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ARTIGO
A marcha em Paris

Maria Aparecida Torneros

Paris marchou no ultimo domingo e na verdade todos marchamos junto aos homens e mulheres que pedem um basta à intolerância e um respeito às diferenças de idéias e à livre manifestação delas Todos estávamos lá física ou emocionalmente porque não importa a que geração pertençamos ou que credo professemos ou de que raças ou misturas raciais sejam nossos sangues todos somos humanos seres em busca de convívio que nos digne sobrevivência e oportunidades equânimes na luta pela mesma necessidade de segurança e o tal lugar ao sol apregoado nos velhos discursos democráticos.

Aos poderosos fica a sensação de descompasso E aos radicais sobram ilusórias razões baseadas em ódios e insanidade. Marchemos sim em Paris que é a capital das ideias de uma revolução que pregou justiça e reavaliou a opressão. Para lá se dirigem há séculos os que tem sede de estudar e refletir sobre as sociedades e suas leis seus comportamentos e mutações hoje apontadas como a globalização da intolerância.

Parece que tantas teses de doutorados e mestrados do mundo globalizado já não se detém nos binômio pesquisa e evolução. Há im clima de revolta e violencia cuja inflamada ação está aquém dos valores ditos aceitáveis ou sociais. Marchemos sim por mundo onde se globalizem não a competição e a opressão mas sim a solidariedade e o amor possível ao nosso vizinho migrante que soma culturas e espalha a grande chance dr nos a cultura ramos positivamente.

Marchemos junto a Paris pelos valores básicos. Se cristãos ateus mulçumanos árabes ou tantos que para lá acorrem ou como imigrantes ou como trabalhadores e estudantes Paris e toda a Franca sempre foram referência mundial do acolhimento das diferenças. Seu modus vivendi cultural é berço histórico da arte e do acolhimento da intelectualidade internacional. A França sitiada na segunda grande guerra lutou com sua resistência na surdina e ns calada das noites cuja escuridão era uma injusta discriminação radical ao povo judeu. A Franca que dominou paisesy como Argélia e tantos outros deu os melhores exemplos de assunção de culpas e recebeu ex colonizados com status de cidadãos para integrar sua sociedade plural. Justo na França fica fora de esquadro um oi mais atos de sectarismo oi terrorismo em nome da não aceitação da livre manifestação de criticas ou idéias que podem e devem ser promovidas nos diálogos e não nos ataques enfurecidos fos que se lperdem nas loucuras do radicalismo e barbárie. Marchamos todos a Paris com nossa estupefação e nosso clamor. Basta de incompreensão e de descpmpasso entre mundo civilizado dito globalizado mas transformado em desmantelado nos seus princípios de empatia à dor do próximo e à pobreza dos novos miseráveis. Já não são os miseráveis descritos por Vitor Hugo. Agora estamos todos marchando como os miseráveis da pseudo organização social. Misturamos mas ainda não dissolvem os nossa busca pela marcha que reinvindique a luminosidade e a transparência que todos necessitamos Já não vamos invadir Versalhes porque gomos invadidos por praticas sorrateiras que derrubam muitas Bastilhas e seguem aterrorizando. Há um recado claro de que os povos precisam ser levados a serio e nossas marchas serão milhões para protestar ou advertir talvez alertar ou teordenar quem sabe consigamos marchar sobre as consciências dos lideres políticos e religiosos ou até líderes dits radicais e irredutíveis.

E marchando gormaremos colunas humanas compactas que contrariem os atuais prognósticos de um mundo em caos e de uma Paris perplexa que ganha as ruas para gritar a necessidade urgente da tal mova ordem social justa e respeitosa. Olha lá vai seguindo a procissão se afastando como cobra pelo chão na esperança de vencer o que nos parece invencível mas pode ser revertido se nossas marchas de Paris capital da tolerância trouxerem intrnsay reflexão e consequente ação. Há lugar para todos sobrevivermos nesta terra. Levemos em conta que só precisamos aceitar diferenças e conviver com elas expressando nossa disposição de yrocar mais sentimentos de amor e nenhum tipo dr vingança ou ódio. A virulência é um estado mental insano quando a razão desaparece. Marchon…

Desde as crianças até os velhos todos marchamos para reorganizar a convivência e talvez um dia festejar uma segunda revolução francesa A que avance sobre as masmorras das prisões das mentes radicais e desumanas. Sejam estas oficiais ou clandestinas. Fdtrnham armas de governos ou bombas caseiras de terroristas. Todos estamos PL riteando na marcha de Paris um repensar o mundo antes que nos acabem todas as formas de esperança. Por isso marchamos. Vamos marchar com Paris mesmo não estando lá. É o momento da marcha tanto presencial quanto emocional. Todos estamos marchando com Paris.

Cida Torneroso é jornalista e escritora. Mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Mulher Necessária

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