DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

Dois desembargadores do Tribunal de Justiça do Piauí derrubaram nesta quinta-feira (26) a liminar do juiz Luiz de Moura Correia, que ordenou o bloqueio do aplicativo Whatsapp em todo o País. Os magistrados José Ribamar Oliveira e Raimundo Nonato Alencar acataram o pedido das operadoras de telefones.

Nas sentenças, os magistrados mantiveram a ordem judicial para que a empresa forneça informações para investigações sigilosas da Polícia Civil do Piauí.

A decisão do desembargador Oliveira foi dada em resposta a Telefônica Brasil S/A. A empresa alegou que não teria condições de fazer a suspensão do serviço.
Whatsapp vira ferramenta de combate ao crime por policiais na fronteira

“A medida de suspensão dos serviços do WhatsApp não atende ao requisito da proporcionalidade em sentido estrito. Nesse caso, é imprescindível que se analise a existência de proporção entre o fim perseguido, qual seja, fazer com que a empresa Facebook do Brasil repasse com maior brevidade possível as informações referentes as conversas dos investigados realizadas pelo aplicativo…”.

A liminar acrescenta: “O aplicativo WhatsApp apresenta-se como nova ferramenta de comunicação tanto pessoal como profissional, utilizado inclusive por diversos órgãos públicos, como Polícia, Corpo de Bombeiros e prefeituras, como meio oficial de comunicação com a população. Razão pela qual a medida sancionatória aplicada pela autoridade coatora, ante descumprimento da decisão pela empresa Facebook Serviços Online do Brasil Ltda mostra-se desmedida”.

Para os magistrados, a decisão é “desproporcional e irrazoável”. O desembargador Raimundo Nonato Alencar disse discorda tecnicamente da decisão do juiz Luiz Moura, mas ressalta a importância da investigação.

“Não queremos prejudicar, expor a execração pública, ou ao ridículo o juiz, temos apenas um desentendimento técnico”, afirmou.

As empresas alegaram ao desembargador que “até o presente momento as soluções técnicas vislumbradas não são seguras, havendo risco de que outras aplicações sejam indevidamente bloqueadas e a plataforma Whatsapp seja afetada por meio de novas configurações de

http://youtu.be/O5_qvQECPG8

BOA TARDE

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DEU NO PORTAL DO JORNAL A TARDE

Morreu na madrugada desta quinta-feira, 26, em Brasília, o jornalista e ex-deputado federal Luiz Humberto Prisco Viana, que estava com 82 anos.

Nascido na cidade baiana de Caetité, Prisco Viana foi sete vezes deputado federal pelo estado, duas vezes ministro e candidato ao governo da Bahia em 2002.

Na área de comunicação, foi diretor da Imprensa Oficial de Ilhéus e redator da Assembleia Legislativa da Bahia, sendo nomeado Secretário de Comunicação durante o governo Luís Viana Filho em 1967, cargo que deixou para ingressar na política.

Os colegas de profissão lembram do jornalista como um homem honesto e de bom caráter, que exerceu a política de uma forma transparente e ética.


DEU NO ESTADÃO

Ricardo Della Coletta – Agência Estado

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira, 25, que o rebaixamento da nota de crédito da Petrobrás é “uma falta de conhecimento” do que está acontecendo na empresa. Ela ponderou, no entanto, que a estatal tem grande capacidade de se recuperar. “Não tenho dúvidas de que a Petrobrás tem grande capacidade de se recuperar disso sem grandes consequências”, declarou Dilma.

A presidente disse ainda que o governo sempre tenta evitar este tipo de rebaixamento, mas lamentou que não tenha ocorrido “correspondência” por parte agência. Questionada, a petista disse não acreditar que o rebaixamento sofrido pela Petrobras afete a nota de risco do País.

Dilma estava em Feira de Santana, na Bahia, onde entregou 900 unidades do programa Minha Casa, Minha Vida. Aconselhada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente usou o município como primeiro destino de uma série de viagens para recuperar sua popularidade, que despencou em meio ao aumento de preços, especialmente dos combustíveis e da energia, e às denúncias de corrupção na Petrobras.

A escolha da cidade não foi acaso. Nas últimas eleições presidenciais, a petista obteve 66,7% dos votos válidos de Feira de Santana. Acompanhada do ex-governador da Bahia e ministro da Defesa, Jaques Wagner, ela foi ovacionada pelo público. Dilma defendeu o ajuste das contas do governo “como uma mãe faz na casa dela”.

Petrobrás. Conforme apurou o Estado, os executivos da Petrobrás foram informados pelos representantes da agência de classificação de risco Moody’s na terça-feira pela manhã que, após dois meses de conversas, a nota da empresa seria rebaixada no fim da tarde, depois do fechamento do mercado.

A informação foi repassada ao Palácio do Planalto e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, entrou no circuito e fez uma tentativa de última hora para tentar reverter a decisão. Levy ligou para a Moody’s e ofereceu uma “carta de conforto” do governo federal – em outras palavras, uma garantia por escrito de que a União socorreria a estatal caso fosse necessário.

Temor. O rebaixamento da nota de crédito da Petrobrás pela agência Moody’s caiu como um balde de água fria na equipe econômica do governo Dilma Rousseff. O grupo, formado por Levy e o ministro do Planejamento, Nelson Babosa, além do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, vem se esforçando, desde o fim do ano passado, para melhorar o quadro das contas públicas brasileiras, aumentando a transparência e a comunicação com o mercado. Mas, ontem à noite, o que havia era uma sensação de que o rebaixamento da estatal poderia ‘contaminar’ a nota de crédito dos títulos brasileiros.

Após o anúncio, ficou definido que o melhor seria discutir alternativas para evitar esse eventual contágio. Hoje, os ministros da equipe econômica devem se reunir com a presidente Dilma para fazer uma avaliação da perda do grau de investimento da Petrobrás e definir uma estratégia de trabalho.
A decisão da Moody´s de retirar a Petrobrás da lista de empresas com grau de investimento aumenta a pressão sobre a classificação do Brasil – na visão do Bank of America (BofA) Merrill Lynch. O rating soberano do País na agência está em Baa2, com perspectiva de possível rebaixamento, e poderia ser reduzido em um nível sem que o Brasil perdesse o grau de investimento. Tal revisão, segundo os analistas Anne Milne, David Beker e Juan Andres Duzevic, se mostra “mais provável” neste momento.

De um ouvinte na área de comentarios do Youtube:

Tão Querida…Tanto Cara-Guido Renzi Tradução…letra da música… em português ***********PS: corrigi a letra … pena que não posso mudar no video…ANTES era “agora , agora que eu não sou nada para voce” FICOU assim… “Agora, agora que a tenho não peço mais nada”. ************ Querida… Agradeço ao céu Que me deu você Esta minha vida Agora é vida, sabe Procurava o sol Agora está aquí comigo e nos seus olhos Obrigado… Obrigado por tudo aquilo que me dá A compreenção e o bem que me quer A ternura que encontro em você Faz-me gritar ao mundo que é Querida… Tão grande é a minha menina Com certeza… Por outra nunca a trocarei Agora… Agora que a tenho não peço mais nada. Apenas… Peço a Deus para mantê-la junto a mim Junto a mim… junto a mim… junto a mim… Querida… Obrigado por tudo aquilo que me dá A compreenção e o bem que me quer A ternura que encontro em você Faz-me gritar ao mundo que é Querida… Tão querida é a minha menina Com certeza… Por outra nunca a trocarei Querida… Tão querida é a minha menina.


BOM DIA!!!


Eike Batista no tribunal em novembro. / Dado Galdieri (Bloomberg)

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Pedro Cifuentes

Do Rio de Janeiro

A queda no abismo de Eike Batista –nascido em Minas Gerais, em 1956– e até recentemente o homem mais rico do Brasil, parece uma novela perfeita sobre a ambição doentia e os excessos do capitalismo financeiro global, mas ultimamente se aproxima do teatro do absurdo. Despojado de seus bens no transcurso de um julgamento que pode condená-lo a 13 anos de prisão, um de seus advogados denunciou à imprensa e um repórter do jornal carioca Extra flagrou um fato absolutamente insólito: o magistrado que o julga, Flávio Roberto de Souza juiz titular da 3ª Vara Criminal da Justiça Federal do Rio de Janeiro, circulava pela cidade com um Porsche Cayenne que havia sido expropriado do empresário semanas antes.

“É normal”, afirmou o juiz depois de ser descoberto: “Vários juízes fazem isso, o carro esteve bem guardado e com câmeras”. Segundo um advogado de defesa, Souza também mandou instalar em sua casa um piano que foi propriedade de seu cliente, supostamente “em muito mal estado” (segundo fontes judiciais). Os conflitos entre o acusado e o juiz, que será investigado por causa do incidente, são constantes: “Vou esquadrinhar até a alma dele, pedaço por pedaço”, afirmou o juiz há algum tempo: “[Batista e sua família] fazem uma ostentação totalmente incompatível com alguém que tem dívidas milionárias”.

O julgamento, de qualquer maneira, vai durar vários anos. Batista foi durante anos o empreendedor mais admirado do país. Em abril de 2012 acumulava uma fortuna de 34 bilhões de dólares: era o sétimo homem mais rico do planeta, segundo a revista Forbes. A maior parte dela provinha de sua companhia de petróleo e gás, a OGX (hoje Ogpar), cujos primeiros poços começavam a produzir. Menos de três anos depois, o hoje ex-magnata deve ao menos 1 bilhão e enfrenta desde novembro um julgamento que o ameaça seriamente de se tornar o primeiro condenado por uso de informação privilegiada no Brasil (até 13 anos de prisão). A promotoria tem certeza de que ele manipulou o mercado ao vender milhões de ações da OGX exatamente antes de a companhia anunciar a interrupção de sua produção de petróleo porque seus poços offshore (considerados uma mina de ouro) estavam bastante secos.

Quando a armadilha foi descoberta, ninguém correu para resgatar Batista e seu grupo empresarial: nem a Petrobras, nem sua sócia malaia –a Petronas–, nem o BNDES. Os acionistas transformaram sua vida em um inferno, e a holding caiu em bancarrota um ano e poucos meses depois de ter estado no topo do mundo. A quebra foi declarada em outubro de 2013, com dívidas de mais 5 bilhões de dólares. Batista se defendeu como pôde das acusações, insistiu contra tudo e contra todos que vendeu as ações para fazer frente a dívidas e acusou diretores de mentir sobre a riqueza de seus poços petrolíferos. Mas ninguém acredita nele, que hoje responde por supostos delitos de falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e crimes contra o mercado financeiro.

O homem mais rico do Brasil não nasceu milionário. Aos 18 anos, resolveu vender apólices de seguro de porta em porta para sobreviver em Aquisgrão (Aachen), na Alemanha (o país de sua mãe), onde começou os estudos universitários de Engenharia Metalúrgica. Sua família se mudou para a Europa durante sua infância. Quando atingiu a maioridade, seus pais retornaram ao Brasil com seus seis irmãos; mas ele ficou. Procurava um caminho próprio, afastado da asa protetora de um pai ex-ministro das Minas e Energia e ex-presidente da grande empresa mineradora, então estatal, a Vale. Quando voltou ao Brasil, no começo da década de 1980, falava cinco idiomas, que foram muito úteis para fazer intermediações entre os produtores de ouro do Amazonas e compradores brasileiros ou europeus. Tinha 21 anos quando fundou sua primeira empresa no setor de metais preciosos. Batizou-a Atram Aurem: seu logotipo corporativo era o sol inca, também emblema de suas posteriores empresas multimilionárias. Menos de dois anos depois, já possuía um capital de seis milhões de dólares. Batista afirma que nessa época um empregado que lhe devia dinheiro quis matá-lo com um tiro, em um negócio completamente dominado pela máfia.

Entre 1980 e 2000 o magnata amealhou uma fortuna estimada em 20 bilhões de dólares por meio de oito empresas de extração de metais preciosos localizadas no Brasil, Canadá e Chile. Todas elas tinham a letra ‘X’ no fim; uma espécie de amuleto da multiplicação que podia levá-lo a sua meta definitiva: superar o empresário mexicano Carlos Slim como o homem mais rico do mundo. Em 2010, sorridente, ocorreu-lhe confessar seu desejo em público a Slim durante um programa da televisão britânica. Acreditava que era imbatível. Tinha investido em quase todos os setores preferidos do Governo brasileiro: energia, logística, recursos naturais… Seu hedonismo, com seus carros esportivos, iates, etc., era tão grande como sua ambição: a quebra de seu negócio seria a maior, até agora, da história brasileira _e a segunda de toda América do Sul.

O iate de Batista apreendido.

Com o insólito caso do juiz, seus objetos de luxo voltam às manchetes. Os advogados que defendem Batista afirmam que o magistrado atua de uma forma “ilegal” e “indecente”. A inventividade dos brasileiros, entretanto, encontrou uma mina de ouro com a história do carro, em um país mergulhado em processos judiciais por corrupção de enorme importância. “O juiz tem razão, compete a ele dirigir os autos do processo”, escreveu no Twitter o jornalista Márvio dos Anjos. O paulista Pedro Marques completou a caricatura quando perguntou ingenuamente no Facebook, em referência a ex-modelo Luma de Oliveira: “É verdade que não sou juiz, mas poderia pegar a ex-mulher do Eike para dar uma voltinha?”

Sem sair do âmbito judicial, o homem que em uma ocasião disse querer acumular 100 bilhões de dólares experimentou, ao menos, um grande alívio nestes dias. Na quinta-feira passada, seu filho Thor foi absolvido pela morte, em 2012, do ciclista Wanderson dois Santos, que atropelou na estrada BR-040, entre o Rio e Petrópolis. A sentença, muito criticada nas redes sociais, considera “contaminadas de dúvidas” as provas do processo que condenou Thor Batista, em junho de 2013, a uma indenização de 100.000 dólares para a família do falecido (que o filho do milionário, fã de carros esporte, nunca pagou). Frequentador assíduo da noite carioca e membro do Conselho de Administração da EBX, a holding familiar, Thor Batista se gabou em certa ocasião de ter lido apenas um livro na vida: a autobiografia de seu pai.

fev
26
Posted on 26-02-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-02-2015


Sid, no portal de humor digital A Charge Online


O irmão mais velho de Kluiver, com o sangue dele no peito, pede justiça
junto à residência do governador
Foto REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

por Susana Salvador

Os estudantes venezuelanos saíram ontem (25) às ruas de Caracas com os cadernos manchados de vermelho para exigir justiça para Kluiver Roa. O jovem de 14 anos morreu na terça-feira, num protesto em Táchira, depois de ter sido atingido com uma bala na cabeça disparada pela polícia. As palavras de ordem eram dirigidas contra o presidente Nicolás Maduro, que condenou esta morte e ordenou uma investigação exaustiva, culpando contudo os “grupos de extrema-direita” que estão “envenenando” os jovens. O agente que teria disparado o tiro está detido.

“Maduro assassino de estudantes”, gritaram os jovens que protestaram frente ao Ministério do Interior e da Justiça. No Twitter, a frase que enchia também os cartazes por todo o país era a mais partilhada (trending topic) na Venezuela. Também através das redes sociais multiplicavam-se os apelos aos protestos. María Corina Machado, ex-deputada crítica do governo venezuelano, apelou a todas as mães que se vestissem de branco e protestassem frente à Nunciatura.

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