Jesus com a irmã Ivete em Salvador

DEU NO CORREIO24

O irmão e ex-empresário da cantora Ivete Sangalo, Jesus Sangalo, sofreu uma convulsão logo após ter colidido o carro contra um poste no final da tarde da segunda-feira (23), de acordo com a Secretaria Municipal da Saúde. Ainda segundo o órgão, o empresário estava lúcido e consciente no momento em que foi removido do local do acidente e levado para o Hospital Aliança, em Salvador.A assessoria do Hospital Aliança informou que só divulgará informações sobre o estado de saúde do paciente com a autorização da família.

Colisão

Jesus Sangalo, sofreu um acidente de carro na noite desta segunda-feira (23), na Praça Nossa Senhora da Luz, situada na avenida Otávio Mangabeira, no bairro da Pituba. Segundo a Superintendência de Trânsito e Transalvador (Transalvador), ele conduzia um carro de modelo Honda Accord quando perdeu o controle do veículo e acabou batendo em um poste.

Ainda segundo o órgão, o irmão da cantora ficou desacordado e foi socorrido por uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Outra pessoa também estava no carro, mas não teve ferimentos.

Estate, com o Louis van Dijk Trio, para sonhar ( na semana dos 466 anos de Salvador) com a Baía de Todos os Santos. Sem ponte!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA.

Um Airbus A320 da companhia aérea Germanwings caiu esta manhã no sul de França, com 150 pessoas a bordo – 144 passageiros e seis tripulantes. Não há sobreviventes do desastre, o mais grave na União Europeia desde 2008. O avião seguia de Barcelona (Espanha) para Dusseldorf (Alemanha). O secretário de Estado dos Transportes francês Alain Vidalies, tinha referido esta manhã que houvera um pedido de socorro do avião, pelas 10.47, hora francesa. O “mayday” teria mostrado que o avião estava a 5000 pés, numa situação anormal”, tendo caído pouco depois. Mas a Direção-Geral da Aviação Civil veio agora desmentir o secretário de Estado, esclarecendo que não houve qualquer pedido de socorro do comandante.

Antes, o presidente francês François Hollande já tinha dito que as condições em que ocorrera o acidente tornavam difícil acreditar que houvesse sobreviventes. Segundo o Le Monde, o chefe de Estado francês está em contacto com a chanceler alemã e o rei de Espanha, que entretanto suspendeu a visita de Estado a França. O príncipe Filipe VI regressa ainda hoje a Espanha, tendo cancelado a visita oficial de três dias a Paris. Segundo François Hollande, as equipEs de resgate só conseguirão chegar ao local do desastre daqui a algumas horas, devido ao terreno acidentado.

Fonte da Secretaria de Estado das Comunidades disse ao DN que já acionou todos os meios para averiguar se há portugueses no voo mas, até ao momento, não há informação disponível. O correspondente do El País em França, Carlos Yárnoz, escreveu no Twitter que o governo francês já informou o rei Felipe VI que viajavam a bordo do Airbus da Germanwings 42 espanhóis.

BOM DIA!!!


Dilma: maior desaprovação de um presidente
desde 1999. / EVARISTO SA (AFP)

DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), realizada pelo Instituto MDA, confirmou o pessimismo dos brasileiros em relação ao Governo e o crítico momento que a presidenta Dilma Rousseff enfrenta. A exemplo do que o Datafolha já havia antecipado na semana passada, o levantamento do CNT apontou que 64,8% dos entrevistados reprovam o Governo – o cenário é ainda pior quando considerado o desempenho pessoal de Rousseff: 77,7% a desaprovam. A pesquisa traz ainda outra má notícia para o Planalto: para 68,9% dos entrevistados, Dilma é culpada pelo esquema de corrupção na Petrobras e 59,7% aprovam o impeachment da mandatária do Brasil.

Em meio à pior crise de popularidade enfrentada pela presidenta, Dilma confirmou uma reunião, para a próxima quarta-feira em Brasília, com os nove governadores do Nordeste. No encontro, que vem sendo articulado pelo governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), ela deve ouvir uma série de reivindicações dos Estados, que querem principalmente a liberação de mais recursos de Brasília para obras, sobretudo de combate à seca no semiárido. Na prática, porém, a reunião é vista como uma tentativa do Governo de estancar o sangramento de Rousseff na região, tradicional reduto petista e que teve peso decisivo para a eleição da petista em 2010 e 2014, mas onde a presidenta também tem visto sua popularidade despencar nas últimas semanas.

68,9% consideram Dilma culpada pela corrupção na Petrobras

“Os governadores do Nordeste pediram uma audiência para ajudar o Brasil a enfrentar o desafio. O Nordeste é uma região que cresce mais do que o país, então é fundamental a presidente ter nesse diálogo a disposição para iniciar um processo de rearrumação, tanto da economia quanto da política”, disse o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), à imprensa regional na semana passada, quando foi confirmado o encontro. Os eleitores nordestinos foram decisivos para a vitória da petista. Nos nove Estados da região, Dilma obteve 12 milhões de votos a mais que o então adversário do PSDB, Aécio Neves.
Pessimismo

Realizada logo após as manifestações dos dias 13 (pró-Governo) e 15 (contra o Governo), a sondagem revela um pessimismo do brasileiro como um todo: da situação econômica à conjuntura política e à expectativa em relação aos serviços públicos (saúde, educação, segurança, etc.). A avaliação positiva do Executivo federal é a pior desde 1999 (8%): apenas 10,8% avaliam o Governo como positivo, contra 64,8% de negativo e 23,6% de regular. Já a avaliação do desempenho pessoal de Dilma é a pior já registrada desde o início da série histórica da CNT neste quesito: 18,9% aprovam a presidenta e 77,7% a desaprovam pessoalmente. Neste cenário, 66,9% se dizem descrentes em relação às medidas anunciadas para conter a crise.
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Outro dado que chama a atenção é a preocupação do brasileiro em relação à situação econômica: 92,8% disseram estar preocupados com a economia. Metade dos ouvidos acha que o Brasil está parado em relação à economia, enquanto 38% consideram que está em retrocesso e 7,2% acham que está em desenvolvimento.

Para 63,9% dos ouvidos, a inflação está alta. E 91,2% disseram que já sentiram os reflexos da inflação no dia a dia.
Corrupção

Ao todo, 85% dos entrevistados acompanham ou já ouviram falar das denúncias de corrupção na Petrobras e, dentro deste nicho, 68,9% consideram Dilma culpada pelo escândalo que está sendo investigado na estatal – enquanto 67,9% creem que o ex-presidente Lula é culpado.

Ainda neste tema, 75,7% tomaram conhecimento da lista de políticos investigados pela Operação Lava Jato e, deste total, 90,1% acreditam que os nomes citados estão realmente envolvidos no esquema.

Ao todo, foram ouvidas 2.002 pessoas de 137 municípios de 25 unidades federativas, entre os dias 16 e 19 de março. A margem de erro é 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de ni?vel de confiança.

mar
24

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

Alberta Watson, atriz de origem canadense que ficou conhecida pela sua participação nas séries “24” e “Nikita”, morreu este sábado, em Toronto, segundo noticiou o site especializado em espetáculos Deadline. Tinha 60 anos e sofria de câncer.

A atriz interpretou a personagem de Erin Driscoll na série da Fox “24”. É ela quem, após assumir a direção da Unidade Anti-terrorismo (CTU) de Los Angeles, despede Jack Bower (Kiefer Sutherland).

Watson tinha uma carreira de quase 40 anos, especialmente em televisão. Participou em séries como “A Balada de Hill Street” e “Lei e Ordem”, tendo em 2011 e 2012 nos últimos anos entrado na nova série “Nikita”, na qual fazia o papel da senadora Madeline Pierce.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Estado voraz só vê o bolso do cidadão

O Estado brasileiro – nas esferas federal, estadual e municipal – não sabe fiscalizar o próprio poleiro, tanto que, onde houver dinheiro público circulando, é praticamente certo que haverá roubo, como comprovam os escândalos que, também em todos os níveis, eclodem regularmente.

No entanto, dispõe-se a vistoriar anualmente todos os automóveis do país com mais de cinco anos de uso, cobrando de seus proprietários pesada taxa, sob o argumento mentiroso de que pretende aumentar a segurança no trânsito, quando quer mesmo é mais dinheiro para a política e a corrupção.

Vivemos em permanente derrama, como Minas Gerais no século XVIII, entregando seu ouro à Coroa e gerando uma reação que levou à forca Tiradentes. Mas na mesma época vivemos, no mundo, outro movimento de combate à injustiça, a Revolução Francesa, cujos valores republicanos o Brasil não importou, nem a guilhotina.

Deixando a história e falando de bolso e cidadania, no caso da Bahia, a Secretaria da Fazenda acaba de elevar a taxa de “vistoria” de R$ 35,10 para R$ 80, um reajuste de 128%, a ser cobrado sobre uma frota estimada em três milhões de veículos. E, fora a escorcha, haverá a perda de tempo e o transtorno a serem sofridos em filas e órgãos públicos.

Esse descaramento a que chamam de vistoria veicular provém do mesmo espírito ladrão que encarnou no setor automobilístico e periodicamente produz um projeto de assalto à sociedade. Há alguns anos, houve a tentativa de retirar das ruas os veículos com mais de dez anos, insensatez que acabou não se consumando.

Pouco tempo depois, ocorreu aquele ridícula iniciativa para tornar obrigatório o uso de kit de primeiros socorros nos carros, também rejeitada. Mais recentemente, mudou-se a especificação dos extintores de incêndio, que, se não vai evitar que o fogo consuma o veículo, certamente engordará o faturamento da indústria e intermediários.

mar
24
Posted on 24-03-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-03-2015


Sid, no portal de humor digital A Tarde Online

mar
24
Posted on 24-03-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-03-2015

DEU NO EL PAIS

Os problemas da economia brasileira estão afetando a moeda, que se debilita frente às principais divisas do mundo. Um dos países prejudicados por essa situação é Argentina, que tem no Brasil seu principal parceiro comercial. O real perdeu 27% do seu valor em relação ao peso argentino desde setembro. Essa situação dificulta as exportações argentinas, já que torna seus produtos menos competitivos.
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“Há uma preocupação generalizada na Argentina pela desvalorização do real, mas não estamos num estado de histeria como em outras épocas”, explica Dante Sica. Este consultor da empresa Abeceb se refere à depreciação da moeda brasileira em 1999, quando o peso estava atrelado ao dólar havia oito anos e seu fortalecimento prejudicava a competitividade das empresas argentinas. Por um lado, “a fragilidade do real castigaria as exportações de produtos argentinos”, que vão ao Brasil numa proporção de 21%, “porque se encarecem frente aos competidores brasileiros”, segundo Sica. Por outro lado, não se prevê uma enxurrada de produtos baratos vindos da maior economia do Mercosul (união alfandegária que também integram Paraguai, Uruguai e Venezuela) porque o Governo de Cristina Kirchner aplica barreiras protecionistas. Em 2014, 22% das importações argentinas provinham do Brasil, menos que os 26% de 2013, uma queda que o economista-chefe da União Industrial Argentina (UIA), Diego Coatz, atribui à valorização do real até então.

Os problemas da taxa de câmbio do Brasil obedecem ao fortalecimento do dólar e também refletem a instabilidade política e econômica, mas é o estancamento do PIB brasileiro o aspecto que mais afeta a Argentina, conforme Seca e Coatz. A economia brasileira cresceu muito pouco em 2014 e o PIB poderia cair 0,6% em 2015, segundo as previsões recolhidas pelo FocusEconomics. A mesma fonte aponta para uma queda do PIB argentino de 0,7% em 2014 e de 0,3% em 2015. “A isso se acrescenta o fato de que a política cambial da Argentina está deslocada do contexto internacional; a desvalorização está sendo evitada porque interessa reduzir a inflação, mas isso faz aumentar a brecha de competitividade e dará mais trabalho para o Governo que será eleito no próximo mês de dezembro”, acrescenta o analista da Abeceb.

Coatz, da organização patronal da indústria argentina, afirma que o Brasil tem reservas cambiais suficientes para neutralizar a depreciação do real, mas deixa a moeda cair por uma política deliberada de “exportar a crise, de vender mais aos vizinhos, como fez a Alemanha na União Europeia”. O economista-chefe da UIA adverte que a disparidade entre o real e o peso atravessa seu pior momento desde 1999, embora longe daquela situação que derivou na desvalorização argentina de 2002, em meio a uma feroz crise econômica, social e política.

“Se o Brasil cair, nós teremos um problema direto porque 60% do que vendemos ao exterior na indústria não alimentícia vai a esse mercado”, reconheceu recentemente Axel Kicillof. Mas o ministro da Economia argentino prefere compensar esse efeito com medidas de estímulo à demanda interna. “Se o Brasil desvalorizar violentamente, a Argentina tem de evitar a instabilidade e pode fazê-lo”.

Setenta e cinco por cento das exportações argentinas ao mercado brasileiro são manufaturas não agrícolas, a maioria automóveis e autopeças, mas também produtos químicos, plásticos, maquinaria e aço. Mas o presidente da Câmara de Exportadores Argentinos, Carlos Castelli, que representa as pequenas e médias empresas, afirma que a queda do real não as afeta: “As indústrias automobilísticas da Argentina e do Brasil são complementares: cada uma se especializou em fazer determinados componentes. Ou seja, não há problema causado pela desvalorização, mas pela menor demanda do Brasil. E os setores de calçados, artigos de couro e têxteis, quase não exportam ao Brasil; o que vem chega com quotas”.

Castelli é dono das indústrias e lojas de acessórios para mulher Todo Moda e Isadora. Seu grupo tem 250 pontos de venda na Argentina e 380 no México, Chile e Peru, mas as exportações a esses países só representam 2% do seu faturamento argentino. “Não exportamos mais porque não podemos”, admite Castelli, férreo defensor das barreiras contra as importações que o Governo de Cristina Kirchner generalizou em 2012 e que em 2016 deverão ser modificadas depois de uma sentença contrária da Organização Mundial de Comércio

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