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Postado em 02-03-2015
Arquivado em (Artigos) por vitor em 02-03-2015 12:48


Tuna Espinheira há 28 anos (1982), nas filmagens
de “O cisne também morre”, abraça o grande poeta baiano
Carlos Anysio Melhor.

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Cinema e suas sete vidas…

Maria Aparecida Torneros

Art 1 o canal que apresenta Godard, Truffaut e nouvelle vague nesta madrugada de primeiro de março.

Zapeei sem sono e encontrei um tesouro.

O repensar de um cinema francês revolucionando e questionando o conteúdo dos seus roteiros. Falado em francês com imagens incríveis e nostálgicas.

1968 e suas revoltas. Art sétima ou eterna no ocidente. Um presente para o repensar de um mundo em crise. Quando li hoje o artigo de jornalista baiano Vitor Hugo Soares homenageando o cineasta conterrârneo Tuna. .. vi-me enredada em ideologias de realidade e fantasia.

Sigo assistindo o documentário do Art 1 e revejo a imaginação criativa de um grupo que sonhou fazer cinema de reflexão social e comportamental.

Reproduzem cenas e diálogos. Personagens fortes trazidos à tela por Trauffat e Godard. O rompimento. As divergências e as cartas de afastamento.
A melancolia do fim da nouvelle vague. E o triunfo do cinema de bilheteria. Será? Vem da Bahia um lamento protesto e de lá pode vir muito mais. O mundo do Oscar e do Caesar são dois lados da mesma moeda.

O cinema alternativo e independente. As co-produções. Quem sabe asiáticos indianos e sulamericanos invadam este campo?

Sétima arte pode ter fôlego de Sete vidas e ressurgir logo. Por que não?

Cida Torneros, jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro. É editora do Blog da Mulher Necessária.

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