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Posted on 16-03-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-03-2015


BOA TARDE!!!

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Duque chega à Polícia Federal no Rio de Janeiro

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DEU NO JORNAL O GLOBO

Alessandro Lo Bianco, Cibelle Brito, Germao Oliveira, Jailton de Carvalho, Renato Onofre e Jaqueline Falcão, O Globo

Voltou a ser preso na manhã desta segunda-feira o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque. A prisão faz parte da 10ª fase da Operação Lava-Jato da Polícia Federal, que cumpre 18 mandados e foi batizada de “Que país é esse?”. A ação conta com 40 policiais no Rio e São Paulo. Desse total, quatro mandados são de prisão temporária e outros 12 de busca e apreensão. Os crimes investigados nesta etapa são associação criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e fraude em licitação.

Duque foi preso em sua casa, na Barra da Tijuca, e não ofereceu resistência. O empresário paulista de origem libanesa Adir Assad, ligado à construtora Delta e investigado na CPI do Cachoeira, também foi preso, em São Paulo. As prisões de Duque e Assad são preventivas, e os detidos serão levados para o Paraná. Segundo a PF, eles ficarão na sede da Superintendência à disposição da Justiça Federal de Curitiba.

Entre outros presos está Lucélio Goes, filho do consultor Mário Goes, também investigado na operação.. Dario Teixeira e Sonia Branco, considerados laranjas de Assad, também tiveram prisão temporária decretada. Assad ainda está em São Paulo, e a PF realiza buscas no escritório dele. Ele deve embarcar por volta das 11h para Curitiba.

De acordo com informações divulgadas pela PF, 131 obras de arte foram apreendidas na casa de Duque. Segundo a superintendência da Polícia Federal no Paraná, o ex-diretor será transferido do Rio para Curitiba, às 17h, em um voo de conercial. A previsão é de que ele desembarque na capital paranaense por volta das 19h.

De acordo com a advogado de Duque, Alexandre Lopes, o ex-diretor da Petrobras ainda permanencia em casa por volta das 8h junto a agentes da Polícia Federal. O advogado disse ainda não ter tido acesso ao processo. Ele disse ter estranhado o pedido.

– Há uma decisão do Supremo por ter colocado em liberdade. É preciso checar se o juiz sabe dessa decisão para ter solicitado a prisão – disse ao GLOBO.

Em São Paulo, Adir Assad foi preso em sua casa por volta das 11h, e segue para Curitiba em uma viatura da PF. A previsão é de que ele chegue à carceragem paranaense por volta das 15h. Segundo advogado de Assad, Miguel Pereira Neto, ao contrário do que se diz, seu cliente não é doleiro ou lobista, mas sim engenheiro civil.

VIVA SÃO PAULO! VIVA O POVO BRASILEIRO!!!

PRECISA EXPLICAR POR QUE?

BOM DIA E BOA SEMANA, BRASIL!!!

(Vitor Hugo Soares)


Multidão protesta na Avenida Paulista

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DE NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

O que era uma dúvida, tornou-se uma certeza ao longo deste domingo, dia 15 de março, quando milhares de pessoas saíram às ruas em São Paulo. Segundo a Polícia Militar, eram mais de 1 milhão de pessoas na avenida Paulista. Já o instituto de pesquisa Datafolha contou 210.000 manifestantes. A discrepância dos números não reduz, em todo caso, o impacto do ato. Seguindo o critério da Datafolha, é um número superior até ao que foi registrado na cidade durante o auge dos protestos de junho de 2013, (quando 110.000 paulistanos foram às ruas, segundo o mesmo instituto).

O fato é que a presidenta Dilma Rousseff anda mais emparedada em uma crise política que parece não ter fim. O protesto, que aconteceu em dezenas de cidades, em maior ou menor proporção, reunia mais de 100.000 pessoas em todo o país até a hora do almoço, sendo 25.000 no Rio de Janeiro (também segundo a PM), e 45.000 em Brasília. Mas foi a população de São Paulo, onde o ato estava marcado para acontecer a partir das 2 da tarde, que definiu o tamanho e a força do protesto deste 15 de março.

A massa que tomou a avenida Paulista, em sua maioria vestida de verde e amarelo, era prioritariamente de classe média. Se os primeiros atos contra Dilma ao longo do ano passado estavam salpicados de pessoas pedindo a volta da ditadura militar, desta vez esse grupo ficou diluído, e o que se sobressaiu foram os paulistanos irritados engrossando a multidão para marcar sua indignação com a condução do Governo pela presidenta: “Fora Dilma” foi o grito mais ouvido nesta tarde de domingo. Ninguém exibiu cartazes contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB), ou os deputados Eduardo Cunha e Renan Calheiros, ambos do PMDB.

O ato contou ainda com um abaixo assinado pelo impeachment, liderado por partidários do Solidariedade, que já entrou com um pedido na Câmara. “Vamos assinar o impeachment da Dilma, pessoal”, solicitava o militante Michel Cruz, prontamente atendido. “Primeiro vamos tirar a Dilma e depois a gente vê quem fica e o que faremos em seguida”, completava.

As amigas Caroline Zanette Warmling, de 28 anos, nutricionista, e Renata Coral Franzner, 27, dona de casa, que foram se manifestar com um grupo de seis pessoas, não sabem se há base legal para o impeachment. Mas acreditam que a força da manifestação pode ajudar no processo. “É muita corrupção. E a consequência disso é que não tem saúde, educação. Estamos cansadas disso”, diz Renata.
A causa, porém, dividia os presentes. O casal Andrea Cardoso Ribeiro, 44, advogada, e Mario Sérgio Ribeiro, 55, empresário, por exemplo, acredita que é preciso repensar o sistema político existente hoje. Eles estiveram na avenida Paulista para defender uma reforma política, que garantiria a existência de dois partidos. E ainda levantam a bandeira do parlamentarismo. “O impeachment não adianta porque os nomes na linha sucessória são lamentáveis. Mesmo se tivesse uma eleição nova e o Aécio ganhasse, o país está tão dividido que nada adiantaria”, diz ele. “Dentro desse sistema, seria melhor então que surgisse um nome novo, que ninguém conhecesse”, acredita ela. Nenhum dos dois acredita que a intervenção militar seja a resposta.

Entretanto, muitos foram para a avenida Paulista sem entender direito o que estavam apoiando. Karin Salden, 28, administradora e dona de uma fábrica de peças para carro segurava uma faixa em que pedia a renúncia da Dilma. Mas ela afirma que quer mesmo é o impeachment. Quando questionada se sabia quem assumiria o Governo nesse caso, ela disse que acreditava que haveria novas eleições. “Aí entra o Aécio, né?” Quando informada que não, que quem assumiria seria o vice-presidente Michel Temer (PMDB), fez uma cara de tristeza. “Aí fica difícil, né?”. “Mas a verdade é que eu não aguento mais. Os pequenos empresários estão sofrendo muito com tanta demissão. Todos os preços aumentaram também” desabafou.

Não foram vistos políticos, que preferiram ficar de fora para ver o desfecho do ato. Aécio Neves, candidato derrotado do PSDB, deixou uma mensagem em seu Facebook para justificar a ausência na marcha. “Optei por não estar nas ruas neste domingo, para deixar muito claro quem é o grande protagonista destas manifestações. E ele é o povo brasileiro”, afirmou.

Ainda que houvesse a presença de pessoas de classes menos favorecidas, era dominante a presença da classe média. Poucos negros foram vistos, por exemplo. A artesã Inaiá Marina Ramos dos Santos, eleitora de Dilma, que trabalha na calçada da avenida Paulista há dez anos, se dizia contra os protestos. “Se sair a Dilma, quem entra?”, questionou ela, para completar: “O PT rouba mas faz alguma coisa pelo pobre”.

Provavelmente, poucos dos presentes votaram na presidenta nas eleições de 2014, e estão entre os 51 milhões de eleitores de Aécio Neves, que teve mais de 64% dos votos da capital paulista. Mas, é fato que para a presidenta Dilma o seu Governo já não é mais o mesmo a partir deste domingo. “Ela nos disse uma coisa em campanha, e agora faz outra. Sobe os impostos, a luz, e a educação continua muito mal. Gostaria de viver no país que ela costuma descrever”, disse Lilian, psicóloga.

O protesto ocorreu com tranquilidade, com a presença de muitos jovens, idosos e famílias inteiras com crianças. Houve um princípio de tumulto com a chegada de skinheads e, segundo a polícia, 20 deles foram detidos. A PM foi celebrada pela multidão. Muitos tiravam fotos abraçados a soldados da tropa de choque. Durante toda a tarde, os manifestantes chegavam pelas três estações de metrô da avenida. A estação Trianon/Masp, porém, foi fechada por três horas por não comportar tanta gente. A PM divulgou que 4.000 pessoas estavam chegando por minuto na estação, que só foi reaberta por volta das 7 da noite.

Três caminhões de som fomentavam os manifestantes ao longo da avenida Paulista. Um deles, defendia a intervenção militar no país, com faixas e cartazes. Incitar a quebra do Estado democrático de direito é crime, previsto na Constituição. O ato permaneceu na avenida, mas parte do grupo seguiu para a rua da Consolação. O ex-presidente Lula, embora tenha mantido silêncio nos últimos dias, foi muito lembrado nas ruas: “ Lula cachaceiro, devolve o meu dinheiro” foi um dos gritos mais repetidos durante a tarde de domingo. Na rua, vendiam-se cerveja, refrigerantes e lanches, além de apetrechos como bandeiras e camisetas do Brasil, apitos e cornetas. O hino nacional foi tocado repetidas vezes. Um carro de som chegou a tocar a música “Para não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré, tema central da luta contra a ditadura militar nos anos de chumbo.


Festa da AMAB , com Lewandowski, na Associação Comercial da Bahia

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES )

Nas barbas da República

Foi Darci Ribeiro, no retorno do exílio, diante da realidade que constatou no país, quem usou na política, pela primeira vez, a expressão que era comum na hora dos deveres escolares da infância: “Vamos passar o Brasil a limpo”.

Por causas diversas, isso não foi possível, apesar do esforço, até a morte, dele e de outros compatriotas honestos e conscientes nas elites dirigentes que ainda tínhamos em grande quantidade.

O regime democrático mostrou-se incapaz de desatar o nó que garroteou a nação, aprofundando, apesar dos avanços, vícios antigos, prosperados durante a ditadura que pretendia erradicá-los.

A frase do ilustre e saudoso antropólogo vulgarizou-se na boca dos políticos que passaram a dominar a cena nacional, assim como outras expressões de palavras vazias, como “agenda positiva” e “reforma política”.

Hoje, mesmo diante da grave situação que atravessamos, com a falência dos serviços públicos, a generalização da corrupção e a crise social, temos de engolir manobras claramente consumadas com o fim de postergar mudanças e neutralizar a reação da sociedade.

Nesse sentido, a designação do ministro Dias Toffoli para presidir o julgamento da Operação Lava-Jato não é tão grave por ter sido ele advogado do PT quanto pela visita que fez à presidente Dilma no dia seguinte à indicação.

Exemplo desses, partido da alta cúpula do poder nacional, é que dá lógica ao juiz do caso Eike Batista sair de Porsche por aí, levando na mala dólares, euros e reais.

A mesma lógica de vereadores e prefeitos que, dentro da suposta reforma de moralização da política, querem dois anos de mandato gratuito.

A propósito, dispomos, modernamente, de entidades representativas de vereadores e magistrados atuando como sindicatos fossem.

Os políticos, não para discutir princípios e metas em benefício da população, mas como continuar engordando os próprios interesses, desde o acréscimo de recursos públicos a seus projetos à violação mais conveniente da legislação.

Os doutos juízes, concursados, de nível universitário, não almejam, no convívio corporativo que praticam, medidas para dar eficiência à prestação jurisdicional, e sim a proteção de salários e benesses e a luta pela ocupação do poder dentro das instituições, além da presença nas colunas sociais.

Não há esperança concreta a se alimentar sobre o futuro quando, nas barbas da República, os dignitários que manejam os cordéis das possíveis soluções não optam pela clareza e seriedade de objetivos, preferindo o exercício do subterfúgio e a ciência da dissimulação.


Forum Rui Barbosa:templo da justiça na Bahia
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Negócios, negócios, justiça à parte

Em artigo no site Bahia em Pauta, do qual é o editor, o jornalista Vítor Hugo Soares assim resumiu a escolha do local para a festa pela passagem dos 50 anos da Associação dos Magistrados da Bahia, em parágrafo que inspirou o texto acima:

“Na cidade do Fórum Rui Barbosa – templo jurídico maior, solene, tradicional e marcante das cerimônias da magistratura local e nacional –, o ato da Amab, no entanto, foi realizado no prédio da Associação Comercial da Bahia, histórica sede da primeira corporação de homens de negócio criada no país”.

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Posted on 16-03-2015
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Sponholz, no Jornal da Manhã (Paraná)

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Posted on 16-03-2015
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Baianos protestam no domingo histórico. Foto no Farol da Barra, em Salvador. Do jornal espanhol El Pais.

DA TRIBUNA DA BAHIA

Um novo panelaço sacudiu o Brasil no início da noite deste domingo (15/3), após manifestações de protestos feitas nas ruas das principais capitais do País.

Em vários Estados as pessoas bateram panelas nas janelas das residências, apagaram e acenderam as luzes e, nas ruas, acionaram as buzinas dos veículos.

Os protestos se fizeram ouvir em vários bairros de Salvador, no Rio de Janeiro, Brasília e em São Paulo, por exemplo.

As manifestações contra a corrupção e contra o governo da presidente Dilma Rousseff ocorreram em todas as regiões do país e reuniram milhares de pessoas. Não houve registro de confrontos e os protestos foram pacíficos.

Em Goiânia, 60 mil pessoas caminharam entre a Praça Tamandaré e o Parque do Areião, num percurso de cerca de 4 quilômetros. Segundo a Polícia Militar de Goiás, não houve violência e os manifestantes se dispersaram por volta das 16h.

Em Campinas, São Paulo, 5 mil pessoas se reuniram de manhã e mais de 10 mil, na parte da tarde, para os protestos. Os manifestantes também já se dispersaram sem que episódios de violência ou enfrentamento fossem registrados pela polícia.

Na capital paulista, a Polícia Militar informa que pelo menos 1 milhão de pessoas se reuniram na Avenida Paulista. Segundo o Datafolha – instituto de pesquisa e opinião do Grupo Folha –, a manifestação reuniu 210 mil pessoas.

Na Região Norte, manifestantes também foram para as ruas. Em Manaus, 22 mil pessoas se juntaram aos protestos, informou a Polícia Militar. A passeata começou na Praça do Congresso e seguiu pelas principais avenidas do centro da capital amazonense.

Em Belém, os manifestantes caminharam pelo centro da cidade até o Theatro da Paz, um dos símbolos da capital paraense, também vestidos de verde e amarelo e levando faixas com críticas ao governo Dilma e pedidos de impeachment da presidente.

Em Porto Alegre, houve dois pontos principais de concentração de manifestantes, o Parcão, no bairro Moinhos de Vento, e o Parque da Redenção. De acordo com a Brigada Militar do Rio Grande do Sul, até as 17h, cerca de 100 mil pessoas haviam participado dos protestos na capital gaúcha. A polícia não registrou incidentes.

Ainda na Região Sul, 80 mil pessoas se reuniram na Praça Santa Andrade, em Curitiba, e seguiram para o Centro Cívico, onde o protesto deve se encerrar. Assim como nas outras cidades, a manifestação não tem registro de violência.

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Posted on 16-03-2015
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DO PORTAL TERRA BRASIL

As manifestações contra o governo Dilma Rousseff, que levaram neste domingo (15) mais de um milhão e meio de pessoas às ruas em todo o Brasil tiveram repercussão na mídia internacional. Vários jornais europeus e americanos deram destaque ao evento em suas páginas online, trazendo informações, imagens e análises.

O jornal britânico The Guardian chamou os protestos de “demonstrações de direita” pela frustração com a “economia moribunda” e o escândalo de corrupção na Petrobras. Com o título “Brasil: centenas de milhares de manifestantes pedem o impeachment de Rousseff”, a publicação trouxe uma descrição dos eventos em algumas cidades brasileiras e disse que, diferentemente das manifestações ocorridas na Copa das Confederações em 2013, as registradas hoje foram promovidas por “uma classe média predominantemente branca” que tomou as ruas para pedir o impeachment da presidenta.

Já o Financial Times, com o título “Milhares pedem o impeachment de Rousseff”, destacou que as manifestações aconteceram no início do segundo mandato de Dilma e se somarão “a um clima de instabilidade política que tem empurrado a moeda brasileira para baixo e tornado ainda mais difícil a introdução das medidas de austeridade necessárias para corrigir a deteriorada situação fiscal do Brasil”.

As manifestações do Brasil foram manchete no site da empresa britânica de notícias BBC neste domingo. O título “Grandes protestos contra a presidente do Brasil” é ilustrado por uma foto de uma brasileira vestida de verde e amarelo, enrolada na bandeira do Brasil, com o braço direito estendido em sinal de protesto. A notícia dá ênfase ao escândalo de corrupção da Petrobras como o fator gerador dos protestos.

O jornal alemão Der Spiegel trouxe o título “Brasil: centenas de milhares vão às ruas para protestar contra o governo”, ilustrado por uma foto da manifestação ocorrida em Manaus. No texto, o jornal descreve os eventos nas principais cidades brasileiras e atribui as manifestações à crise econômica e ao escândalo de corrupção da Petrobras.

Já o espanhol El País deu destaque na machete de seu site para os protestos no Brasil com o título “Um milhão de brasileiros vão contra Dilma Rousseff”. No site o jornal conta história de pessoas que estão indo ao protesto e diz que aperta o cerco contra a corrupção na Petrobras.

Os americanos The Washington Post e The New York Times publicaram em seus sites matéria da agência AP mostrando como foram os protestos e dizendo que as manifestações são outra pedra no sapato de Dilma.

Os protestos também foram divulgados pelo site australiano Mashable, que destacou que o país passa por um momento difícil na economia.

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