BOA TARDE!!!


Nilo exonerou Isaac: paciência esgotada
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DEU NA COLUNA RAIO LASER, DA TRIBUNA DA BAHIA

Boiada

Presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT) deixou ontem claro que não está brincando quando diz que perdeu a paciência em 10 dias com o PT, o qual vem ameaçando entrar com um processo na Justiça contra sua reeleição na Casa.

Ontem, depois de fazer algumas sinalizações de que estava chegando ao limite, Nilo decidiu exonerar o superintendente parlamentar da Assembleia, Isaac Cunha, indicado pela legenda.

O cargo é o mais bem remunerado da Assembleia e já foi ocupado por petistas ilustres, como o hoje secretário de Relações Institucionais do governo, Josias Gomes.

Quem conhece Nilo diz que vem mais bomba por aí.

Afinal, o presidente dá um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não sair.

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DEU NO PORTAL IG

O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato se entregou à Justiça italiana nesta quinta-feira (12/2).

Segundo fontes policiais, as autoridades já estavam monitorando os passos do condenado no Mensalão para que ele não fugisse novamente.

A Corte de Cassação de Roma autorizou nesta quinta-feira (12) a extradição do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato.

Condenado a 12 anos e sete meses de prisão no processo do Mensalão, o brasileiro fugiu para a Itália há um ano e cinco meses com um passaporte falso. Agora, cabe ao ministro da Justiça, Andrea Orlando, decidir se acata ou não a decisão judicial. Assim que o Ministério for notificado oficialmente, o país terá 20 dias para tomar a decisão.

Segundo os juízes que analisaram o caso, “existem” no Brasil todas as condições para garantir a segurança de Pizzolato em um presídio. O argumento da falta de respeito aos direitos humanos nas prisões brasileiras foi o utilizado pela defesa para pedir que o ex-diretor continuasse a morar na Itália.

A reversão da decisão do Tribunal de Bolonha foi uma vitória do governo brasileiro. Em setembro de 2013, os magistrados haviam negado a extradição por concordarem com a defesa – de que o país não teria como garantir a integridade física do condenado.

Horas após a decisão da Corte, Pizzolato se entregou à Justiça italiana, em uma ação coordenada pela Interpol. De acordo com fontes policiais, o ex-diretor do BB estava sendo monitorado há alguns dias para evitar uma nova possível fuga.

Entenda o caso

De acordo com a sentença do Mensalão, Pizzolato autorizou a transferência de R$ 73 milhões do fundo Visanet (administrado pelo Banco do Brasil) para as agências de publicidade de Marcos Valério, operador do esquema de pagamentos ilegais a parlamentares da base aliada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

Condenado, ele fugiu do país usando a identidade de um irmão morto para chegar à Itália, fazendo uso da dupla cidadania.

Pizzolato alegava que gostaria de passar por um novo julgamento “que não fosse político” no país. “Por não vislumbrar a mínima chance de ter um julgamento afastado de motivações político eleitorais, com nítido caráter de exceção, decidi consciente e voluntariamente fazer valer meu legítimo direito de liberdade para ter um novo julgamento, na Itália, em um Tribunal que não se submete às imposições da mídia empresarial, como está consagrado no Tratado de extradição Brasil e Itália”, disse, em carta divulgada na ocasião.

Foragido da Justiça, ele teve seu nome incluído na lista de pessoas procuradas pela Polícia Internacional (Interpol). Em fevereiro de 2014, ele foi preso em Maranello, onde estava escondido na casa de um sobrinho, sob acusações de falsidade ideológica.

Caso Battisti

Durante o julgamento ocorrido nesta quarta-feira (11), os advogados de Pizzolato usaram o “caso Battisti” para pedir que o ex-diretor ficasse na Itália. No final da década passada, Roma pediu a repatriação do ex-ativista Cesare Battisti, condenado em sua terra natal à prisão perpétua por associação subversiva e quatro assassinatos cometidos nos anos 1970.

O Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a autorizar a extradição em 2009, mas, no último dia do seu segundo mandato, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva decidiu, por decreto, não mandá-lo embora. Atualmente, Battisti vive em liberdade no Brasil.

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Imagens Salvador-Bahia-Brasil
Música: É D’OXUM – Geronimo
Voz: Geronimo e Elba Ramalho

Já é carnaval cidade, acorda pra ver”.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


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DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Uma derrota que engrandece a Bahia

Embora o segundo seja o primeiro dos derrotados, não há razão para o deputado Lúcio Vieira Lima demonstrar desânimo ante o resultado da eleição em que Leonardo Picciani o venceu para a liderança do PMDB na Câmara dos Deputados.

Um placar de 34 a 33 numa bancada de 67 parlamentares revela óbvio equilíbrio, que atesta o prestígio do deputado baiano entre seus pares, mesmo porque antes superou outros três postulantes nordestinos para enfrentar Picciani em nome da região.

Picciani não é pouca coisa. Coordenador da eleição de Eduardo Cunha à presidência da Câmara, é também filho de Jorge Picciani, articulador do voto “Aezão”, em Aécio Neves e Pezão, no Rio de Janeiro, que volta à ativa como presidente da Assembleia Legislativa.

Lúcio – o franzino Lúcio – mediu forças com essa turma, que tem por trás ainda o ex-governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes, transformando-se num orgulho para uma Bahia que carece de lideranças nacionais.

A influência que terá na bancada peemedebista, certamente, se refletirá na tramitação das matérias que mais interessem ao Nordeste e ao Estado, seja política ou economicamente.

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

Vários estabelecimentos comerciais de Caracas começaram nesta quarta-feira (11) a exigir aos clientes que apresentem a certidão de nascimento dos filhos para autorizar a compra de fraldas, um dos produtos que escasseiam no mercado venezuelano.

“Notifica-se ao público em geral que a partir de 11/02/2015 para a venda de fraldas para crianças se requer [a apresentação da] certidão de nascimento em original e o bilhete de identidade dos pais, sem exceção”, lê-se num aviso colocado à entrada de um estabelecimento comercial no centro da capital venezuelana.

A medida desagradou às dezenas de clientes que faziam filas para comprar produtos, apesar de alguns estabelecimentos comerciais estarem já a exigir a apresentação do bilhete de identidade e a limitar a quantidade de produtos que cada cliente pode comprar semanalmente.

“Não me parece nada sensata esta medida, não podemos arriscar-nos a andar com a certidão de nascimento original de aqui para acolá por simples gosto, porque pode-se extraviar ou deteriorar”, disse Sandra Sánchez aos jornalistas.

Nas proximidades, outro estabelecimento aplicava a mesma medida para a venda de fraldas, ignorando os clientes que estavam no local com bebês nos braços.

fev
12
Posted on 12-02-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-02-2015


Caó, no portal de humor gráfico A Charge Online

DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Talita Bedinelli, De São Paulo

Uma das prioridades anunciadas pela presidenta Dilma Rousseff (PT) desde que garantiu seu segundo mandato, iniciado neste ano, a reforma política começou a ser discutida nesta terça-feira na Câmara. Os deputados instauraram uma comissão especial para discutir todos os pontos da reforma antes da votação no Plenário. Mas a decisão não foi comemorada pelo Governo. A proposta que será discutida não é a que o PT quer aprovar e a discussão será conduzida pela oposição.
mais informações

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O principal ponto de divergência da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) é a forma de financiamento das campanhas. Ela mantém a permissão da doação de empresas privadas para os partidos políticos, algo que a situação quer barrar e cuja constitucionalidade está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal (STF). A oposição (e Cunha), argumenta que o partido do Governo será o maior beneficiário da medida, já que a divisão do fundo partidário público é feita com base no número de votos recebido e o PT tem a maior bancada. Os petistas acusam os deputados de quererem aprovar a medida antes do julgamento e realizar uma manobra para tornar constitucional algo que não é. O fim do julgamento ainda não tem data para ocorrer – faltam quatro votos de magistrados e o placar, até o momento, está em seis a um pela proibição do financiamento privado.

A reforma política foi anunciada como uma das prioridades do novo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que pertence ao aliado PMDB mas se colocou em uma batalha contra a presidenta para aumentar seu poder. No começo deste mês, ele venceu o primeiro round ao derrotar o PT em uma ampla votação para a presidência da Casa. O PT, que partiu para o tudo ou nada na batalha, acabou por perder seu lugar na Mesa Diretora, além do comando das principais comissões fixas e da criada nesta terça, para discutir a reforma. Ela será presidida pelo deputado Rodrigo Maia, do oposicionista DEM. Segundo Cunha, o comando de Maia é importante para não alijar a oposição de um “processo delicado desse” com uma comissão apenas governista.
Câmara aprova PEC que garante repasses aos parlamentares

Horas após iniciar o debate da reforma política garantindo protagonismo à oposição, a Câmara impôs mais uma derrota (esta já esperada) ao Governo. Os deputados aprovaram na noite desta terça-feira, por 452 votos a 18 e uma abstenção, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria o orçamento impositivo, obrigando o Governo a executar as emendas apresentadas pelos parlamentares.

Enquanto o Governo Dilma Rousseff tenta reduzir gastos, a Câmara definiu que o Executivo deve liberar o valor das emendas até o limite de 1,2% da receita corrente líquida realizada no ano anterior. Parte dos recursos liberados deve ser destinada para a saúde, inclusive no custeio do Sistema Único de Saúde (SUS), desde que não sirva para o pagamento de pessoal.

Os deputados do PT ainda tentaram barrar o projeto, sob o argumento de que o tema deveria ser tratado no âmbito estadual, mas venceu a vontade de independência dos parlamentares, que só conseguiam acesso aos recursos da União após acordos políticos com o Palácio do Planalto. Como já passou pelo Senado e não foi alterada, a PEC, que deve garantir a liberação de 10 bilhões de reais, segue direto para promulgação.

A PEC da reforma tramita desde 2013 foi criada em um grupo de trabalho que a discutiu por quatro meses. Como contraria o interesse do Governo, ela foi mantida longe do Plenário, parada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, aguardando a votação de admissibilidade (avaliação necessária que demonstra se ela está de acordo com quesitos constitucionais, legais e regimentais). Dois dias depois de assumir, Cunha decidiu trazer essa votação para o Plenário, algo previsto no regimento, a contragosto do PT, que acabou cedendo com o compromisso de que outras propostas de reforma política sejam discutidas.

Além da manutenção da doação privada, a PEC também prevê outras mudanças políticas importantes. Acaba com a reeleição para a Presidência, Governo dos Estados e municípios, com o voto obrigatório (outro ponto rechaçado pelo PT) e unifica as eleições municipais, com as estaduais e federais. Além disso, cria o chamado distritão, mudando a forma como os deputados são eleitos – cada Estado, respeitando o número de cadeiras a que tem direito, elegeria os mais votados pela ordem; hoje, há uma fórmula: calcula-se o quociente eleitoral (divisão do número total de votos válidos pela quantidade de vagas de direito de cada Estado). Depois, calcula-se a quantas cadeiras cada partido terá direito dividindo a quantidade de votos que ele teve por esse quociente: se o quociente for de 100.000 votos, o partido que tiver 500.000 votos terá direito a cinco vagas.

A comissão, agora, terá o prazo de 40 sessões do Plenário para analisar a reforma. A expectativa de Cunha é que uma parte das questões seja votada até setembro, prazo para que possam ser aplicadas já nas eleições municipais de 2016.

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