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Posted on 27-01-2015
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DEU NA UOL/ FOLHA

Morreu nesta terça-feira (27), aos 74, a atriz e cineasta Suzana de Moraes, filha mais velha de Vinicius de Moraes.

Suzana estava internada desde o dia 5 em uma clínica no Rio de Janeiro. Segundo a assessoria de imprensa da clínica, ela lutava contra um câncer de útero.
Julia Moraes-8.jul.2008/Folhapress
Suzana de Moraes na exposição “Bossa na Oca” em comemoração aos 50 anos da bossa nova, na OCA do parque do Ibirapuera, em 2008
Suzana de Moraes na exposição “Bossa na Oca” (2008), sobre a bossa nova, na Oca, no Ibirapuera

A cineasta foi companheira por mais de 25 anos da cantora Adriana Calcanhoto, com quem oficializou um casamento em 2014. Reservada sobre sua vida pessoal, Adriana falou sobre seu relacionamento com Suzana no Programa “Mais Você”, da TV Globo, em setembro. “São 25 anos. Dou muita força para ela diariamente”, comentou.

A última atuação de Suzana foi no filme “Perfume de Gardênia” (1992), de Guilherme de Almeida Prado. Também dirigiu shows de Adriana Calcanhoto e, em 2013, lançou uma nova versão para “A Arca de Noé”, clássico infantil de seu pai.


Suzana com Vinícius na foto sem data/


Marta x Dilma: duelo no “saloon” do PT

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DE NO JORNAL ZERO HORA, DE PORTO ALEGRE

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) voltou a criticar nesta terça-feira, 27, a presidente Dilma Rousseff e a condução da política econômica, gerida sem “transparência”, “confiança” e “credibilidade”. Após listar uma série de problemas que o País atravessa, da economia à saúde, a senadora decreta: “A peça se desenrola com enredo atrapalhado e incompreensível. O diretor sumiu”, escreve Marta, repetindo na última frase o título do artigo publicado na edição de hoje do jornal Folha de S. Paulo.

O texto de Marta Suplicy tem críticas às recentes medidas adotadas pela equipe econômica da presidente, chamadas de “maldades”, e diz que Dilma Rousseff está “fazendo a vaca engasgar de tanto tossir”. “ê óbvio que ela sabe o tamanho das maldades que estão sendo implementadas para consertar a situação que, na realidade, não era rósea como foi apresentada na eleição”, afirma.

Por outro lado, Marta diz que falta apoio de Dilma aos nomes que escolheu e acusa a presidente de “desautorizar” um membro da equipe. Marta se refere ao caso da mudança da regra do salário mínimo, anunciado pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e desmentido em nota no dia seguinte. “A situação persiste sem clareza do que pensa a presidenta”.

Marta coloca a presidente na mira também do PT ao lembrar das críticas feitas pela Fundação Perseu Abramo às medidas impopulares adotadas no início deste segundo mandato. As críticas da senadora se estendem também ao PT – hoje insatisfeito com a presidente, mas que “vive situação complexa”. Marta acusa seu partido de ter “embarcado no circo de malabarismos econômicos” e prometer um futuro sem agruras, mas “agora está atarantado sob sérias denúncias de corrupção”.

Para a senadora, faltou transparência ao governo na condução da política econômica e no discurso eleitoral. “O simpatizante PT não entende o porquê. Se tudo ia bem, era necessário alguém para implementar ajustes e medidas tão duras e negadas na campanha? Nenhuma explicação”, argumenta.

O ex-presidente Lula, a atual presidente Dilma Rousseff e o presidente do PT, Rui Falcão, não se pronunciaram sobre as críticas de Marta Suplicy. Apenas o vice-presidente do partido, o deputado José Guimarães (CE) disse algo à época, que “o silêncio é a melhor resposta, por ora.”


BOA TARDE!!!


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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA (EDIÇÃO IMPRESSA)

Por Hieros Vasconcelos Rego

O PSB baiano oficializou ontem (26), em ato realizado na Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (com a participação da senador Lídice da Mata(PSB) e do governador da Bahia), o apoio ao governo de Rui Costa (PT) e sua participação no segundo escalão da máquina administrativa, com os nomes do administrador Antonio Carlos Tramm para assumir a Junta Comercial do Estado (Juceb), ligada à Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração, e do secretário geral da legenda, Rodrigo Hita para a pasta da Superintendência da Defesa Civil, órgão ligado à Secretaria de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social.

Agora somam 12 os partidos aliados ao governador Rui Costa (PT). O PSB, legenda que caminhou nos últimos oito anos com o governo de Jaques Wagner, mas que rompeu a aliança para lançar candidatura própria, retorna à base governista.

O diálogo para o retorno do PSB à base do governo baiano teria começado ainda ano passado e se intensificou este ano com a atuação do secretário de Relações Institucionais do Estado, Josias Gomes.Ontem, o governador Rui Costa disse contar com o apoio do PSB para contribuir em áreas do Executivo que a sigla já tem grande participação na militância, como na Cultura.

Leia mais sobre a volta dos socialistas baianos aos braços do governo petisna na edição impressa da Tribuna da Bahia. Nas bancas.


Cristina falou longamente em rede de TV
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DEU NO JORNAL O GLOBO

Janaína Figueiredo, correspondente, O Globo

No seu primeiro discurso após a morte do promotor Alberto Nisman — antes, só havia se pronunciado por meio de duas mensagens no Facebook —, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, anunciou ontem em cadeia nacional de TV a dissolução da Secretaria de Inteligência (Side) e a criação de uma nova agência federal para o setor. O governo acusa setores descontentes da Inteligência de estarem por trás da denúncia apresentada por Nisman contra a presidente por suposto encobrimento da participação do Irã em um atentado que deixou 85 mortos em Buenos Aires em 1994 e da misteriosa morte do promotor há uma semana.

Com a medida, a chefe de Estado reforçou a teoria oficial de que Nisman foi vítima de setores descontentes da Side, que, segundo a Casa Rosada, estão por trás da denúncia apresentada pelo promotor sobre um suposto pacto com o Irã para acobertar funcionários do país acusados de terem participado do atentado à Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em 1994, que matou 85 pessoas. Durante o pronunciamento de mais de uma hora em cadeia nacional, depois mais de um mês sem qualquer aparição pública, a presidente explicou que o objetivo da medida é tornar o órgão “transparente”.

— Não existe um só advogado ou magistrado que tenha dito que isso (a denúncia) foi escrito por um advogado ou promotor. É descabelado.

Mais uma vez, o grupo Clarín foi envolvido pela chefe de Estado numa denúncia contra seu governo. Segundo Cristina, o técnico em computação Diego Lagomarsino, que era da equipe de Nisman e foi quem lhe emprestou o revólver calibre 22 na véspera de sua morte, é irmão de um executivo de um estúdio de advogados sócio do Clarín. A presidente afirmou ainda que pediu “proteção especial para Lagomarsino”.


São Paulo, 2012: Tsipras visita São Paulo e
recebe bandeira do Psol de Luciana Genro
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DEU NO PORTAL TERRA

A candidata à Presidência em 2014 pelo Psol, Luciana Genro, divulgou, nesta segunda-feira, carta enviada ao novo primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, felicitando-o por sua eleição. Nela, se compara a Tsipras, afirmando que ambos enfrentaram a “mesma luta”.

Genro relatou que já teve um encontro com o novo primeiro-ministro grego, em 2012, quando esteve no país europeu a convite da Syriza, e em 2013, quando Tsipras esteve em São Paulo.

Na mensagem, seu partido, o Psol, é comparado ao Syriza. “Nós do PSOL apoiamos e apostamos em vocês desde o início, pois travamos a mesma luta: defender os direitos do povo, seja contra a direita, seja contra uma velha esquerda que aplica os mesmos planos da direita. Este foi o embate vitorioso que fizeste aí. Eu, aqui, como candidata a presidência do Brasil no ano passado, também enfrentei esta luta”.

Ela afirma que a maciça vitória do Syriza, partido de extrema esquerda, “foi uma vitória da democracia contra a plutocracia” e diz ser “simbólico que este renascimento democrático comece justamente no lugar onde, há tantos séculos, nasceu a ideia da democracia como o governo do povo”.

Luciana afirma que outros países com eleições próximas podem ser influenciados pela Grécia. “Este caminho de mudança vai servir de exemplo para os europeus, em especial portugueses e espanhóis que também vivem a política do ajuste, e com certeza veremos crescer o Bloco de Esquerda e o Podemos (partidos de esquerda dos respectivos países citados)”.

Ela ainda criticou Dilma, a qual afirma estar adotando as medidas de austeridade aplicadas pelo governo grego anterior: “o governo Dilma, mesmo eleito com um discurso diferente, vem anunciando a aplicação do mesmo tipo de modelo econômico que levou o povo grego a esta situação de crise humanitária”.

Veja a carta na íntegra:

Querido Tsipras

Saudações!

Estamos todos aqui vibrando com a vitória da Syriza. Foi uma vitória da democracia contra a plutocracia, da força do povo contra a força do capital. É simbólico que este renascimento democrático comece justamente no lugar onde, há tantos séculos, nasceu a ideia da democracia como o governo do povo.

Esta foi uma vitória dos 99% contra o 1%, do direito à dignidade contra a lógica do capital, do direito à vida acima do direito ao lucro, enfim, do povo contra os bancos. Podes ter certeza que esta vitória não é só dos gregos e nem só da Syriza. Este caminho de mudança vai servir de exemplo para os europeus, em especial portugueses e espanhóis que também vivem a política do ajuste, e com certeza veremos crescer o Podemos e o Bloco de Esquerda. Consideramos uma vitória nossa também, do PSOL. A Syriza irradia e alimenta a esperança dos lutadores por toda a Europa e por todo o mundo.

Quero parabenizar a ti e a todos os demais dirigentes e militantes da Syriza pela capacidade de traduzir e representar o sentimento de revolta do povo grego e, ao mesmo tempo, por conseguir demonstrar que existe uma alternativa à austeridade exigida pela Troika. Quero também saudar o povo grego pela coragem, por não se deixar intimidar pelas chantagens e ameaças perpetradas pela Troika e pela imprensa burguesa, por apostar na esperança.

Quando estive aí em 2012 ainda eram poucos aqui no Brasil que acreditavam e apostavam na Syriza como a alternativa necessária para governar a Grécia. Nós do PSOL apoiamos e apostamos em vocês desde o início, pois travamos a mesma luta: defender os direitos do povo, seja contra a direita, seja contra uma velha esquerda que aplica os mesmos planos da direita. Este foi o embate vitorioso que fizeste aí. Eu, aqui, como candidata a presidência do Brasil no ano passado, também enfrentei esta luta e é o embate que o PSOL seguirá travando junto com o povo e a juventude nas ruas do Brasil. Nossas idéias no Brasil ainda são minoritárias, mas somos muito orgulhosos pelo fato do meu nome, representando o PSOL na disputa presidencial, ter recebido o voto de 1 milhão e 600 mil brasileiros nas eleições de outubro passado.

O governo Dilma, mesmo eleito com um discurso diferente, vem anunciando a aplicação do mesmo tipo de modelo econômico que levou o povo grego a esta situação de crise humanitária. O caminho trilhado pelo PT, de ceder aos interesses do capital, o levou a ceder cada vez mais e a ficar cada vez mais parecido com o PASOK grego. Ainda não perdeu os votos como o PASOK, mas vai perder. Lutamos para que aqui não cheguemos à mesma situação calamitosa da Grécia antes que o povo acredite que existe outro caminho que não o do ajuste, e que a esquerda radical, isto é, coerente, chegue ao poder.

O desafio para vocês agora é imenso. As pressões da Troika para que a Syriza aceite apenas mudanças superficiais serão intensas. Apostamos que a força do povo materializada nesta vitória contundente dê a vocês a determinação para não ceder. A esquerda radical do mundo inteiro acompanha esta experiência cheia de esperança. Será uma nova configuração na política européia e a possibilidade de uma nova política econômica que influenciará o mundo todo. Contem conosco para construir este novo caminho.

Um grande abraço,

Luciana Genro – PSOL/Brasil.

BOM DIA!!!


Eduardo Cunha , pedra no calcanhar do governo petista
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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

O primeiro dia de trabalho dos novos deputados federais, no próximo domingo, 1º de fevereiro, será marcado por uma acirrada disputa entre o Governo e suas oposições — sim, no plural, já que a base aliada do governo do PT está claramente rachada e tem potencial para causar tanto ou mais dor de cabeça ao Planalto que os opositores declarados.

A primeira batalha de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados neste ano se dará principalmente contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o parlamentar que foi uma pedra em seu sapato nos últimos anos. O peemedebista, em tese parte da base aliada mas abertamente hostil ao Planalto, é o favorito para derrotar o candidato petista Arlindo Chinaglia (SP) na eleição para a presidência da Câmara, que tem o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) como o azarão e Chico Alencar (PSOL-RJ) como uma candidatura de honra, sem chances de vencer.

A essa altura, apenas uma reviravolta de posição entre deputados da base de Dilma que já decidiram abandonar o Planalto para acompanhar o rebelde Cunha seria capaz de dar a Chinaglia a presidência da Casa. O que pode ajudá-lo é que o voto é secreto: um deputado pode declarar apoio a Cunha ou Delgado, mas votar em Chinaglia.
mais informações

Opositores de Dilma são citados em investigação sobre a Petrobras
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Troca na Cultura expõe divisões do PT e crise na montagem do Governo
Petróleo cai ainda mais e ameaça investimentos no pré-sal brasileiro
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Se analisados os apoios oficializados até o momento, Cunha teria, no primeiro turno, 161 votos. Chinaglia chegaria aos 128, Delgado, aos 106, e Alencar, aos 5. Faltariam 113 votos (dos 513) ainda por se definir publicamente.

Se fosse se basear apenas no grupo que ajudou a elegê-la, Rousseff não teria problemas, já que o próprio PMDB faz parte de seu grupo de sustentação, tendo inclusive o vice-presidente da República, Michel Temer, e seis ministros. Na prática, contudo, um fisiológico e heterogêneo PMDB age como bem entende. Nos últimos dois anos, Cunha, por exemplo, articulou a derrubada do decreto de Rousseff que criava a conselhos populares em órgãos públicos, agiu para travar a votação do marco civil da Internet e pediu investigações contra a Petrobras. Ainda no governo Lula, ele foi um dos pivôs da derrubada da CPMF (o imposto do cheque que financiava a saúde pública). De persona non grata, ele chegou a ser recebido pelo Palácio do Planalto no ano passado, mas a relação não passou de um flerte. Pela habilidade potencial de causar problemas, Cunha já foi comparado ao deputado democrata Frank Underwood, o ardiloso protagonista da série do Netflix House of Cards. Eles não gosta do paralelo.

Nas últimas semanas, Cunha teve o nome citado no meio da operação Lava Jato como beneficiário de propina, o que ele nega veementemente. O deputado se considera alvo de uma campanha orquestrada para atrapalhar sua candidatura ao cargo.
Os candidatos e seus apoios

Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

PMDB – 66 deputados
PTB – 25
DEM – 22
PRB – 21
SD – 15
PSC – 12
Total – 161

Arlindo Chinaglia (PT-SP)

PT – 70
PSD – 37
PC DO B – 10
PROS – 11
TOTAL – 128

Júlio Delgado (PSB-MG)

PSDB – 54
PSB – 34
PPS – 10
PV – 8
TOTAL – 106

Indecisos – 113

Enquanto se defende dos petardos, Eduardo Cunha ataca. Diz que o Governo decidiu trocar apoios à candidatura de Chinaglia por cargos na máquina pública, algo que os petistas também negam.

“O Eduardo Cunha é um lobista com um grande poder de argumentação. Seus aliados vão além dos partidos, já que ele inclusive ajuda parte dos deputados com o financiamento de suas campanhas. E recebe a gratidão dos colegas”, avaliou o cientista político Pedro Arruda, da Pontifícia Universidade Católica (PUC).
Promessas

Cunha e Chinaglia têm discursos parecidíssimos quando se trata de benesses aos deputados. Ambos prometem lutar para reajustar os salários dos parlamentares para o teto do funcionalismo público (33.000 reais), construir um novo anexo na Câmara dos Deputados e ampliar a verba de gabinete para os congressistas, que hoje passa dos 48.000 reais por mês.

O que mais os difere é que Cunha é a favor da criação de uma nova CPI da Petrobras e totalmente contrário à regulamentação da mídia, uma proposta que o PT tenta emplacar há anos. “Ao querer barrar a regulamentação econômica da mídia, Cunha automaticamente ganha o apoio dos oligopólios que comandam a mídia brasileira, que fazem clara oposição ao governo federal”, explica Arruda.

Chinaglia, por outro lado, defende a reforma política e luta contra essas duas bandeiras de Cunha. Já Delgado, com chances remotas, diz que fará uma gestão completamente independente. “O que o governo quiser votar e for importante para a sociedade, nós vamos apoiar. O que não for, não vamos. Nenhum dos dois candidatos pode agir da maneira como eu agirei, se for eleito.”
Prelúdio dos problemas

Depois de enfrentar a mais acirrada eleição dos últimos 25 anos, se deparar com uma crise econômica, ouvir críticas da ex-ministra Marta Suplicy, a calmaria está longe de chegar para a presidenta brasileira, independentemente de quem seja o vencedor no domingo.

O motivo é que o cargo de presidente da Câmara não é apenas para escolher o segundo na linha de sucessão de Dilma Rousseff. O ocupante da função define principalmente a agenda de votações da Casa: ou seja, os projetos de interesse do Governo podem entrar na pauta mais rapidamente ou não.

Outro poder nas mãos do cargo é a redistribuição das forças dentro do Congresso Nacional. Com a caneta da presidência em mãos, o partido ganha mais força na indicação das comissões internas e influência na criação de CPIs ou na indicação de integrantes na administração federal.

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Samuca, no Diário de Pernambuco

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