mar
04
Posted on 04-03-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-03-2015


Genoino foi condenado na Ação Penal 470 Foto: IstoÉ

DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (4), extinguir a pena de José Genoino, condenado na Ação Penal 470, o processo do Mensalão. A decisão foi tomada com base no decreto de indulto de Natal, assinado pela presidente Dilma Rousseff no fim de 2014.

O texto assinado por Dilma prevê perdão aos condenados que cumprem pena em regime aberto ou prisão domiciliar desde que faltem até oito anos para o cumprimento da pena total. Além disso, é preciso ter cumprido ao menos um quarto da pena, não ser reincidente, até 25 de dezembro de 2015, e ter apresentado bom comportamento na prisão.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia encaminhado ao STF, na última quarta-feira (25), um parecer em que defendia a extinção da pena de José Genoino, condenado a quatro anos e oito meses de prisão. Ele cumpria prisão domiciliar desde agosto do ano passado.

Agora, a decisão cabe ministro Roberto Barroso, relator da Ação Penal 470 e demais execuções penais.

O mensalão do PT

Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40 suspeitos de envolvimento no suposto esquema denunciado em 2005 pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Após o escândalo, o deputado federal José Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos públicos até 2015.

No relatório da denúncia, a Procuradoria-Geral da República apontou como operadores do núcleo central do esquema José Dirceu, o ex-deputado e ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares e o ex- secretário-geral Silvio Pereira. Todos foram denunciados por formação de quadrilha. Dirceu, Genoino e Delúbio responderam ainda por corrupção ativa.

Em 2008, Sílvio Pereira assinou acordo com a Procuradoria-Geral da República para não ser mais processado no inquérito sobre o caso. Com isso, ele teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em até três anos e deixou de ser um dos 40 réus. José Janene, ex-deputado do PP, morreu em 2010 e também deixou de figurar na denúncia.

O relator apontou também que o núcleo publicitário-financeiro do suposto esquema era composto pelo empresário Marcos Valério e seus sócios (Ramon Cardoso, Cristiano Paz e Rogério Tolentino), além das funcionárias da agência SMP&B Simone Vasconcelos e Geiza Dias. Eles responderam por pelo menos três crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A então presidente do Banco Rural, Kátia Rabello, e os diretores José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório foram denunciados por formação de quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. O publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes, respondem a ações penais por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O ex-ministro da Secretaria de Comunicação (Secom) Luiz Gushiken é processado por peculato. O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi denunciado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) respondeu processo por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia incluía ainda parlamentares do PP, PR (ex-PL), PTB e PMDB. Entre eles o próprio delator, Roberto Jefferson. Em julho de 2011, a Procuradoria-Geral da República, nas alegações finais do processo, pediu que o STF condenasse 36 dos 38 réus restantes. Ficaram de fora o ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken e o irmão do ex-tesoureiro do Partido Liberal (PL) Jacinto Lamas, Antônio Lamas, ambos por falta de provas.

Jim Tomlinson, “She’s a Carioca”, nos 450 anos de beleza e bossa da mulher do Rio!

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

mar
04


Foto do interior do Cinema do Museu,
que fechou as portas sábado (28)

Diego Damasceno

Do UOL, em Salvador (BA)

DEU NO UOL/ FOLHA

Diego Damasceno

Do UOL, em Salvador (BA)

Salvador pode perder quatro salas de cinema nos próximos meses. O Circuito Saladearte, que opera há 15 anos na cidade e já chegou a ter oito espaços de exibição, anunciou na semana passada que pode encerrar definitivamente suas atividades por problemas financeiros. O grupo estima ter uma dívida de cerca de R$ 1 milhão.

A sala Cinema do Museu, localizada em um espaço do Museu Geológico da Bahia, funcionou até o último sábado (28), data em que vencia o contrato de aluguel . “Estamos discutindo com o museu, que pertence ao Estado, sobre formatos viáveis para o projeto”, afirma Marcelo Sá, um dos cinco proprietários da Saladearte.

Os outros espaços também podem ter o mesmo destino. Sem apoio, as duas salas do Cine Paseo devem durar mais quatro meses, segundo estimativa do grupo. O Cinema da UFBA, que funciona como projeto de extensão da Universidade Federal da Bahia e não paga aluguel, também pode deixar de funcionar. “Não paga meus custos. O ideal é uma frequência de 5.000 pessoas por semana. Hoje tenho de 2.000 a 3.000, contando todas as salas”, explica Sá.

Na última quinta-feira, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia se reuniu com a Saladearte. O grupo inscreverá um projeto de manutenção de equipamentos culturais no programa de formento Fazcultura. Também foi aberto diálogo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, responsável pelo Museu Geológico da Bahia.

“O circuito comercial é importante e atende a um determinado público, mas a Saladearte possibilita que o repertório cinematográfico oferecido ao público baiano seja mais diversificado”, afirma o secretário de Cultura da Bahia, Jorge Portugal.

“Pense em um absurdo”

A notícia do possível fechamento das salas foi recebida como uma grave perda cultural para a cidade. A Saladearte se notabilizou por exibir filmes de pouco apelo comercial e com menor poder de circulação.

“É uma notícia terrível, em uma época em que cinemas cada vez mais reproduzem um só tipo de filme, blockbusters. Perder essa sala alternativa é fatal para a cultura da cidade”, diz o cineasta Sérgio Machado.

Para Amaranta César, professora da UFRB e idealizadora do festival de cinema Cachoeira Doc, a Saladearte representa um modelo de espaço cultural cada vez mais oprimido. “É uma lástima. A Saladearte é fundamental porque permite o acesso a filmes que encontrariam pouco ou nenhum espaço de exibição em Salvador. Além disso, as salas são espaços de circulação de pessoas, de encontro, de ativação do pensamento, da sociabilidade, do afeto, coisa rara na cidade em que vivemos hoje.”

A perda na diversidade também é apontada por Cláudio Marques, cineasta e dono do Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha, um dos últimos cinemas de rua de Salvador. “É uma tristeza, tanto pelo fato de que são salas de cinema que estao fechando, alguns de rua, quanto porque elas se dedicam a uma programação alternativa ao circuitão, são salas que trazem diversidade de programação.”

Na opinião de Umbelino Brasil, cineasta e professor da UFBA, trata-se de um “choque cultural”. “Atinge, especialmente, o público do circuito, aquele espectador afeiçoado ao filme de arte, cinéfilo, por assim dizer.”

À notícia da crise, o cineasta e produtor cultural Walter Lima reagiu com uma famosa frase de um ex-governador da Bahia. “É aquilo que dizia o Otávio Mangabeira, pense em um absurdo, na Bahia tem precedente. Eu nunca ouvi falar do fechamento de quatro salas de uma vez. Só aqui acontece.”

Memória da cidade
Embora hoje duas das quatro salas em atividade estejam localizadas em um pequeno shopping center, a Saladearte ficou conhecida por ocupar espaços como museus, teatros e centros de língua estrangeira.

Ana Rosa Marques, professora do curso de Cinema da UFRB, vê o cinema de rua como um lugar privilegiado do ponto de vista da história urbana. “Um cinema ajuda a compartilhar e a construir a memória de uma cidade”, ela afirma. “É um lugar onde fazemos trocas culturais e simbólicas, mas, cada vez mais estamos trocando esses espaços de partilha por espaços assépticos, individualistas e de consumo desenfreado”.

Dados da Ancine mostram que entre 2009 e 2013, o número de salas de cinema em shopping centers no Brasil cresceu 36,9%. No mesmo período, o total de cinemas de rua diminuiu 15%. Salvador tem 61 salas de cinema com programação regular diária. Dessas, 51 estão em shoppings centers.

A recente ameaça de fechamento do Estação Botafogo, no Rio de Janeiro, e a crise atravessada pelo Cine Belas Artes, em São Paulo, mostram que o caso da Saladearte não é excepcional.

Dez anos de prejuízo

A crise da Saladearte não é nova. “Em 15 anos de funcionamento, tivemos lucro por dois ou três e passamos 10 anos no prejuízo”, revela Marcelo Sá.

Em outubro de 2013, a Saladearte perdeu seu único apoiador, a Telefônica Vivo. Sá explica que essa não é a única causa da situação atual. “Nosso projeto só pode viver com patrocínio. Mas, ainda assim, o que tínhamos não bancava tudo. Desde sempre ficamos na expectativa de que viessem outras marcas, mas elas não vieram”, conta.

O contrato com a empresa só era suficiente para sustentar, em parte, duas das quatro salas.

Em nota, a Telefônica Vivo afirma que “a parceria com o circuito Sala de Arte foi encerrada em outubro de 2013, na época da adoção dos novos formatos de apoio à arte e à cultura”. A empresa afirma ainda que, mantém parceria com a rede Cinemark, que dá desconto em ingressos para clientes.

O auge da crise também trouxe reflexões para proprietários e frequentadores da Saladearte.

“A gente ousou fazer algo que é cultural e diferenciado”, diz Marcelo Sá. “Não é para poucos, é para muitos, mas a imprensa e nós precisamos nos aproximar mais um do outro. A massa consome o que é exibido em massa para ela. Acho que precisamos discutir essa aproximação entre cultura e mídia, e eu proponho que a própria Saladearte seja esse lugar”.

Investimento em divulgação nem sempre adianta, afirma Cláudio Marques. “Projetos como esse precisam se integrar à educação. O cinema francês faz isso, leva alunos para o cinema ao invés de gastar milhões em publicidade. Assim se forma um público habituado”, acredita.

Na opinião de Umbelino Brasil, a estrutura e horários da Saladearte podem ter contribuído para afastar novos frequentadores. “Apesar do empenho dos proprietários, as condições de exibição na maioria das vezes são precárias. Não temos uma boa projeção. Isso que ocorreu com “Birdman”, e já aconteceu com outros filmes que são oferecidos em horários restritivos”.

Para Walter Lima, o preço do ingresso, que chega a R$ 29, é um empecilho. Uma saída apontada pelo cineasta é a possibilidade de buscar apoio na Ancine, o que exige, ele lembra, certas adequações. “Pede-se uma atenção especial para o cinema brasileiro. E isso é algo que a Saladearte não faz. O cineasta baiano apoia, mas reclama que não consegue colocar seus filmes nesse circuito. O cinema baiano tem que ter um tratamento diferenciado”, defende.

A discussão sobre uma Salvador sem a Saladearte, porém, Marcelo Sá prefere não ter. “Quando a gente está vendendo algo, e eu estou vendendo algo, a gente não fala do fim”, ele diz. “Quem vai falar do fim são os outros, não eu”.

Dá-lhe, Morengueira.

BOA TARDE!!!


Mata Pires:fortuna encolheu com a Lava Jato.

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DEU NA COLUNA BOA TERRA, DA TRIBUNA DA BAHIA (ASSINADA PELO JORNALISTA VALDEMIR SANTANA)

A nova lista de bilionários internacionais publicada anteontem (2/3) pela “Forbes” foi implacável com os ricaços baianos.

Riscou os dois únicos nomes de empresários do estado que apareceram no ano passado na relação de homens e mulheres mais endinheirados do mundo.

Cesar Mata Paris, que, segundo a revista, tem uma fortuna de US$ 1,55 bilhão e ficara na posição de número 1.143, e Victor Gradin e família, com quase a mesma fortuna, ou seja, US$ 1,5 bilhão, e posição de número 1.154, estão entre os onze brasileiros retirados do glorioso ranking mundial.

Não se trata de uma birra com os baianos.

Na lista dos que ficaram da relação de 54 brasileiros poderosos, estão, entre outros, o apresentador de televisão Silvio Santos, o banqueiro Moisés Safra e o poderoso Carlos Francisco Ribeiro Jereissati, dono de um império em forma de shoppings e um dos homens mais influentes no trade varejista brasileiro.

É tão poderoso que, por causa dos negócios da família dele, um dos mais tradicionais shopping centers da cidade, o “Shopping Iguatemi Salvador”, teve de mudar de nome.

Ao contrário dos empresários baianos, a nova lista da “Forbes” é uma festa para os chineses.

Nada menos do que setenta e um empresários da China, a segunda maior economia do mundo, estrearam este ano na revista que é considerada a bíblia das finanças mundiais.

No total, foram 290 novos bilionários este ano.

Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar.

Mas o que chama mais a atenção é o baby boom dos poderosos, pois acabam de chegar quarenta e seis ricos com menos de quarenta anos de idade.

Como as primeiras notícias divulgadas praticamente em tempo real já mostraram, o mitológico Bill Gates voltou a ocupar a liderança dos mais ricos do planeta com uma fortuna de mais de setenta e nove bilhões de dólares.

Na galeria dos brasileiros, o destaque é o empresário Jorge Paulo Lemann, maior acionista da “Ambev, “Burguer King” e sócio da gestora “3G Capital”, que tem uma fortuna de US$ 26 bilhões e fica como o mais rico brasileiro e o 26º do planeta.

mar
04
Posted on 04-03-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-03-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

mar
04
Posted on 04-03-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-03-2015

DEU NA VEJA (EDIÇÃO ONLINE)

Quase um ano depois da descoberta do maior propinoduto que se tem notícia na história do Brasil, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou nesta terça-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) 28 pedidos de investigação contra políticos suspeitos de ter se beneficiado do esquema que assaltou os cofres da Petrobras.

Os pedidos de abertura de inquérito foram protocolados às 20h11 no Supremo. Em nenhum momento do dia, Janot esteve no tribunal para levar os processos referentes do petrolão. O procurador recomendou à corte o arquivamento de sete casos. No total, 54 pessoas, sem e com foro privilegiado – possuem foro políticos com mandato ou ministros -, devem ser investigadas no Supremo em inquéritos da Operação Lava Jato da Polícia Federal.

A identidade de deputados e senadores ainda é mantida em sigilo, portanto não é possível afirmar quantos dos 54 nomes correspondem a políticos. O relator do caso no STF, ministro Teori Zavascki, fez um acordo com Janot e pretende dar publicidade aos nomes nos próximos dias, determinando que permaneçam em segredo apenas os casos que possam atrapalhar o andamento das apurações – como quebras de sigilo, escutas telefônicas e buscas e apreensões.

O procurador-geral decidiu enviar apenas pedidos de inquérito, e não as denúncias formais. Além de pedidos de produção de evidências, como novos depoimentos e apresentação de documentos de empresas, o Ministério Público Federal tem grande expectativa de que as delações premiadas dos executivos da Camargo Correa Eduardo Leite e Dalton Avancini possam oferecer provas robustas contra autoridades com foro privilegiado – e fortalecer as futuras denúncias.

“Se o procurador-geral, em vez de ofertar a peça primeira da ação penal, que é a denúncia, busca a instauração de inquérito, é porque ele entende que não há indícios suficientes para propor a ação penal”, disse o ministro do Supremo Marco Aurélio Mello.

Tramitação – Com a chegada dos inquéritos, o Ministério Público Federal pedirá autorização para ampliar a quantidade de provas contra cada político suspeito, podendo requisitar quebras de sigilos e a apresentação de documentos e contratos de empresas. Encerradas as investigações, o procurador-geral da República poderá apresentar denúncias contra os suspeitos de embolsar propina ou, se não houver indícios de crime, pedir o arquivamento dos inquéritos contra parlamentares.

Se as denúncias forem aceitas, a análise de futuras ações penais contra deputados e senadores – e/ou ministros – que levaram propina caberá à Segunda Turma do STF, atualmente composta pelos ministros Teori Zavascki, Cármen Lúcia, Celso de Mello e Gilmar Mendes. Uma quinta vaga está aberta desde a aposentadoria do ministro Joaquim Barbosa no ano passado.

Para cruzar dados e esclarecer possíveis conflitos entre as delações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, os dois voltaram a prestar depoimentos complementares há cerca de um mês.

Paulo Roberto Costa assinou acordo de delação premiada no dia 27 de agosto e apontou o nome de deputados, senadores e ex-governadores que receberam propina do esquema criminoso. Reportagem de VEJA revelou que o ex-diretor afirmou à Justiça e ao Ministério Público que políticos da base aliada da presidente Dilma Rousseff e que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em agosto do ano passado, receberam dinheiro do esquema. A lista de citados pelo delator inclui três ex-governadores, senadores, um ex-ministro de Estado do governo Dilma e pelo menos 25 deputados federais embolsaram ou tiraram proveito de parte do dinheiro roubado dos cofres da estatal. De acordo com depoimento de Costa, o esquema funcionou nos dois mandatos do ex-presidente Lula, e continuou na gestão de Dilma Rousseff.

A lista de nomes inclui os ex-governadores Sergio Cabral (Rio de Janeiro), o ex-ministro e atual senador Edison Lobão (PMDB) e, conforme informou o Radar on-line, os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Também fazem parte da lista de Paulo Roberto Costa a senadora Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Casa Civil e suspeita de ter recebido 1 milhão de reais para a campanha ao Senado, em 2010; e o governador do Acre, Tião Viana (PT), que teria recebido 300.000 reais em propina na campanha eleitoral de 2010. O nome do governador aparece na agenda de anotações de Costa registrado como “Tvian 0,3?. Também integram a lista de possíveis beneficiários de propina políticos do PP, do PMDB, do PT, além do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e do ex-presidente do PSDB Sergio Guerra (PE), morto no ano passado.

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Depois de ouvir Adriana Varella e Goyeneche é quase impossível resistir a tentação de pegar o primeiro voo com destino a Buenos Aires, já com reserva feita para uma noitada de tango no Viejo Almacen. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

mar
04
Posted on 04-03-2015
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Florencia, a suposta namorada de Nisman será ouvida

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DEU NO EL PAIS

A promotora de Buenos Aires, Viviana Fein, que investiga a misteriosa morte de seu colega Alberto Nisman, citará como testemunha aquela que era sua namorada secreta, uma modelo pouco conhecida chamada Florencia Cocucci. Fein quer interrogá-la sobre o estado psicológico de Nisman antes de seu falecimento, segundo informaram, na terça-feira, fontes judiciais à agência de

Até o domingo, 1º de março, a imprensa argentina só falava da ex-esposa de Nisman, a juíza Sandra Arroyo Salgado, mas nesse dia o jornal La Nación revelou que a empregada doméstica do promotor relatou que seu patrão tinha uma jovem namorada. Há fotos nas redes sociais em que os dois aparecem juntos. A promotora Fein não suspeita da inocência da modelo, apenas procura mais elementos para continuar investigando se foi suicídio ou homicídio a morte daquele que, quatro dias antes, havia acusado a presidenta da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, de suposto encobrimento dos iranianos acusados pelo atentado terrorista contra a Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA) em 1994.

Nisman, de 51 anos, não havia apresentado Florencia Cocucci, de 25, nem para sua empregada doméstica nem para suas duas filhas. Mas o promotor havia comentado com a empregada que havia jantado com sua namorada no dia 26 de dezembro último e mostrado uma foto com ela depois de férias juntos, um mês antes, no México. Também consta na investigação judicial que ele se despediu dela antes de viajar com sua filha mais velha para a Europa em janeiro. Desse percurso europeu voltou antes do tempo para denunciar a chefa de Estado.

Cocucci trabalha na agência de modelos do representante Leonardo Santos. “Não é uma modelo que se dedica totalmente a isto, é algo mais pontual. Fez desfiles, campanhas, mas não vão encontrá-la querendo aparecer ou procurando a fama”, explicou Santos. Cocucci, nascida em Mar del Plata, participou durante a Copa do Mundo do Brasil 2014 em uma produção de fotos para o jornal esportivo argentino Olé. Desde o caso Nisman não fez declarações públicas e foi fechando seus perfis nas redes sociais.

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