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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Zezéu Ribeiro morreu nesta quarta-feira (25) aos 66 anos na UTI do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele estava em estado grave por conta de um problema gástrico. Soteropolitano de nascimento, formado em Arquitetura pela UFBA, Zezéu foi também um líder estudantil histórico em Salvador nos anos 70, nas lutas de combate à ditadura.

No início do mês, o ex-deputado federal foi internado no Hospital Aliança, de onde se transferiu para o Sírio-Libanês. Ontem, ele chegou a receber uma visita do governador Rui Costa.

Ex-deputado federal pelo PT, Zezéu assumiu a vaga aberta depois de vencer votação na Assembleia Legislativa da Bahia. O TCE informou que Zezé não retornou ao trabalho depois do período de recesso no início do ano por conta dos problemas de saúde.

Ele era filiado ao PT desde os anos 1980, chegando a presidir o partido na Bahia entre 1995 e 1999. Ele foi vereador em três legislaturas e se elegeu deputado federal em 2002. Em 2011, ele assumiu a pasta de Planejamento do Estado.

Políticos do estado lamentaram a morte. O deputado federal jOSÉ cARLOS Aleluia elogiou Zezéu. “Faleceu o meu amigo Zezéu Ribeiro. Sempre militamos em campos opostos, mas tivemos uma relação pessoal muito boa, de profundo respeito”. A deputada Alice Portugal, DO PC do B, também lamentou a perda: “Querido ZEZÉU RIBEIRO: Para sempre em nossos corações!”.

BOA TARDE!!!


Dilma em Feira:política e marketing, enquanto PF
faz varredura de segurança na região.

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DEU NO PORTAL DO JORNAL A TARDE

A presidente Dilma Rousseff garantiu nesta quarta-feira, 25, que a situação econômica do país não afetará os investimentos em programas sociais. Em seguida, a petista, que participou da entrega de 920 imóveis em Feira de Santana (a 109 quilômetros de Salvador), anunciou uma nova etapa do programa Minha Casa Minha Vida, que será lançado no próximo mês. A data, no entanto, não foi divulgada.

Durante o evento, Dilma disse que a terceira fase do Minha Casa deve beneficiar 3 milhões de brasileiros. Ao lado do governador Rui Costa e do ministro da Defesa Jaques Wagner, a presidente afirmou que o programa realizou o sonho da casa própria de 2 milhões de pessoas. Dilma disse também que o governo pretende entregar mais 1,7 milhão de imóveis até o final do primeiro semestre de 2015.

“Estamos fazendo algumas correções para melhorar os programas e assegurar que eles sejam melhores para quem se destinam. Só quem precisa dos programas sociais pode ser beneficiado por eles. É condição para o programa ficar cada vez mais forte”, disse a presidente, durante o evento, em possível referência às mudanças nos benefícios trabalhistas.

Ela ainda comparou os ajustes na economia brasileira às correções que o Minha Casa Minha Vida sofreu desde que foi lançado. Para explicar, ela lembrou que os primeiros imóveis não tinham piso e as janelas possuíam uma qualidade inferior, o que foi mudando com o tempo.
Após a comparação, a presidente explicou que os ajustes são necessários para o país crescer. “Precisamos, agora, de condições para retomar o novo ciclo de desenvolvimento econômico para gerar mais emprego, mais renda e assegurar que o país continue a crescer de forma mais acelerada”, disse.

Saúde

Para reforçar que pretende continuar investindo em programas para beneficiar a população, a presidente anunciou o lançamento do Mais Especialidade, uma das promessas durante a eleição. “Vamos iniciar a implantação do programa, que vai cuidar de atendimento especializado de qualidade e realização de exames”, afirmou.

Antes da chegada de Dilma, a Polícia Federal (PF) realizou uma operação preventiva nas regiões onde a presidente passou. A varredura, como foi denominada a ação, teve o apoio de forças de segurança nacional, a exemplo do Exército e da Polícia Militar. A varredura ocorreu de forma pacífica e ninguém foi preso. Nenhum artefato foi encontrado na região.


Lula:dur ataque à imprensa na sede da ABI

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DEU NO CONGRESSO EM FOCO/UOL

por Fábio Góis

Em discurso para a militância do PT, o ex-presidente Lula saiu em defesa da presidenta Dilma Rousseff nesta terça-feira (24) e disse que sua sucessora não pode “ficar dando trela” à crise provocada pelo escândalo de corrupção na Petrobras. Para Lula, “meia dúzia” de pessoas que praticaram crimes investigados pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, não podem destruir a petrolífera, e Dilma não deve tomar partido nessa situação.

“Nossa companheira Dilma Rousseff tem que deixar o negócio da Petrobras para a Petrobras, e a corrupção para o ministro da Justiça ou para a Polícia Federal. A Dilma tem que levantar a cabeça e dizer ‘eu ganhei as eleições e vou governar o país’. Não pode e não deve ficar dando trela [para as críticas], se não a gente fica paralisado”, disse o cacique petista, ovacionado aos gritos de “Lula, guerreiro, do povo brasileiro!”.

Lula fez o discurso na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio de Janeiro, em ato em defesa da Petrobras promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pela Federação Única dos Petroleiros (FUP). Para o ex-presidente, Dilma deve apenas se preocupar em governar o país e resolver os problemas que terá pela frente em seu segundo mandato. Os corruptores e corrompidos no âmbito da estatal, disse, devem ser devidamente punidos.

“O que não pode é jogar a Petrobras fora por meia dúzia de pessoas”, acrescentou o ex-presidente, dizendo-se orgulhoso de ter participado da “maior capitalização da história do capitalismo mundial, que foi a capitalização da Petrobras, na Bolsa de Valores na cidade de São Paulo”.

A oposição ao governo petista também foi mencionada no discurso. “Honestidade não é mérito, é obrigação. Eu quero paz e democracia, mas se eles querem guerra, eu sei lutar também. Eles continuam fazendo hoje o que sempre fizeram. A ideia é criminalizar antes de ser julgado. Você tem que ser criminalizado pela imprensa. Se eu conto uma inverdade muitas vezes ela vira verdade”, fustigou Lula, recorrendo à ironia para criticar a imprensa em sua própria sede nacional. “Não precisa mais de Justiça. Se a imprensa falou está falado. Mas cheguei à Presidência [da República] duas vezes sem ela.”

Segundo o site do jornal O Estado de S. Paulo, Lula foi instado a “voltar às ruas” pelo líder do Movimento dos Sem Terra (MST), José Pedro Stédile, no que foi atendido: Lula respondeu dizendo que “apoio não lhe falta”. “Tudo o que a [a ex-primeira-dama] Marisa quer é o que o Lulinha volte a ser o Lula de sindicato de São Bernardo. Tudo o que a Marisa quer é que eu volte há 40 anos”, sinalizou o ex-líder sindical no ABC paulista entre os anos 1970 e 1980.

Confusão

Antes de começar o evento, manifestantes a favor e contra o PT se enfrentaram nos arredores da sede da ABI. Enquanto militantes petistas e membros da CUT e da FUP, a maioria com camisas vermelhas, reverberavam o ato na entrada da associação, um grupo de pessoas protestava contra o governo, inclusive pedindo o impeachment de Dilma. As divergências, manifestadas em uma movimentada avenida fluminense, culminaram na troca de ofensas e agressões físicas.

Segundo o site do jornal Folha de S.Paulo, um funcionário da Petrobras, Vinicius Prado, teve o crachá funcional quebrado, a camisa rasgada e foi agredido “por militantes com camisetas vermelhas”. Os petistas, informou o veículo de imprensa, “jogaram ovos contra os opositores”. Não houve detenções ou ocorrências de feridos com gravidade, informou ainda Folha, e a Tropa de Choque da Polícia Militar conteve o tumulto, separando “os cerca de 300 petistas do grupo” dos “15 manifestantes antigoverno”.

Intelectuais

O movimento em defesa da Petrobras e do Brasil já havia sido esboçado em outra frente, na semana passada, em manifesto divulgado por intelectuais e personalidades de diversas áreas. Subscrito por 48 nomes em defesa do “governo legitimamente eleito” da presidenta Dilma Rousseff, o texto denuncia o que chama de “campanha” para enfraquecer a estatal e, consequentemente, a gestão da petista.

Na argumentação, os autores do documento fazem uma analogia entre a ação de instituições da República, setores da imprensa e parlamentares, na esteira da Operação Lava Jato, e o golpe de 1964, que tirou o então presidente João Goulart do poder e deu início ao regime de exceção da ditadura militar (1964-1985). Segundo o texto, a derrocada da petrolífera representaria a extinção de cerca de 500 mil empregos diretor e indiretos, e reconduziria o Brasil a uma situação “subalterna e colonial” frente ao mercado financeiro internacional.

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A mí dejame en mi barrio
Tango
Música: Francisco Amor
Letra: Francisco Amor

Qué me hablás de Nu York,
qué querés con París…
Palacetes de lujo,
rascacielos sin fin.
¿Qué sos, dama de alcurnia
o de rango, decís?
¡Sí! Yo sé que a mi lado
nunca has sido feliz.

¡Despertate, atendé,
despertate y oí!
¿Qué me hablás de Nu York,
qué querés con París?

¿A mí?… ¡Dejame en mi barrio!,
de casitas desparejas
rincones donde se amansan
recuerdos de cosas viejas.
Si hasta el tapial se remoza
de madreselva olorosa
aromando el arrabal,
y aquí las calles son canchas
y el sol se tira a sus anchas,
y en todo hay color de hogar.
¿A mí?… ¡Dejame en mi barrio!
Aquí el luchar y el sufrir,
aquí amé y aquí he vivido
y aquí tendré que morir…

Vos nacista paser,
lo que sos, ¡nada más!
mariposa andariega
y en tus alas llevás
la inquietud de otros cielos
y en el lujo quemás
la nostalgia del barrio
que ya nunca verás.

¡Despertate, atendé,
despertate y oí!
¿Qué me hablás de Nu York,
qué querés con París?

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BOM DIA!!!


Wagner:”Não vamos jogar a criança com água suja fora”

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DEU NO PORTAL DO JORNAL A TARDE

Após visitar a unidade de construção do submarino de propulsão nuclear em Itaguaí (RJ), o ministro da Defesa, Jaques Wagner, defendeu as empresas e empreiteiras brasileiras que estão desenvolvendo projetos estratégicos para o País, como é o caso da Odebrecht Defesa e Tecnologia, que participa deste trabalho.

“É preciso separar as investigações que correm e a agenda de governo. Não vamos parar o País para assistir ao espetáculo da investigação”, afirmou Wagner nesta terça-feira, 24. Na opinião do ministro da Defesa, “a luta pela corrupção é ininterrupta porque onde tem dinheiro, tem sedução, e infelizmente é assim”.

Jaques Wagner descartou a possibilidade de haver qualquer tipo de reconsideração em relação à Odebrecht por causa das denúncias da Operação Lava Jato, que atingem inúmeras empresas. “De jeito nenhum”, disse ele, ao ser questionado se haveria reavaliação em relação à empresa.

O ministro lembrou que é preciso separar o que é bem-vindo das investigações e das operações que as empresas executam. Citou ainda que a Odebrecht, parceira no projeto do submarino, “representa a inteligência nacional”.

Na opinião do ministro, “é importante que a luta contra a corrupção seja feita, mas que não se perca a inteligência nacional”. O ministro reiterou discurso feito pela presidente Dilma Rousseff, que defende a preservação das empresas para que elas não sejam atingidas pela corrupção, punindo apenas as pessoas.

“Ela é uma grande empresa. Não temos qualquer constrangimento”, disse Jaques Wagner, acrescentando que quem tiver problemas, que os enfrente.

“Não vamos jogar a criança com água suja fora. Vamos só jogar a água fora e proteger a criança, que representa as empresas”, emendou. O projeto do submarino está orçado em cerca de R$ 30 bilhões e a previsão de lançamento do primeiro submarino convencional é 2018. Até hoje já foi investido no projeto um total de R$ 12,5 bilhões.

Criada em 2011, a Odebrecht Defesa e Tecnologia atua no contexto da implantação da Estratégia Nacional de Defesa (END), para modernização do setor e reestruturação da indústria de defesa nacional.

A Odebrecht Defesa e Tecnologia atua no mercado de defesa por meio da Itaguaí Construções Navais (ICN), voltada para a construção de submarinos com propulsão convencional e com propulsão nuclear do Programa Nacional de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), da Marinha do Brasil; Consórcio Baia de Sepetiba (CBS), responsável pelo planejamento, coordenação, gestão e administração das interfaces do PROSUB; e Mectron, com foco no desenvolvimento e fabricação de produtos de alta tecnologia e sistemas complexos para usos militar e civil.

Por meio do Programa de Desenvolvimento de Submarinos, a Odebrecht Defesa e Tecnologia, em parceria com a francesa DCNS, produz o primeiro submarino com propulsão nuclear do Brasil e outros quatro submarinos com propulsão convencional.

fev
25
Posted on 25-02-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-02-2015


Caó, no portal de humor gráfico A Charge Online

fev
25
Posted on 25-02-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-02-2015


O presidente do partido político Copei, Roberto Enríquez, com María Corina Machado, Mitzy Capriles e Lilian Tintori, na segunda-feira em Caracas. / M. G. (EFE)

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DEU NO EL PAIS

A oposição venezuelana decidiu cerrar fileiras em torno da figura do prefeito metropolitano de Caracas, Antonio Ledezma, preso na semana passada sob a acusação de tramar um golpe de Estado contra o presidente Nicolás Maduro. Em um ato de solidariedade ao político, o partido social-cristão Copei decidiu assinar o Acordo Nacional para a Transição, documento que, segundo Maduro, comprova que há um golpe de Estado sendo gestado no país. Enquanto isso, o advogado de Ledezma, Omar Estacio, anunciou que recorrerá nesta terça-feira das acusações de conspiração e formação de quadrilha imputadas ao prefeito.

O Acordo Nacional de Transição, que foi publicado no último dia 11 pelo jornal El Nacional, conclamava os venezuelanos a se unirem para preparar uma transição política que deixe o chavismo para trás. O documento foi originalmente assinado por Ledezma, por Leopoldo López e pela deputada María Corina Machado, todos de uma facção política que propôs no ano passado um movimento que leve à renúncia de Maduro.

Não foi só o Copei que se pronunciou sobre o acordo. “Esse documento em nenhuma de suas letras tem qualquer insinuação nem próxima a um golpe de Estado”, disse Henry Ramos Allup, secretário do partido Ação Democrática, que assumiu o papel de porta-voz da oposição em uma entrevista coletiva realizada na manhã de segunda-feira. Nela estiveram presentes as esposas da Ledezma e López e os deputados María Corina Machado e Julio Borges, também acusados pelo Governo de envolvimento com uma tentativa de golpe. Ramos também recordou que mais de 50% dos prefeitos de oposição são alvo de processos judiciais.

A deputada Machado, única signatária original do documento que não está atrás das grades, agradeceu o gesto “corajoso” do Copei e de outros políticos que aderiram ao manifesto, entre eles Luis Miquilena, que foi mentor e padrinho político do falecido presidente Hugo Chávez. Vários cidadãos também começaram a difundir o documento pelas redes sociais, com a hashtag #Yofirmoacuerdoparalatransición (“assino acordo para a transição”).

Mais de 50% dos prefeitos de oposição são alvo de processos judiciais na Venezuela

A mulher da Ledezma, Mitzy Capriles, anunciou a jornalistas que seu marido não irá solicitar nenhum tipo de mediação ao seu genro, o ministro de Turismo, Andrés Izarra. “Meu querido genro Andrés Izarra renunciou anteontem ao Governo. Para bom entendedor, poucas palavras bastam”, disse Capriles. Nem o ministro Izarra nem o Governo confirmaram oficialmente a demissão.

Enquanto os porta-vozes partidários faziam declarações à imprensa, Antonio Ecarri, militante do Copei, alertava que um dos escritórios do partido, no bairro Las Palmas, estava sendo sitiado. Cerca de meia hora depois, agentes da Guarda Nacional Bolivariana chegaram à sede social de Las Palmas, e a rua foi fechada. A situação no local era confusa, com versões desencontradas sobre quem são as pessoas que entraram nas instalações partidárias.

Paralelamente, o presidente da Comissão de Controladoria da Assembleia Nacional, Pedro Carreño, anunciou que um grupo de parlamentares governistas se dirigia na tarde de segunda-feira à sede o Ministério Público para solicitar a abertura de uma investigação contra o deputado oposicionista Julio Borges. As acusações de golpismo imputadas ao político partiram não só de Maduro, mas também do presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabelo, em seu programa de televisão Con el Mazo Dando. Borges, uma das figuras mais destacadas da oposição no Parlamento, é fundador do partido Primeiro Justiça, do governador e ex-candidato presidencial Henrique Capriles.

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