Gal Costa canta “Nenhuma dor” numa homenagem a Torquato Neto no Fantástico em 1977. Entre os músicos: Jards Macalé e Wagner Tiso.tUDO DE BOM.e BELO. cNFIRA.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Vera Simões ( com o falecido conde Hervé Bainville)
===============================================

DEU NA COLUNA BOA TERRA, DA TRIBUNA DA BAHIA, ASSINADA PELO JORNALISTA E COLUNISTA VALDEMIR SANTANA. EDIÇÃO IMPRESSA NAS BANCAS!

Origem baiana, curiosidade carioca

Família totalmente baiana, mas a socialite Vera Simões Bocayuva (herdeira da família Simões , do grupo A Tarde) não nega o jeito cosmopolita de ser carioca.

Como Boa Terra já noticiou, a herdeira de um dos maiores conglomerados editoriais da região chegou para rever Salvador na semana passada.

E não esconde como fica deslumbrada em redescobrir as atrações da Bahia.

Passou algumas tardes fotografando a paisagem do Farol da Barra para postar nas redes sociais.

“Fiz a foto a partir da sala de minha mãe”, contou sobre o apartamento de Vera Simões Bainville, no icônico “Oceania”.

Depois foi um vai e vem enorme entre Salvador e a riviera de Itaparica, com direito a foto descontraída pilotando os quadriciclos que o righ society usa para circular no grão-ducado da Gamboa, o condomínio mais chique da Ilha de Itaparica.

Não dispensou também a visita à Basílica do Senhor do Bonfim.

==================================================

DEU NA VEJA (ONLINE)

Seis anos depois da crise de 2008, em seu penúltimo discurso sobre o Estado da União, o presidente Barack Obama declarou vitória sobre a recessão após a mais longa recuperação econômica dos EUA e propôs ao Congresso “virar a página” com um pacote de medidas redistributivas, que aumentam a tributação dos mais ricos para financiar programas em favor da classe média. Ele também pediu autorização para o uso da força contra o Estado Islâmico e a aprovação do fim do embargo econômico a Cuba.

Discursando pela primeira vez no Congresso desde que os republicanos assumiram o controle das duas Casas do Legislativo americano, Obama defendeu sua decisão de retomar relações diplomáticas com a ilha, encerrando um rompimento de 53 anos.

“Nossa mudança na política para Cuba tem o potencial de colocar fim a uma herança de desconfiança no nosso hemisfério, remover uma falsa desculpa para restrições em Cuba, defender valores democráticos e estender a mão da amizade ao povo cubano”, afirmou.

A esmagadora vitória dos republicanos nas eleições legislativas de novembro não intimidou o presidente, que lançou mão de decretos para mudar a política para Cuba e suspender a deportação de milhões de imigrantes ilegais, o que azedou sua relação com a oposição.

Obama deixou claro que pretende manter a iniciativa nos dois anos que lhe restam de mandato. “Eu não tenho mais campanhas para disputar”, declarou. Apesar de reconhecer as divergências, pediu apoio a suas propostas e prometeu trabalhar com os republicanos.

“Nós estamos há 15 anos nesse novo século. Quinze anos que começaram com o terror tocando nossas margens, que se desenrolaram com uma nova geração lutando duas guerras longas e custosas, que viram uma recessão cruel se espalhar por nossa nação e pelo mundo. Esse foi, e ainda é, um momento duro para muitos. Mas hoje à noite, nós viramos a página.”

Depois de seis anos de lenta recuperação, a economia parece ter se firmado em uma trajetória ascendente. Os bons números deram impulso à aprovação do presidente, que enfrentará um Congresso que continua profundamente impopular.

Apesar da aceleração no crescimento, a renda média dos americanos se mantém estagnada, enquanto os ganhos financeiros dos mais ricos sobem no ritmo das altas recordes da Bolsa de Valores de Nova York. “Nós vamos aceitar uma economia na qual apenas alguns se dão espetacularmente bem? Ou vamos nos comprometer com uma economia que gera crescentes rendimentos e chances para todos os que se esforçam?”, perguntou Obama, defendendo o que chamou de “economia da classe média”.

Para reverter a desigualdade, ele propôs elevar impostos sobre ganhos de capital dos mais ricos. Se aprovadas, as medidas vão gerar receita de 320 bilhões de dólares em dez anos. Esses recursos seriam utilizados para financiar benefícios que reduziriam a carga tributária da classe média, amenizando a anêmica recuperação de renda. Também seriam destinados a dar a 9 milhões de estudantes acesso gratuito a faculdades comunitárias, medida que consumiria 60 bilhões de dólares nos próximos dez anos e enfrenta forte resistência da oposição.

Aumentos de impostos são rejeitados de maneira dogmática pelos republicanos, que veem a maior tributação como uma ameaça aos investimentos e à livre economia. Pesquisas de opinião, no entanto, mostram que a maioria dos americanos acredita que os mais ricos pagam menos impostos do que deveriam.

“O presidente transferiu aos republicanos o ônus de decidir sobre propostas que têm apelo popular”, disse Gabrielle Trebat, da consultoria McLarty Associates. “Com o controle do Congresso, os republicanos passaram a ter responsabilidade na aprovação de políticas.”

No front externo, Obama terá mais facilidade em obter dos republicanos a autorização para os ataques contra o Estado Islâmico. Os bombardeios contra posições do grupo extremista iniciados agosto são feitos com base em legislação aprovada logo depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. Apesar de sustentar que as operações são legais, Obama cedeu aos argumentos dos que defendem a necessidade de uma nova autorização e pediu aos congressistas que aprovem ataques aos jihadistas. Ele também criticou a Rússia, que disse ter se isolado após a crise na Ucrânia e agora enfrenta as consequências em sua economia, que apresenta claros problemas após a queda no preço do petróleo.

(Com Estadão Conteúdo)

==================================================

DEU NO PORTAL IG

A morte do surfista Ricardo dos Santos, aos 24 anos, despertou a reação imediata de alguns dos grandes nomes do esporte que ele praticava, como o brasileiro Gabriel Medina e o norte-americano Kelly Slater. Ambos recorreram ao Instagram nesta terça-feira para prestarem homenagem ao amigo e lamentarem o ocorrido.

“Ricardinho, você não merecia isso. Não mesmo, nunca. Por que isso acontece com gente do bem? Não entendo isso. Moleque gente boa, sempre ajudando o próximo, com sorriso de orelha a orelha todos os dias, um exemplo de pessoa. Que Deus conforte sua família”, escreveu Medina na legenda de uma imagem negra que postou para manifestar luto.

Slater também lembrou de Ricardo com carinho e se referiu a ele como “um dos maiores pegadores de tubo em sua curta vida”, mas não deixou fazer uma reflexão sobre assassinatos e falta de educação.

“Uma manhã bonita, mas estou horrorizado ao perceber que todo mundo estava remando para o outside em Pipeline para formar um círculo e homenagear a memória do meu amigo Ricardo dos Santos, que faleceu no hospital após ser baleado três vezes no Brasil. Ricardo dos Santos foi realmente um dos maiores pegadores de tubo em sua curta vida (eu e outros aprendemos muito com ele, quando ele venceu um evento em Teahupoo. Ele também ganhou a prova Onda do Inverno em 2012 e 2013, com um tubo maluco em Pipeline e foi destaque nos tubos mais pesados do mundo. Foi uma perda sem sentido de vida. Infelizmente, o que aconteceu traz à luz o número de assassinatos no Brasil, que são mais de 50.000 registrados, além de muitos outros que não são declarados. Falta de educação, pobreza e drogas não fazem uma boa mistura e torna a vida um desafio no país, um dos mais belos lugares que já fui. Minhas condolências à família e amigos de Ricardo ao redor do mundo. Nossa pequena comunidade perdeu alguém muito cedo”, escreveu Slater.

Ricardo foi baleado na cidade catarinense de Palhoça depois de uma discussão na frente de sua casa. Os tiros acertaram entre seu tórax e abdomen. Um dos projéteis atingiu a veia cava, logo acima do coração.

BOM DIA!!!


Rodrigo:corrida contra o tempo no corredor da morte

===============================================

DEU MO DIÁRIO ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Gil Alessi

De São Paulo

A defesa do paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte, 42, condenado à morte na Indonésia por tráfico de drogas, irá alegar que ele sofre de esquizofrenia para tentar barrar a execução – que está prevista para fevereiro, de acordo com as autoridades locais. Ele é o segundo brasileiro que corre risco de ser morto pela Justiça do país asiático. No sábado (17), Marco Archer Cardoso Moreira, 53, foi fuzilado no presídio onde cumpria pena, apesar dos pedidos de clemência feitos pela presidenta Dilma Rousseff. A ONU condenou as execuções e pediu uma moratória à pena de morte no país.

Rodrigo foi preso em 2004 quando desembarcou no aeroporto de Jacarta com 6 quilos de cocaína escondidos dentro de pranchas de surfe.
mais informações

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o advogado Utomo Karim, que representa Gularte, afirmou que a legislação local não permite que doentes mentais sejam executados. No entanto, de acordo com a ONG Death Penalty Worldwide (que monitora os países que adotam a pena de morte), não existe legislação que impeça a execução caso o indivíduo tenha desenvolvido problemas mentais após a condenação, o que aparentemente é o caso de Rodrigo.

Segundo Cleverson Marinho Teixeira, advogado e amigo da família, em 2014 foi elaborado um laudo médico que atesta a doença de Rodrigo. “A mãe dele o visitou ano passado e percebeu que ele estava diferente, não era a mesma pessoa. Ele estava com 15 quilos a menos e com o comportamento estranho. Aí a família pediu para que a Embaixada do Brasil providenciasse um exame psicológico feito por médicos locais, e o resultado foi o diagnóstico de esquizofrenia”, diz Teixeira.

Uma prima de Rodrigo viajou no final de semana para Cilacap (a 400 km de Jacarta) para tentar interná-lo em uma unidade prisional especial para doentes mentais.

No dia 9 de janeiro o presidente da Indonésia, Joko Widodo, negou clemência ao brasileiro, o que esgota os recursos possíveis para evitar a execução.

Nesta segunda, o assessor internacional da Presidência, Marco Aurelio Garcia, afirmou que o governo seguirá em gestões para tentar barrar a execução. “A preocupação do governo brasileiro, já que não conseguimos ser exitosos na questão do primeiro executado, é que tenhamos pelo menos possibilidade de resolver esse caso”, afirmou Garcia.

O repórter da TV Globo Márcio Gomes e um cinegrafista da emissora foram deportados da Indonésia pelo governo local nesta terça-feira, após terem sido detidos no sábado, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Eles estavam no país para acompanhar o caso de Archer.

jan
21
Posted on 21-01-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-01-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

  • Arquivos