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Postado em 12-02-2015
Arquivado em (Artigos) por vitor em 12-02-2015 00:12


Caó, no portal de humor gráfico A Charge Online

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Comentários

luís augusto on 12 Fevereiro, 2015 at 7:48 #

Incrível a semelhança com o traço do saudoso Lage.


vitor on 12 Fevereiro, 2015 at 15:49 #

Bem observado, Luis. Nessa charge os traços de Caó se assemelham aos do notável e saudoso Lage, amigo comum e um campeão do desenho de humor na Bahia.
Mas não se espante. Os dois tem trajetórias de humor e arte parecidas, cujo traço de união primeiro é a Cidade da Bahia dos anos 70. Infelizmente, Lage partiu prematuramente, pode-se dizer no auge de seu poder infindável de criação. Caó guarda também outro laço forte de semelhança com Lage: a simplicidade e a modéstia dos verdadeiros e grandes criadores.

Seguem alguns dados informativos sobre Caó.

“Caó Cruz Alves é cartunista, animador e músico. Nasceu e mora em Salvador. Iniciou profissionalmente como cartunista nos anos 70. Seus desenhos têm participado de exposições e festivais pelo Brasil e exterior. Começou a carreira de animação com o filme “Coisinha”, que venceu o prêmio do Juri Popular no Festival 5 minutos em 97, no ano seguinte venceu o I prêmio do Festival com a animação “Ouviram Alonzanfan” e ainda produziu “Vote Roberfino” e “Dançando na Europa”. Formou-se através de oficinas de cinema e animação no Brasil – História do Cinema Brasileiro, Iniciação ao Desenho Animado, Estrutura do Boneco Animado, Seminário Nacional de Computação Gráfica, Oficina de Roteiro, Metodologia da Produção Audiovisual, Stop Motion, Direção de Arte no Cinema – com professores tais como: Mike Belzer Walter Sales, Sergio Tastaldi, Chico Liberato, Quiá Rodrigues e Vera Hamburguer. Durante oito anos morou em Paris onde aprimorou seus conhecimentos no campo da animação e quadrinhos na escola vinculada ao National Board of Canadá.
Como cartunista seus trabalhos tem sido publicados em livros, jornais, revistas de circulação regional, nacional e internacional tais como: Folha de São Paulo, Jornal À Tarde, Revista Planeta, Mad, La Nouvelle Chair, Men Club, L’imbecille Heureux, Yomiuri Shinbun e em exposições individuais e coletivas.”

Como diria o gaúcho Leonel Brizola, forte e permanente traço de união entre nós dois, Caó vem de longe.

Grande abraço. Vitor Hugo


luis augusto on 12 Fevereiro, 2015 at 16:06 #

Caro Vítor, meu comentário foi espontâneo e de ânimo positivo ante a constatação.

Achei até que se tratava de pessoa de outro Estado, desculpe a ignorância, mas é para me suprir dessa e de outras informações da cultura local e internacional que existe você. Abraços.


vitor on 12 Fevereiro, 2015 at 17:07 #

Não há nada a desculpar, Luis. Foi apenas um adendo (grande demais) ao seu comentário , correto e procedente.E um preito de justiça aos dois igualmente grandes artistas; Lage e Caó.
Em matéria de memória, se há alguém para se tirar o chapeu nessa terra, chama-se Luis Augusto Gomes. Abração do irmão em Brizola (a expressão é sua).


luís augusto on 13 Fevereiro, 2015 at 1:15 #

Valeu. Quanto à expressão, é do jornalista Antonio Medrado. Abração também.


vitor on 13 Fevereiro, 2015 at 3:08 #

Está vendo? Memória é isso!Grande Medrado , das tardes de aprendizado de dia nas redações e à noite nos bares.


luis augusto on 13 Fevereiro, 2015 at 14:53 #

Um grande amigo, da antiga, de visitas domiciliares e detonação de Cointreau, que as circunstâncias afastaram.

Há uns sete, oito anos, estive numa entrevista na rádio Piatã, em Nazaré, programa de Cristóvão Rodrigues, e por felicidade o reencontrei, ele tava lá fazendo comentários.

Conheci-o quando fazia um jornal tablóide meio Centro Histórico do qual era leitor assíduo, mas cujo nome desgraçadamente esqueci, o que é imperdoável.

Será uma vergonha quando me lembrar ou for lembrado, se alguém souber, me ajude.


luis augusto on 19 Fevereiro, 2015 at 9:18 #

Vítor, retorno a este “post” apenas porque me lembrei do nome do jornal de Medrado: Tudismo.

Foi uma sorte da memória, porque acabei de fazer para o Por Escrito uma nota leve sobre as possibilidades de aliança de Tude em Camaçari e tasquei o título: “Tudismo”. Não tive como não me lembrar.


vitor on 19 Fevereiro, 2015 at 11:03 #

Maravilha, Luis, esse exercício de memória, tão em falta no nosso jornalismo. Vou correr para ver a nota no Por Escrito.


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