De um Jeito Diferente, composição de João Donato e Lysias Ênio, na voz do saudoso Emílio Santiago.

BOA TARDE!!
(Gilson Nogueira)
!


Le Pen fala no Congresso do
Partido Nacional.Nov 2014
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DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

“Eu não sou Charlie”, declarou neste sábado o dirigente histórico do partido francês de extrema-direita Frente Nacional, Jean-Marie Le Pen, que destacou, no entanto, lamentar a morte de doze compatriotas no atentado contra a revista Charlie Hebdo.

Em seu site, Le Pen denunciou a manifestação prevista para domingo em homenagem às vítimas, afirmando que o movimento “foi orquestrado pelos meios de comunicação”.
Je suis Laurent: sobrevivente da revista descreve atentadoClique no link para iniciar o vídeo
Je suis Laurent: sobrevivente da revista descreve atentado

“A maneira como tudo isso está sendo orquestrado me recorda as manifestações do mesmo tipo que foram organizadas com a cumplicidade da mídia, como, por exemplo, no caso Carpentras, quando a Frente Nacional foi acusada de ter violado uma sepultura num cemitério judeu, apesar de ser inocente”, afirmou.

Le Pen se referia à profanação de um cemitério judeu no sul de Paris em 1990, caso que abalou a França.

“E hoje é ‘Todos somos Charlie, Eu sou Charlie’. Pois bem, sinto muito, eu não sou Charlie”, enfatizou.
Charlie Hebdo: Multidão empunha caneta em vigílias pelo mundoClique no link para iniciar o vídeo
Charlie Hebdo: Multidão empunha caneta em vigílias pelo mundo

“Lamento a morte de doze compatriotas franceses, dos quais não quero nem saber a orientação política, apesar de conhecer perfeitamente”, acrescentando, insinuando que eram “inimigos da FN e que pediam sua dissolução há muito tempo”.

“Não vou brigar para defender o espírito da Charlie, que é um espírito anarco-trotskista”, afirmou o fundador da Frente Nacional, cuja filha, Marine Le Pen, preside atualmente o partido.


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DEU NO UOL/FOLHA

O diretor ficou famoso no início dos anos 70, com filmes policiais como “Cadáveres Ilustres”, “Lucky Luciano” e “O Caso Mattei”, esse último vencedor do Grande Prêmio do festival de Cannes de 1972.

Segundo o jornal “Corriere della Sera”, o diretor e roteirista, que sofria de bronquite, morreu dormindo.

Rosi nasceu em Nápoles, em 1922, e depois de estudar direito, entrou imediatamente para o mundo do entretenimento, primeiro no teatro e depois, gradualmente, no cinema.

Seu primeiro trabalho foi como assistente do diretor Luchino Visconti em “A Terra Tremeu”, de 1948. A colaboração com Visconti continuou em outros projetos, incluindo o filme “Bellissima”, do qual também foi roteirista.

Rosi é considerado um dos mestres dos filmes policiais. Sua obra “Salvatore Giuliano” (1961), sobre o bandido siciliano, lhe rendeu sucesso internacional.

Em 1963, com o filme “Mãos Sobre a Cidade”, ganhou o Leão de Ouro em Veneza e quase dez anos depois, em 1972, levou o Grande Prêmio Festival de Cannes com “O caso Mattei”, que narra a morte, em circunstâncias pouco claras, de Enrico Mattei, o então presidente da companhia petrolífera italiana ENI, em 1962.

Em 2009, recebeu o Urso de Ouro no Festival de Berlim e em 2012, foi homenageado por toda a sua obra no Festival de Veneza.


A Arte da Guerra: livro do general chinês…
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…Consulta de Wagner no Ministério da Defesa?

ARTIGO DA SEMANA

Jaques Wagner: um sindicalista no ninho militar

Vitor Hugo Soares

Nada mal a largada do ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, em seu novo endereço na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, neste começo de segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. Se comparada com a trombada da infeliz e desastrada estreia de seu colega do Planejamento, Nelson Barbosa, o ex sindicalista do Pólo Petroquímico de Camaçari, que agora comanda os militares das três armas no Ministério da Defesa, saiu ganhando de lavagem.

Ressalve-se: esta é uma espécie de corrida de fundo. Longa, exaustiva e cheia de múltiplos e inesperados obstáculos e cascas de bananas jogadas na pista para escorregões e derrapagens. Quando não aparece um “maluco”, de repente, para segurar o corredor, como na maratona das Olimpíadas, em Atenas, impossível de esquecer. Quem sai na frente, nem sempre vence.

É bom observar a certa distância, “guardadas as proporcionalidades e relevâncias factuais”. Assim recomendava o mestre Juarez Bahia, no comando da Editoria Nacional do Jornal do Brasil, na saudosa redação da sede na Avenida Brasil, no Rio, que se irradiava com brilho e inteligência país afora. ”É preciso o máximo rigor técnico e profissional ao dimensionar os fatos que disputam espaços na edição do dia seguinte. É erro palmar de avaliação, em jornalismo, imaginar que a Bahia, Brasília ou mesmo o Brasil são o centro do mundo”, ensinava Bahia.

É recomendável também (principalmente quando se opina), guardar uma margem de segurança necessária para evitar riscos de balas perdidas, no tiroteio das feiras de vaidades ou ataques insanos com as marcas da cegueira política, religiosa ou ideológica (o alvo a atingir quase sempre é a liberdade de expressão), a exemplo da tragédia de quarta-feira, 7/1, na redação do semanário Charlie Hebdo (e seus desdobramentos), em Paris, que feriu de morte o coração livre e libertário da França e do planeta.

Sem a intenção de exageros retóricos, ou de produzir piadas de caserna, nos moldes da tradicional revista Seleções Readers Digest (tão apreciada pelos militares), o fato é que o ex ocupante do Palácio de Ondina deu indicações de que sabe mexer as pedras do jogo de xadrez. Ou, mais provavelmente, andou consultando o clássico livro “A Arte da Guerra”, escrito pelo general chinês Sun Tzu, considerado “a Bíblia da estratégia”.

Antes da volta da inflação, uma edição de bolso podia ser adquirida por menos de R$ 10. Desconheço o preço atual. A última vez que comprei um exemplar de A Arte da Guerra faz tempo. Para presentear o jornalista e amigo Ricardo Noblat (já com a ideia do blog político fervilhando na cabeça), quando de sua passagem pelo comando do jornalismo de A Tarde, em Salvador.

Esta semana, depois de duas reuniões no mesmo dia no Palácio do Planalto (uma delas fora da agenda oficial), o novo titular da Defesa obteve da mandatária petista, o anúncio de uma vez só – através de nota curta e grossa, produzida pela Secretaria de Imprensa da Presidência – a troca dos comandantes das Forças Armadas, acompanhada dos nomes dos novos chefes das três armas.

É a primeira troca no comando militar feita por Dilma, que não havia mexido ainda nos chefes da guerra, herdados do ex-presidente Lula. Cito os nomes para efeito de argumentação opinativa a seguir: O almirante Eduardo Bacellar Leal comandará a Marinha. O general Eduardo Dias da Costa Villas Boas mandará no Exército. O brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato comandará a Aeronáutica. Dilma agradeceu a “competência e dedicação” dos ex  Júlio Soares de Moura Neto (Marinha), Enzo Martins Peri (Exército) e Juniti Saito (Aeronáutica). E ponto.

O caso do brigadeiro Saito, na chefia da Aeronáutica desde 2007, merece destaque, porque emblemático. Ele é tido, no meio, como um “detonador de ministro” desde a queda de Waldir Pires no Governo Lula, quando Dilma chefiava a Casa Civil. Já havia declarado seu desconforto desde a confirmação de Wagner. Piorou tudo com as declarações do novo ministro ao receber o relatório baiano da Comissão da Verdade, e falar sobre o papel de militares e “certos civis” na época da ditadura.

Saito antecipou que iria sair da sua chefia. Mas era notório na caserna que ele tinha na manga da farda o nome preferido para sua sucessão na Força Aérea: o do brigadeiro Hélio Paes de Barros Junior. Perdeu a batalha.

O Ministro da Defesa, no sistema estratégico de poder no Brasil, é tido como uma uma espécie de rei que reina, mas não governa.

Dirige um órgão da administração civil cercado de militares por todos os lados. Um faz de conta que os ministros, em geral, fingem não entender para viver bem com os militares. Isso inclui toda mordomia que se possa imaginar: um gabinete com instalações de cinema (o melhor e mais confortável da Esplanada). Seguranças em tempo integral, ajudantes de ordem para tudo, durante 24 horas por dia, dentro e fora do ministério, em viagens nacionais e internacionais frequentes, e de dar inveja até em diplomatas. Restaurantes de primeira linha, taifeiros que fazem, inclusive, o serviço doméstico nas casas, tanto dos comandantes das Forças, como do Ministro da Defesa, se estes assim desejam.

Um pequeno paraíso para Wagner (e dona Fátima, ex- primeira dama da Bahia, evidentemente) desde que não queira mandar nos chefes militares.
Na primeira batalha, como se viu, deu Wagner. Mas a guerra está apenas no começo. A conferir.

Vitor Hugo Soares é Charlie, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

http://youtu.be/xluRRSHM1SM

Bonjour Paris. Somos todos Charlie, como você.

(Vitor Hugo Soares)


Hollande convoca para manifestações no domingo em Paris

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DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

O presidente francês François Hollande afirmou nesta sexta-feira, ao fim de uma dupla operação policial que acabou com as tomadas de reféns por supostos jihadistas, que a França enfrentou, mas ainda não acabou com as ameaças do extremismo.

Falando à imprensa, Hollande disse que a tomada de reféns em Paris foi um “terrível ato antissemita”, e anunciou que participará, no próximo domingo, das manifestações convocadas pelos principais partidos políticos, sindicatos e associações das grandes federações muçulmanas.

O presidente pediu união nacional e disse que o país deve continuar a ser “implacável” diante do racismo e do antissemitismo.

Atentados, assassinatos, sequestros e perseguições em Paris
A sede da revista Charlie Hebdo, em Paris, foi alvo de um ataque que matou 12 pessoas no dia 7 deste mês. De acordo com testemunhas, dois homens encapuzados invadiram a redação armados de fuzis e, enquanto atiravam nas pessoas que trabalhavam no local, gritaram “vamos vingar o profeta” e Allah akbar (Alá é grande). O semanário já havia sofrido diversas ameaças por publicar charges e caricaturas da figura religiosa de Maomé.
Polícia mata irmãos suspeitos de ataque a Charlie HebdoClique no link para iniciar o vídeo
Polícia mata irmãos suspeitos de ataque a Charlie Hebdo

O atentado causou comoção no mundo todo. Manifestações foram organizadas com cartazes escritos “je suis Charlie” (Sou Charlie) e mãos empunhando lápis, o material de trabalho dos quatro cartunistas mortos no episódio.
Atentados em Paris: Tiros são ouvidos em mercado judeuClique no link para iniciar o vídeo
Atentados em Paris: Tiros são ouvidos em mercado judeu

Cidades da França entraram em alerta máximo para ataque terrorista e 88 mil homens das forças de segurança iniciaram uma caçada aos envolvidos no atentado. Nove pessoas foram presas no dia seguinte. Os irmãos nascidos em Paris e de pais argelinos Cherif Kuachi, 32 anos, e Said Kuachi, de 34, foram identificados como os autores dos disparos. O primeiro já havia sido condenado, em 2008, por ter atuado num grupo que enviava jihadistas ao Iraque.
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Nesta sexta-feira (9), a polícia fechou o cerco após os dois irmãos, que estavam foragidos, roubarem um carro e invadirem uma fábrica na cidade de Dammartin-en-Goële, ao norte de Paris, onde mantiveram um refém. Ao mesmo tempo, no leste de Paris, o casal Hayat Boumediene e Amedy Coulibaly mataram três pessoas em um mercado judaico e fizeram outras dez reféns. Coulibaly, que conheceria um dos irmãos Kuachi, foi identificado pela polícia como o autor dos disparos que mataram uma policial na periferia de Paris no dia anterior.

Após horas de negociações, ambos os lugares foram invadidos pela polícia. Em Dammartin-en-Goële, os irmãos foram mortos e o refém liberado. No mercado, um sequestrador foi morto, assim como um refém, e a outra terrorista permanece foragida.

jan
10
Posted on 10-01-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-01-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

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10
Posted on 10-01-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-01-2015


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Sobre nomeações federais

Surpresa, mesmo, será uma manchete que diga: “Novo secretário (ou ministro) não é réu em nenhum processo na Justiça”.

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