DEU NA COLUNA DE LAURO JARDIM/VEJA

Kakay canta a bordo do cruzeiro de Roberto, em 2014

Em tempos de prisões e conduções coercitivas, o fim de semana não deve ter sido muito tranquilo para os políticos envolvidos na Lava-Jato. Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado de meio mundo em Brasília, passou os últimos dias bem longe da capital, a bordo do cruzeiro de Roberto Carlos, o Emoções em Alto Mar.

Kakay é advogado de Roberto e já havia embarcado no Emoções outras vezes. No ano passado, até deu canja (assista ao vídeo).
Por Lauro Jardim

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Bebeto Tamba Castilho, toque gostoso para começar a semana do carnaval,

BOA TARDE!!!

( Gilson Nogueira)


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DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

¿Por qué no te callas?…

Rui Costa é um rapaz de origem humilde, da encosta da Liberdade, como o próprio marketing o caracterizou, tendo alcançado o mais elevado posto político do Estado.

Agora, compete-lhe entender que, como magistrado, suas palavras, longe de o vento levá-las, indicam rumos, estimulam atitudes e geram consequências.

Entretanto, desde a campanha, quando disse que o falecido ex-governador Eduardo Campos não tinha que “se meter na política da Bahia,”, já dava mostras de ímpeto irrefletido.

Recentemente, possuído pelas picuinhas da política reles, manifestou desprezo aos deveres do Estado, atribuindo ao antecessor Jaques Wagner dívida cobrada pela Prefeitura de Salvador.

A perigosa escalada atinge nível nacional ao referir-se pejorativamente a outro Estado da Federação, como se diz, “de graça”, sem que nenhum dos seus representantes o tenha provocado.

Por isso, teve de engolir nota oficial da Secretaria da Segurança Pública paulista que repõe a verdade sobre índices de criminalidade na Bahia e em São Paulo e se refere ainda à “extrema ignorância e grosseria” de Rui.

O governador Rui Costa tem pela frente longos três anos, dez meses e 21 dias de mandato. A seguir na mesma proporção, colecionará mais desafetos que realizações.

BOM DIA!!!

fev
09

DEU NO PORTAL TERRA

O último investigado na nona fase da Operação Lava Jato que faltava ser preso se entregou neste domingo na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde os demais investigados estão presos. Mário Frederico Mendonça Goes estava foragido desde quinta-feira passada, quando teve prisão decretada, mas não foi encontrado em seu endereço, no Rio de Janeiro.

Segundo o Ministério Público Federal, Goes operava um esquema de corrupção na Petrobras usando a mesma forma de atuação do doleiro Alberto Youssef e do empresário Fernando Baiano: recolhendo propina de empresas privadas para agentes da estatal e ocultando a origem dos recursos.

Goes apareceu nas investigações por meio de delação premiada do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco e depoimento espontâneo de Cíntia Provesi Francisco, ex-funcionária da Arxo Industrial, cujos sócios foram presos, acusados de pagar propina a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Com o dinheiro oriundo de pagamentos indevidos, o acusado é suspeito de ter comprado um avião particular, registrado em nome de sua empresa, a Riomarine Óleo e Gás.
Justiça Federal retoma os depoimentos da Lava Jato em Curitiba

A ex-funcionária da Arxo afirmou que os pagamentos de propina eram intermediados por Mário Goes. Para dar aparência de licitude aos contratos, a Arxo usava notas fiscais frias compradas de terceiros, segundo a denúncia. Barusco disse que havia um “encontro de contas” entre ele e Goes, nos quais eram entregues “mochilas com grandes valores de propina, em espécie”, que variavam de R$ 300 mil a R$ 400 mil. No local, era feita a conferência de cada contrato, contabilizando as propinas pagas e as pendentes.

De acordo com o Ministério Público Federal, Gilson João Pereira e João Gualberto Pereira, sócios da Arxo, e Sergio Ambrosio Marçaneiro, diretor financeiro, pagavam propina para obter contratos com a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Todos estão presos na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Os pagamentos ocorreriam em contratos com a BR Aviation, empresa da Petrobras especializada no abastecimento de aeronaves. A Arxo vende tanques de combustíveis e caminhões-tanque.

Segundo o advogado Leonardo Pereima, os sócios da empresa nunca pagaram propina para a Petrobras e não tiveram contato com o ex-gerente da estatal Pedro Barusco e com o ex-diretor de Serviços Renato Duque. Para a defesa, as acusações decorrem apenas de vingança da ex-funcionária do departamento financeiro, demitida por desviar cerca de R$ 1 milhão.

fev
09
Posted on 09-02-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-02-2015


Duke, no jornal O Tempo (MG)

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