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Postado em 01-02-2015
Arquivado em (Artigos) por vitor em 01-02-2015 00:37


Foto Eric Gaillard / Reuters

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (DE PORTUGAL)

por Mariana Pereira

Todo o universo da história em quadrinhos exibe-se desde quinta-feira no Festival de Angoulême, na França, que hoje encerra a sua 42ª edição. Este foi o ano do jornal francês Charlie Hebdo. E foi de passagem pelo Festival que a responsável de comunicação do jornal, Anne Hommel, afirmou ao Le Parisien que a publicação fará uma pausa e que “não há qualquer data fixada” para o próximo número. Charlie vai continuar, garante, mas a equipe ainda “não está pronta”.

Na sexta-feira foi atribuído o Grande Prêmio Especial ao Charlie Hebdo em memória das dez vítimas – entre elas os cartoonistas Cabu, Wolinski, Charb, Tignous e Honoré – do ataque terrorista de 7 de janeiro em Paris.

Em pausa mas, como mostrou, vivo, o nome de Charlie voltou a soar quando o autor de BD Jean-Christopher Menu, representante da redação, recebeu o prêmio. “Eu sou Charlie não é um slogan, é Charlie que diz ao presidente da câmara de Angoulême que é um idiota”, citava o Le Monde. A crítica de Menu – com o presidente Xavier Bonnefont na plateia – deve-se às grades que atualmente cercam os bancos públicos para que os sem abrigo não se deitem neles.

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