ou senador.
Debate e reforma política

Desde o final de 2013 o Supremo Tribunal Federal (STF) julga uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil que pede a proibição do financiamento eleitoral por empresas. Seis ministros foram favoráveis ao veto, mas a votação foi interrompida por dois pedidos de vista, de Teori Zavascki, que votou contra a proibição, e de Gilmar Mendes. Recentemente Mendes afirmou que não cabe ao Supremo legislar sobre o assunto, e que a matéria cabe ao Congresso. Nesta quarta, um grupo fez uma vigília diante do Supremo em Brasília pedindo que Mendes prossiga com o julgamento do tema.

O PT tem defendido o fim do financiamento privado de campanha, mas o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já se manifestou ser contrário à extinção da modalidade. Críticos das investigações da Lava Jato tem dito que procuradores e juízes estão criminalizando doações legais de campanha. Já um dos mais importantes pilares do caso, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que aderiu ao regime de delação premiada, disse em depoimento: “Doação oficial é balela”. “Todas as doações oficiais, seja oficial ou não oficial, não é doação, é empréstimo”.

No início de fevereiro foi instalada na Casa uma comissão especial de reforma política, cuja presidência foi oferecida por Cunha ao deputado oposicionista Rodrigo Maia (DEM-RJ). O texto que irá nortear as discussões é a Proposta de Emenda à Constituição 352/2013, escrita pelo ex-deputado Cândido Vacarezza (PT-SP), que constitucionaliza o financiamento privado de campanha.

mar
30
Posted on 30-03-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-03-2015


Caó, no portal de humor gráfico A Charge Online

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30


BOM DIA!!!

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