Direto da cirurgia de apêndice para
o comando Psirico.

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DEU NO PORTAL METRO1

O cantor Márcio Vitor, da banda Psirico, não poupou elogios ao prefeito de Salvador, ACM Neto, neste domingo (15), no Campo Grande. “Neto, obrigado pelo cuidado com a minha cidade. A gente nunca teve um prefeito como você. Você sabe como eu sou puxa saco, mas se a gente não fosse amigo, eu estaria falando isso pra você. Me perdoe se estou falando alguma besteira aqui, mas eu quero ver você presidente do Brasil”, disse ele, que após pediu palmas para Neto.

Dá-lhe Daniela, Dá-lhe Ilê!!!

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Rui e Neto: tempo quente na saída do Ilê
Foto Marco Aurélio Martins (A Tarde)
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DEU NO JORNAL A TARDE

Rodrigo Aguiar

O governador Rui Costa e o prefeito ACM Neto foram recebidos com vaias ao chegar na noite de ONTEN,14, ao Curuzu, para a saída do Ilê Aiyê. Uma mulher não identificada chegou a chamar o petista de “assassino”. Rui apareceu exatamente no mesmo momento que Neto, que já havia sido vaiado no mesmo local no último Carnaval.

Questionado sobre os gritos, Rui minimizou. “É natural. A democracia é assim. Uns aplaudem e outros vaiam”, disse, em referência aos aplausos vindos de alguns presentes. Na semana passada, o governador disse que a polícia age da mesma forma que “um artilheiro em frente ao gol, que tem que decidir em alguns segundos como é para colocar a bola para fazer um gol”. A declaração foi dada poucas horas após a morte de 12 pessoas em uma operação policial no bairro do Cabula. Segundo a versão oficial do governo, a polícia foi recebida a tiros e revidou.

O caso, no entanto, ainda é investigado e a Anistia Internacional chegou a falar em “indícios de execuções sumárias”. Rui estimou que as investigações estarão concluídas até o final do mês. O governador reafirmou que, a princípio, acredita na versão da polícia e declarou que não deixará “os traficantes dominando”. “Foram 178 homicídios em janeiro, nenhum em confronto com a polícia. A lei do tráfico é a da morte: consumiu e não pagou, morre. Olhou com cara feia, morre. Mexeu com a namorada de alguém, morre. Isso não pode continuar”, disse.

Neto seguiu a mesma linha de Rui, dizendo que as vaias faziam parte da “democracia do Carnaval”. “Aqui há um histórico de manifestação política e a gente respeita”, afirmou, em referência ao fato de o Curuzu ter uma identidade com o PT. “Mas fico emocionado e motivado com o que tenho visto na cidade, com os elogios recebidos”, declarou.

Sobre os gritos de “assassino” dirigidos a Rui e as declarações do governador, preferiu não polemizar. “Prefiro me reservar ao silêncio. É fundamental a apuração, para saber se foi tudo dentro da legalidade ou seu houve extrapolação”, afirmou.

DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Rodolfo Borges

De São Paulo

O primeiro presidente eleito pela população brasileira após 20 anos de ditadura militar não terminou o próprio Governo. Foi em 1992, com o processo de impedimento do hoje senador Fernando Collor de Melo, que o brasileiro se familiarizou com o dispositivo do impeachment, que, 23 anos depois, volta a assombrar a política brasileira em meio ao maior escândalo de corrupção da história do país, à expectativa de recessão econômica e à ameaça de racionamento de água e de energia. E isso não é exclusividade de Dilma Rousseff. Desde a queda de Collor, os brasileiros se acostumaram a clamar pela retirada antecipada de cada presidente eleito.
mais informações

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso se acostumou aos gritos de “Fora FHC” durante o segundo mandato (1999-2002), quando o país entrou em crise em meio à desvalorização do real, levando a protestos como a “Marcha dos 100 mil”, que cobrava sua saída. Seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, também esteve ameaçado de cair no fim do primeiro mandato, pelo escândalo do mensalão, e, segundo o que registra a crônica política, isso só não ocorreu porque seus opositores apostaram equivocadamente que o desgaste do caso dispensava o impeachment, pois seria o bastante para impedir a reeleição de Lula.

A insistência, eleição após eleição, de gritar “impeachment” tem a ver com a boa lembrança que o brasileiro tem do processo que levou à renúncia de Fernando Collor em 1992, arrisca o cientista político Leonardo Barreto, doutor pela Universidade de Brasília. A queda do presidente criou as condições para a implementação do Plano Real, que estabilizou a economia brasileira após anos de turbulência. A renúncia de Collor também deixou a impressão de protagonismo da população, que, já enervada pelo confisco das poupanças (entre outras medidas de ajuste) para frear a inflação, foi às ruas para protestar contra um presidente envolto em suspeitas de corrupção desde sua campanha.
“Fora Dilma”

Não é de se espantar, portanto, que, em meio ao novo clamor de impeachment, surjam boatos de confisco da poupança dos correntistas da Caixa Econômica Federal, desmentidos nesta sexta-feira pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “Tais informações são totalmente desprovidas de fundamento, não se conformando com a política econômica de transparência e a valorização do aumento da taxa de poupança de nossa sociedade, promovida pelo governo, através do Ministério da Fazenda”, informou o Ministério da Fazenda em nota.

A gritaria contra a presidenta Dilma Rousseff soa isolada em ruas e redes sociais desde o dia de sua reeleição, em 26 de outubro do ano passado, mas entrou na pauta política do país com o surgimento das primeiras ramificações políticas da Operação Lava Jato, principalmente depois da denúncia de que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, teria recebido 200 milhões de dólares em propina por meio de contratos da Petrobras. Foi nesse contexto que o jurista Ives Gandra Martins redigiu um parecer para dizer que já existe base jurídica para um pedido de impedimento da presidenta.

fev
15
Posted on 15-02-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-02-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

São Francisco nada tem em troca do que dá, diz Zó

“Estamos prestes a sofrer o que São Paulo está sofrendo por falta d’água”, reclamou o deputado Zó (PCdoB) sobre a situação na região norte do Estado em razão da baixa vazão do Rio São Francisco.

O nível atual do Lago de Sobradinho, que garante água para consumo humano e animal, irrigação e podução de energia na região, “está em 17%, quando o mínimo deveria ser 50%”, disse o parlamentar, informando que o quadro é de “desespero”.

Zó propõe um frente parlamentar ou uma subcomissão para combater a degradação do São Francisco, “que está agonizante”, e também de seus afluentes.

“Este grande rio da integração nacional tem colocado água em diversos Estados, tem gerado energia para o Brasil inteiro, tem produzido frutas para o mundo inteiro, e o que ele tem recebido de revitalização? Nada”, proclamou.

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

Michele Ferrero, o homem mais rico da Itália e dono do império Ferrero, morreu este sábado,14, aos 89 anos. O grupo fabrica o chocolate Nutella, os bombons Ferrero Rocher e ovos de chocolate Kinder

A morte de Michele Ferrero deverá acelerar o debate sobre quem será o novo líder do grupo e que alianças familiares podem surgir com a disputa. O grupo controlado pela família Ferrero mantém-se crescendo, apesar da recessão que a Itália vive. A mais longa desde a II Guerra Mundial. O grupo é visto por analistas e banqueiros como a mais valiosa empresa privada da Itália.

No final de 2013, Giovanni Ferrero, presidente-executivo do grupo Ferrero e filho de Michele Ferrero, negou os rumores de que a empresa italiana tinha sido abordada pela concorrente suíça Nestlé e disse que o grupo não estava à venda.

Homem de poucas palavras e que fugia da publicidade, Michele Ferrero transformou uma fábrica de chocolate à base de Piedmonte num gigante global. Era conhecido por gerir a empresa com mão de ferro, mas também era amado pela população local pela sua generosidade e pelos funcionários pelas condições de trabalho da empresa.

Ferrero deslocava-se diariamente de helicóptero da sua casa em Monte Carlo para a sede da empresa, na cidade de Alba (Itália) para provar e ajudar a criar novos produtos. Deixou de o fazer há alguns anos. A revista Forbes descreveu-o como “o Candyman mais rico do planeta”, colocando-o e à família em 30º lugar na sua lista das pessoas mais ricas do mundo, com um patrimônio líquido de 20 milhões de euros.

Monica Mancini, a filha talentosa e afinada do maestro, enquanto o couro come na avenida!!!

BOM DIA!!!

( Gilson Nogueira)

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